Questões de Concurso Sobre fundamentos da linguística em linguística

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Q1293674 Linguística
Assinale a alternativa incorreta sob a visão de Saussure a respeito da língua.
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Q1278223 Linguística
De acordo com a obra de Rodrigues e Pedrosa (2018, p. 3), o linguista americano que em 1960, atribuiu o status de língua para as línguas de sinais através do estudos acerca da Língua Americana de Sinais (ASL) foi:
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Q4397637 Linguística
Segundo QUADROS e KARNOPP, analisar os itens abaixo:

I. As línguas de sinais são consideradas línguas naturais e, consequentemente, compartilham uma serie de características que lhes atribui caráter específico e as distingue dos demais sistemas de comunicação.
II. A língua de sinais brasileira, assim como as outras línguas de sinais, não é produzida pelas mãos, mas somente por movimentos do corpo e da face.
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Q4367857 Linguística

Leia com atenção o texto sobre linguagem:



I- A linguagem é uma atividade humana que, nas representações de mundo que constrói, revela aspectos históricos, sociais e culturais; 


II- É por meio da linguagem que o ser humano organiza e dá forma às suas experiências;


III- O uso da linguagem ocorre na interação social e pressupõe a inexistência de interlocutores.  



Indique a alternativa correta quanto ao contexto apresentado:

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Q4367581 Linguística
Em sentido amplo, a “Linguagem” pode ser definida como: 
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Q4358618 Linguística
É uma maneira estruturada e organizada com base em determinados princípios para representação da fala. Há ___________ que representam o significado das palavras e há aqueles que representam os sons da língua, sua “pauta sonora”. Nosso ______________ (chamado de “alfabético” ou “alfabético-ortográfico”) representa “sons” ou fonemas, em geral cada “letra” correspondendo a um “som” e vice-versa.
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Q4357795 Linguística
Acerca de conotação e denotação só não podemos afirmar:
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Q4357794 Linguística
No ensino da Língua, o professor deve considerar, de acordo com teóricos do campo da linguística como Bakhtin, Saussure e Bagno, cujas pesquisas são aportes teóricos adotados pelas instituições de ensino da área de Letras no Brasil, todos os aspectos abaixo elencados, exceto: 
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Q1999766 Linguística

Analise a correlação entre as concepções de língua abaixo e a palavra ou expressão que as representa.


1. Concepção estruturalista – oralidade


2. Concepção instrumental – código


3. Concepção cognitivista – gramática normativa


4. Concepção sociointeracionista – interlocução


A correlação está CORRETA em: 

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Q1999765 Linguística

TEXTO 1 


De acordo com as diferentes posições existentes, pode-se ver a língua: 


a) como forma ou estrutura – um sistema de regras que defende a autonomia do sistema diante das condições de produção (posição assumida pela visão formalista);


b) como instrumento – transmissor de informações, sistema de codificação (posição assumida pela teoria da comunicação);


c) como atividade cognitiva – ato de criação e expressão do pensamento, típica da espécie humana (representada pelo cognitivismo);


d) como atividade sociointerativa situada – a perspectiva sociointeracionista relaciona os aspectos históricos e discursivos.


MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008, p.59. Excerto adaptado



No Texto 1, Marcuschi apresenta diferentes concepções de língua. Acerca dessas concepções, assinale a alternativa CORRETA.. 

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Q1999757 Linguística


A língua que nos separa 


(01) Dia desses, no Facebook, o linguista português Fernando Venâncio desabafou: “Poucas coisas me irritam tanto como o antibrasileirismo primário e militante que encontro por estas paragens”. Referia-se ao antibrasileirismo linguístico, marca bandeirosa da cultura lusitana.


(02) Qualquer escritor brasileiro que tenha lançado livros em Portugal nas últimas décadas (sou um desses) sabe o que Venâncio quer dizer. As portas que Jorge Amado escancarou de par em par no século passado se fecharam em algum momento sobre corredores cada vez mais estreitos e labirínticos.


(03) Sim, é claro que muitos editores, críticos, jornalistas e outros portugueses esclarecidos insistem em furar com brio essas defesas. Infiltrando-se nas brechas, porém, os brasileiros que se expressam por escrito logo se veem escalados pelos leitores comuns d’além-mar como representantes de uma versão menor, tosca e corrompida da língua “deles”. 


(04) Nas palavras de Venâncio, há em Portugal uma “desavergonhada altanaria perante os pretensos ‘erros’ de que o português brasileiro estaria inçado”. O linguista vê esse sentimento integrado ao senso comum, cultivado por “gente visivelmente de poucas letras, e poucas luzes”. Refere-se a ele como “assustador”.


(05) Eu prefiro o adjetivo “triste”. Assustador é constatar que um antibrasileirismo tão pimpão e ignorante quanto o luso viceja aqui também. Como reclamar do insulto de nos negarem em terra estrangeira o direito de gozar livremente de algo tão pessoal e profundo quanto a língua materna, sem ouvir sermões abestalhados sobre algum ideal platônico de gramática? Negamos a mesma coisa por conta própria, o que é bem pior.


(06) Parte dessa dissonância é comum às línguas imperiais. A relação de amor e ódio entre o inglês britânico e o americano é tema do recém-lançado “The Prodigal Tongue” (A língua pródiga), de Lynne Murphy, linguista americana que mora e leciona na Inglaterra. Ela identifica em seus compatriotas um “complexo de inferioridade verbal” e, nos britânicos, o que chama de “amerilexofobia”, a versão esnobe a americanismos.


(07) Nada tão diferente assim do que se vê no universo da língua portuguesa ou da espanhola. Ex-colônias crescidinhas e ex-impérios em queda vão sempre se emaranhar em teias complicadas de amor e ódio, admiração e desprezo. Contudo, vale atentar para a diferença que Venâncio, repetindo no post-desabafo o que já defendeu em livros, aponta entre os projetos linguístico-coloniais de Lisboa e de Madri.


(08) “No Brasil, Portugal abandonou a língua portuguesa à sua sorte. E ainda bem! Pense-se na uniformidade lexical, gramatical e ortográfica que a Espanha impõe como ideal à América de fala espanhola”, escreve o linguista, concluindo que “o Português Brasileiro pôde desenvolver em invejável liberdade a sua norma, e vive bem nela”.


(09) O texto termina exigindo, ainda que de forma jocosa, gratidão: “E venha daí um ‘obrigadinho’ a este Portugal que, oh felicidade, nunca teve um projecto linguístico, nem cultural, para o seu Império”.


(10) Muito bem, mas não estou tão certo de que o deus-dará cultural seja algo que devemos agradecer. Seria necessário investigar primeiro até que ponto se funda nele a ridícula autoestima linguística que leva o brasileiro médio a situar nosso português três degraus abaixo do português europeu, e este, pelo menos sete palmos abaixo do inglês. Sérgio Rodrigues Escritor e jornalista, autor de “O Drible” e “Viva a Língua Brasileira”.

Sérgio Rodrigues

Escritor e jornalista, autor de “O Drible” e “Viva a Língua Brasileira”.


COMENTÁRIOS


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1. O brasileiro está cada vez mais distante da língua portuguesa (ou do português brasileiro); basta ler o que se escreve nos jornais, revistas e em qualquer outro meio que se utiliza da língua escrita. Lê-se pouco, fala-se muito e agride-se demais a Última Flor do Lácio. (José Pucci)

2. Como defender o idioma português usando termos como "fake news"? (Jose Campos)

3. Recentemente vi o Paul McCartney num vídeo dizendo da reação de seu pai, ao ouvir o refrão ie, ie, ie em uma de suas músicas, quando ainda iniciava sua carreira. O velho achou que havia muitos "americanismos" desse tipo e aconselhou mudar para yes, yes, yes, pronunciando bem o "s". Nunca saberemos o que seriam dos Beatles se o conselho tivesse sido obedecido.


(José Cláudio) Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2018/07/a-lingua-que-nos-separa.shtml Acesso em: 10/11/2018. Adaptado. 

Releia o parágrafo a seguir.

Nas palavras de Venâncio, há em Portugal uma “desavergonhada altanaria perante os pretensos ‘erros’ de que o portuguêsbrasileiro estaria inçado”. O linguista vê esse sentimento integrado ao senso comum, cultivado por “gente visivelmente depoucas letras, e poucas luzes”. Refere-se a ele como “assustador”.

No referido trecho, o discurso de um brasileiro se entrelaça ao de um português. Para distinguir um discurso do outro, oleitor tem a sua disposição as seguintes marcas linguísticas: 


1. expressão introdutora do discurso alheio: Nas palavras de Venâncio;
2. aspas que separam o discurso citante do discurso citado;
3. vocabulário ‘diferente’ do comumente empregado no Brasil: altanaria  ➜ soberba; inçado    ➜ coberto;
4. flexão do termo “pouco”: poucas letras, poucas luzes.

São marcas linguísticas que distinguem um discurso do outro:
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Q1840827 Linguística
Sobre Linguística:
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Q1834159 Linguística
Uma perspectiva dicotômica entre as modalidades de uso da língua, que faz parte da tradição dos estudos linguísticos, na atualidade é contestada em razão da impossibilidade de
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Q1765592 Linguística
Nos últimos anos, houve grande abertura para a pluralidade de usos da linguagem no contexto escolar. Como consequência direta desse fenômeno, ocorreu uma mudança significativa na configuração dos materiais didáticos. Posts, chats, tweets, memes, gifs… O avanço crescente das tecnologias digitais de comunicação e informação confere às mais diversas práticas sociais novas configurações linguísticas, que lançam mão de multissemioses. Essas mudanças significativas trazem à tona um novo tipo de texto: _______________________________________ aquele cujo significado se realiza por mais de um código semiótico (texto escrito, imagem estática, vídeo, áudio etc.).
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Q1757320 Linguística
Nos estudos linguísticos, o termo polifonia representa a pluralidade ou multiplicidade de vozes presentes nos textos, que, por sua vez, estão fundamentados em outros. Nesse sentido, a polifonia está intimamente relacionada com a intertextualidade. Assinale a alternativa que apresenta o nome do linguista que criou o termo polifonia, sobretudo, após a análise de diversos romances do escritor russo Fiódor Dostoiévski.
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Q1748635 Linguística
Relacione as colunas sobre as diferenças entre fala e escrita na perspectiva da dicotomia: 1- Fala: 2- Escrita: ( ) contextualizada, dependente (de contexto), implícita, redundante. ( )descontextualizada , autônoma (em relação ao contexto), explícita, condensada. ( ) não-planejada ,imprecisa ,não-normatizada, fragmentária. ( ) planejada, precisa, normatizada, completa. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Q1748633 Linguística
Analise os contextos abaixo [1] Na linguística, a polifonia textual é uma característica dos textos em que estão presentes diversas vozes. Em outras palavras, a polifonia aponta a presença de obras ou referências que aparecem dentro de outra. [2] Nos estudos linguísticos, o termo polifonia foi criado pelo filósofo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975). Esse conceito representa a pluralidade ou multiplicidade de vozes presentes nos textos, que, por sua vez, estão fundamentados em outros. Assinale a alternativa CORRETA.
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Q1744663 Linguística
Assinale a alternativa correta quanto às semelhanças e diferenças entre escrita e oralidade:
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Q1744659 Linguística
São características da língua, exceto:
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Q1744658 Linguística
“ Capacidade que os seres humanos têm para produzir, desenvolver e compreender a língua e outras manifestações, como a pintura, a música e a dança.”
“Conjunto organizado de elementos que possibilitam a comunicação.” (Margarida Maria Taddoni Petter)
As definições acima conceituam, respectivamente:
Alternativas
Respostas
681: A
682: D
683: B
684: D
685: B
686: A
687: D
688: B
689: C
690: A
691: B
692: B
693: B
694: D
695: B
696: B
697: C
698: A
699: A
700: D