Questões de Concurso Sobre romantismo em literatura

Foram encontradas 305 questões

Q2051361 Literatura
Acerca das características dos períodos da literatura brasileira, assinale a alternativa incorreta: 
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Q1953460 Literatura
Foi um dos maiores expoentes da poesia brasileira da segunda geração romântica, considerado o “poeta da natureza”, nascido em Rio Claro (RJ), abordando temas sobre a natureza, a angústia, a solidão, a melancolia e o desengano, assim como temas sociais e políticos.
A afirmativa feita acima diz respeito a:
Alternativas
Q1938797 Literatura
Leia o texto a seguir, extraído do livro “Curso de Literatura Brasileira”, de Sergius Gonzaga (2004, p. 144), a respeito do romance “Senhora”, de José de Alencar:

Com seus dezoito/dezenove anos, Aurélia tem uma consciência improvável dos mecanismos dos mecanismos que regem as relações sociais. Parece uma doutora em economia. Além disso, o frio desprezo com que trata a sociedade é inverossímil em um contexto em que tais atitudes desafiariam radicalmente as normas do comportamento feminino. A credibilidade da personagem também se esvai quando ela nos é mostrada em sua interioridade: trata-se de menina cândida e generosa. A clivagem entre a vingadora implacável e a donzelinha quase boba não é explorada nem aprofundada por Alencar.

Considerando a clivagem mencionada por Gonzaga, assinale a alternativa na qual a personagem Aurélia Camargo NÃO apresenta o perfil inconvencional para as mulheres da época mencionado no texto anterior.
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Q1884045 Literatura
Texto para a questão

O GUARANI

Disponível em https://bit.ly/3g1TNB1, acesso em 26/01/2022. Trecho adaptado.

A obra “O Guarani” reúne os ingredientes românticos com os quais José de Alencar sabia lidar muito bem. A trama segue duas linhas: a dimensão épica das aventuras e a dimensão lírica das relações amorosas. No primeiro, ganha destaque a construção da nacionalidade, a partir do mito da integração entre colonizado e colonizador. Essa integração é problematizada na história, já que existem os que são permeáveis a ela, como Peri e Ceci, e os que a rejeitam decisivamente, como os aimorés e D. Lauriana.

No plano lírico, há o jogo sentimental das personagens Peri e Ceci, Álvaro e Isabel. Nessas relações, o amor mostra a sua força ao superar todas as barreiras que se opõem à sua realização. Alvos de paixões avassaladoras, Cecília e Isabel se comportam de formas distintas; à pureza da primeira, opõe-se o poder de sedução da segunda. De qualquer maneira, sabe-se que o amor vencerá no final. E sua vitória representa, acima de tudo, o êxito do bem em sua disputa contra o mal. 

O maniqueísmo está presente em todas as dimensões do romance. As duas personagens que melhor o encarnam são Peri e Loredano. O primeiro corresponde à típica idealização romântica, concebida nos termos palatáveis para o leitor da época. D. Antônio considera Peri um “cavalheiro português no corpo de um selvagem”, conferindo, dessa forma, um estatuto superior ao índio que se comporta como amigo. De fato, Peri age como um verdadeiro cavaleiro medieval, valorizando a fidalguia, a honradez, a hierarquia e até mesmo a religião, que acaba por abraçar para obter permissão de salvar a amada Ceci. A esses traços, ele acrescenta outro, de fundamental importância para o projeto nacionalista romântico: a ligação com a terra. 
Leia o texto 'O GUARANI' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Na obra “O Guarani”, Peri e Loredano combatem o maniqueísmo, pois correspondem à típica idealização romântica: são amantes inseparáveis e buscam mostrar para a sociedade burguesa da época que é possível manter um romance diante das adversidades, afirma o texto.
II. O mito da integração entre colonizado e colonizador está presente na obra “O Guarani”, de acordo com o texto. Essa característica da dimensão épica da obra está relacionada à construção da nacionalidade e contempla personagens que são permeáveis a ela e também os que a rejeitam decisivamente, como se pode perceber após a leitura do texto em análise.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q4422160 Literatura
Analise a afirmativa que se relaciona diretamente ao período literário que corresponde ao Romantismo brasileiro: 
Alternativas
Q2006236 Literatura
Os que regressavam consigo, clérigos, astrólogos genoveses, comerciantes judeus, aias, contrabandistas de escravos, brancos pobres do Bairro Prenda, do Bairro da Cuca, abraçados a volumes de serapilheira, a malas atadas com cordéis, a cestos de verga, a brinquedos quebrados, formavam uma serpente de lamentos e miséria aeroporto adiante, empurrando a bagagem com os pés (na faixa reservada aos passageiros em trânsito passavam islandeses altos e desgrenhados como pássaros de rio) na direcção de uma secretária a que se sentava, em um escabelo, um escrivão que lhe perguntou o nome (Pedro Álvares quê?), o conferiu numa lista datilografada cheia de emendas e de cruzes a lápis tirou os óculos de ver ao perto para o examinar melhor, inclinado de banda no poleiro de fórmica, passeou o polegar errático no bigode e inquiriu de repente Tendes família em Portugal?, e eu disse Senhor não, muito depressa, sem pensar, porque a minha velha se finou de icterícia há seis anos e dos tios que aqui permaneceram quase não me recordo ou não me recordo nunca, ignoro se ficaram em Coruche e se ficaram onde moram, com quem moram, quantos filhos têm, se estão vivos.


ANTUNES, António Lobo. As naus. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.

Das características apontadas por António José Saraiva e Óscar Lopes (2004) em relação aos romances de António Lobo Antunes, qual delas NÃO se torna evidente no excerto de As naus?
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Q2006229 Literatura
Bosi (2006), ao analisar a obra realista do escritor Machado de Assis, estabelece uma linha temporal que discute aspectos importantes dos romances e contos.
Com base nisso, analise as seguintes afirmativaI.
I. Machado promove, a partir de Memórias Póstumas de Brás Cubas, o que Bosi chama de um processo de inversão parodística dos códigos tradicionais que o Romantismo fizera circular. II. Em Quincas Borba, o autor recorre à narração em terceira pessoa para relatar de forma mais objetiva “o nascimento, a paixão e a morte de um provinciano ingênuo”. III. Em Dom Casmurro, o autor retoma o estilo de memórias, quase póstumas no caso de Bentinho, que se propõe a “atar as duas pontas da vida e restaurar na velhice a adolescência”. IV. A prosa realista de Machado de Assis está marcada por uma série de contos memoráveis como A causa secreta, Entre Santos, Missa do Galo, que se destacam pelo desenho psicológico das personagens.
Estão corretas as afirmativas s: 
Alternativas
Q2006223 Literatura

Texto 1


 Ali começa o sertão chamado bruto.


Pousos sucedem a pousos, e nenhum teto habitado ou em ruínas, nenhuma palhoça ou tapera dá abrigo ao caminhante contra a frialdade das noites, contra o temporal que ameaça, ou a chuva que está caindo. Por toda a parte, a calma da campina não arroteada; por toda a parte, a vegetação virgem, como quando aí surgiu pela vez primeira. 

[...]

Essa areia solta, e um tanto grossa, tem cor uniforme que reverbera com intensidade os raios do Sol, quando nela batem de chapa. Em alguns pontos é tão fofa e movediça que os animais das tropas viageiras arquejam de cansaço, ao vencerem aquele terreno incerto, que lhes foge de sob os cascos e onde se enterram até meia canela.

[...]

Ora é a perspectiva dos cerrados, não desses cerrados de arbustos raquíticos, enfezados e retorcidos de São Paulo e Minas Gerais, mas de garbosas e elevadas árvores que, se bem não tomem, todas, o corpo de que são capazes à beira das águas correntes ou regadas pela linfa dos córregos, contudo ensombram com folhuda rama o terreno que lhes fica em derredor e mostram na casca lisa a força da seiva que as alimenta; ora são campos a perder de vista, cobertos de macega alta e alourada, ou de viridente e mimosa grama, toda salpicada de silvestres flores; ora sucessões de luxuriantes capões, tão regulares e simétricos em sua disposição que surpreendem e embelezam os olhos; ora, enfim, charnecas meio apauladas, meio secas, onde nasce o altivo buriti e o gravata entrança o seu tapume espinhoso.


Nesses campos, tão diversos pelo matiz das cores, o capim crescido e ressecado pelo ardor do Sol transforma-se em vicejante tapete de relva, quando lavra o incêndio que algum tropeiro, por acaso ou mero desenfado, ateia com uma faúlha do seu isqueiro.


TAUNAY, Alfredo d’Escragnolle. Inocência. Porto Alegre: L&PM, 1999.


Texto 2 


Assim, de meio assombrado me fui repondo quando ouvi que indagavam:

− Então patrício? está doente?

− Obrigado! Não senhor, respondi, não é doença; é que sucedeu-me uma desgraça: perdi

uma dinheirama do meu patrão...

− A la fresca!...

− É verdade... antes morresse, que isto! Que vai ele pensar agora de mim!...

− É uma dos diabos, é...; mas não se acoquine, homem!

Nisto o cusco brasino deu uns pulos ao focinho do cavalo, como querendo lambê-lo, e logo

correu para a estrada, aos latidos. E olhava-me, e vinha e ia, e tornava a latir...

Ah!... E num repente lembrei-me bem de tudo.

Parecia que estava vendo o lugar da sesteada, o banho, a arrumação das roupas nuns galhos de sarandi, e, em cima de uma pedra, a guaiaca e por cima dela o cinto das armas, e até uma ponta de cigarro de que tirei uma última tragada, antes de entrar na água, e que deixei espetada num espinho, ainda fumegando, soltando uma fitinha de fumaça azul, que subia, fininha e direita, no ar sem vento...; tudo, vi tudo.
Estava lá, na beirada do passo, a guaiaca. E o remédio era um só: tocar a meia rédea, antes
que outros andantes passassem.
[...]
LOPES NETO, João Simões. Contos gauchescos. Porto Alegre: L&PM, 1998.

Texto 3 

Sua casa ficava para trás da Serra do Mim, quase no meio de um brejo de água limpa, lugar chamado o Temor-de-Deus. O Pai, pequeno sitiante, lidava com vacas e arroz; a Mãe, urucuiana, nunca tirava o terço da mão, mesmo quando matando galinhas ou passando descompostura em alguém. E ela, menininha, por nome Maria, Nhinhinha dita, nascera já muito para miúda, cabeçudota e com olhos enormes.

    Não que parecesse olhar ou enxergar de propósito. Parava quieta, não queria bruxas de pano, brinquedo nenhum, sempre sentadinha onde se achasse, pouco se mexia. – “Ninguém entende muita coisa que ela fala...”- dizia o Pai, com certo espanto. Menos pela estranhez das palavras, pois só em raro ela perguntava, por exemplo: - “Ele xurugou?” – e, vai ver, quem e o quê, jamais se saberia. Mas, pelo esquisito do juízo ou enfeitado do sentido. Com riso imprevisto: - “Tatu não vê a lua...”- ela falasse. [...] 

ROSA, João Guimarães. Primeiras Estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.
Inocência integra um conjunto de obras produzidas no período do Romantismo. Sobre a ficção romântica brasileira, é INCORRETO afirmar que
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Q2006221 Literatura

Leia o texto a seguir.


A contribuição típica do Romantismo para caracterização literária do escritor é o conceito de missão. Os poetas se sentiram sempre, mais numas fases que noutras, portadores de verdades ou sentimentos superiores aos dos outros homens: daí o furor poético, a inspiração divina, o transe, alegados como fonte de poesia. [...]

O poeta romântico não apenas retoma em grande estilo as explicações transcendentes do mecanismo da criação como lhes acrescenta a ideia de que a sua atividade corresponde a uma missão de beleza, ou de justiça, graças à qual participa duma certa categoria de divindade. Missão puramente espiritual, para uns, missão social para outros – para todos a nítida representação de um destino superior, regido por uma vocação superior. 


CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo Horizonte:

Editora Itatiaia, 2000.


A partir do texto de Antonio Candido e das considerações de Bosi (2006) sobre a poesia romântica brasileira, o que é pertinente afirmar? 

Alternativas
Q1911159 Literatura
Marque a opção que apresenta a CORRETA periodização da literatura brasileira. 
Alternativas
Q1890673 Literatura
Analise as afirmativas a seguir:

I. Durante o Romantismo, no Brasil, o indianismo foi uma forma bastante representativa de nacionalismo literário que corresponde à busca de um legítimo antepassado nacional. Nesse movimento, a figura do índio foi idealizada pelos escritores românticos com a finalidade de nivelar esse nosso antepassado ao português colonizador.
II. Para os escritores realistas, o destino dos homens é o resultado da providência divina e, em função disso, o realismo foi um movimento rico em expressões religiosas e amplamente apoiado pela Igreja Católica, assim como pelos Jesuítas.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q1890078 Literatura
Analise as afirmativas a seguir:

I. A obra O Ateneu, de Raul Pompeia, compõe-se de uma série de episódios e reflexões sobre a vida no internato, onde são narrados os relacionamentos entre os pacientes e os médicos, apresentados pelo narrador memorialista Sávio.
II. A evasão, ou escapismo, é uma característica do Romantismo que impede o escritor de criar, diante da sua insatisfação, o seu universo de personagens necessários ao desenvolvimento da história que pretende contar.
III. A obra Macunaíma, de Mário de Andrade, é uma rapsódia (como era qualificada na primeira edição) que conta as aventuras de Macunaíma, um herói de uma tribo amazônica. O livro é construído no encontro de lendas indígenas e da vida brasileira cotidiana, de mistura com lendas e tradições populares.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1887264 Literatura
Direito à Literatura


    Em comparação a eras passadas, chegamos a um máximo de racionalidade técnica e de domínio sobre a natureza. Isso permite imaginar a possibilidade de resolver grande número de problemas materiais do homem. No entanto, a irracionalidade do comportamento é também máxima, servida frequentemente pelos meios que deveriam realizar os desígnios da racionalidade. Assim, com a energia atômica, podemos ao mesmo tempo gerar força criadora e destruir a vida pela guerra; com o incrível progresso industrial, aumentamos o conforto até alcançar níveis nunca sonhados, mas excluímos dele as grandes massas que condenamos à miséria. E aí entra o problema dos direitos humanos.

    Chamarei de literatura, da maneira mais ampla possível, todas as criações de toque poético, ficcional ou dramático em todos os níveis de uma sociedade, em todos os tipos de cultura, desde o que chamamos folclore, lenda, chiste, até as formas mais complexas e difíceis da produção escrita das grandes civilizações. Vista deste modo, a literatura aparece claramente como manifestação universal de todos os homens em todos os tempos. Não há povo e não há homem que possa viver sem ela, isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação.

    Acabei de focalizar a relação da literatura com os direitos humanos de dois ângulos diferentes. Primeiro, a literatura corresponde a uma necessidade universal que deve ser satisfeita sob pena de mutilar a personalidade, porque, pelo fato de dar forma aos sentimentos e à visão de mundo, ela nos organiza, nos liberta do caos e, portanto, nos humaniza. Negar a fruição da literatura é mutilar a nossa humanidade. Em segundo lugar, a literatura pode ser um instrumento consciente de desmascaramento, pelo fato de focalizar as situações de restrição dos direitos, ou de negação deles. Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável.


Antonio Candido. Vários Escritos. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2011, p. 171 a 193 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima, de Antonio Candido, julgue o item, relativo à teoria literária e à literatura brasileira.

No segundo parágrafo, Antonio Candido revela uma concepção canônica de literatura, a qual é privilegiada nos currículos e reflete o espírito libertário dos romances românticos e realistas no Brasil, contemporâneos a movimentos de emancipação, tais como a Inconfidência Mineira e a Independência do Brasil, respectivamente.
Alternativas
Q1883192 Literatura
O estudo e a descrição das características estéticas das diferentes escolas ou movimento literários recebem o nome de historiografia literária. Nesse sentido, analise as escolas literárias, considerando suas características, e os escritores que nelas se destacaram, e, a seguir, assinale a alternativa cuja relação entre esses itens esteja correta.
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Q1877166 Literatura
Texto V


Considere os dois fragmentos abaixo, retirados do poema “Morte do leiteiro”, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.


Há pouco leite no país,
é preciso entregá-lo cedo.
Há muita sede no país,
é preciso entregá-lo cedo.
Há no país uma legenda,
que ladrão se mata com tiro.
Então o moço que é leiteiro
de madrugada com sua lata
sai correndo e distribuindo
leite bom para gente ruim.
Sua lata, suas garrafas
e seus sapatos de borracha
vão dizendo aos homens no sono
que alguém acordou cedinho
e veio do último subúrbio
trazer o leite mais frio
e mais alvo da melhor vaca
para todos criarem força
na luta brava da cidade.
[...] 


Mas este acordou em pânico
(ladrões infestam o bairro),
não quis saber de mais nada.
O revólver da gaveta
saltou para sua mão.
Ladrão? se pega com tiro. Os tiros na madrugada
liquidaram meu leiteiro.
Se era noivo, se era virgem,
se era alegre, se era bom,
não sei,
é tarde para saber.


Drummond é um poeta considerado um dos ícones da segunda fase do Modernismo. Os versos “Há no país uma legenda,/ que ladrão se mata com tiro.” revelam uma representação do país que dialoga com a poesia típica do:
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Q1858207 Literatura
Instrução: Para responder à questão, consulte o texto abaixo quando necessário.


(MACHADO, Dyonélio. Os ratos. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira: 1964 – fragmento)
A obra Os ratos, de Dyonélio Machado, é uma obra representativa do:
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Q1853018 Literatura


Luís Gama. Quem sou eu? In: Sílvio Romero. História da literatura brasileira.

Rio de Janeiro: Garnier, 1888. Internet: <www.brasiliana.usp.br> (com adaptações).


Glossário

Siringa: belíssima ninfa da água na mitologia clássica.

Midas: personagem da mitologia grega, rei da Frígia.

Jove: ou Júpiter, ou Zeus, deus dos deuses e dos homens.

Fauno: deus romano protetor dos pastores e rebanhos.

Plutão: ou Hades, deus que possuía as chaves do reino dos mortos.

A partir do texto do poeta romântico Luís Gama, julgue o seguinte item, quanto à representação literária dos tipos sociais e dos costumes da sociedade burguesa no Brasil do século XIX. 


Ao recorrer a recursos estilísticos antirromânticos, como a referência à mitologia clássica, o poeta assume a postura de observador distanciado da realidade brasileira oitocentista. 

Alternativas
Q1853017 Literatura


Luís Gama. Quem sou eu? In: Sílvio Romero. História da literatura brasileira.

Rio de Janeiro: Garnier, 1888. Internet: <www.brasiliana.usp.br> (com adaptações).


Glossário

Siringa: belíssima ninfa da água na mitologia clássica.

Midas: personagem da mitologia grega, rei da Frígia.

Jove: ou Júpiter, ou Zeus, deus dos deuses e dos homens.

Fauno: deus romano protetor dos pastores e rebanhos.

Plutão: ou Hades, deus que possuía as chaves do reino dos mortos.

A partir do texto do poeta romântico Luís Gama, julgue o seguinte item, quanto à representação literária dos tipos sociais e dos costumes da sociedade burguesa no Brasil do século XIX. 


A força satírica do poema está concentrada na desmistificação cômica da presença do racismo em uma sociedade tão miscigenada como a brasileira. 

Alternativas
Q1853016 Literatura


Luís Gama. Quem sou eu? In: Sílvio Romero. História da literatura brasileira.

Rio de Janeiro: Garnier, 1888. Internet: <www.brasiliana.usp.br> (com adaptações).


Glossário

Siringa: belíssima ninfa da água na mitologia clássica.

Midas: personagem da mitologia grega, rei da Frígia.

Jove: ou Júpiter, ou Zeus, deus dos deuses e dos homens.

Fauno: deus romano protetor dos pastores e rebanhos.

Plutão: ou Hades, deus que possuía as chaves do reino dos mortos.

A partir do texto do poeta romântico Luís Gama, julgue o seguinte item, quanto à representação literária dos tipos sociais e dos costumes da sociedade burguesa no Brasil do século XIX. 


O ritmo do poema e a lista de enumerações burlescas dos tipos sociais conferem ao poema o colorido mestiço da realidade nacional da época. 

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Q1813397 Literatura
“A vinda da família Real portuguesa ao Brasil, além de ter preparado o caminho para a independência, movimentou a vida na colônia e trouxe progresso.” O comentário anterior diz respeito ao contexto histórico ao qual relaciona-se qual período da literatura?
Alternativas
Respostas
121: B
122: B
123: C
124: C
125: D
126: D
127: D
128: A
129: D
130: A
131: B
132: B
133: E
134: E
135: A
136: B
137: E
138: C
139: C
140: C