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Questões de Concurso Sobre literatura

Foram encontradas 2.241 questões

Q1253790 Literatura
Observe as características listadas abaixo:
1. Principal autor do chamado romance regionalista. 2. Sua obra focaliza o mundo psicológico das personagens. 3. Autor do livro “São Bernardo”. 4. Escreve romances psicológicos. 5. Denuncia a opressão e a violência a que são submetidos aqueles que não podem mandar, mas que têm de obedecer.
Assinale a alternativa que indica corretamente o autor a que se referem.
Alternativas
Q1253788 Literatura
Leia os trechos da coluna 1 e relacione com suas respectivas características da primeira fase do Modernismo na coluna 2.
Coluna 1 Trechos
1. Gingam os bondes como um fogo de artifício, sapateando nos trilhos, cuspindo um orifício na treva cor de cal… 2. Se Pedro Segundo Vier aqui Com história Eu boto ele na cadeia. 3. O Nino apareceu na porta. Teve um arrepio. Levantou a gola do paletó. 4. — Xi, Pepino! Você é ainda muito criança. Tu é um ingênuo. 5. O vento batia na madrugada como um marido. Mas ela perscrutava o escuro teimoso. Uma longe claridade borrou a esquerda na evidência lenta de uma linha longa.

Coluna 2 Características
( ) Aproximação da prosa com a poesia. ( ) Humor. ( ) Utilização de períodos curtos. ( ) Apoio na fala coloquial. ( ) Livre associação de ideias.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1251820 Literatura
Quanto à versificação, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta: ( ) Em poemas, as palavras podem ser utilizadas em sentido figurado, também chamado sentido conotativo. ( ) Metro é a extensão da linha poética, o número sílabas do verso. ( ) Versificação é a arte de fazer versos. ( ) Verso é o nome da linha do poema. Assim, cada linha constitui um verso. ( ) Ritmo é a música do verso. Para que um verso tenha ritmo, usam-se sílabas fracas, com intervalos regulares. A sequência rigorosa dessas sílabas é que dá ao verso música, harmonia e beleza. ( ) Rima é a identidade ou semelhança de sons, a partir da vogal tônica, entre duas ou mais palavras.
Alternativas
Q1251816 Literatura
Urupês, Cidades Mortas e Negrinha, livros de contos, centralizam a experiência regionalista do autor e constituem o melhor que arquitetou como ficcionista. O universo dos contos desses livros é sempre o mesmo: as “itaocas”, cidadezinhas do Vale do Paraíba Paulista, com suas casas de tapera, ruas mal iluminadas, políticos corruptos, patriotadas, ignorância e miséria. Sua vivência de promotor público e fazendeiro nessas “cidades mortas”, arruinadas após o fastígio do café, orienta a fidelidade à paisagem regional e reforça a ironia com que critica o caipira, o capiau, personificado nos “jecas-tatus”, nos “urupês” (parasitas que vegetam no oco da madeira), nos “piolhos da terra”. Referimo-nos a:
Alternativas
Q1251815 Literatura
Saindo criança de São Luís, no Maranhão, para Lisboa, Raimundo viaja órfão de pai, um ex-comerciante português, e afastado da mãe Domingas, uma ex-escrava do pai. Depois de anos da Europa, Raimundo volta formado para o Brasil. Passa um ano no Rio e decide regressar a São Luís para rever seu tutor e tio, Manuel Pescada. Bem recebido pela família do tio, Raimundo desperta logo as atenções de sua prima Ana Rosa que, em dado momento, lhe declara seu amor. Essa paixão correspondida encontra, todavia, três obstáculos: o do pai, que queria a filha casada com um dos caixeiros da loja; o da avó Maria Bárbara, mulher racista; o do Cônego Diogo, comensal da casa e adversário de Raimundo. Todos os três conheciam as origens negróides de Raimundo. E o Cônego Diogo era o mais empenhado em impedir a ligação, uma vez que fora responsável pela morte do pai de Raimundo. Tudo aconteceu quando Raimundo nasceu, seu pai José Pedro da Silva casou-se com Quitéria Inocência de Freitas Santiago, mulher branca. Suspeitando da atenção que José Pedro dedicava ao pequeno Raimundo e à escrava Domingas, Quitéria ordena que açoitem a negra e lhe queimem as partes genitais. 4 Desesperado, José Pedro carrega o filho e leva-o para a casa do irmão, em São Luís. De volta à fazenda, imaginando Quitéria ainda refugiada na casa da mãe, José Pedro ouve vozes em seu quarto. Invadindo-o, o fazendeiro surpreende Quitéria e o então Padre Diogo, em pleno adultério. Desonrado, o pai de Raimundo mata Quitéria, tendo o Padre como testemunha. Graças à culpa do adultério e à culpa do homicídio, forma-se um pacto de cumplicidade entre ambos. Diante de mais essa desgraça, José Pedro abandona a fazenda, retira-se para a casa do irmão e adoece. Algum tempo depois, já restabelecido, José Pedro resolve voltar à fazenda, mas no meio do caminho, é tocaiado e morto. Por outro lado, aos poucos, o Padre Diogo começa a insinuar-se também, na casa de Manoel Pescada. Raimundo ignorava tudo isso. Em São Luís, agora adulto, sua preocupação básica é desvendar suas origens e, por isso, insiste com o tio em visitar a fazenda onde nascera. Durante o percurso a São Brás, Raimundo começa a descobrir os primeiros dados sobre suas origens e insiste com o tio para que lhe conceda a mão de Ana Rosa. Depois de várias recusas, Raimundo fica sabendo que o motivo da proibição devia-se à cor de sua pele. Voltando a São Luís, Raimundo muda-se da casa do tio, decide voltar para o Rio, confessa em carta à Ana Rosa, seu amor; mas acaba não viajando. Apesar das proibições, Ana Rosa e ele planejam uma fuga. Entretanto, a carta principal é interceptada por um cúmplice do Cônego Diogo, o caixeiro Dias, empregado de Manoel Pescada e forte pretendente, sempre repelido, à mão de Ana Rosa. Na hora da fuga, os namorados são surpreendidos. Arma-se o escândalo, do qual o Cônego é o grande executor. Raimundo retira-se desolado e ao abrir a porta de casa, um tiro acerta-o pelas costas. Com uma arma que lhe emprestara o Cônego Diogo, o caixeiro Dias assassina o rival. Ana Rosa aborta. Entretanto, seis anos depois, ela é vista saindo de uma recepção oficial, de braço com o senhor Dias e preocupada com os “três filhinhos que ficaram em casa, a dormir”. 
O autor da obra mencionada na questão anterior é:
Alternativas
Q1251814 Literatura
Saindo criança de São Luís, no Maranhão, para Lisboa, Raimundo viaja órfão de pai, um ex-comerciante português, e afastado da mãe Domingas, uma ex-escrava do pai. Depois de anos da Europa, Raimundo volta formado para o Brasil. Passa um ano no Rio e decide regressar a São Luís para rever seu tutor e tio, Manuel Pescada. Bem recebido pela família do tio, Raimundo desperta logo as atenções de sua prima Ana Rosa que, em dado momento, lhe declara seu amor. Essa paixão correspondida encontra, todavia, três obstáculos: o do pai, que queria a filha casada com um dos caixeiros da loja; o da avó Maria Bárbara, mulher racista; o do Cônego Diogo, comensal da casa e adversário de Raimundo. Todos os três conheciam as origens negróides de Raimundo. E o Cônego Diogo era o mais empenhado em impedir a ligação, uma vez que fora responsável pela morte do pai de Raimundo. Tudo aconteceu quando Raimundo nasceu, seu pai José Pedro da Silva casou-se com Quitéria Inocência de Freitas Santiago, mulher branca. Suspeitando da atenção que José Pedro dedicava ao pequeno Raimundo e à escrava Domingas, Quitéria ordena que açoitem a negra e lhe queimem as partes genitais. 4 Desesperado, José Pedro carrega o filho e leva-o para a casa do irmão, em São Luís. De volta à fazenda, imaginando Quitéria ainda refugiada na casa da mãe, José Pedro ouve vozes em seu quarto. Invadindo-o, o fazendeiro surpreende Quitéria e o então Padre Diogo, em pleno adultério. Desonrado, o pai de Raimundo mata Quitéria, tendo o Padre como testemunha. Graças à culpa do adultério e à culpa do homicídio, forma-se um pacto de cumplicidade entre ambos. Diante de mais essa desgraça, José Pedro abandona a fazenda, retira-se para a casa do irmão e adoece. Algum tempo depois, já restabelecido, José Pedro resolve voltar à fazenda, mas no meio do caminho, é tocaiado e morto. Por outro lado, aos poucos, o Padre Diogo começa a insinuar-se também, na casa de Manoel Pescada. Raimundo ignorava tudo isso. Em São Luís, agora adulto, sua preocupação básica é desvendar suas origens e, por isso, insiste com o tio em visitar a fazenda onde nascera. Durante o percurso a São Brás, Raimundo começa a descobrir os primeiros dados sobre suas origens e insiste com o tio para que lhe conceda a mão de Ana Rosa. Depois de várias recusas, Raimundo fica sabendo que o motivo da proibição devia-se à cor de sua pele. Voltando a São Luís, Raimundo muda-se da casa do tio, decide voltar para o Rio, confessa em carta à Ana Rosa, seu amor; mas acaba não viajando. Apesar das proibições, Ana Rosa e ele planejam uma fuga. Entretanto, a carta principal é interceptada por um cúmplice do Cônego Diogo, o caixeiro Dias, empregado de Manoel Pescada e forte pretendente, sempre repelido, à mão de Ana Rosa. Na hora da fuga, os namorados são surpreendidos. Arma-se o escândalo, do qual o Cônego é o grande executor. Raimundo retira-se desolado e ao abrir a porta de casa, um tiro acerta-o pelas costas. Com uma arma que lhe emprestara o Cônego Diogo, o caixeiro Dias assassina o rival. Ana Rosa aborta. Entretanto, seis anos depois, ela é vista saindo de uma recepção oficial, de braço com o senhor Dias e preocupada com os “três filhinhos que ficaram em casa, a dormir”.  Trata-se do romance: 
Alternativas
Q1251808 Literatura
Leia atentamente o texto a seguir para responder a próxima questão:

A T...
Álvares de Azevedo

No amor basta uma noite para fazer de um homem um Deus.
(PROPÉRCIO).

Amoroso palor meu rosto inunda,
Mórbida languidez me banha os olhos,
Ardem sem sono as pálpebras doridas,
Convulsivo tremor meu corpo vibra:
Quanto sofro por ti! Nas longas noites
Adoeço de amor e de desejos
E nos meus sonhos desmaiando passa
A imagem voluptuosa da ventura...
Eu sinto-a de paixão encher a brisa,
Embalsamar a noite e o céu sem nuvens,
E ela mesma suave descorando
Os alvacentos véus soltar do colo,
Cheirosas flores desparzir sorrindo
Da mágica cintura.
Sinto na fronte pétalas de flores,
Sinto-as nos lábios e de amor suspiro...
Mas flores e perfumes embriagam,
E no fogo da febre, e em meu delírio
Embebem na minh’alma enamorada
Delicioso veneno.

Estrela de mistério! Em tua fronte
Os céus revela e mostra-me na terra,
Como um anjo que dorme, a tua imagem
E teus encantos, onde amor estende
Nessa morena tez a cor de rosa.
Meu amor, minha vida, eu sofro tanto!
O fogo de teus olhos me fascina,
O langor de teus olhos me enlanguece,
Cada suspiro que te abala o seio
Vem no meu peito enlouquecer minh’alma!

Ah! vem, pálida virgem, se tens pena
De quem morre por ti, e morre amando,
Dá vida em teu alento à minha vida,
Une nos lábios meus minh’alma à tua!
Eu quero ao pé de ti sentir o mundo
Na tu’alma infantil, na tua fronte
Beijar a luz de Deus; nos teus suspiros
Sentir as virações do paraíso;
E a teus pés, de joelhos, crer ainda
Que não mente o amor que um anjo inspira,
Que eu posso na tu’alma ser ditoso,
Beijar-te nos cabelos soluçando
E no teu seio ser feliz morrendo!
De acordo com a letra da poesia, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta:
( ) Escandindo os seis primeiros versos do poema de Álvares de Azevedo, segunda geração romântica da poesia brasileira, verifica-se que eles são decassílabos. ( ) As estrofes não têm regularidade quanto ao número de versos: a primeira tem vinte versos, a segunda dez, e a última treze versos. ( ) Não há esquema de rimas no poema, os versos são brancos. ( ) No início do poema, o eu lírico descreve seu estado físico, ele tem o rosto pálido, os olhos lânguidos e sente o corpo tremer. ( ) O eu lírico não está apaixonado, ele mente para conseguir uma mulher maliciosa e impura. ( ) A sensualidade da mulher, expressa em alguns versos do poema, sugere um amor platônico, espiritual e imaterial.
Alternativas
Q1249782 Literatura
Assinale a opção cujo conteúdo da frase corresponde à concepção da literatura como prática social.
Alternativas
Q1244167 Literatura

Associe as colunas 1 e 2 abaixo:


Coluna 1 Escola Literária

1. Barroco

2. Arcadismo

3. Romantismo

4. Modernismo


Coluna 2 Característica

( ) A linguagem quanto ao conteúdo enfatiza o bucolismo, o Carpe Diem e o Fugere urbem.

( ) Há uma idealização, com extrema valorização da subjetividade. A linguagem faz uso de descrições minuciosas, com constantes comparações e ampla metaforização.

( ) Figuras de linguagem que melhor definem o estado de alma do homem é a antítese e o paradoxo.

( ) Surgem os poetas condoreiros que defendem a justiça social e a liberdade.

( ) Fragmentação e flashes cinematográficos. Ironia, humor, piada e paródia com temas extraídos do cotidiano.

( ) O homem sente-se dilacerado e angustiado diante da alteração de valores, dividindo-se entre o mundo espiritual e o mundo material.

( ) Vocabulário e sintaxe mais simples, irregularidade estrófica e gosto por métricas populares.

( ) Quebra de valores artísticos e tradicionais e busca de técnicas e meios de expressão capazes de traduzir a nova realidade. A ordem é: “Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis”; “Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais”.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: MSConcursos Órgão: Prefeitura de Jequié - BA
Q1231530 Literatura
Relacione as duas colunas de acordo com a característica e o período literário e assinale a alternativa correta: 
A) Barroco.                   B) Arcadismo.

C) Simbolismo. 

D) Romantismo 

E) Parnasianismo. 

F) Modernismo.

1 - Regionalismo.             
2 - Oposições.          
3 - Bucolismo.          
4 - Busca da perfeição poética.     
5 - Condoreirismo.           
6 - Introspecção, mergulho nas profundezas do eu.  
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Santa Rosa - RS
Q1211921 Literatura
Avalie as afirmações a seguir, que relacionam obras e autores brasileiros:    I. Sinfonias (1883), Aleluias (1891) – Raimundo Correia.  II. Cancioneiro Guasca (1910), Casos do Romualdo (1952 – edição póstuma) – Simões Lopes Neto.   III. Remate dos Males (1930), Lira Paulista (1946) – Oswald de Andrade.    Quais estão corretas? 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: ACEP Órgão: Prefeitura de Aracati - CE
Q1211770 Literatura
Assinale a alternativa que contempla o nome do escritor brasileiro e um dos principais representantes do naturalismo do Brasil, que nasceu na cidade de Aracati – CE.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Santa Rosa - RS
Q1211728 Literatura
Em relação à literatura e gêneros literários, segundo Abaurre, avalie as afirmações que seguem:    I. O termo gênero é utilizado, nas diferentes formas de arte, para denominar um conjunto de obras que apresentam características semelhantes de forma e de conteúdo.  II. A divisão aristotélica de gêneros baseia-se em dois critérios: o conteúdo e a forma assumida pela narração. Quanto ao conteúdo, o filósofo grego identificou três focos de atenção da obra: as paixões, as ações e os comportamentos humanos.   III. No Renascimento, a grande valorização da poesia lírica, desencadeada pela produção de Petrarca e seus seguidores, consolidou o estabelecimento de três categorias básicas: o épico, o lírico e o dramático. No entanto, essa classificação sofreu alteração em nossos dias, em que se agregou uma nova categoria: o virtual.    Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Cujubim - RO
Q1192722 Literatura
Representante da poesia Árcade brasileira:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: MSConcursos Órgão: Câmara de Itaguara - MG
Q1189759 Literatura
O livro conta a história de Eugênio e Olívia, dois médicos que sofrem as angústias do mundo moderno. O livro divide-se em duas partes: na primeira, ocorre o cruzamento de dois níveis temporais – o presente (Eugênio dentro do carro em direção ao hospital) e o passado (sua vida de infância, seus traumas, o conhecimento de Olívia, o casamento com Eunice, a frustração, o sentimento de se ter vendido para vencer); a segunda parte desenvolve-se de maneira mais linear, embora o passado se misture ao presente através das cartas de Olívia e pela presença da filha. Assim, nessa narrativa de vários planos temporais, entrelaça-se uma crítica à sociedade fútil e vazia, ao acúmulo de riquezas e à consequente hipocrisia das relações sociais. Nesse mundo em crise, a voz de Olívia representaria a mensagem do próprio autor, simbolizada na metáfora do título. Uma mensagem de otimismo, de confiança, que Eugênio só compreenderá no final. 
É sintomático que o herói do romance, Eugênio, seja médico. O médico tornou-se, na sociedade atual, aquele mediador entre a ciência, a técnica e o sentimento humanitário. Pensando primeiro em si mesmo, egoisticamente, Eugênio evolui para a solidariedade, através das colocações de Olívia, que mesmo depois de morta, é uma personagem presente no romance, fazendo contraponto com Eugênio. A obra citada é:   
Alternativas
Ano: 2018 Banca: MSConcursos Órgão: Câmara de Itaguara - MG
Q1188819 Literatura
Quanto à versificação, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta:  
( ) Em poemas, as palavras podem ser utilizadas em sentido figurado, também chamado sentido conotativo. 
(  ) Metro é a extensão da linha poética, o número sílabas do verso. 
(  ) Versificação é a arte de fazer versos. 
(  ) Verso é o nome da linha do poema. Assim, cada linha constitui um verso. 
(  ) Ritmo é a música do verso. Para que um verso tenha ritmo, usam-se sílabas fracas, com intervalos regulares. A sequência rigorosa dessas sílabas é que dá ao verso música, harmonia e beleza. 
( ) Rima é a identidade ou semelhança de sons, a partir da vogal tônica, entre duas ou mais palavras. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Cujubim - RO
Q1187722 Literatura
Em teoria literária, usa-se o termo CATARSIS. Este termo, um tanto técnico, tem sua origem: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Marabá - PA
Q1182163 Literatura
Cora Coralina
por Daniela Diana
Cora Coralina foi uma poetisa e contista brasileira contemporânea. Escritora das coisas simples, ela é considerada uma das mais importantes do país.
Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas nasceu na Cidade de Goiás, dia 20 de agosto de 1889.
Era filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto e de Jacyntha Luiza do Couto Brandão. Com apenas um mês de vida seu pai veio a falecer.
Fez o primário na Escola da Mestre Silvina. Em 1900, mudou-se com sua família para a cidade de Mossâmedes. Foi na adolescência que Ana começou a escrever e a participar de ciclos literários.
No entanto, sua primeira obra “Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais” foi publicada quando ela tinha 76 anos. Durante a maior parte de sua vida foi doceira.
Com dezenove anos, criou o jornal de poemas femininos “A Rosa”, ao lado de suas amigas: Leodegária de Jesus, Rosa Godinho e Alice Santana. A partir daí, começa a escrever contos e crônicas com o pseudônimo Cora Coralina.
No mesmo ano, 1907, ela assume a vice-presidência do gabinete literário goiano. Em 1910, Cora publicou o conto “Tragédia na Roça”.
Nesse mesmo ano, conheceu o advogado Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas e passam a viver no Estado de São Paulo. Casaram-se em 1925 e com ele teve seis filhos, sendo que dois deles morreram. Em 1932, Cora participa da Revolução Constitucionalista em São Paulo.
Em 1934, falece seu marido no interior de São Paulo, na cidade de Palmital. Na capital paulista conhece o editor José Olympio e passa a vender livros.
Em 1936, Coralina passa a viver no interior, na cidade de Penápolis. Mais tarde, mudou-se para Andradina, também no interior, e ali abre uma loja de tecidos.
Em Andradina, Cora começa a escrever para o jornal da cidade e ainda, se candidata a vereadora em 1951. Cinco anos depois, decide voltar a sua cidade natal.
Em 1970, ela toma posse da cadeira número 5 da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. E, em 1981 recebe o Troféu Jaburu através do Conselho Estadual de Cultura de Goiás.
No ano seguinte, recebe o Prêmio de Poesia em São Paulo. Pela Universidade de Goiás, Cora Coralina foi agraciada com o título de Doutora Honoris Causa.
Em 1984 recebe o Troféu Juca Pato, sendo a primeira escritora do país a recebê-lo. Nesse mesmo ano, ingressa na Academia Goiana de Letras, ocupando a cadeira número 38.
Faleceu em Goiânia, em 10 de abril de 1985, com 95 anos, vítima de pneumonia.
Você Sabia?
Após sua morte, a casa onde viveu os últimos anos de vida foi transformada no Museu Cora Coralina. Em 2001, a moradia na cidade de Goiás foi reconhecida pela Unesco como Patrimônio Histórico da Humanidade.
Disponível em https://www.todamateria.com.br/cora-coralina/ Acessado em 16/11/2018 Texto adaptado
O nome verdadeiro de Cora Coralina era 
Alternativas
Q1165023 Literatura
Assinale a opção que apresenta corretamente duas tendências da literatura contemporânea.
Alternativas
Q1165022 Literatura

O texto a seguir é um trecho de uma entrevista concedida por Janet M. Paterson à revista Aletria.


      Aletria — Vários críticos, tais como Lacan, Derrida, Levinas, Deleuze, Lévi-Strauss, Bhabha e Spivak, têm discutido a questão da alteridade e as implicações das teorizações baseadas nas percepções do outro. Quais são as bases teóricas de sua pesquisa sobre figurações da alteridade?

      Janet M. Paterson — O trabalho do sociossemioticista francês Eric Landowski forneceu o arcabouço conceitual de meu livro. Em Présences de l’Autre: essais de socio-sémiotique, Landowski estuda casos reais de alteridade em Paris, tais como os moradores de rua ou os artistas da região do Centre Pompidou. Isso lhe permitiu elaborar uma metodologia extremamente requintada e precisa que me pareceu muito útil. Mencionarei alguns de seus principais conceitos: a distinção entre diferença e alteridade (distinção que permite a Landowski conceituar alteridade); a necessidade de um grupo de referência (um grupo social dominante) para a existência de qualquer forma de alteridade; e a complexidade dos vários tipos de relações estabelecidas com o outro. Acima de tudo, eu era continuamente lembrada de que na literatura, assim como na sociedade, a alteridade é sempre uma construção.

Na teoria literária, a emergência da noção de alteridade vincula-se teoricamente de modo mais expressivo aos textos produzidos no 

Alternativas
Respostas
1841: E
1842: D
1843: D
1844: B
1845: D
1846: B
1847: C
1848: A
1849: B
1850: A
1851: C
1852: B
1853: D
1854: E
1855: A
1856: C
1857: B
1858: A
1859: E
1860: A