Questões de Concurso Sobre estilística em literatura

Foram encontradas 183 questões

Q4247842 Literatura

ー Final, final mesmo, Samuel, é só quando eu baixar teu caixão na cova. Ainda dá tempo.


ーTu sonha muito, Chico.


ー Foi a morte que me ensinou. O tempo de sonhar é em cima da terra.


ACIOLI, Socorro. A cabeça de santo. São Paulo: Cia das Letras, 2014. p. 148.


Nesse trecho literário, a oposição metafórica construída entre “cova” e “em cima da terra” pode ser traduzida pela seguinte oposição: 

Alternativas
Q4219579 Literatura

Para responder à questão, leia o texto abaixо.


Q37_40.png (244×262)


Autor: Fernando Pessoa.

A arquitetura formal e a musicalidade de Ao longe, ao luar desempenham um papel crucial na construção da atmosfera melancólica e introspectiva da composição. No que concerne à estrutura das estrofes e ao esquema predominante de rimas empregados pelo autor, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4201509 Literatura

        O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.


Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja  

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.  

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente.


No texto, Vieira associa o tempo a um tirano e o esquecimento dos homens a uma tirania, para mostrar a natureza desses dois elementos, que, agindo implacavelmente, apagam a memória das coisas passadas.  

Alternativas
Q4176307 Literatura
Trata-se de uma figura de Pensamento:
Alternativas
Q4162388 Literatura
Assinalar a alternativa em que a figura de linguagem presente nas frases abaixo foi CORRETAMENTE apontada entre parênteses. 
Alternativas
Q4159108 Literatura
Leia o texto abaixo para responder à questão.


17 de julho


    Domingo. Um dia maravilhoso. O céu azul sem nuvem. O Sol está tepido. Deixei o leito as 6,30. Fui buscar agua. Fiz café. Tendo só um pedaço de pão e 3 cruzeiros. Dei um pedaço a cada um, puis feijão no fogo que ganhei ontem do Centro Espirita da Rua Vergueiro 103. Fui lavar minhas roupas. Quando retornei do rio o feijão estava cosido. Os filhos pediram pão. Dei os 3 cruzeiros ao João José para ir comprar pão. Hoje é a Nair Mathias quem começou impricar com os meus filhos. A Silvia e o esposo já iniciaram o espetaculo ao ar livre. Ele está lhe espancando. E eu estou revoltada com o que as crianças presenciam. Ouvem palavras de baixo calão. Oh! se eu pudesse mudar daqui para um nucleo mais decente.

    Fui na D. Florela pedir um dente de alho. E fui na D. Analia. E recebi o que esperava:

    — Não tenho!

    Fui torcer as minhas roupas. A D. Aparecida perguntou-me:

    — A senhora está gravida?

    — Não senhora — respondi gentilmente.

    E lhe chinguei interiormente. Se estou gravida não é de sua conta. Tenho pavor destas mulheres da favela. Tudo quer saber! A lingua delas é como os pés de galinha. Tudo espalha. Está circulando rumor que eu estou gravida! E eu, não sabia!

   Saí a noite, e fui catar papel. Quando eu passava perto do campo do São Paulo, varias pessoas saiam do campo. Todas brancas, só um preto. E o preto começou insultar-me:

    — Vai catar papel, minha tia? Olha o buraco, minha tia.

   Eu estava indisposta. Com vontade de deitar. Mas, prossegui. Encontrei varias pessoas amigas e parava para falar. Quando eu subia a Avenida Tiradentes encontrei umas senhoras. Uma perguntou-me:

    — Sarou as pernas?

    Depois que operei, fiquei boa, graças a Deus. E até pude dançar no Carnaval, com minha fantasia de penas. Quem operou-me foi o Dr. José Torres Netto. Bom médico. E falamos de politicos. Quando uma senhora perguntou-me o que acho do Carlos Lacerda, respondi concientemente:

   — Muito inteligente. Mas não tem iducação. É um politico de cortiço. Que gosta de intriga. Um agitador.

    Uma senhora disse que foi pena! A bala que pegou o major podia acertar no Carlos Lacerda.

    — Mas o seu dia… chegará — comentou outra.

   Varias pessoas afluiram-se. Eu, era o alvo das atenções. Fiquei apreensiva, porque eu estava catando papel, andrajosa (…) Depois, não mais quiz falar com ninguem, porque precisava catar papel. Precisava de dinheiro. Eu não tinha dinheiro em casa para comprar pão. Trabalhei até as 11,30. Quando cheguei em casa era 24 horas. Esquentei comida, dei para a Vera Eunice, jantei e deitei-me. Quando despertei, os raios solares penetrava pelas frestas do barracão.


Jesus, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo, 1960. Adaptado. 
Com base no trecho retirado da obra “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus, analise as proposições abaixo.

I. A autora utiliza gírias e expressões regionais para ambientar melhor o contexto em que se passa a história.
II. A autora narra sua luta contra a fome, as dificuldades enfrentadas diariamente e a marginalização social sob uma perspectiva intensa, profunda e autobiográfica.
III. A obra preserva a escrita original da autora, com erros ortográficos e marcas de oralidade, conferindo autenticidade à narrativa.

Está correto o que se apresenta em:
Alternativas
Q4147582 Literatura
Leia, a seguir, o trecho inicial do conto “Luz”, do escritor Salim Miguel.

    Anoitece.

   Seis pessoas: três adultos, três crianças. Os adultos: faixa dos vinte anos. As crianças: a mais nova com menos de seis meses, o mais velho com pouco mais de três anos. Pai, mãe, tio, duas meninas, um menino.
   O dia: 18. O mês: maio. O ano: 1927. O local: cais do porto da Praça Mauá. O estado: Rio de Janeiro. O país: Brasil.
   Muitos anos depois, já bem velho, o pai gostava de rememorar, de repetir insistindo: a primeira palavra que aprendi em português, que me foi diretamente dirigida, que gravei: luz. Nur.
   Cala. Pensa. Concentra-se. Se esforça. Se perde para se achar. Ativada, a memória recua. Busca resgatar o passado. Retirá-lo do mais fundo do tempo. Devassar o escuro abismo. Tornar hoje o ontem.

MIGUEL, Salim. Nur na escuridão [recurso eletrônico]. Florianópolis: Editora da UFSC, 2025, p. 15-16.

Nesse trecho do conto, observa-se uma construção textual marcada por frases curtas e estruturas fragmentadas.
Considerando esse aspecto, assinale a afirmativa que analisa corretamente o efeito de sentido produzido por essa escolha estilística.
Alternativas
Q4147578 Literatura
Leia o poema a seguir, publicado em 1893 pelo poeta catarinense Cruz e Souza, principal nome do Simbolismo no Brasil.

Acrobata da Dor 
Imagem associada para resolução da questão


https://www.escritas.org/pt/t/13184/acrobata-da-dor

No poema, o eu lírico constrói sentidos por meio da mobilização de palavras pertencentes ao campo semântico do universo circense, associado à figura do “palhaço”.
Considerando esse aspecto, assinale a opção que apresenta um termo do texto que integra esse campo semântico
Alternativas
Q4092634 Literatura
"Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante" (Hino Nacional Brasileiro)
Sabendo-se que a ordem direta dos versos acima é "As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico", qual é a figura de linguagem que corresponde a essa inversão dos termos?
Alternativas
Q4080796 Literatura

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Texto 1:


Antonieta de Barros, pseudônimo Maria da Ilha, nasceu em Florianópolis, Santa Catarina em 11 de junho de 1901, filha de Catarina e Rodolfo de Barros. Órfã de pai, foi criada pela mãe, uma lavadeira, de quem recebeu as primeiras lições de conduta e relacionamento humano. Marcada desde cedo pela pobreza, aprendeu a enfrentar as barreiras impostas pela origem humilde e pelo preconceito de cor. Sua mãe, escrava liberta, trabalhou como doméstica na casa do político Vidal Ramos, pai de Nereu Ramos, que viria a ser vice-presidente do Senado e chegou a assumir por dois meses a Presidência da República.         


Aos cinco anos foi alfabetizada numa escola particular e dois anos mais tarde entrou no curso primário. Porém, não teve como prosseguir de imediato os estudos, conseguindo ingressar na Escola Normal apenas aos dezessete anos. Ali, deu asas ao sonho de educadora antes mesmo de concluir o magistério, já mantinha um curso primário de alfabetização, que tinha o seu nome: "Curso Particular Antonieta de Barros" (oficializado em 1922 e que funcionou até 1964). Em diversos discursos afirma que a educação é o caminho para o futuro: "Educar é ensinar os outros a viver; é iluminar caminhos alheios; é amparar debilitados, transformando-os em fortes; é mostrar as veredas, apontar as escaladas, possibilitando avançar, sem muletas e sem tropeços; é transportar às almas que o Senhor nos confiar, à força insuperável da Fé." Mas Antonieta de Barros não se limitou ao magistério; tornou-se oradora, jornalista, escritora e militante, com atuação na Liga do Magistério. Em 1934, ingressou na política através do Partido Liberal Catarinense, sendo a primeira mulher de seu Estado a se eleger para uma cadeira na Assembleia Legislativa. Enquanto presidiu trabalhos no Congresso Legislativo dedicou-se a propostas relacionadas ao magistério, entre elas a que institui o dia 15 de Outubro como o Dia do Professor.


(Disponível em: https://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/57-antonieta-de-barros. Acesso em 27 abr. 2026. Adaptado.)



Texto 2:


A multidão é, sempre, um ser acéfalo.   


Age, levada pela onda de entusiasmo, ou de ódio, de alegria, cujo movimento tem princípio numa voz que, sempre, encontra eco.


Essa voz atua de repente e se transmite e domina a multidão, como se cada indivíduo fosse o elo de uma grande cadeia, junto do qual houvesse passado uma centelha.


Todo sentimento humano, quando transmitido ao povo, com a voz do coração, invade-lhe a alma, como o vento em casa de janelas escancaradas.


Reunidos pela curiosidade, os homens se agitam ao sabor das falas dos que vibram por um sentimento qualquer, e se tornam água do mesmo mar, raios oriundos de um só foco, iluminando ou destruindo segundo as vibrações do foco, donde emanam.


essas falas eletrizantes, possuídas de um entusiasmo gritante e comunicativo, arrastam a massa e fazem-na espoucar em gargalhadas ou vaias, bater palmas ou atirar pedradas.


cada um desses homens, capaz de se tornar incendiário, capaz dos maiores absurdos, é, isolado, um ser pacato que teme, as mais das vezes, um gesto desabrido, uma palavra menos polida.


Ninguém resiste ao horrível contágio das multidões.


E por isto, tão somente por isto, não se lhe pode crer nem no ódio que lhe arma o braço, nem na alegria que lhe rebenta em palmas e chuva de flores.


Maria da Ilha    


(Folha Académica, 01 ago. 1929. Crônica.)


(Disponível em:

https://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/11-textos-dos-autores/2020-antonieta-de-barros-cronica-de-1929. Acesso em 26 abr. 2026.)

Na crônica, Antonieta de Barros lança mão de uma figura de linguagem em "A multidão é, sempre, um ser acéfalo", introduzindo a crítica que pretende fazer. A partir da leitura de todo o texto, assinale a alternativa que indica a figura de linguagem presente na sentença destacada:
Alternativas
Q4056854 Literatura

A poesia organiza-se a partir de escolhas formais que afetam a disposição dos versos, a sonoridade do texto e a percepção rítmica da linguagem. Esses recursos contribuem para a construção estética do poema e variam conforme tradições literárias, estilos de época e projetos expressivos adotados pelos autores (CANDIDO, 2011).



Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q4050741 Literatura
Um Professor propõe a leitura comparada de textos literários brasileiros e pede que os estudantes observem não apenas o tema, mas também a forma de construção estética. Em um dos textos, há regularidade métrica, vocabulário preciso, preferência por descrição objetiva e distanciamento emocional; em outro, há musicalidade intensa, sugestão de sentidos, imagens vagas e valorização da dimensão espiritual e sensorial da linguagem. As características descritas correspondem, respectivamente, a tendências associadas ao: 
Alternativas
Q4042914 Literatura
Ao analisar a construção formal de um poema, uma estudante observou que determinado texto se organizava em versos, com regularidade de sílabas poéticas, distribuição estrófica planejada e recorrência sonora entre palavras finais. Nesse caso, os elementos destacados correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q4042393 Literatura

Leia o poema a seguir, “A Vida é Loka”, de Sérgio Vaz, e assinale a alternativa INCORRETA.


Esses dias tinha um moleque na quebrada

com uma arma de quase 400 páginas na mão.

Uma minas cheirando prosa, uns acendendo poesia.

Um cara sem nike no pé indo para o trampo com o zóio vermelho de tanto ler no ônibus. Uns tiozinho e umas tiazinha no sarau enchendo a cara de poemas. Depois saíram vomitando versos na calçada.

O tráfico de informação não para, uns estão saindo algemado aos diplomas depois de experimentarem umas pílulas de sabedoria. As famílias, coniventes, estão em êxtase.

Esses vidas mansas estão esvaziando as cadeias e desempregando os Datenas.

A Vida não é mesmo loka?



(Disponível em: https://www.geledes.org.br/vida-e-loka-por-sergio-vaz/)

Alternativas
Q4041535 Literatura

Qual alternativa é incorreta, em relação à versificação?

Alternativas
Q4039993 Literatura
Em relação à versificação, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4016519 Literatura

TEXTO PARA A QUESTÃO


"O garrafeiro"


o garrafeiro era apenas um homem

que sobrava das ruas

também sujo de terra e esquecido

como as garrafas e cacos no quintal


suas mãos de cuidado

tangiam aranhas, lagartixas

e vez por outra

um escorpião afiado


depois arrumava as garrafas

lado a lado

âmbares, azuis, verdes, transparentes,

num arco-íris pobre

"essas são de vinho tinto"

dizia-me ele embriagado de vazios

e as de fundo côncavo serviam

para pescar piabas no Poti


o mundo é duro e frágil, eu aprendia

mas nele lições pequenas eternizam

piabas prateadas nas garrafas

como rútilos presos nos cristais


VILHENA, Graça. PEDRA DE CANTARIA. Teresina: Nova

                                           Aliança e Entretextos, 2013. 

No poema "O garrafeiro", a poetisa piauiense Graça Vilhena constrói um retrato lírico que ultrapassa a mera descrição de um ofício marginalizado. A análise da relação entre o eu lírico, a figura do garrafeiro e os objetos que compõem o cenário permite afirmar que a unidade de sentido do texto se fundamenta em:
Alternativas
Q3998909 Literatura
ATENÇÃO: use o fragmento textual abaixo, retirado do Sermão da Sexagésima, que aborda o tema do estilo dos pregadores, para responder à próxima questão. 


    “O pregador há de ser como quem semeia e não como quem ladrilha ou azuleja. Ordenado, mas como as estrelas: As estrelas, permanecendo na sua ordem. Todas as estrelas estão por sua ordem; mas é ordem que faz influência, não é ordem que faça lavor. Não fez Deus o céu em xadrez de estrelas, como os pregadores fazem o céu em xadrez de palavras. Se de uma parte há de estar branco, da outra há de estar negro; se de uma parte dizem luz, da outra hão de dizem sombra; se de uma parte dizem desceu, da outra hão de dizer subiu. Basta que não havemos de ver num sermão duas palavras em paz? Todas hão de estar sempre em fronteira com seu contrário?”
Esse segmento critica um estilo de época.

Assinale a opção que identifica corretamente esse estilo e a razão básica de ser criticado. 
Alternativas
Q3989812 Literatura
“A tarefa da literatura é ajudar o homem a compreender-se a ele mesmo.” (Máximo Gorki)

A expressão destacada no pensamento acima apresenta-se sob qual figura de linguagem?
Alternativas
Q3975417 Literatura

Texto 12A4-II


Senhor! Quando avistou o peru, no centro do terreiro, entre a casa e as árvores da mata. O peru, imperial, dava-lhe as costas, para receber sua admiração. Estalara a cauda, e se entufou, fazendo roda: o rapar das asas no chão — brusco, rijo, — se proclamara. Grugulejou, sacudindo o abotoado grosso de bagas rubras; e a cabeça possuía laivos de um azul-claro, raro, de céu e sanhaços; e ele, completo, torneado, redondoso, todo em esferas e planos, com reflexos de verdes metais em azul-e-preto — o peru para sempre. Belo, belo! Tinha qualquer coisa de calor, poder e flor, um transbordamento. Sua ríspida grandeza tronitruante. Sua colorida empáfia. Satisfazia os olhos, era de tanger trombeta. Colérico, encachiado, andando, gruziou outro gluglo. O Menino riu, com todo o coração. Mas só bis-viu. Já o chamavam, para passeio.


João Guimarães Rosa. As margens da alegria. In: Primeiras estórias / João Guimarães Rosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005.

Assinale a opção em que são corretamente apresentados uma característica de escritura atribuída a Guimarães Rosa e seu respectivo exemplo no texto 12A4-II.
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: C
4: B
5: D
6: C
7: E
8: D
9: A
10: C
11: B
12: C
13: D
14: B
15: C
16: A
17: C
18: A
19: C
20: C