🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre modernismo em literatura

Questões Discursivas

Foram encontradas 368 questões

Q2495775 Literatura

A questão é baseadas nos textos 4, 5 e 6.


TEXTO 4

Vício na fala


Para dizerem milho dizem mio

Para melhor dizem mió

Para pior pió

Para telha dizem teia

Para telhado dizem teiado

E vão fazendo telhados


ANDRADE, Oswald de. Pau-brasil. 4 ed. São Paulo: Globo, 2000. p.80.



TEXTO 5

Poema autobiográfico


Quando eu nasci meu

pai batia sola

minha mãe pisava milho no pilão

para o angu das manhãs.


Eu sou um trabalhador

Ouvi o ritmo das caldeiras...

Obedeci ao chamado das sirenes...

Morei num mocambo do “Bode”

e hoje moro num barraco na Saúde...


Não mudei nada...


TRINDADE, Solano (1908-1974). Poemas antológicos de Solano Trindade. São Paulo: Nova Alexandria, 2007. p.52.



TEXTO 6

Mestre Amaro


O bater do martelo do mestre José Amaro cobria os rumores do dia que cantava nos passarinhos, que bulia nas árvores açoitadas pelo vento. Uma vaca mugia por longe. O martelo do mestre era forte, mais alto que tudo. O pintor Laurentino foi saindo. E o mestre, de cabeça baixa, ficara no ofício. Ouvia o gemer da filha. Batia com mais força na sola. Aquele Laurentino sairia falando da casa dele. Tinha aquela filha triste, aquela Sinhá de língua solta. Ele queria mandar em tudo como mandava no couro que trabalhava, queria bater em tudo como batia naquela sola. A filha continuava chorando como se fosse uma menina. O que era que tinha aquela moça de trinta anos? Por que chorava, sem que lhe batessem? Bem que podia ter tido um filho, um rapaz como aquele Alípio, que fosse um homem macho, de sangue quente, de força no braço. Um filho do mestre José Amaro que não lhe desse o desgosto daquela filha. 
[...] O mestre José Amaro sacudiu o ferro na sola úmida. Mais uma vez as rolinhas voaram com medo, mais uma vez o silêncio da terra se perturbava com o seu martelo enraivecido. Voltava outra vez à sua mágoa latente: o filho que lhe não viera, a filha que era uma manteiga derretida. Sinhá, sua mulher era culpada de tudo. [...] O pai fizera sela para o imperador montar. E ele ali, naquela beira de estrada, fazendo rédea para um sujeito desconhecido.

REGO, José Lins do. Fogo Morto. 77 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2014. p. 39-40

Ao longo do poema de Oswald de Andrade (texto 4), são contrastadas formas do registro oral e escrito da língua portuguesa. Esse procedimento se associa a princípios programáticos do Modernismo de 1922, na medida em que permite reconhecer, no âmbito da poesia, 
Alternativas
Q2486975 Literatura
Macunaíma é um herói preguiçoso e sem nenhum caráter. Ele nasceu na selva e de preto, virou branco. Depois de adulto deixa o sertão em companhia dos irmãos e vive aventuras na cidade. Macunaíma ama guerrilheiras, enfrenta vilões milionários, policiais e personagens de todos os tipos. O filme “Macunaíma” foi inspirado na obra homônima do escritor modernista:
Alternativas
Q2458556 Literatura
Algumas obras da literatura brasileira estão relacionadas a momentos históricos de nosso país.
Assinale a relação indevida entre obra e momento histórico.
Alternativas
Q2458553 Literatura
Entre os autores listados a seguir, assinale aquele que está filiado ao modernismo literário brasileiro.
Alternativas
Q2458412 Literatura
O Regionalismo é uma temática literária muito importante no Brasil. Assinale a opção que indica o autor que se filia quase que exclusivamente a essa corrente.
Alternativas
Q2456888 Literatura
Na primeira fase do Modernismo no Brasil, o Grupo dos Cinco se destacou por suas obras e atividades.
Ele era formado por
Alternativas
Q2373059 Literatura
Leia o poema a seguir: 


                                                                                    Imagem associada para resolução da questão
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Esquecer para lembrar. Rio de Janeiro: Record, 1979.)

Considerando-se os movimentos literários assim como os paradigmas estéticos a eles associados, pode-se afirmar que, em relação ao poema “Aula de Português”:

Alternativas
Q2371989 Literatura
m terá acesso a todas as funcionalidades do site. Se clicar em "Rejeitar Cookies “A autora paulista, homenageada na edição de 2018 da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), iniciou sua produção literária em São Paulo, com o livro de poemas “Presságio”. Foram produzidos durante sua vida mais de quarenta títulos entre poesia, teatro e ficção, escrevendo por quase 50 anos. Escritora brasileira da terceira geração modernista (ou pós-modernismo); suas obras apresentam fluxo de consciência, questões existenciais e algumas peculiaridades como ironia, erotismo, foco no universo feminino e narrativa não linear.” As informações se referem à escritora:
Alternativas
Q2364049 Literatura

Texto 42A2-III   



       Sou só um sertanejo, nessas altas ideias navego mal. Sou muito pobre coitado. Inveja minha pura é de uns conforme o senhor, com toda leitura e suma doutoração. Não é que eu esteja analfabeto. Soletrei, anos e meio, meante cartilha, memória e palmatória. Tive mestre, Mestre Lucas, no Curralinho, decorei gramática, as operações, regra de três, até geografia e estudo pátrio. Em folhas grandes de papel, com capricho tracei bonitos mapas. Ah, não é por falar: mas, desde o começo, me achavam sofismado de ladino. E que eu merecia de ir para cursar latim, em Aula Régia – que também diziam. Tempo saudoso! Inda hoje, apreceio um bom livro, despaçado. Na fazenda O Limãozinho, de um meu amigo Vito Soziano, se assina desse almanaque grosso, de logogrifos e charadas e outras divididas matérias, todo ano vem. Em tanto, ponho primazia é na leitura proveitosa, vida de santo, virtudes e exemplos – missionário esperto engambelando os índios, ou São Francisco de Assis, Santo Antônio, São Geraldo... Eu gosto muito de moral. Raciocinar, exortar os outros para o bom caminho, aconselhar a justo. Minha mulher, que o senhor sabe, zela por mim: muito reza. Ela é uma abençoável. Compadre meu Quelemém sempre diz que eu posso aquietar meu temer de consciência, que sendo bem-assistido, terríveis bons-espíritos me protegem. Ipe! Com gosto... Como é de são efeito, ajudo com meu querer acreditar. Mas nem sempre posso. O senhor saiba: eu toda a minha vida pensei por mim, forro, sou nascido diferente. Eu sou é eu mesmo. Diverjo de todo o mundo... quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.



Guimarães Rosa. Grande sertãoveredas., InJoão Guimarães Rosa / Ficção completavol. II


Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. p. 12-4

Acerca do romance de que se extraiu o texto 42A2-III, no qual os acontecimentos são apresentados a partir da perspectiva do sertanejo Riobaldo, e da obra de Guimarães Rosa, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2346984 Literatura
Qual é o tema principal de "Capitães da Areia", de Jorge Amado, e como ele retrata a realidade social?
Alternativas
Q2346981 Literatura
Como o Modernismo se manifestou na literatura brasileira e quais foram seus principais representantes?
Alternativas
Q4243438 Literatura

        Lá se tinha ficado o Josias, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus amarrados, feita pelo pai.



        Ficou em paz. Não tinha mais que chorar de fome, estrada afora. Não tinha mais alguns anos de miséria à frente da vida, para cair depois no mesmo buraco, à sombra da mesma cruz.


        Cordulina, no entanto, queria-o vivo. Embora sofrendo, mas em pé, andando junto dela, chorando de fome, brigando com os outros...


        E quando reencetou a marcha pela estrada infindável, chamejante e vermelha, não cessava de passar pelos olhos a mão trêmula:


        – Pobre do meu bichinho!


QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971, p. 71.



No que tange à obra, à estética a que pertence o texto apresentado e às relações com a literatura brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.

O Modernismo, em busca de uma identidade nacional, abandona perspectivas passadistas e propõe uma aproximação entre fala e escrita, sobretudo na primeira fase.
Alternativas
Q4243437 Literatura

        Lá se tinha ficado o Josias, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus amarrados, feita pelo pai.



        Ficou em paz. Não tinha mais que chorar de fome, estrada afora. Não tinha mais alguns anos de miséria à frente da vida, para cair depois no mesmo buraco, à sombra da mesma cruz.


        Cordulina, no entanto, queria-o vivo. Embora sofrendo, mas em pé, andando junto dela, chorando de fome, brigando com os outros...


        E quando reencetou a marcha pela estrada infindável, chamejante e vermelha, não cessava de passar pelos olhos a mão trêmula:


        – Pobre do meu bichinho!


QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971, p. 71.



No que tange à obra, à estética a que pertence o texto apresentado e às relações com a literatura brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.

O regionalismo, seja em uma perspectiva de descoberta do Brasil ou de denúncia da realidade, é um tema contemporâneo que se apresenta inicialmente no Pré-Modernismo e depois no Modernismo, com escritores como Euclides da Cunha e Graciliano Ramos, respectivamente.  
Alternativas
Q4243435 Literatura

        Lá se tinha ficado o Josias, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus amarrados, feita pelo pai.



        Ficou em paz. Não tinha mais que chorar de fome, estrada afora. Não tinha mais alguns anos de miséria à frente da vida, para cair depois no mesmo buraco, à sombra da mesma cruz.


        Cordulina, no entanto, queria-o vivo. Embora sofrendo, mas em pé, andando junto dela, chorando de fome, brigando com os outros...


        E quando reencetou a marcha pela estrada infindável, chamejante e vermelha, não cessava de passar pelos olhos a mão trêmula:


        – Pobre do meu bichinho!


QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971, p. 71.



No que tange à obra, à estética a que pertence o texto apresentado e às relações com a literatura brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.

A linguagem de Rachel de Queiroz reproduz a fala da região, como se observa em “Pobre do meu bichinho!”
Alternativas
Q4205695 Literatura
Foi um escritor modernista, crítico literário, musicólogo, folclorista e ativista cultural brasileiro. Ao lado de diversos artistas, ele teve um papel preponderante na organização da Semana de Arte Moderna (1922). Suas principais obras são Macunaíma (1928) e Clã Jabuti (1927). Assinalar a alternativa que corresponde a quem essa descrição deve ser CORRETAMENTE atribuída:
Alternativas
Q4163585 Literatura
Leia o texto a seguir e responda a questão subsequente.

TEXTO

Sem enfeite nenhum – Adaptado (Adélia Prado)

    A mãe era desse jeito: só ia em missa das cinco, por causa de os gatos no escuro serem pardos. Cinema, só uma vez, quando passou os Milagres do padre Antônio em Urucânia. Desde aí, falava sempre, excitada nos olhos, apressada no cacoete dela de enrolar um cacho de cabelo: se eu fosse lá, quem sabe?
    Sofria palpitação e tonteira, lembro dela caindo na beira do tanque, o vulto dobrado em arco, gente afobada em volta, cheiro de alcanfor. Quando comecei a empinar as blusas com o estufadinho dos peitos, o pai chegou pra almoçar, estudando terreno, e anunciou com a voz que fazia nessas ocasiões, meio saliente: companheiro meu tá vendendo um relogim que é uma gracinha, pulseirinha de crom', danado de bom pra do Carmo. Ela foi logo emendando: tristeza, relógio de pulso e vestido de bolér. Nem bolero ela falou direito de tanta antipatia. Foi água na fervura minha e do pai.
    Vivia repetindo que era graça de Deus se a gente fosse tudo pra um convento e várias vezes por dia era isto: meu Jesus, misericórdia! A senhora tá triste, mãe? eu falava. Não, tou só pedindo a Deus pra ter dó de nós.    
     Tinha muito medo da morte repentina e pra se livrar dela, fazia as nove primeiras sextas-feiras, emendadas. De defunto não tinha medo, só de gente viva, conforme dizia. Agora, da perdição eterna, tinha horror, pra ela e pros outros.
    Quando a Ricardina começou a morrer, no Beco atrás da nossa casa, ela me chamou com a voz alterada: vai lá, a Ricardina tá morrendo, coitada, que Deus perdoe ela, corre lá, quem sabe ainda dá tempo de chamar o padre, falava de arranco, querendo chorar, apavorada: que Deus perdoe ela, ficou falando sem coragem de aluir do lugar. 
    [...]
    Era a mulher mais difícil a mãe. Difícil, assim, de ser agradada. Gostava que eu tirasse só dez e primeiro lugar. Pra essas coisas não poupava, era pasta de primeira, caixa com doze lápis e uniforme mandado plissar. Acho mesmo que meia razão ela teve no caso do relógio, luxo bobo, pra quem só tinha um vestido de sair.
    Rodeava a gente estudar e um dia falou abrupto, por causa do esforço de vencer a vergonha: me dá seus lápis de cor. Foi falando e colorindo laranjado, uma rosa geométrica: cê põe muita força no lápis, se eu tivesse seu tempo, ninguém na escola me passava, inteligência não é estudar, por exemplo falar você em vez de cê, é tão mais bonito, é só acostumar. Quando o coração da gente dispara e a gente fala cortado, era desse jeito que tava a voz da mãe.
    Achava estudo a coisa mais fina e inteligente era mesmo, demais até, pensava com a maior rapidez. Gostava de ler de noite, em voz alta, com tia Santa, os livros da Pia Biblioteca, e de um não esqueci, pois ela insistia com gosto no titulo dele, em latim: Máguina pecatrís. Falava era antusiasmo e nunca tive coragem de corrigir, porque toda vez que tava muito alegre, feito naquela hora, desenhando, feito no dia de noite, o pai fazendo serão, ela falou: coitado, até essa hora no serviço pesado.
    Não estava gostando nem um pouquinho do desenho, mas nem que eu falava. Com tanta satisfação ela passava o lápis, que eu fiquei foi aflita, como sempre que uma coisa boa acontecia.
    [...]
   Dia ruim foi quando o pai entestou de dar um par de sapato pra ela. Foi três vezes na loja e ela botando defeito, achando o modelo jeca, a cor regalada, achando aquilo uma desgraça e que o pai tinha era umas bobagens. Foi até ele enfezar e arrebentar com o trem, de tanta raiva e mágoa.
    Mas sapato é sapato, pior foi com o crucifixo. O pai, voltando de cumprir promessa em Congonhas do Campo, trouxe de presente pra ela um crucifixo torneadinho, o cordão de pendurar, com bambolim nas pontas, a maior gracinha. Ela desembrulhou e falou assim: bonito, mas eu preferia mais se fosse uma cruz simples, sem enfeite nenhum.
   Morreu sem fazer trinta e cinco anos, da morte mais agoniada, encomendando com a maior coragem: a oração dos agonizantes, reza aí pra mim, gente.
    Fiquei hipnotizada, olhando a mãe. Já no caixão, tinha a cara severa de quem sente dor forte, igualzinho no dia que o João Antônio nasceu. Entrei no quarto querendo festejar e falei sem graça: a cara da senhora, parece que tá com raiva, mãe. 

    O Senhor te abençoe e te guarde, Volva a ti o Seu Rosto e se compadeça de ti, O Senhor te dê a Paz.

    Esta é a bênção de São Francisco, que foi abrandando o rosto dela, descansando, descansando, até como ficou, quase entusiasmado.

Era raiva não. Era marca de dor.

(Texto publicado em Prosa Reunida, Editora Siciliano: São Paulo, 1999, incluído por Ítalo Moriconi no livro “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”, Editora Objetiva, RJ. Fonte: http://contobrasileiro.com.br/sem-enfeitenenhum-conto-de-adelia-prado-2/)
Sobre a autora Adélia Prado, é CORRETO afirmar que escritora fez parte da estética literária do(a): 
Alternativas
Q4117034 Literatura
O manifesto Pau-Brasil faz parte da história das artes brasileiras e, consequentemente, da história da música no Brasil, pois contribuiu com uma mudança nos paradigmas artísticos em nosso país. Segundo Adão (2012, p. 3), (...) “em 1924, numa conjuntura artística exausta do Parnasianismo, que perdurou de modo atípico no Brasil, visto que o Simbolismo foi recebido com certa antipatia e pouca popularização. Era necessário romper. E tal rompimento abrangia a temática, ou a forma de abordagem de algumas temáticas e, principalmente, a estética”. Quais foram os idealizadores desse manifesto? 
Alternativas
Q3647147 Literatura
A Literatura Infantil tem sua origem na oralidade, antes da invenção da imprensa por Gutemberg – que permitiu a impressão e publicação de livros em escala.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) a respeito da historiografia mundial e brasileira da Literatura Infantil.
( ) Os primeiros livros infantis surgiram no século XVIII.
( ) As fábulas de La Fontaine são escritas de forma simples e trazem um ensinamento, uma moral.
( ) A produção literária infantil de Monteiro Lobato se destaca por poemas em forma de quadras.
( ) Os Irmãos Grimm se apropriaram de histórias que eram contadas oralmente, como “Chapeuzinho Vermelho”, criando uma versão escrita.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3014529 Literatura

Relacione as colunas referentes obras / autores modernistas e marque a alternativa correta.



Coluna I.


A) Mário de Andrade.


B) Érico Veríssimo.


C) Rachel de Queiroz.


D) Graciliano Ramos.


E) Jorge Amado.


F) Guimarães Rosa.


G) Clarice Lispector.



Coluna II.


1- Olhai os Lírios do Campo.


2- Capitães da Areia.


3- O Quinze.


4- A Hora da Estrela.


5- Sagarana.


6- Vidas Secas.


7- Macunaíma.

Alternativas
Q3014474 Literatura
Marque a alternativa onde temos apenas contos de Clarice Lispector.
Alternativas
Respostas
61: C
62: A
63: A
64: B
65: D
66: C
67: D
68: A
69: E
70: D
71: D
72: C
73: E
74: C
75: D
76: B
77: B
78: E
79: B
80: C