Questões de Concurso Sobre literatura
Foram encontradas 2.378 questões
(1)Punto de mayor tensión, en el que el conflicto alcanza su momento decisivo.
(2)Presentación de los personajes, del espacio y de la situación inicial de la historia.
(3)Solución del conflicto y cierre de la situación narrada.
(4)Surgimiento del conflicto que rompe el equilibrio inicial y mueve la acción.
Señale la alternativa que presenta el orden en que esas partes estructuran la progresión del conflicto:
Considerando o desenvolvimento do modernismo brasileiro, analise as assertivas abaixo e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__)A Semana de Arte Moderna de 1922 tornou-se referência do modernismo brasileiro ao reunir propostas de renovação estética em diferentes manifestações artísticas.
(__)O modernismo brasileiro desenvolveu experiências de renovação que dialogaram criticamente com referências estrangeiras e com elementos culturais existentes no país.
(__)O movimento modernista adotou a reprodução dos padrões acadêmicos europeus como estratégia para consolidar uma identidade artística brasileira vinculada às tradições clássicas.
(__)A produção modernista incorporou discussões sobre identidade nacional, linguagem e manifestações culturais brasileiras em diferentes momentos de seu desenvolvimento.
(__)A renovação modernista estabeleceu uma linguagem artística uniforme, compartilhada pelos diferentes autores e movimentos que integraram suas diversas fases.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
I. Foi elaborado em forma de versos a fim de realçar uma expressividade rítmica.
II. Fundamenta-se na variedade dialetal a fim de realçar o falar próprio de uma região.
III. Na sua composição, prescinde de vocabulário sociocultural representativo de um povo específico.
IV. Restringe sua expressividade linguística a uma modalidade escorreita conforme o contexto em que se encontra.
Pode-se dizer que está correto o que se afirma
Which procedure is pedagogically CORRECT?
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Texto I
LÍNGUA PORTUGUESA
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura;
Ouro nativo, que, na ganga impura,
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceanos largos!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
BILAC, Olavo. Língua Portuguesa. In: BILAC, Olavo. Poesias. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1888.
O último a entrar
Só são permitidos seis em pé; como é que já haviam entrado sete naquele ônibus de fim de linha em West Hampstead? É que o trocador não tinha visto.
O chofer viu, no momento de dar partida:
– Tem um sobrando aí atrás.
E não deu partida. O trocador contou os passageiros em pé: é verdade, estava sobrando um. Qual? Naturalmente o que entrara por último.
– Quem é que entrou por último?
O diabo é que haviam entrado todos praticamente ao mesmo tempo.
– Um dos senhores tem que descer. Cada um olhou para os demais, esperando que alguém se voluntariasse. Ninguém se mexeu.
– Como é? Alguém tem de sair.
O chofer veio de lá, em auxílio do colega. Fez uma preleção sobre o cumprimento da lei, ninguém se comoveu.
– Vamos chamar um guarda – sugeriu ao trocador. Saíram do ônibus, cada um para o seu lado, à procura de um guarda.
Um velhinho, alheio ao impasse, entrou muito lépido no ônibus, aumentando para oito o número de passageiros em pé. Em pouco voltava o chofer, acompanhado de um guarda. O guarda foi logo impondo respeito:
– Salte o último a entrar.
O bom velhinho não vacilou: com autoridade não se brinca. Sem querer saber por que, do jeito que entrou, tornou a sair. O chofer, secundando com um olhar vitorioso a decisiva atuação do guarda, foi se aboletar de novo ao volante. Não sem uma última olhada pelo espelhinho sobre os passageiros em pé: um dois, três, quatro, cinco, seis, ué, que história é essa? Continuavam sendo sete?
– Ainda tem um sobrando.
E veio de lá, disposto a conferir. Não tinha dúvida: voltaram a ser sete.
– Um vai ter que sair.
Os passageiros continuaram firmes – cada um plenamente de acordo, desde que fosse outro a sair. Um deles, já irritado, e por estar mais perto da porta, cometeu a imprudência de deixar o ônibus para buscar de novo o guarda, que já ia longe. Os outros sugeriram ao chofer:
– Aproveita agora. Só tem seis, toca o ônibus.
Faltava o trocador, que ainda não havia voltado. O chofer convocou às pressas outro trocador nas imediações, que a companhia costumava deixar de plantão no fim da linha:
– Entra aí e vamos embora, que já estou atrasado.
O novo trocador assumiu o posto, e quando o ônibus já ia arrancando, deu com o velhinho ali firme junto ao poste:
– E o senhor?
– Esperando ônibus.
– Então entre.
O velhinho entrou, o ônibus partiu.
(SABINO, Fernando. A inglesa deslumbrada. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1969.)
O movimento literário conhecido como_____, que teve em José de Alencar um de seus principais representantes no Brasil, valorizava temas nacionalistas, a idealização da natureza e do indígena, além de uma linguagem marcada pela subjetividade e pela emoção. Em contraposição a essa estética, o_____, influenciado pelo cientificismo e pelo determinismo do século XIX, buscava retratar a realidade de forma objetiva e impessoal, com destaque, no Brasil, para a obra de Aluísio Azevedo. Já em Portugal, o movimento______, representado por autores como Eça de Queirós, também se caracterizou pela crítica social e pela análise objetiva dos costumes da sociedade burguesa.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem.
“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?
Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?
Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Ah! que eu não morra sem provar, ao menos Sequer por um instante, nesta vida Amor igual ao meu!
Dá, Senhor Deus, que eu sobre a terra encontre Um anjo, uma mulher, uma obra tua, Que sinta o meu sentir;
Uma alma que me entenda, irmã da minha, Que escute o meu silêncio, que me siga Dos ares na amplidão!
Que em laço estreito unidas, juntas, presas, Deixando a terra e o lodo, aos céus remontem Num êxtase de amor!
Assinale a alternativa que indica o movimento literário relacionado ao texto.
“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?
Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Coluna 1
1. Gradação.
2. Anáfora.
3. Aliteração.
Coluna 2
( ) Vi uma estrela tão alta, Vi uma estrela tão fria! Vi uma estrela luzindo Na minha vida vazia. Era uma estrela tão alta! Era uma estrela tão fria! Era uma estrela sozinha Luzindo no fim do dia. — Manuel Bandeira
( ) E se encorpando em tela, entre todos, se erguendo tenda, onde entrem todos, se entretendendo para todos, no toldo (a manhã) que plana livre de armação. A manhã, toldo de um tecido tão aéreo que, tecido, se eleva por si: luz balão. — João Cabral de Melo Neto
( ) Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. — Cecília Meireles
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Autor: Fernando Pessoa.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Autor: Fernando Pessoa.
Em relação à estrutura formal e aos recursos de versificação empregados por Fernando Pessoa no poema, analise as partes que seguem:
(1ª parte): A estrofação caracteriza-se pelo uso de tercetos encadeados, estrutura lírica típica da poesia épica.
(2ª parte): O esquema rímico do poema segue o padrão cruzado ou alternado (ABAB) em todas as suas estrofes.
(3ª parte): As rimas do poema são exclusivamente pobres, constituídas apenas por palavras pertencentes à mesma classe gramatical e com consoantes idênticas.
Pode-se afirmar que:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Autor: Fernando Pessoa.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Autor: Fernando Pessoa.