Questões de Concurso
Sobre advérbios em português
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Observe a tirinha abaixo, de Horto e Dahmer, para responder à questão.

Série " Vida e obra de Terêncio Horto.Andre Dahmer.
Fonte: https://www.facebook.com/malvadoshq/photos/a.18 1 209315329627.38166.181129068670985/5537564347 41578
Na tirinha o vocábulo verdadeiramente (advérbio de modo) nos leva a compreender as relações pessoais, em época de redes sociais. Portanto, compreendemos que:
“Foi desta forma que parte do conhecimento dos nossos antepassados chegou até nós, mostrando-nos um caleidoscópio ímpar, fortalecendo em nós o sentido de ser indígena.”
O elemento grifado possui valor:

Em relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O uso do advérbio “mas” (linha 23) indica o
contraponto à não alteração da caracterização legal
dos animais perante a luz lançada sobre o tema pelos
colegiados do STJ.

(Disponível em: https://super.abril.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Idalberto Chiavenato. Administração geral e pública. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008 (com adaptações).
O termo “ambos” (linha 13) é um advérbio que, nesse contexto, foi empregado com valor adjetivo.
Leia o texto abaixo:


Considerando os aspectos linguísticos e de conteúdo do texto, julgue o item.
O vocábulo “onde” (linha 28) é um advérbio interrogativo que introduz uma construção interrogativa direta.
Na passagem acima, a palavra “adultos” pode ser associada a duas classes gramaticais diferentes. São elas:
A opção em que esse acréscimo foi feito de forma inadequada, é:
Apelo
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada − o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas?
Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando.
Venha para casa, Senhora, por favor.
(TREVISAN, Dalton. Mistérios de Curitiba. 5ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1996.)

Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.
Desde a Constituição Federal de 1988, a língua portuguesa é definida como língua oficial majoritária do Brasil, reconhecidas que foram, ao lado do português, como línguas nacionais, as várias línguas indígenas, minoritárias, que convivem no território brasileiro com a língua oficial, e também materna, majoritária do nosso país.
Concentrando-se aqui na língua oficial e materna, amplamente majoritária do Brasil, queria, antes de mais, afirmar que, o que se designa de “ensino de língua materna”, recobre uma imprecisão teórica e real, já que, em princípio, não se “ensina” a língua materna, ela se adquire naturalmente no processo de aquisição na primeira infância, tanto que, no caso do português no Brasil, como é do conhecimento geral, muitos sabem o português sem nunca terem tido a possibilidade de o “aprenderem” através do sistema escolar, já que não têm ainda como dele participar.
A meu ver, então, o objetivo do ensino do português na escola brasileira será a elaboração do já adquirido naturalmente e oralmente, pela maioria dos brasileiros, em diversificados contextos de aquisição, a depender da história individual e social de cada um. O que estou designando de elaboração se refere ao que, no processo de escolarização, no âmbito da disciplina Língua Portuguesa no Brasil, abrange obviamente a aquisição do uso escrito, tanto no processo de produção da escrita como de sua recepção na leitura, e o aperfeiçoamento, não só do escrito como também dos usos orais, tanto na sua produção como recepção, para cumprirem funções sociais diversificadas e adequadas às múltiplas situações comunicativo-expressivas necessárias ao convívio e à situação social.
(Rosa Virgínia Mattos e Silva. Língua portuguesa em debate: conhecimento e ensino. José Carlos de Azeredo: organizador. 4.ed. – Petrópolis, RJ: Vozes,
2007.)
Assinale a opção que apresenta a frase em que a palavra sublinhada é um advérbio e não uma palavra denotativa.