Questões de Concurso Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q1021083 Português
Assinale a alternativa que é acentuada pela mesma regra gramatical de acentuação da palavra “média” (linha 4):
Alternativas
Q1021050 Português

A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



Assinale a palavra retirada do Texto acentuada pela seguinte regra gramatical: Assinalam-se os vocábulos terminados em encontros vocálicos que costumam ser pronunciados como ditongos crescentes.
Alternativas
Q1021010 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de responde-la.


Das palavras do Texto, assinale a alternativa que é acentuada pela seguinte regra:
“Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em ditongo.”
Alternativas
Q1020964 Português

A questão diz respeito ao Texto.

Leia-o atentamente antes de respondê-la.


Assinale a alternativa que contém a justificativa de acentuação da palavra “episódio” (linha 17) retirada do Texto:
Alternativas
Q1020702 Português

                                                TEXTO 3


                            


      “Há alguns anos circula na internet o ‘teste do pescoço’, que instiga o leitor a refletir sobre as desigualdades em nossa sociedade a partir de suas experiências cotidianas, particularmente naquilo que toca a presença ou ausência de negros e brancos em diferentes atividades e espaços sociais: qual a cor dos médicos, dos trabalhadores domésticos, dos políticos, de professores, alunos e funcionários em colégios de elite e nas universidades etc. A ideia é que a contemplação desses lugares permite uma resposta intuitiva à questão se há ou não discriminação no Brasil: pretos e pardos são raramente encontrados nas áreas e funções de maior poder aquisitivo e status social, ao passo que brancos nelas dominam. (...)”.

Fragmento inicial do Relatório das desigualdades de raça, gênero e classe / ano 2017 / n. 1 / p. 1 gemaa / Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa | UERJ.

Assinale a alternativa em que figuram apenas palavras proparoxítonas.
Alternativas
Q1020660 Português
Assinale a palavra retirada do Texto acentuada pela seguinte regra gramatical: Assinalam-se os vocábulos paroxítonos terminados em encontros vocálicos que costumam ser pronunciados como ditongos.
Alternativas
Q1020190 Português
São acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica as palavras
Alternativas
Q1016248 Português

Assinale a alternativa que representa uma palavra retirada do Texto acentuada pela seguinte regra:

“Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em ditongo crescente.”

Alternativas
Q1015168 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. A grafia do verbo seguinte está correta: reâver.

II. Pronome é toda palavra que caracteriza o substantivo, indicando-lhe exclusivamente uma qualidade.

III. A grafia do verbo seguinte está correta: lêmbrar.

IV. A grafia do verbo seguinte está correta: voltar.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1015167 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. Na oração "Ele se fez no emprego", o vocábulo "emprego" é classificado como advérbio.

II. A grafia do verbo seguinte está correta: voâr.

III. A grafia do verbo seguinte está correta: falàr.

IV. O adjetivo pátrio não indica a nacionalidade ou o lugar de origem do ser.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1015161 Português
Leia as afirmativas a seguir e marque a opção CORRETA:
Alternativas
Q1015129 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. Verbo é a classe gramatical que nomeia os seres reais, exclusivamente.

II. Na oração "Fizemos bem em mudar de cidade", o vocábulo "cidade" é classificado como verbo.

III. Recebe acento o vocábulo seguinte: flòrido.

IV. A grafia do verbo seguinte está correta: pòr.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1015128 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. Na oração "As suas queixas me fazem mal", o vocábulo "queixas" é classificado como conjunção.

II. A grafia do verbo seguinte está correta: tràbalhar.

III. Uma locução adjetiva é uma expressão que equivale a um verbo.

IV. Recebe acento o vocábulo seguinte: gagüejàr.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1015127 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. Na oração "O seu drama fez chorar as pedras", o vocábulo "pedras" é classificado como interjeição.

II. No período "O diretor da empresa em que o trabalho é produtivo", o vocábulo "trabalho" é classificado como interjeição.

III. A grafia do verbo seguinte está correta: mânter.

IV. A grafia do adjetivo seguinte está correta: embaraçôzo.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1015126 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. É correto afirmar que, na formação do adjetivo pátrio composto, o primeiro elemento aparece exclusivamente na forma ampliada, e nunca erudita.

II. Na oração "Minha irmã foi ao salão fazer as unhas", o vocábulo "unhas" é classificado como artigo.

III. A grafia do verbo seguinte está correta: sàber.

IV. Na oração "É inseguro, não faz nada sem consultar-me", o vocábulo "inseguro" é classificado como interjeição.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1015121 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. A grafia do verbo seguinte está correta: usàr.

II. Na oração "Esperou uma hora para fazer a barba", o vocábulo "barba" é classificado como conjunção.

III. A grafia do verbo seguinte está correta: pêrder.

IV. A grafia do verbo seguinte está correta: pàrtir.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1014750 Português

Ela lembra tudo e sofre com isso, mostra "A Mulher que Não Consegue Esquecer"

                                                                                                         Livraria da Folha


      No curioso caso de Jill Price, o médico James McGaugh diagnosticou o primeiro caso de síndrome de "hipermemória". O caso, descrito pelo autor Bert Davis, está no livro "A Mulher que Não Consegue Esquecer".

      O que é hipermemória? É um distúrbio que faz com que a pessoa não esqueça nada do que viveu, nem tampouco dos sentimentos que experimentou. Todos os erros e acertos, todas as alegrias e tristezas... Tudo continua vivo, colorido, presente.

      Quando nos convém, olhamos para o céu, apertamos as mãos entre elas e murmuramos como seria bom ter uma memória cinematográfica. [...] Contudo, quando os acontecimentos não são dos melhores, o que todos querem é esquecer.

      A memória é personagem de episódios familiares, desgraças históricas, da formação e confirmação de sua própria existência. Diversos livros e filmes já trataram do assunto, além de filósofos, psiquiatras e psicanalistas que conflitam as produções de imagens que ora estão recalcadas no inconsciente ora estão presentes e vivas em nossa mente.

      No caso da "A Mulher que Não Consegue Esquecer", Jill se lembra do que comeu na semana passada, de diálogos do filme favorito e muito mais. Ela se recorda de datas de acidentes aéreos, o que passou em determinada segunda-feira na televisão, além de conseguir se lembrar com precisão o que ela mesmo estava fazendo e pensando.

      Leia trecho:

      “Sei muito bem quão tirânica a memória consegue ser. Sou portadora do primeiro caso diagnosticado de um distúrbio da memória que os cientistas denominaram síndrome da hipermemória – a lembrança autobiográfica contínua e automática de cada dia da minha vida desde os meus catorze anos. Minha memória começou a se tornar horrivelmente completa em 1974, quando eu tinha oito anos. A partir de 1980, é quase perfeita. Diga uma data daquele ano em diante que eu direi instantaneamente qual dia da semana foi, o que fiz naquele dia e quaisquer acontecimentos importantes que ocorreram – ou até acontecimentos menores –, contanto que tenha ouvido falar deles naquele dia.

      Minhas lembranças são como cenas de filmes caseiros de cada dia de minha vida, constantemente projetados em minha cabeça, avançando e retrocedendo pelos anos de forma implacável, transportando-me a qualquer momento, independente da minha vontade. Imagine que alguém tivesse feito vídeos seus desde a época de criança, seguindo você o dia inteiro, dia após dia, e depois reunisse tudo em um DVD, e que você se sentasse numa sala e assistisse à compilação num aparelho programado para embaralhar aleatoriamente as cenas.

      [...]

      Consigo ter lembranças à vontade quando me pedem, mas normalmente minha memória é automática. Não faço nenhum esforço para evocar as lembranças; elas simplesmente preenchem minha mente. Na verdade, não estou sob meu controle consciente, e por mais que eu queira, não consigo detê-las. Elas pipocam na minha cabeça, talvez desencadeadas por alguém mencionando uma data ou um nome, ou por uma canção no rádio, e quer eu deseje ou não voltar a uma época específica, minha mente dispara bem para aquele momento.

      Minha maior esperança é que os cientistas descubram algo sobre meu cérebro que ajude a solucionar os enigmas dos trágicos distúrbios da perda de memória. Eles já concluíram, a partir de tomografias do meu cérebro, que existem diferenças estruturais pronunciadas que provavelmente explicam por que minha memória é tão completa e implacável. Eles me contaram quantos mistérios sobre a memória ainda estão enfrentando, e parece que o que aprenderam sobre o meu cérebro e memória levará a pesquisas frutíferas. Por ora, espero que minha história seja esclarecedora e instigante para os leitores e que ajude a explicar o papel da memória – bem como o do esquecimento – na vida de todos nós e como nossas lembranças são responsáveis, em grande parte, pelo que somos.” 


Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ 777141-ela-lembra-tudo-e-sofre-com-isso-mostra-a-mulher-que-nao-consegue-esquecer.shtml Acesso em: 20/04/2018.

Quando um texto é manuscrito, é comum ocorrerem faltas de acentos gráficos em algumas palavras, seja por descuido ou desconhecimento. Nesse sentido, considerando as palavras utilizadas no texto de apoio, assinale a alternativa em que, havendo mudança na acentuação gráfica, ocorra também alteração em sua classe gramatical, o que pode acarretar mudanças significativas no que se pretende comunicar.
Alternativas
Q1013350 Português
As palavras “relatório”, “vários” e “páreo” seguem a mesma regra de acentuação de
Alternativas
Q1012962 Português

Texto para o item. 



No que diz respeito ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Os vocábulos “domésticos”, “válvula” e “harmônico” são acentuados de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO Provas: IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Contador | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Farmacêutico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Clinico Geral | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Odontólogo | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico em Segurança do Trabalho | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Assistente Social da Saúde Mental | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Farmacêutico Bioquímico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Farmacêutico Hospitalar | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Fisioterapeuta - 20H | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Fonoaudiólogo - 20H | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Fonoaudiólogo - 30H | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Neurologista | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Ortopedista e Traumatologista | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Veterinário | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Biomédico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Fisioterapeuta | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Enfermeiro Obstetra | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Ginecologista/Obstetrícia | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Pediatra | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Psiquiatra | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Nutricionista | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Biologia | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - História | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Inglês | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Libras | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Língua Portuguesa | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Psicólogo de Saúde Mental | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Psicólogo Clínico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Orientador Escolar | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Matemática | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Supervisor Escolar | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Técnico Educacional em Saúde Mental | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Terapeuta Ocupacional em Saúde Mental | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Educador Físico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Enfermeiro - 20H |
Q1012828 Português

                                   Como não ser feliz

                  Nós não nascemos pra ser felizes. Isso é  uma descoberta, um anseio recente


      A moça aproximou-se após esperar alguns minutos na fila da tarde de autógrafos na livraria e disparou, com um sorriso entredentes, á queima-roupa:

      -Você é feliz? Respondi, afável mas secamente:

      - Não!

      - Jura? Não acredito!

      A essa altura, começava a pensar, pelo teor da conversa, tratar-se de pura gozação. Mas vi que era a sério quando ela tascou: - Você passa a impressão de que é bem feliz... Pedi breve licença às pessoas na fila. E avancei no debate:

      - Veja, nós não nascemos pra ser felizes. Isso é uma descoberta, um anseio recente. Há 200 anos, tudo que as pessoas queriam era sobreviver, chegar aos 30 anos... No começo dos tempos, você acha que o homem tinha tempo pra pensar em felicidade enquanto fugia dos dinossauros e outras ameaças? Ela ficou parada, certamente surpresa com argumento tão inusitado. Continuei:

      - Quantas “pessoas felizes” você conhece?

      - Não muitas - ela respondeu, já um tanto desolada.

      - Eu não conheço nenhuma - sentenciei, quase amargo.

      Ela riu um riso sem graça.Aliviei um pouco.

      - O que acontece é que algumas pessoas são bem resolvidas com seu trabalho, têm uma vida familiar relativamente tranquila. Essas pessoas talvez pareçam felizes, não demonstram amargura com a vida. E talvez eu seja uma delas. Prefiro acreditar nisso.

      Ela balançou a cabeça, resignada. E eu, concluindo meu pensamento:

      - “Ser feliz” hoje em dia tem mais a ver com poder financeiro, desejos de consumo sem-fim, que com qualquer outra coisa. Mas pense comigo: se você não vive desesperadamente pelo dinheiro, não tem sonhos impossíveis, fica mais fácil viver, mais fluente, mais tranquilo.

      A essa altura eu já me sentia protagonista da palestra “Lair Ribeiro para jovens que sonham com a felicidade”. Só que às avessas, ensinando não como ser feliz, mas como não ser.

      - Se você dedica mais tempo ao lúdico e vive menos pressionado pela corrida do ouro que virou nosso tempo, você terá mais tempo para o que importa. Isso, talvez, seja felicidade, vai saber.

      - É, mas... e o dinheiro? - ela retrucou, mostrando não sertão avoada assim.

      - Se nos satisfizéssemos em ganhar apenas o necessário para viver bem, confortavelmente, sem sacrifícios, seria ótimo. Mas nossa natureza sempre pede m a is . E isso torna as pessoas bastante infelizes, viram escravas do dinheiro...

      A fila já chiava, por conta da espera, interrompida por esse debate misterioso, para o qual os demais não foram convidados. Ainda ilustrei rapidamente, para finalizar, com um filme argentino obscuro que o vi há algum tempo, uma espécie de comédia surreal e filosófica em que dois funcionários de uma companhia elétrica ou de esgotos vagam pela cidade, vivendo situações estranhas e mesmo delirantes. Em dado momento, um fala ao outro: “Preciso ir, tenho que dormir, estou muito cansado.” Ao que o outro diz: “Ok, nos encontramos às sete então?” E o primeiro diz: “Não, preciso dormir pelo menos oito horas, senão não descanso.” O outro contra-ataca: “Essa história de dormir oito horas por dia é uma invenção burguesa. Você acha que no tempo das guerras as pessoas pensavam nisso? Na Idade Média, você acha que alguém dormia oito horas por dia?” O outro fica sem palavras.

     Para arrematar nossa conversa, disse-lhe:

      - É a mesma coisa. Um guerreiro assírio não devia pensar em felicidade, apenas em sobreviver à próxima guerra. Assim é que deveríamos pensar, em sobreviver à próxima guerra. E só.

      Sorri. Ela também sorriu.

      - Fiquei muito feliz de ter você aqui nesta tarde - ainda lhe disse (enfatizando a palavra feliz) à guisa de ironia, mas não sem verdade.

BALEIRO , Zeca. Como não ser feliz. Isto É, dez.2012. Disponível em http://istoe.com.br (Adaptado)

Sobre os elementos destacados do fragmento “Há 200 anos, tudo que as pessoas queriam era sobreviver, chegar aos 30 anos....”, leia as afirmativas.


I. De acordo com o novo acordo ortográfico, palavras monossílabas terminadas em A não recebem mais acento, sendo assim, a flexão verbal HÁ foi grafada de modo indevido.

II. TUDO é um pronome substantivo indefinido.

III. QUE é uma conjunção subordinativa adverbial.


Está correto apenas o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
4621: D
4622: A
4623: B
4624: X
4625: E
4626: D
4627: D
4628: B
4629: B
4630: A
4631: A
4632: A
4633: A
4634: A
4635: A
4636: A
4637: E
4638: A
4639: C
4640: E