Questões de Concurso Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q2925960 Português

Assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas e acentuadas corretamente.

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Q2899470 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Texto 3

A região amazônica brasileira, definida quer como bacia hidrográfica, quer pela área de abrangência de um complexo de flora e fauna, quer pela divisão político-administrativa do país, ocupa mais da metade do território brasileiro. Apesar de ocupada milenarmente por povos indígenas e de explorada por adventícios desde os tempos coloniais e a despeito de recentes e expressivas migrações internas para algumas de suas seções, ocorridas principalmente a partir da década de 70, a população da região amazônica, tal como a sua densidade populacional, continuam muito baixas ou apenas modestas. Os dados mais recentes indicam que a população total da Amazônia é de 18.748.490 pessoas, correspondendo a pouco mais de 12% da população brasileira. A densidade populacional média da região é de apenas 4 habitantes por quilômetro quadrado, com extensas áreas que registram densidades abaixo de 1 habitante por quilômetro quadrado. Apenas 5% do PIB brasileiro é gerado na região Amazônica Legal, embora ela corresponda a cerca de 60% do território nacional brasileiro (FIGBE, 1996 e Veja, 1997 são as fontes dos dados sobre a Amazônia apresentados nesta seção).

As populações indígenas e suas terras estão espalhadas por toda a enorme região. Os grupos apresentam diferenças marcantes em termos de língua, cultura e de grau de interação com a sociedade nacional. Embora bem mais organizados do que há 10 anos, as suas habilidades de organização e de exercício da cidadania são de incipientes a recentes. O governo central tem sido notoriamente deficiente na proteção dos seus interesses. Mais recentemente, o apoio recebido de diversos grupos de direitos humanos sediados em outras regiões brasileiras e mesmo no exterior tem sido ao menos tão importante quanto à ação governamental para a prevalência dos direitos territoriais, políticos e culturais indígenas.

(Drummond, José A. O manejo agroflorestal científico como um uso alternativo de recursos naturais na Amazônia Brasileira. Estudos Sociedade e Agricultura. UFF. 1998. Fragmento)

As palavras “hidrográfica” e “área”, retiradas do primeiro período do texto, são acentuadas por justificativas diferentes. A opção em que aparecem, respectivamente, duas palavras acentuadas pelas mesmas regras de acentuação gráfica que hidrográfica e área é:

Alternativas
Q2894430 Português

TEXTO IV

Leia o texto abaixo e responda às questões 08, 09 e 10.

DA DIFÍCIL ARTE DE REDIGIR UM TELEGRAMA

Uma coisa é incontestável: a linguagem telegráfica só
surgiu depois do telegrama. Nunca ninguém escreveu
uma carta assim: "Viagem boa. Nós bem. Tempo
maravilha. Beijosfulano." O "Beijosfulano", numa
5 palavra só, é um expediente para economizar no
telegrama. Não. Quando as pessoas só escreviam
cartas e não havia crise de papel, o negócio era
escrever laudas e laudas. Quanto mais páginas tinha
uma carta, mais bonita era. Inventaram até o P.S. , que
10 é uma maneira de se escrever uma carta depois da
carta.


Depois, veio Morse, com seus traços e pontos e todo
mundo teve que se virar para escrever mais coisas em
menos palavras. Fica aqui uma pergunta: o que será
15 que Morse inventou primeiro? O telégrafo ou o código
Morse? Das duas uma: ou ele inventou a telegrafia e
depois quebrou a cabeça até achar um alfabeto que se
prestasse para sinalizar palavras, ou então criou um
dia o código, assim de brincadeira e depois ficou
20 pensando: "Como é que eu posso transformar isto
aqui num troço útil?" E aí bolou o telégrafo.


Seja como for, com ele surgiu o estilo telegráfico, muito
usado hoje em dia não só nos telegramas, mas também
nos recados e até nos lembretes que às vezes nós
25 deixamos para nós mesmos: "Dar banho no cachorro",
"Passar banco pegar dinheiro", "Cancelar dentista"
etc.

Jô Soares http://kattyrasga.07.googlepages.com/g%C3%AAnerosdodiscurso

Segundo as regras de acentuação da gramática normativa, as palavras "telégrafo", "código" e "telegráfico", que aparecem no texto, recebem acento porque são

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Ano: 2009 Banca: CESGRANRIO Órgão: DECEA
Q1236217 Português
São acentuadas graficamente pela mesma razão as palavras:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1234842 Português
Conversa com a chuva
A chuva bateu na minha janela, Veio conversar comigo, Tão melancólica, Tão fina, Falou-me de tristezas esquecidas. Depois, saiu cantando uma canção triste Que o vento levou.
(Francisco de Assis Barbosa)
Em "Veio conversar comigo, Tão melancólica,” a palavra destacada é acentuada pelo mesmo motivo que:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Ituporanga - SC
Q1226846 Português
Texto
Acontece que Portugal e Inglaterra eram aliados de quinhentos anos – uma aliança tão antiga que, quando começou, a numeração de seus henriques e manueis ainda estava no zero. Ao mesmo tempo, D. João, como muitos portugueses, tinha um chiquê por tudo que fosse francês – a língua, a literatura, os perfumes, os molhos, os doces, os queijos – e se mortificava com a ideia de que a França se lhe tornasse hostil. Mas não podia se submeter a Napoleão e muito menos mandá-lo se roçar nas ostras, como gostaria, porque o corso podia se ofender e retaliar. D. João pensou até em oferecer em casamento seu herdeiro, D. Pedro, a alguma sobrinha de Napoleão – o que, além de vergonhoso, parecia prematuro porque D. Pedro tinha, então, apenas 9 anos.
CASTRO, Ruy. Era no tempo do rei. Um romance da chegada da Corte. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 22
Observe as afirmativas abaixo:
I. Os pronomes oblíquos lhe e lo, destacados no texto, referem-se, respectivamente, a D. João e a Napoleão.
II. Os vocábulos francês e até obedecem à mesma regra de acentuação gráfica.
III. Em “não podia se submeter a Napoleão” e “porque o corso podia se ofender” se é um pronome reflexivo com a função de objeto direto.
IV. Em “D. Pedro tinha, então, apenas 9 anos.”, então pode ser substituído por pois, sem prejuízo gramatical ou de sentido.
V. “Retaliar” é um verbo intransitivo que está sendo usado no texto com o sentido de “vingar-se”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Paraíso do Norte - PR
Q1204685 Português
Assinale a alternativa em que a palavra foi acentuada incorretamente. 
Alternativas
Q818816 Português

TEXTO:

                                    A crise que estamos esquecendo

      O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas.

      Pais não sabem resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés.

      Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Um adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de “vadia”, em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos – e produzimos –, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda a parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar.

      Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos. Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema “violência em casa e na escola” começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes.

      Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra – ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.

                 (Luft, Lya. Revista Veja. Edição 2107 – ano 42- nº 14. Ed. Abril. 08 de abril de 2009)

O par de vocábulos do texto acentuado pela mesma regra é:
Alternativas
Q493382 Português
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J. S. Paim e N. de A. Filho. Saúde coletiva: uma nova saúde pública ou campo aberto a novos paradigmas? In:Revista de Saúde Pública. São Paulo, v. 32, n. o 34, 1998 (com adaptações).


Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.

O emprego do acento agudo nas palavras “específico" ( l.12), “pública" ( l.15) e “práticas" ( l.16), juntamente com o contexto em que elas se inserem, determina o sentido delas.
Alternativas
Q492205 Português
Das seguintes palavras do texto, assinale a que, ao retirar-se o acento, continua sendo uma palavra com significado na lingua portuguesa e não muda de classe gramatical:
Alternativas
Q492204 Português
Assinale a alternativa em que as duas palavras retiradas do texto sao acentuadas pela mesma regra:
Alternativas
Q487107 Português
Segundo as regras de acentuação da gramática normativa, as palavras “telégrafo”, “código” e “telegráfico”, que aparecem no texto, recebem acento porque são
Alternativas
Q438115 Português
No texto abaixo, há palavras transcritas incorretamente sem acento gráfico. Assinale a alternativa que corresponde ao número de palavras que devem ser acentuadas:
[...] Quando o naturalista ingles pela primeira vez propos suas teses sobre a evolução pela seleção natural, a maioria dos cientistas acreditava que a Terra não tivesse mais de 6000 anos de existencia, que as maravilhas da natureza fossem uma manifestação da sabedoria divina. A hipotese mais aceita sobre os fosseis de dinossauros era que se tratava de criaturas que perderam o embarque na Arca de Noé e foram extintas pelo diluvio biblico. (Veja, 11/02/2009)
Alternativas
Q438110 Português
No texto abaixo, há palavras transcritas incorretamente sem acento gráfico. Assinale a alternativa que corresponde ao número de palavras que devem ser acentuadas.

Força para desatolar  A gigantesca China parou para comemorar hoje a entrada de seu Ano Novo, regido pelo calendario lunar.
Pela tradição oriental, 2009 sera o ano do boi (ou do bufalo). O animal não poderia vir em hora melhor, nesses tempos de vacas magras: pelas crenças locais, o bovino é simbolo da resistencia e da prosperidade, atingidas graças à força de espirito e ao trabalho duro. Por coincidencia é também icone internacional de fartura no mercado financeiro, usado como mascote por operadores e investidores (cm oposição ao urso, que representa o aperto).  Para os misticos chineses, o boi vai ajudar a recuperar a economia e a abundancia. Mas não sem suador. (Adaptado de Zero Hora, 26/01/09, p l8 )
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Q343996 Português

O VÕO DA ÁGUIA
     A Águia pode viver por 70 anos. Sabe por quê?
     A Águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos, mas, para chegar a essa idade, aos 40 ela tem de tomar um séria decisão.
     É nessa fase da vida que ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontadas contra o peito estão suas asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas e voar já é tão difícil...
     A águia então tem duas alternativas: morrer ou enfrentar um dolorido processo de renovação que vai durar 150 dias. Esse
processo de renovação consiste em voar para o alto de uma montanha e recolher-se em ninho próximo a um paredão onde não
necessite voar.
     Após encontrar esse lugar, a Águia começa a arrancar suas unhas. Quando começam a nascer as novas unhas, ela passa a arrancar as velhas penas. E, só cinco meses depois, sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.
     Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
     Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e velhos hábitos que nos causam dor.
     Somente livres do peso do passado, podemos aproveitar o resultado valioso que a renovação sempre nos traz.

FONTE: Jornal carta, 09.05.2003 www.Tonoticias.jor.br


Acentua-se pela mesma regra que determina a escrita da palavra “flexíveis” o termo:

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Q337739 Português
Sobre a palavra até (I. 06) é correto dizer que:

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Ano: 2009 Banca: FUNRIO Órgão: MJSP Prova: FUNRIO - 2009 - MJ - Administrador |
Q328692 Português
Recebem acento agudo os ditongos “éi” e “ói” tônicos, de palavras oxítonas.Seguem essa regra todas as palavras da opção.

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Ano: 2009 Banca: FUNRIO Órgão: MJSP Prova: FUNRIO - 2009 - MJ - Administrador |
Q328691 Português
O estudo da devida colocação do acento tônico das palavras é objeto da prosódia, uma das partes em que se divide a Fonologia. As palavras “Nobel”,“edito” (lei),“rubrica”,“aziago”, “ibero”, “ruim” classificam-se, respectivamente, no padrão culto da língua, como.

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Q320811 Português
Imagem 001.jpg
Língua Portuguesa. São Paulo: Escala Editorial, n.º 17, 2009, p. 42-5 (com adaptações).
O emprego de acento gráfico em “autóctones” (l.4) e “alóctones” (l.5) justifica-se por serem ambas palavras proparoxítonas.

Alternativas
Ano: 2009 Banca: FUNRIO Órgão: DEPEN Prova: FUNRIO - 2009 - DEPEN - Agente Penitenciário |
Q318550 Português
A única opção cujas palavras precisam receber acento gráfico por serem todas proparoxítonas é:

Alternativas
Respostas
6241: C
6242: E
6243: A
6244: A
6245: A
6246: B
6247: B
6248: E
6249: C
6250: A
6251: E
6252: A
6253: C
6254: C
6255: D
6256: A
6257: A
6258: A
6259: C
6260: D