Questões de Concurso Sobre modernismo em literatura

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Q4342420 Literatura

A produção artística brasileira desenvolveu-se por meio de diferentes linguagens e movimentos que dialogaram com transformações sociais e culturais, incluindo experiências voltadas à construção de formas próprias de expressão e à reelaboração das referências provenientes de outros contextos.


Considerando o desenvolvimento do modernismo brasileiro, analise as assertivas abaixo e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).


(__)A Semana de Arte Moderna de 1922 tornou-se referência do modernismo brasileiro ao reunir propostas de renovação estética em diferentes manifestações artísticas.


(__)O modernismo brasileiro desenvolveu experiências de renovação que dialogaram criticamente com referências estrangeiras e com elementos culturais existentes no país.


(__)O movimento modernista adotou a reprodução dos padrões acadêmicos europeus como estratégia para consolidar uma identidade artística brasileira vinculada às tradições clássicas.


(__)A produção modernista incorporou discussões sobre identidade nacional, linguagem e manifestações culturais brasileiras em diferentes momentos de seu desenvolvimento.


(__)A renovação modernista estabeleceu uma linguagem artística uniforme, compartilhada pelos diferentes autores e movimentos que integraram suas diversas fases. 


A sequência correta, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q4342400 Literatura
A produção artística brasileira desenvolveu-se por meio de diferentes linguagens e movimentos que dialogaram com transformações sociais e culturais, incluindo experiências voltadas à construção de formas próprias de expressão e à reelaboração das referências provenientes de outros contextos.
Considerando o desenvolvimento do modernismo brasileiro, analise as assertivas abaixo e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__)A Semana de Arte Moderna de 1922 tornou-se referência do modernismo brasileiro ao reunir propostas de renovação estética em diferentes manifestações artísticas.
(__)O modernismo brasileiro desenvolveu experiências de renovação que dialogaram criticamente com referências estrangeiras e com elementos culturais existentes no país.
(__)O movimento modernista adotou a reprodução dos padrões acadêmicos europeus como estratégia para consolidar uma identidade artística brasileira vinculada às tradições clássicas.
(__)A produção modernista incorporou discussões sobre identidade nacional, linguagem e manifestações culturais brasileiras em diferentes momentos de seu desenvolvimento.
(__)A renovação modernista estabeleceu uma linguagem artística uniforme, compartilhada pelos diferentes autores e movimentos que integraram suas diversas fases. 
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4339101 Literatura
O texto I abaixo serve de base de análise para a questão.

TEXTO I

    Um certo Miguilim morava com sua mãe, seu pai e seus irmãos, longe, longe daqui, muito depois da Vereda-do-Frangod'Água e de outras veredas sem nome ou pouco conhecidas, em ponto remoto, no Mutum. No meio dos Campos Gerais, mas num covoão em trecho de matas, terra preta, pé de serra. Miguilim tinha oito anos. Quando completara sete, havia saído dali, pela primeira vez: o Tio Terêz levou-o a cavalo, à frente da sela, para ser crismado no Sucuriju, por onde o bispo passava. Da viagem, que durou dias, ele guardara aturdidas lembranças, embaraçadas em sua cabecinha. De uma, nunca pôde se esquecer: alguém, que já estivera no Mutum, tinha dito: "É um lugar bonito, entre morro e morro, com muita pedreira e muito mato, distante de qualquer parte; e lá chove sempre..."
    Mas sua mãe, que era linda e com cabelos pretos e compridos, se doía de tristeza de ter de viver ali. Queixava-se, principalmente nos demorados meses chuvosos, quando carregava o tempo, tudo tão sozinho, tão escuro, o ar ali era mais escuro; ou, mesmo na estiagem, qualquer dia, de tardinha, na hora do sol entrar. — "Oê, ah, o triste recanto..." — ela exclamava. Mesmo assim, enquanto esteve fora, só com o tio Terêz, Miguilim padeceu tanta saudade, de todos e de tudo, que às vezes nem conseguia chorar, e ficava sufocado.
    Quando voltou para casa, seu maior pensamento era que tinha a boa notícia para dar à mãe: o que o homem tinha falado — que o Mutum era lugar bonito... A mãe, quando ouvisse essa certeza, havia de se alegrar, ficava consolada. Era um presente; e a ideia de poder trazê-lo desse jeito de cor, como uma salvação, deixava-o febril até nas pernas. Tão grave, grande, que nem o quis dizer à mãe na presença dos outros, mas insofria por ter de esperar; e, assim que pôde estar com ela só, abraçou-se a seu pescoço e contou-lhe, estremecido, aquela revelação. A mãe não lhe deu valor nenhum, mas mirou triste e apontou o morro; dizia:
    — Estou sempre pensando que lá por detrás dele acontecem outras coisas, que o morro está tapando de mim, e que eu nunca hei de poder ver...
    Era a primeira vez que a mãe falava com ele um assunto todo sério. No fundo de seu coração, ele não podia, porém, concordar, por mais que gostasse dela: e achava que o moço que tinha falado aquilo era que estava com a razão. [...]
    De repente lá vinha um homem a cavalo. Eram dois. Um senhor de fora, o claro da roupa. Miguilim saudou, pedindo a bênção. O homem trouxe o cavalo cá bem junto. Ele era de óculos, corado, alto, com um chapéu diferente, mesmo.
     — Deus te abençoe, pequenino. Como é teu nome?
     — Miguilim. Eu sou irmão do Dito.
     — E seu irmão Dito é o dono daqui?
    — Não, meu senhor. O Ditinho está em glória. O homem esbarrava o avanço do cavalo, que era zelado, manteúdo, formoso como nenhum outro. Redizia:
    — Ah, não sabia, não. Deus o tenha em sua guarda... Mas, que é que há, Miguilim?
    Miguilim queria ver se o homem estava mesmo sorrindo para ele, por isso é que o encarava.
    — Por que você aperta os olhos assim? Você não é limpo de vista? Vamos até lá. Quem é que está em tua casa?
    — É Mãe, e os meninos...
    Estava Mãe, estava Tio Terêz, estavam todos. O senhor alto e claro se apeou. O outro, que vinha com ele, era um camarada.
    O senhor perguntava à Mãe muitas coisas do Miguilim. Depois perguntava a ele mesmo:
   — Miguilim, espia daí: quantos dedos da minha mão você está enxergando? E agora?
    Miguilim espremia os olhos. Drelina e a Chica riam. Tomezinho tinha ido se esconder.
    — Este nosso rapazinho tem a vista curta. Espera aí, Miguilim...
    E o senhor tirava os óculos e punha-os em Miguilim, com todo o jeito.
    — Olha, agora!
    Miguilim olhou. Nem não podia acreditar! Tudo era uma claridade, tudo novo e lindo e diferente, as coisas, as árvores, as caras das pessoas. Via os grãozinhos de areia, a pele da terra, as pedrinhas menores, as formiguinhas passeando no chão de uma distância. E tonteava. Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo... O senhor tinha retirado dele os óculos, e Miguilim ainda apontava, falava, contava tudo como era, como tinha visto. Mãe esteve assim assustada; mas o senhor dizia que aquilo era do modo mesmo, só que Miguilim também carecia de usar óculos, dali por diante. O senhor bebia café com eles. Era o doutor José Lourenço, do Curvelo. Tudo podia. Coração de Miguilim batia descompasso, ele careceu de ir lá dentro, contar à Rosa, à Maria Pretinha, a Mãitina. A Chica veio correndo atrás, mexeu:
    — Miguilim, você é piticego... E ele respondeu:
  — Donazinha... Quando voltou, o doutor José Lourenço já tinha ido embora. [...]
    Miguilim não sabia. Todos eram maiores do que ele, as coisas reviravam sempre dum modo tão diferente, eram grandes demais.
    — Pra onde ele foi?
    — A foi p´ra a Vereda do Tipã, onde os caçadores estão. Mas amanhã ele volta, de manhã, antes de ir s´embora para a cidade. Disse que, você querendo. Miguilim, ele junto te leva... O doutor era homem muito bom, levava o Miguilim, lá ele comprava uns óculos pequenos, entrava para a escola, depois aprendia ofício. Você mesmo quer ir?
    Miguilim não sabia. Fazia peso para não soluçar. Sua alma, até ao fundo, se esfriava. Mas Mãe disse:
     — Vai, meu filho. É a luz dos teus olhos, que só Deus teve poder para te dar. Vai. Fim do ano, a gente puder, faz a viagem também. Um dia todos se encontram...
    E Mãe foi arrumar a roupinha dele. A Rosa matava galinha, para pôr na capanga, com farofa. Miguilim ia no cavalo Diamante — depois era vendido lá na cidade, o dinheiro ficava pra ele.
    — Mãe, é o mar? Ou é para a banda do Pau-Roxo, Mãe? É muito longe?
   — Mais longe é, meu filhinho. Mas é do lado do Pau-Roxo não. É o contrário... A Mãe suspirava suave.
    — Mãe, mas por que é, então, para que é, que aconteceu tudo?!
   — Miguilim, me abraça, meu filhinho, que eu tenho tanto amor... [...] O doutor chegou. 
    — Miguilim, você está aprontado? Está animoso? Miguilim abraçava todos, um por um, dizia adeus até aos cachorros, ao Papaco-o-Paco, ao gato Sossõe que lambia as mãozinhas se asseando. Beijou a mão da mãe do Grivo.
     — Dá lembrança a seo Aristeu... Dá lembrança a seo Deográcias... Estava abraçado com Mãe. Podiam sair. Mas, então, de repente, Miguilim parou em frente do doutor. Todo tremia, quase sem coragem de dizer o que tinha vontade. Por fim, disse. Pediu. O doutor entendeu e achou graça. Tirou os óculos, pôs na cara de Miguilim. E Miguilim olhou para todos, com tanta força. Saiu lá fora. Olhou os matos escuros de cima do morro, aqui a casa, a cerca de feijão-bravo e são-caetano; o céu, o curral, o quintal; os olhos redondos e os vidros altos da manhã. Olhou, mais longe, o gado pastando perto do brejo, florido de são-josés, como um algodão. O verde dos buritis, na primeira vereda. O Mutum era bonito! Agora ele sabia. Olhou Mãitina, que gostava de o ver de óculos, batia palmas-de-mão e gritava:
   — Cena, Corinta!... Olhou o redondo de pedrinhas, debaixo do jenipapeiro. Olhava mais era para Mãe. Drelina era bonita, a Chica, Tomezinho. Sorriu para Tio Terêz:
    — Tio Terêz, o senhor parece com o Pai... Todos choravam. O doutor limpou a goela, disse:
    — Não sei, quando eu tiro esses óculos, tão fortes, até meus olhos se enchem d´água...
     Miguilim entregou a ele os óculos outra vez. Um soluçozinho veio. Sempre alegre, Miguilim... Sempre alegre, Miguilim... Nem sabia o que era alegria e tristeza. Mãe o beijava. A Rosa punhalhe doces-de-leite nas algibeiras, para a viagem. Papaco-oPaco falava, alto, falava.

ROSA, Guimarães. Campo Geral. Adaptado.
Os fragmentos do texto I são pertencentes a “Campo Geral”, de Guimarães Rosa. Esta produção é classificada como Novela enquanto gênero, a qual compõe um conjunto de sete narrativas criadas e interligadas pelo autor, cujo nome é “Corpo de Baile”. Sobre isso, pode-se afirmar em relação à escola literária da obra que esta:
Alternativas
Q4305841 Literatura

Diferentes movimentos e manifestações artísticas contribuíram para a formação e a transformação da cultura brasileira, estabelecendo relações com os contextos históricos, sociais e culturais de suas épocas.


Relacione os movimentos ou manifestações apresentados na Coluna I às características indicadas na Coluna II. 


COLUNA I


1. Modernismo brasileiro


2. Tropicalismo


3. Literatura de cordel


4. Bossa nova



COLUNA II


(_) Manifestação literária popular tradicionalmente difundida por meio de folhetos, marcada pela presença da poesia em versos e fortemente associada à cultura nordestina.


(_) Movimento cultural do final da década de 1960 que promoveu a combinação de referências brasileiras e estrangeiras e dialogou com diferentes linguagens artísticas e elementos da cultura de massa.


(_) Movimento artístico e literário que, especialmente a partir da década de 1920, questionou convenções estéticas anteriores e buscou novas formas de expressão relacionadas também à realidade e à identidade brasileiras.


(_) Expressão musical associada ao final da década de 1950 e à década seguinte, caracterizada por transformações na interpretação e na linguagem musical, com forte diálogo entre o samba e elementos do jazz.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q4305591 Literatura

Instruções: A questão refere-se ao texto de Ailton Krenak.



Do sonho e da terra



(Disponível em: Krenak, A. Ideias para adiar o fim do mundo. Companhia das Letras: 2019 – texto adaptado especialmente para essa prova).

Considerando as intertextualidades possíveis entre o cânone literário brasileiro e as literaturas contemporâneas, o texto de Krenak poderia ser trabalhado em uma aula de literatura brasileira sobre ___________________ , uma vez que as tensões entre a cultura ocidental e a cosmovisão indígena são uma temática central dos textos e narrativas desse período literário.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q4300636 Literatura
Considere as afirmativas relacionadas à trajetória de Lindolf Bell apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A Catequese Poética, iniciada em 1964, levou a poesia a ruas, praças, escolas e fábricas.
(__)A produção de Bell manteve-se limitada ao livro impresso, pois o poeta considerava os demais suportes inadequados à circulação da palavra.
(__)A trajetória do poeta inclui os "corpoemas", camisetas com poemas produzidas em escala industrial.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q4297072 Literatura
O romance brasileiro produzido a partir da década de 1930 caracterizou-se pelo amadurecimento das conquistas formais de 1922, pela consolidação da prosa de ficção e por uma profunda reflexão sobre a realidade histórica, social e regional do país. Considerando o panorama da literatura brasileira do século XX, o escritor Érico Veríssimo integra qual momento do movimento modernista?
Alternativas
Q4248961 Literatura
"Quando Macunaíma voltou na praia se percebia que brigara muito lá no fundo. Ficou de bruços um tempão com a vida dependurada nos respiros fatigados. Estava sangrando com mordidas pelo corpo todo, sem perna direita, sem os dedões, sem os cocos-da-baía, sem orelhas sem nariz sem nenhum dos seus tesouros. Afinal pôde se erguer. Quando deu tento das perdas teve ódio de Vei. A galinha cacarejava deixando um ovo na praia. Macunaíma pegou nele e chimpou-o no carão feliz da Sol. O ovo esborrachou bem nas bochechas dela que sujou-se de amarelo pra todo o sempre. Entardecia."

Com base na leitura crítica da obra apresentada acima, julgue as proposições a seguir:

I.O trecho apresentado integra a obra Macunaíma, de Oswald de Andrade, um dos expoentes da primeira fase do Modernismo brasileiro, movimento marcado pela valorização da linguagem coloquial e pela ruptura com os padrões estéticos anteriores.
II.A enumeração das perdas físicas do herói constrói, por acumulação, a imagem de um corpo fragmentado, reforçando o caráter antiépico da narrativa.
III.O episódio da mancha amarela no rosto de Vei, a Sol, exemplifica o caráter de rapsódia da obra, que incorpora explicações de natureza mítica a fenômenos da natureza.
IV. A obra da qual o trecho foi extraído integra a primeira fase do Modernismo brasileiro, também chamada de fase heroica, marcada pela influência das vanguardas europeias.

Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas.
Alternativas
Q4247253 Literatura
Mark the alternative that contains an incorrect statement about literary movements and authors.
Alternativas
Q4228959 Literatura
Em uma aula sobre arte brasileira do século XX, o professor apresenta manifestos, obras visuais, textos literários, críticas publicadas em jornais, debates sobre nacionalidade e registros de exposições ocorridas em diferentes regiões do país. A proposta busca analisar o Modernismo como fenômeno artístico e cultural situado historicamente. Sobre o Modernismo brasileiro e os debates culturais das décadas de 1920 e 1930, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4216704 Literatura
A Semana da Arte Moderna, em 1922, inaugurou o Modernismo no Brasil. Esse movimento dividiu-se em três fases, sendo a terceira fase conhecida:
Alternativas
Q4214555 Literatura
Leia o texto 2 para responder à questão.


Texto 2


   Nova Lei contra a Misoginia: entenda os direitos das mulheres


    Uma nova lei foi aprovada no Brasil (PL 896/2023) para proteger ainda mais as mulheres. Ela trata da misoginia, ou seja, do ódio, desprezo ou aversão contra mulheres. Agora, esse tipo de comportamento passa a ser considerado um crime semelhante ao racismo, o que significa penas mais sérias para quem pratica esse tipo de violência.

O que é misoginia?

   Misoginia é quando alguém ofende mulheres por serem mulheres; diminui, humilha ou desrespeita mulheres; incentiva violência contra mulheres; trata mulheres como inferiores. É importante frisar que isso pode acontecer em palavras, atitudes ou até em “brincadeiras” ofensivas.

O que a nova lei muda?

   Com a nova lei a misoginia passa a ser tratada como crime grave; ofensas, xingamentos e discursos de ódio contra mulheres podem gerar punição; a proteção das mulheres fica mais forte na lei. Ou seja, violência contra a mulher não é mais tolerada, e agora tem consequências ainda maiores.

   A Constituição brasileira garante que a mulher tem direito à dignidade, ninguém pode humilhar, tratar como inferior, controlar ou ameaçar, você tem direito à igualdade, homens e mulheres têm os mesmos direitos, ninguém pode discriminar por ser mulher.

Proteção internacional

   O Brasil também segue leis internacionais que protegem as mulheres, como a Convenção de Belém do Pará, que afirma: Toda violência contra a mulher é uma violação dos direitos humanos.

Tipos de violência contra a mulher

    A violência não é só física. Existem várias formas:

a) Violência física: agressões, empurrões, tapas, espancamento;

b) Violência psicológica: ameaças, humilhação, controle excessivo (ciúmes, proibição de sair etc.)

c) Violência sexual: qualquer ato sexual sem consentimento, pressão ou coerção;

d) Violência moral: ofensas, xingamentos, calúnia;

e) Violência patrimonial (financeira): controlar dinheiro, destruir bens, impedir de trabalhar.

Onde essa violência pode acontecer?

   Ela pode ocorrer dentro de casa (família ou relacionamento), no trabalho ou na rua; em qualquer lugar, até por parte de autoridades.

Mensagem importante: se você é mulher e sofre ou conhece alguém que sofre violência: não é normal. Não é culpa sua. É crime. Procure ajuda:

• Delegacia da Mulher

• Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher)

• Procure apoio de familiares ou profissionais
Embora o texto tenha caráter informativo, ele apresenta uma linguagem clara, direta e acessível ao público. Essa característica se aproxima de qual princípio do Modernismo brasileiro?
Alternativas
Q4206838 Literatura
Reconhecida como uma das maiores escritoras da literatura brasileira, Clarice Lispector destacou-se por sua escrita introspectiva e pela profundidade psicológica de seus personagens. Assinale a alternativa que apresenta uma obra de sua autoria. 
Alternativas
Q4177938 Literatura
Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral propuseram que não deveriam copiar a Europa de forma submissa nem ignorá-la de forma ingênua. Propuseram "comer" o progresso e as técnicas da vanguarda europeia, digeri-los junto à nossa herança indígena, negra e popular, e criar uma síntese estética original, independente e potente. Esta discussão foi tema do:
Alternativas
Q4164208 Literatura
A obra "Grande Sertão: Veredas", considerada um marco da literatura brasileira, foi escrita por: 
Alternativas
Q4151082 Literatura
A Revista de Antropofagia (1928-1929) foi um marco do modernismo brasileiro, propondo a "deglutição" crítica das influências estrangeiras para a criação de uma arte autenticamente nacional. Embora a publicação original se concentrasse em poesia, ensaios e manifestos, o conceito antropofágico foi posteriormente retomado por diferentes gerações de artistas. Sobre a relação entre a antropofagia oswaldiana e a música brasileira, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4135142 Literatura
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os ombros suportam o mundo. 


Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.

Tempo de absoluta depuração.

Tempo em que não se diz mais: meu amor.

Porque o amor resultou inútil.

E os olhos não choram.

E as mãos tecem apenas o rude trabalho.

E o coração está seco.



Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.

Ficaste sozinho, a luz apagou-se,

mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.

És todo certeza, já não sabes sofrer.

E nada esperas de teus amigos.



Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?

Teus ombros suportam o mundo

e ele não pesa mais que a mão de uma criança.

As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios

provam apenas que a vida prossegue

e nem todos se libertaram ainda.



Alguns, achando bárbaro o espetáculo,

prefeririam (os delicados) morrer.

Chegou um tempo em que não adianta morrer.

Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.

A vida apenas, sem mistificação. 


Carlos Drummond de Andrade (1985).





Sobre o poema e sua inserção na Literatura Brasileira, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4134624 Literatura
Eles tinham saído de véspera, de manhã, da canoa. Eram duas horas da tarde. Cordulina, que vinha quase cambaleando, sentou-se numa pedra e falou, numa voz quebrada e penosa:

-Chico, eu não posso mais... Acho até que vou morrer. Dá-me aquela zoeira na cabeça!

Chico Bento olhou dolorosamente a mulher. O cabelo em falripas sujas, como que gasto, acabado, caía, por cima do rosto, envesgando os olhos, roçando a boca. A pele, empretecida como uma casca, pregueava nos braços e nos peitos, que o casaco e a camisa rasgada descobriam. (...)

No colo da mulher, o Duquinha, também era só osso e pele, levava, com um gemido abafado, a mãozinha imunda, os dedos ressequidos, aos pobres olhos doentes. E com outra tateava o peito da mãe, mas num movimento tão fraco e tão triste que era mais uma tentativa do que um gesto. Lentamente o vaqueiro voltou as costas; cabisbaixo, o Pedro o seguiu.

E foram andando à toa, devagarinho, costeando a margem da caatinga. 

 Quinze' de Rachel de Queiróz)

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A obra O Quinze, de Rachel de Queiroz, é considerada um marco da prosa regionalista do Modernismo brasileiro. Com base na análise dessa obra, julgue as afirmativas a seguir:
I.A seca não é retratada apenas como fenômeno natural, mas como catalisador de uma desigualdade estrutural preexistente, revelando que a miséria dos retirantes é resultado tanto da natureza quanto das condições sociais e políticas do país.
II.O narrador de 'O Quinze' posiciona-se no interior da história como personagem participante dos acontecimentos narrados, o que confere à obra um caráter autobiográfico e memorialístico.
III.Na obra, a linguagem reflete uma escolha estética e política, pois a autora utiliza uma prosa simples, objetiva e próxima da fala nordestina, conferindo agilidade ao texto e valorizando a identidade do sertanejo, cuja realidade antes era pouco representada na literatura.
IV.A obra estabelece um contraste simbólico entre o sertão árido e os espaços urbanos para onde os retirantes migram, revelando que a saída do sertão não representa necessariamente melhoria de vida, mas o desenraizamento de uma identidade.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4121905 Literatura
O tropicalismo surgiu em um contexto de intensas transformações culturais e políticas no Brasil, mobilizando artistas que questionavam fronteiras entre tradição, indústria cultural e experimentação estética. Sua repercussão ultrapassou um único campo artístico e dialogou com debates sobre identidade, linguagem e cultura de massa. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4102202 Literatura
Leia o trecho abaixo, retirado de Vidas Secas, obra de Graciliano Ramos:

“Fabiano ia satisfeito. Sim senhor, arrumara-se. Chegara naquele estado, com a família morrendo de fome, comendo raízes. Caíra no fim do pátio, debaixo de um juazeiro, depois tomara conta da casa deserta.” Vidas Secas. RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 2019.

O trecho apresentado revela uma característica importante da prosa da segunda geração modernista no Brasil:
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: D
4: A
5: A
6: E
7: C
8: A
9: D
10: D
11: A
12: B
13: B
14: D
15: C
16: C
17: A
18: A
19: D
20: D