Questões de Concurso Comentadas sobre linguística

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Q3998272 Linguística
Leia as duas citações a seguir:
“(...) Já para a vogal átona final, seguida ou não de /s/ no mesmo vocábulo, há a __________ entre /o/ e /u/ e entre /e/ e /i/. Assim, Bilac rima Argus com largos, Venus com serenos, e um poeta paranaense [sic.], como Cruz e Souza, rima o lat. clamavi com nave, o it. Bellini com define (CAMARA, 1953:129s)”. (CAMARA JR, J. M. Estrutura da Língua Portuguesa. 44. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011, p. 44).

“O conceito de _____________ foi introduzido e desenvolvido na década de 1930 pelos linguistas do leste europeu ligados à Escola de Praga, especialmente o linguista russo Nicolai Trubetzkoy. A existência da ______________ é uma forte indicação de que a fonologia de uma língua tem a ver com o comportamento dos sons e com seu enquadramento num padrão (patterning), e não com seu valor fonético absoluto”. (TRASK, R. L. Dicionário de linguagem e linguística. Tradução de Rodolfo Ilari. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2006, p. 205).

O fenômeno sobre o qual os autores discorrem nas citações acima é também bastante presente nas aulas de Língua Portuguesa uma vez que influencia na ocorrência de casos de desvios ortográficos em produções escritas de alunos da Educação Básica. Dessa forma, assinale a alternativa com o nome do fenômeno que preenche corretamente as lacunas das citações: 
Alternativas
Q3727545 Linguística
TEXTO 1


A lenda de Itararé


Em tempos idos, a nação indígena que vivia às margens do Paranapanema resolveu abandonar a região, escapando assim às atrocidades praticadas pelos brancos invasores.

Uma noite, porém, já em viagem, quando despertaram, estavam os índios completamente cercados e só à força de tacape conseguiram abrir caminho por entre os adversários; mas, na fuga, uma das mulheres mais formosas da aldeia – Jaíra – caiu sob o poder do chefe do bando contrário, homem forte e valoroso.

Reuniram-se as nações indígenas convocadas, e durante uma lua inteira se prepararam para a guerra. Efetuaram a festa do preparo do curare, também chamado uirari. Era a mulher mais velha da aldeia quem tinha a honra de preparar o veneno; vestia-se com penas vermelhas, escutava o canto dos pajés e partia para o mato, de onde voltava carregada de ervas. Quando o curare ficava pronto, os vapores da panela subiam; ela os aspirava e caía morta. Assim se fez.

Depois de esfriado o curare, começou a dança em torno à panela, ervando todos os guerreiros as suas flechas. Antes de se iniciar a batalha, chegou um velho de muito longe e entrou a aconselhar, secretamente, os pajés: na guerra contra os brancos, que usavam armas de fogo, só deviam esperar a morte; eles eram muitos e sabiam defender-se; o que deviam fazer era o seguinte:

− Um dos nossos ocultará, perto do acampamento inimigo, filtros de amor que conhecemos, a fim de o chefe ficar apaixonado por Jaíra, e após deverá apresentar-se aos brancos como desertor da aldeia, para trabalhar com eles. Assim terá oportunidade de falar com ela e entregar-lhe drogas preparadas pela tribo. E um dia, quando todos estiverem adormecidos pelo ariru, servido no banquete, os guerreiros indígenas, em massa, atacarão subitamente os inimigos, de tacape em punho. Não escapará nenhum dos brancos, cujos cadáveres serão lançados aos corvos.

Tal plano foi aceito pelos pajés.

No dia seguinte partiu o guerreiro, levando os filtros de amor, mas os índios em vão esperaram (como estava combinado) pelo canto da saracuara, três vezes em noite de lua nova.

É que o chefe se apaixonara pela linda bugra, e Jaíra também se apaixonara pelo moço, de modo que o guerreiro enviado regressou sem nada haver conseguido.

O tenente Antônio de Sá (assim se chamava o chefe) era casado e residia em Santos, e quando sua esposa soube do amor que o ligava a Jaíra, fez que seu pai a conduzisse ao acampamento dos brancos, onde ela chegou, uma tarde, com muitos pajens e comitiva luzida.

Houve disputa entre os esposos, e, no dia seguinte, Jaíra, muito desgostosa, resolveu partir, dizendo ao tenente que ia esperá-lo à beira do rio Itararé, a fim de fugirem, à noite, pela floresta. E rematou:

− Quando a lua for descendo pelos morros azuis eu cantarei três vezes como a araponga branca, e, se você não comparecer ao lugar da espera, ligarei os pés com um cipó e me atirarei ao rio.

E pôs-se a caminho, deixando, em lágrimas, o moço. À noite, ouviu-se três vezes o canto da araponga branca, mas o chefe dos brancos não foi procurar Jaíra.

Medonha e súbita tempestade revolucionou, então, aquela região, caindo raios numerosos que vitimaram muitos bois, reduzindo bastante os animais do tenente Antônio de Sá.

Ao amanhecer, o chefe foi a cavalo, acompanhado por um pajem, à pedra indicada por Jaíra, mas só achou ali a roupa da infeliz criatura, com uma coroa de flores de maracujá do mato, em cima. O tenente soltou um grito de desespero, e ficou tão alucinado, que se lançou à corrente e não veio mais a terra.

A senhora branca soube do ocorrido, dirigiu-se a cavalo ao rio, onde só viu a roupa de Jaíra e o lugar em que sucumbira o esposo, e em pranto, a vociferar, amaldiçoou o rio em que cuspiu três vezes. Então as águas cavaram o solo e se esconderam no fundo da terra, os peixes ficaram cegos, a mata fanou-se e morreu!...

Contam que quem descia, de noite, à gruta de Itararé veria Jaíra, vestida de branco, com a grinalda de flores de maracujá, tendo ao colo o corpo do moço que morrera por ela. Às vezes, a sua sombra vinha à beira da estrada, matava os viajantes, tirava-lhes o sangue e com ele ia ver se reanimava o seu morto querido.

Dizem, em época mais recente, que a penitência já se acabou; e um dia, quando menos se esperar, as águas do rio hão de abrir de novo as suas margens e hão de espalhar-se pela terra, para refletir, à noite, o fulgor de todas as estrelas.


CÂMARA CASCUDO, Luís da. Lendas brasileiras. 9. ed. São Paulo: Global, 2005. p. 93-96.
O Texto 1 é uma lenda própria das culturas indígenas e, como tal, apresenta elementos típicos das sociedades indígenas brasileiras, além de palavras do português brasileiro provenientes das línguas indígenas. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um item lexical de origem indígena presente no Texto 1.
Alternativas
Q3076718 Linguística
Em seu ensaio de 1979, publicado originalmente em russo, Bakhtin (1997a, p. 279), aponta os gêneros discursivos como "tipos relativamente estáveis de enunciados" e que "A utilização da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, que emanam dos integrantes duma ou doutra esfera da atividade humana".
Disponível em:https://periodicos.ufes.br/conel/article/view/2014/1526

O enunciado reflete as condições específicas e as finalidades de cada uma dessas esferas, não só por seu conteúdo (temático) e por seu estilo verbal, ou seja, pela seleção operada nos recursos da língua - recursos lexicais, fraseológicos e gramaticais -, mas também, e sobretudo, por sua construção: 
Alternativas
Q3076717 Linguística
Na perspectiva bakhtiniana, o princípio dialógico é a característica essencial da linguagem, é um princípio constitutivo da linguagem e intrínseco à mesma. Nas palavras de Barros (2003, p. 2), "é a condição do sentido do discurso".
Disponível em:https://periodicos.ufes.br/conel/article/view/2014/1526

Partindo da concepção bakhtiniana, Barros afirma que o processo dialógico da linguagem pode ser entendido sob dois aspectos: 
Alternativas
Q3076716 Linguística
O conceito de língua, que está no escopo da filosofia da linguagem, da gramática e da linguística, ou de modo amplo, nos estudos da linguagem, apresenta recortes (linguagem, língua, fala, discurso etc.) e respostas (conceitos) diversos nessas áreas.
Disponível em:https://periodicos.ufes.br/conel/article/view/2014/1526

Bakhtin, na tentativa de conceber a noção de língua e compreender sua realidade fundamental, bem como seu modo de existência, afirma que a língua deve ser entendida: 
Alternativas
Q3076715 Linguística
Entender a língua como discurso significa não ser possível desvinculá-la de seus falantes e de seus atos, das esferas sociais, dos valores ideológicos que a norteiam. Por isso que, no conceito de língua, vista como objeto da linguística, não há e nem pode haver quaisquer relações dialógicas (dialogismo), pois elas são impossíveis entre os elementos no sistema da língua (entre os morfemas, as palavras, as orações etc.), entre os elementos da língua no texto.
Fonte:https://periodicos.ufes.br/conel/article/view/2014/1526

A partir desse contexto, pode-se afirmar que, no conceito de língua, vista como objeto da linguística, não há e nem pode haver quaisquer relações dialógicas (dialogismo), pois elas são impossíveis mesmo entre: 
Alternativas
Q3076714 Linguística
O que faz do texto um enunciado, na concepção bakhtiniana, é ele ser analisado na sua integridade concreta e viva (ou seja, consideram-se os seus aspectos sociais como constitutivos), e não como objeto da linguística do texto de vezo mais imanente.
Disponível em:https://periodicos.ufes.br/conel/article/view/2014/1526

Com isso não se quer dizer que Bakhtin não reconheça a legitimidade do estudo do texto visto como fenômeno puramente linguístico ou textual, mas sua orientação caminha para outra direção, a de encarar o texto como: 
Alternativas
Q2404503 Linguística

O texto abaixo é base para responder às questões de 6 a 10:


Texto 02


Aprenda a identificar phishings e não caia mais em golpes


Reconhecer os novos contos do vigário pode impedir que criminosos tenham acesso a informações como senhas bancárias e dados de cartões de crédito.

Um e-mail que surge repentinamente na caixa de entrada, de um remetente desconhecido, com um endereço eletrônico sem sentido e uma mensagem duvidosa. Esta é a descrição de um phishing.

Golpes que se aproveitam do infinito mar de possibilidades chamado internet, os phishings, literalmente pescam dados de usuários desatentos, que caem no conto do vigário virtual.

A pesca, neste caso, é sinônimo de roubo. Os crackers, através de e-mails, persuadem o internauta a acreditar que ganhou viagens, prêmios ou que precisa recadastrar senhas para não perder contas.

Diferente de outros golpes, os phishings não trazem anexos. Do e-mail, o usuário é levado a clicar em um link. O objetivo do cracker é um só: roubar informações pessoais do usuário e utilizá-las ilegalmente.

Inspirado no inglês “fishing”, que significa pescar, a prática ilegal compete aos crackers a mesma função dos pescadores, que jogam a isca para conseguir o máximo de peixes.

[...]

Transferida para a internet, a modalidade de golpe recebeu o batismo “phish" em 1996, por um grupo de hackers, o alt.2600. A inspiração veio do roubo de contas e scams de senhas de usuários da America Online. As contas com informações roubadas foram apelidadas de “phish", O termo, um ano depois, já constava no dicionário de linguagem cracker.

[...]

O principal alvo de phishings são instituições financeiras, com 84% dos ataques. No Brasil, a técnica é líder entre os crackers para fazer vítimas.

"Os bancos brasileiros sofrem com phishings mais que os de outros países”, conta Paulo Vendramini, gerente de engenharia de sistemas da Symantec, que explica que as instituições não liberam dados específicos sobre a quantidade de ataques.

Mensagens complicadas e longas, jamais. Os criminosos utilizam textos simples para disseminar phishings. “O e-mail é também chamativo para que se clique rapidamente no link”, explica Vendramini.

Avisados que usuários evitam abrir anexos (especialmente de desconhecidos), os crackers driblam este alerta através do envio de um link, geralmente com um endereço que parece confiável, como o de um banco ou de outra organização séria.

[...]

Se eles são tão espertos, como identificar estas fraudes? “É cada vez mais imperceptível, mas às vezes acontece de ter erros de português”, revela Vendramini. “O principal erro das pessoas é não prestar atenção aos detalhes”, diz o engenheiro. Por impulso, o usuário abre um link que parece inofensivo e cai na armadilha.

As dicas do especialista, para não cair no golpe, são simples: não abrir e-mails de desconhecidos, prestar muita atenção ao texto, que pode conter erros de português e observar a URL para saber se o site indicado é o mesmo de destino. [...]

Por Lygia de Luca, repórter do IDG Now! Disponível em https://pcworld.com.br/idgnoticia2007-06-185231719438/.

Na sentença “A pesca, neste caso, é sinônimo de roubo”, temos, em relação aos signos linguísticos em destaque:

Alternativas
Q2404342 Linguística

Trata-se da menor unidade significativa linguística, ou seja, uma função que une um significante e um significado:

Alternativas
Q2404340 Linguística

Os estudos linguísticos podem ser feitos em diferentes níveis, sendo cada um responsável por parte do sistema linguístico. Dessa forma, os níveis de análise linguística são:

Alternativas
Q2372589 Linguística
GRAMÁTICA: A QUEM SERÁ QUE SE DESTINA


         Faz um bom tempo já que se firmou entre os pesquisadores da área da educação linguística a convicção de que a função primordial da escola, no que diz respeito à pedagogia de língua materna, é promover o letramento de seus aprendizes. E para essa promoção do letramento, as atividades fundamentais são a leitura e a escrita, com foco na diversidade de gêneros textuais que circulam na sociedade.

           Além da leitura e da escrita, também tem espaço em sala de aula para a reflexão sobre a língua e a linguagem. Essa reflexão deve ser feita primordialmente através das chamadas atividades epilinguísticas, aquelas que não recorrem à nomenclatura técnica (a metalinguagem), de modo a permitir o percurso uso→reflexão→uso. Isso, logo de saída, implica que tais atividades só podem ser feitas a partir de textos autênticos, falados e escritos, dos quais se possa depreender o funcionamento da língua na construção dos sentidos. O enfoque deve ser, portanto, essencialmente semântico-pragmático-discursivo: as reflexões sobre os aspectos especificamente gramaticais precisam ser lançadas contra esse pano de fundo semântico-pragmático-discursivo, de modo a conscientizar o aprendiz de que os recursos disponíveis na língua são ativados essencialmente para a produção de sentido e a interação social.

         É do uso que se depreende a gramática, é do discurso que se chega nas regularidades (sempre instáveis e provisórias) da língua – uma distinção, é claro, que tem aqui uma perspectiva apenas pedagógica, já que na prática social mais ampla discurso e sistema (ou uso e gramática) interagem sem cessar, são indissociáveis, tanto quanto o oxigênio e o hidrogênio da água: são os usos frequentes e regulares de determinada forma linguística que acabam por transformá-la em regra gramatical, assim como são as regras gramaticais as condicionadoras dos usos linguísticos. Dado que só existe língua se existirem falantes dessa língua, ou seja, só existe língua em uso, a prática da linguagem como atividade constitutiva da própria natureza humana (natureza cognitiva e sociocultural) é que ditará os rumos da língua, num processo cíclico e permanente, que só se interrompe quando e se deixarem de existir falantes da língua.


BAGNO, Marcos. Gramática Pedagógica do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2012, pp. 19-20. 
No fragmento “O enfoque deve ser, portanto, essencialmente semântico-pragmático-discursivo: as reflexões sobre os aspectos especificamente gramaticais precisam ser lançadas contra esse pano de fundo semântico-pragmático-discursivo [...]”, faz-se referência a determinadas esferas de análise da língua. Em linhas gerais, sobre os aspectos semântico e pragmático da língua, é correto afirmar que
Alternativas
Q2134847 Linguística
Dentro da comunicação formal, a função de linguagem orientada para o destinatário, que constitui o receptor como o centro de interesse da mensagem, é a função
Alternativas
Q2111426 Linguística
Considere as afirmativas abaixo.
I. As práticas corporais podem ser compreendidas como meios de comunicação com o mundo. II. A prática corporal é uma produção textual da gestualidade, ou seja, da linguagem corporal. III. Enquanto textos produzidos pela gestualidade, as práticas corporais constituem-se em elementos da identidade cultural.
É correto o que consta de 
Alternativas
Q2105181 Linguística
Qual linguista norte-americano é considerado o fundador da sociolinguística variacionista, cuja origem está em suas pesquisas que tratam da variação e das mudanças linguísticas?
Alternativas
Q2105163 Linguística
Em referência aos tipos de gramáticas, observe as definições seguintes segundo Houaiss (2009) e associe a primeira coluna à segunda, a fim de relacionar cada tipo de gramática a sua definição. Em seguida, assinale a opção que estabelece corretamente a sequência numérica de cima para baixo.
(1) Gramática comparativa (2) Gramática descritiva (3) Gramática gerativa (4) Gramática histórica (5) Gramática  prescritiva


(___) Corresponde à descrição de uma língua a qual utiliza regras formalizadas, que constituem um conjunto de instruções inteiramente explícitas, aplicáveis mecanicamente e capazes de gerar todas as frases gramaticais de uma língua e nenhuma agramatical.
(___) Trata-se de uma gramática sincrônica de uma língua, feita no modelo da gramática tradicional.  (___) Seu objetivo é estabelecer normas de uso de uma língua e determinar aquilo que não se deve usar, tomando como parâmetro a variante linguística das pessoas cultas e dos bons escritores. (___) Coteja duas ou mais línguas ou dois estágios de uma mesma língua, confrontando suas estruturas fonéticas e morfológicas. (___) Representa o estudo das mudanças sucessivas dos sistemas (fonético, morfológico, gramatical) de uma língua. 
Alternativas
Q2102011 Linguística
A primeira das concepções de linguagem está diretamente ligada ao conceito de língua literária que era usada pelos grandes filólogos gregos para escrever regras que deveriam ser empregadas por aqueles que produziam obras clássicas. A origem do termo Gramática Tradicional está ligada diretamente a essa concepção que concebe a linguagem como mera expressão do pensamento.
Segundo essa visão, o contexto de produção do ato comunicativo não exerce nenhum tipo de influência na linguagem, pois:
Alternativas
Q2081892 Linguística
No tocante à obra de Marcuschi (Da Fala para a Escrita), julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A língua, seja na sua modalidade falada ou escrita, reflete, em boa medida, a organização da sociedade. II – Assim como a fala não apresenta propriedades intrínsecas negativas, também a escrita não propriedades intrínsecas privilegiadas. III – Do ponto de vista cronológico, a fala tem uma grande precedência sobre a escrita, mas do ponto de vista do prestígio social, a escrita é vista como mais prestigiosa que a fala.
Alternativas
Q2048984 Linguística
Sintaxe
É a parte da Gramática que estuda a palavra, não em si, mas em relação às outras, que, com ela, se unem para exprimir o pensamento. É o capítulo mais importante da Gramática, porque, ao disciplinar as relações entre as palavras, contribui de modo fundamental para a clareza da exposição e para a ordenação do pensamento.
A partir desta informação, marque a alternativa que destaque a importância do estudo da sintaxe.
Alternativas
Q2038288 Linguística
Entendendo a língua como forma de interação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2038284 Linguística
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre análise e reflexão linguística.
( ) A análise linguística, ao lado da leitura e produção textual, designa uma das práticas estruturadoras do ensino de português.
( ) A análise linguística é um termo novo, pouco explorado ainda, e que surgiu na década de 80. Consiste em um trabalho de reflexão metalinguística sobre os recursos expressivos da língua e das operações discursivas realizadas no uso da linguagem.
( ) A análise linguística coaduna-se com uma concepção de linguagem como forma de interação. Essa concepção diz que na produção, do enunciado também estariam em jogo as circunstâncias de sua produção, além de sua construção propriamente dita.
( ) A partir da introdução da análise linguística em gêneros textuais, surge a proposta de não mais ser necessário ensinar gramática. O foco torna-se a leitura e a produção de textos.
( ) Com a prática da análise linguística, os mesmos conteúdos elencados nas gramáticas normativas conhecidas são transmitidos, só que com metodologias diferenciadas.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
921: D
922: C
923: A
924: B
925: C
926: D
927: E
928: A
929: B
930: E
931: B
932: A
933: D
934: D
935: B
936: B
937: E
938: D
939: B
940: C