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Questões de Concurso Comentadas sobre linguística

Questões Discursivas

Foram encontradas 1.131 questões

Q3768237 Linguística
Sobre a implantação da oralidade como prática escolar, é correto afirmar que
Alternativas
Q3768231 Linguística
No que diz respeito à noção de referência, assinale a afirmação verdadeira. 
Alternativas
Q3765436 Linguística
Com base nos fundamentos teóricos da linguística do enunciado e do dialogismo, bem como nas distinções entre enunciação e enunciado propostas pela linguística moderna, assinale a alternativa que apresenta a interpretação coerente com os postulados de Bakhtin e Benveniste quanto ao caráter interacional da linguagem.
Alternativas
Q3765435 Linguística
Em morfologia, estudam-se as unidades básicas significativas da língua — os morfemas (como radical, desinências etc.) — que constituem os vocábulos, definindo-os e descrevendo-os. Além disso, a morfologia dedica-se ao estudo das classes de palavras. Nesse contexto, o morfema é a menor unidade significativa de que se compõem os vocábulos.
Destarte, complementa-se essas informações considerando que os morfemas agrupam-se em dois grandes blocos: 
Alternativas
Q3765434 Linguística
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona ramos da Linguística com aspectos centrais de sua constituição epistemológica, considerando os métodos de abordagem, os objetos privilegiados e os regimes de análise adotados.
Primeira coluna: Ramo da Linguística
1.Linguística Cognitiva
2.Linguística Histórica
3.Linguística Antropológica
Segunda coluna: eixo teórico-conceitual
(__)Investiga as transformações formais das línguas em tempos diversos a partir de regularidades sistemáticas e propõe reconstruções hipotéticas de estados linguísticos não documentados.
(__)Parte do princípio de que o sentido não é independente da experiência sensório-motora do falante, integrando metáfora conceitual, prototipicidade e esquemas imagéticos à análise gramatical.
(__)Considera a linguagem como prática social situada, mobilizando categorias culturais e performáticas para descrever os modos de fala em diferentes comunidades humanas.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3765427 Linguística
Analise as afirmações a seguir à luz dos estudos linguísticos contemporâneos e da gramática descritiva.
I. "A linguagem não é apenas a veste do pensamento, mas sua própria matéria."
II."Falar é agir sobre o outro: ao dizer, o falante altera a situação do interlocutor."
Assinale a análise que está de acordo com às concepções de linguagem envolvidas nessas afirmações e sua relação com a atuação da linguagem na constituição da realidade. 
Alternativas
Q3765422 Linguística
Com base nas teorias linguísticas contemporâneas sobre os modos de reflexão da linguagem sobre si mesma, julgue as afirmativas a seguir.
I.O epilinguismo é caracterizado por manifestações espontâneas e não sistematizadas de consciência linguística, frequentemente observadas durante a aquisição da linguagem, em que o falante opera sobre a estrutura da língua sem intencionalidade reflexiva.
II.O metalinguismo pressupõe uma operação deliberada de análise da linguagem por meio da própria linguagem, sendo típico de discursos técnicos, definidores ou normativos, nos quais a língua se volta conscientemente sobre suas unidades e regras.
III.A distinção entre epilinguismo e metalinguismo reside essencialmente no tipo de código utilizado: o primeiro opera com linguagem não verbal e o segundo, com linguagem verbal, sendo, por isso, o metalinguismo mais limitado em contextos pragmáticos.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3764954 Linguística
Em relação às teorias linguísticas e os Parâmetros Curriculares Nacionais, assinale a alternativa que preenche a lacuna a seguir corretamente:

“O domínio da língua tem estreita relação com a possibilidade de plena participação social, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento. Assim, um projeto educativo comprometido com a democratização social e cultural atribui à escola a função e a responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso aos __________ necessários para o exercício da cidadania, direito inalienável de todos.”
Alternativas
Q3764424 Linguística
Assim como as línguas orais, a Libras apresenta variações linguísticas que podem ocorrer em diferentes níveis (fonológico, lexical, sintático). Considerando o fenômeno da variação, assinale a alternativa correta sobre o regionalismo na Libras.
Alternativas
Q3759060 Linguística
Metáfora, metonímia, hipálage, catacrese e zeugma compõem repertório retórico clássico (Lausberg). Na sociolinguística, a norma-padrão é variedade de prestígio, não ontologicamente superior (Labov; Bagno). Silepses operam concordância lógica, não gramatical.

Assinale a alternativa correta conforme retórica e sociolinguística.
Alternativas
Q3758789 Linguística
Conforme Wardhaugh (2010) explica que a variação linguística não deve ser vista como um objeto abstrato, mas como parte essencial do entendimento das normas de comportamento linguístico. A partir dessa assertiva, o que pode ser inferido quanto ao papel da variação linguística na aprendizagem em língua inglesa?
Alternativas
Q3751705 Linguística
"Na perspectiva da _________, o foco da análise linguística desloca-se da ideia de correção normativa para a compreensão dos usos reais da língua por diferentes grupos sociais, considerando os condicionamentos históricos, regionais, situacionais e estilísticos que influenciam a produção linguística."

Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
Alternativas
Q3751701 Linguística
A partir dos pressupostos teóricos sobre linguagem, discurso e enunciado, identifique a alternativa que apresenta um posicionamento compatível com os estudos da linguagem sob uma perspectiva enunciativa e discursiva:
Alternativas
Q3744208 Linguística

Texto 1: Conceitos de Gramática



    A palavra gramática sempre nos leva a pensar nos manuais utilizados na escola, cheios de regras e exceções. Este é realmente um tipo de gramática entre outros. Antes, porém, de pensarmos em gramática como um compêndio que traz algum tipo de informação sobre determinada língua, é preciso lembrar um conceito de gramática que se sobrepõe a todos os outros. É aquilo que se costuma chamar de gramática internalizada, cuja aquisição se dá de forma natural, durante a infância, à medida que a criança é exposta aos dados de sua língua materna no meio em que é criada.

    Ao final do processo de aquisição, por volta dos cinco anos, a criança tem todos os valores de sua gramática fixados. Embora seu desempenho revele aspectos da fala que lhe serviu de fonte (de seus pais, parentes, cuidadores, etc., tais como supressões ou inserções de segmentos, como em “made[y]ra”, “do[w]ze”, “na[y]scimento”, “os menino[s]”, “eles me contou[contaram]”), todos adquirem as mesmas propriedades abstratas, no que se refere, por exemplo, à ordem dos constituintes dentro do sintagma nominal, dentro da oração, dentro do período; à constituição silábica; ao conjunto de melodias de sua língua; entre outros aspectos. Ninguém diz “menino o”; “você no viu cinema o João”; “o filme foi bom eu vi ontem que”. Todo falante do português rejeita essas estruturas, sabe que elas não são estruturas gramaticais, e esse conhecimento se constrói naturalmente.

    O contato com a escola e a leitura, caso o indivíduo tenha essa oportunidade, pode viabilizar o contato com outras estruturas e levá-lo, através da “aprendizagem”, a utilizar formas que não fazem parte da sua língua interna, mas que podem aparecer quando ele escreve ou quando monitora/controla sua fala em situações mais formais.

    Já os compêndios gramaticais apresentam um modelo de gramática que continua uma tradição gramatical europeia, pautada no modelo iniciado por gregos e continuado pelos romanos, que buscavam descrever a língua de sincronias mais antigas, que surgia em textos indecifráveis. Essas descrições eram feitas com base nos autores considerados “clássicos” e procuravam tomar como modelo de “bom uso” a gramática de sincronias anteriores. Essa tradição continuou durante a Idade Média, ainda que se renovando no Renascimento, quando as línguas vernáculas da România se impuseram naturalmente sobre o latim, mas a origem do modelo, a inspiração nos “clássicos”, nas sincronias mais antigas, perdurou.

    Em geral, nos referimos a essas gramáticas chamadas “tradicionais” (justamente porque remontam a uma tradição milenar) como normativas, esquecendo que elas são igualmente descritivas. É fácil perceber quando o gramático deixa de “descrever” e passa a elencar as “normas”. Costuma-se cobrar das gramáticas mais antigas uma consistência teórica de que não se dispunha quando da sua preparação. Muitas delas, entretanto, têm sido reeditadas sem incorporar os avanços dos estudos linguísticos e sem atualizar os dados relativos ao uso normal da escrita.

    Deixando de lado a descrição presente em nossas gramáticas tradicionais (sem esquecer que elas continuam a ser o ponto de partida das descrições linguísticas atuais) e voltando às normas que elas recomendam como reveladoras do bom uso da língua, é evidente que há uma imensa defasagem entre o que ali aparece e o que se pratica efetivamente na escrita contemporânea – seja porque algumas delas nunca fizeram parte da gramática do português do Brasil escrito, seja porque outras caíram em desuso, sendo substituídas por novos usos, novas normas. É preciso esclarecer um ponto: por escrita-padrão, entendem-se aqui as variedades de escrita veiculada em jornais e revistas de ampla circulação, em trabalhos acadêmicos, enfim a escrita produzida por indivíduos escolarizados e com contato frequente com a escrita. É preciso ainda lembrar que essa língua escrita não é uniforme. Embora em menor escala do que a fala, ela também apresenta significativa variação. E, a depender do gênero textual, muitos aspectos gramaticais da fala já ganham espaço na escrita.

    Ao longo de todo o século XX, as diferenças entre fala e escrita eram atribuídas a uma oposição formal versus informal. Lembre-se de que os gramáticos que chegaram a ver o florescimento da linguística não estavam ainda convencidos da precedência da fala sobre a escrita. Isso criou uma grande distância entre fala e escrita, e só os indivíduos que passam pela escola podem aprender formas ausentes da “primeira gramática” e “mudar de gramática” em situações mais formais.

    Isso tem sido confundido com adequação de linguagem, geralmente ilustrada com exemplos que mais se referem à polidez no tratamento, ao maior ou menor nível de educação do falante, do que propriamente à adequação. Um dos exemplos mais frequentes para os que desejam argumentar em favor da adequação linguística são as conversas depois de um jogo de futebol em oposição a uma comunicação num congresso. Colocam um indivíduo numa mesa de bar usando xingamentos para se referir ao juiz, naturalmente injusto com seu time por ter expulsado um jogador de campo. Ora, é óbvio que em qualquer lugar do mundo o torcedor faria o mesmo. Acontece que o exemplo dado no Brasil acompanha o xingamento ao juiz com um “mandou ele pra fora do campo” e atribui o uso de “ele” ao contexto informal. Na mesma situação, um indivíduo português, independentemente do seu nível de escolaridade, xingaria igualmente o juiz e acrescentaria, sem maiores problemas, “mandou-o para fora do campo”. Há aqui duas gramáticas diferentes: a do português do Brasil e a do português de Portugal.

    Outra forma equivocada de explicar “adequação linguística” é afirmar que, “assim como ninguém vai a um casamento de biquíni”, não se pode aprovar certos usos gramaticais em determinadas circunstâncias. Uma pessoa minimamente educada não vai a um casamento de biquíni, mas fala “eu vi ele ontem”, “teve baile ontem”, entre outras formas da gramática brasileira. Só um falante escolarizado ou com um longo contato com a leitura, portanto muito treinado, é capaz de monitorar sua fala a tal ponto de conseguir fazer essa “mudança de gramática”, que não se confunde com o uso de gírias, palavrões ou expressões inadequadas a determinados contextos.

    Portanto, é preciso ter muito cuidado com os exemplos que confundem adequação de linguagem (no sentido de cortesia, boa educação, se o momento pede, ou desembaraço, desabafo, irreverência, se o momento é descontraído) com mudança de gramática. Melhor seria, pois, abandonar o termo adequação, substituindo-o por mudança de gramática. E qualquer falante, com ou sem escolaridade, sabe se comportar de acordo com o contexto embora não possa mudar de gramática, o que não o torna “inadequado”.



Adaptado de DUARTE, M. E. L.; SERRA, C. R. S. Gramática(s), ensino de português e “adequação linguística”. Matraga, Rio de Janeiro, v. 22, nº 36, jan./jun. 2015.

A noção de gramática internalizada, referida pelas autoras, pode ser associada, originalmente, a um campo teórico dos estudos de linguagem de caráter: 
Alternativas
Q3739633 Linguística

Leia o Texto 6 para responder à questão.


Texto 6


El término gramática es utilizado hoy en varios sentidos, de los cuales interesan aquí especialmente dos. En el más estricto, la gramática es la parte de la lingüística que estudia la estructura de las palabras, las formas en que estas se enlazan y los significados a los que tales combinaciones dan lugar. En el más amplio, la gramática comprende, además de todo lo anterior, el análisis de los sonidos del habla, que corresponde a la fonética, y el de su organización lingüística, que compete a la fonología. En el primero de los dos sentidos que se han introducido, la gramática se divide en dos subdisciplinas: la morfología se ocupa de la estructura de las palabras, su constitución interna y sus variaciones; a la sintaxis corresponde el análisis de la forma en que se combinan y se disponen linealmente, así como el de los grupos que forman. Como se ha señalado, también es objeto de la gramática el estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas. La duplicidad de sentidos a la que se alude al comienzo de este apartado se refleja en el hecho de que unas veces se usa el término gramática para hacer referencia a todas las disciplinas mencionadas, mientras que en otras ocasiones este término designa solo el conjunto formado por la morfología y la sintaxis.


REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA LENGUA ESPAÑOLA. Nueva gramática de la lengua española. Disponível em: https://www.rae.es/gramática/cuestiones-generales/introducción. Acesso em: 9 out. 2025.


No trecho “estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas”, o texto faz referência à
Alternativas
Q3739608 Linguística
A análise linguística/semiótica está prevista na BNCC como eixo de Língua Portuguesa. A respeito desse eixo, analise as sentenças:

I.Envolve os procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise e avaliação consciente, durante os processos de leitura e de produção de textos, das materialidades dos textos, responsáveis por seus efeitos de sentido, seja no que se refere às formas de composição dos textos, determinadas pelos gêneros e pela situação de produção, seja no que se refere aos estilos adotados nos textos, com forte impacto nos efeitos de sentido.
II.No que diz respeito à linguagem verbal oral e escrita, as formas de composição dos textos dizem respeito à coesão, coerência e organização da progressão temática dos textos, influenciadas pela organização típica (forma de composição) do gênero em questão.
III.No que tange ao estilo, serão levadas em conta as escolhas de léxico e de variedade linguística ou estilização e alguns mecanismos sintáticos e morfológicos, de acordo com a situação de produção, a forma e o estilo de gênero.

Sobre a análise linguística/semiótica no ensino de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, está correto o que se apresenta em:
Alternativas
Q3739362 Linguística
Analyze the statements below about the components of linguistic knowledge:

I.Morphology deals with the structure and formation of words.
II.Semantics focuses on how context influences the intended meaning of utterances.
III.Syntax studies how words combine to form sentences.

It is correct what is stated in:
Alternativas
Q3728583 Linguística
No célebre texto “O aparelho formal da enunciação”, Émile Benveniste afirma que:

“A língua não é senão possibilidade de língua. Depois da enunciação, a língua é efetuada em uma instância do discurso, que emana de um locutor, forma sonora que atinge um ouvinte e que suscita uma outra enunciação de retorno. [...] A referência é parte integrante da enunciação.” (Benveniste, E. Problemas de Linguística Geral II. 2 ed. Campinas: Pontes Editores, 2006, p. 83-84).

Em conformidade com essa concepção, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3725352 Linguística

Texto 2: A Linguística e o Ensino da Língua Portuguesa no Brasil: Uma Visão Crítica

 

O ensino da Língua Portuguesa, é praticamente um consenso no meio educacional brasileiro, apresenta-se, em geral, insatisfatório, improdutivo, não propiciando a formação de leitores e produtores textuais proficientes, afinal, o seu objetivo central. Que interesse, que estímulo pode ter, então, tal ensino para professores e alunos? A não ser para professores que se rejubilem, se sintam realizados, só porque suas turmas estão classificando com acerto, por exemplo, as orações coordenadas, numa prática, não obstante, frequentemente mecânica. A simples presença de um “mas”, numa frase, conduziria o aluno ao emprego do termo gramatical correspondente: oração coordenada adversativa.

Trata-se, evidentemente, de uma análise que, se bem que seja útil como meio de comprovação, mostra-se insuficiente, redutora, muitas vezes, na apreensão do sentido da oração na frase em que ocorre. Procedendo deste modo, teríamos análises idênticas para a oração coordenada em frases como “Ele agrediu o vizinho, mas foi por justa causa” e “Foi por justa causa, mas ele agrediu o vizinho”, quando, na verdade, a estruturação semântica das duas é oposta, porque os pontos de vista argumentativos são opostos. Em uma análise gramatical plena, deve-se apreender sempre o intento, o sentir do falante, de maneira a distinguir acepções textuais ou sentidos diversos, como no caso do “mas”, em enunciados com as mesmas unidades linguísticas.

Convive-se, desta maneira, com um ensino que, em geral, não cultua a prática reflexiva da língua, o seu domínio, em suas variedades e em seus modos diversos de dizer, que não motiva, assim, o gosto pelo seu estudo, pela leitura compreensiva de seus textos e pela produção constante destes, compartimentado em aulas de redação, aulas de exercícios de gramática normativa, ou descritiva, e aulas de leitura, que parece longe, cada vez mais, de contribuir, por exemplo, para o florescer do sentimento poético dos estudantes, tão fundamental na formação de uma cidadania integral.

Lamentável tal situação, quando se tem a compreensão de a linguagem ser imprescindível para a definição do homem. Possuidor da palavra é que o homem torna-se senhor do mundo da natureza e do mundo dos espíritos, como enfatiza o instigante linguista italiano Antonino Pagliaro, ou, como assevera Coseriu, a linguagem é o primeiro fenômeno da liberdade do homem (...). O homem vive em um mundo linguístico que ele mesmo criou como ser histórico. Pode-se ter objeto mais fascinante de estudo?

Ao fazer, já ao final do curso de graduação, indagações aos alunos sobre aspectos básicos do fenômeno linguístico, tinha, frequentemente, surpresas desagradáveis (por exemplo, a gíria ser identificada como linguagem desleixada, ou com a fala de quem não tem bom domínio da língua). Como é profundamente constrangedor, já ressaltei em outro texto, ouvir um professor de português opinar sobre assuntos linguísticos correntes como se leigo fosse, através, por exemplo, de julgamentos como “o português é uma língua complexa e de aquisição difícil”.

CARLOS EDUARDO FALCÃO UCHÔA

Adaptado de revistaconfluencia.org.br.
Em uma análise gramatical plena, deve-se apreender sempre o intento, o sentir do falante, de maneira a distinguir acepções textuais ou sentidos diversos, como no caso do “mas”, em enunciados com as mesmas unidades linguísticas. (2º parágrafo)
Na frase, enfatiza-se a articulação entre elementos constitutivos da linguagem, que podem ser denominados:
Alternativas
Q3712131 Linguística
According to Bakhtin and Voloshinov, language should primarily be understood as:
Alternativas
Respostas
281: D
282: D
283: D
284: B
285: D
286: A
287: B
288: A
289: B
290: C
291: A
292: A
293: D
294: A
295: B
296: E
297: B
298: B
299: A
300: B