Questões de Concurso
Comentadas sobre papéis e responsabilidades do tradutor-intérprete em libras
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I. Não cabe ao intérprete se preocupar em ter o conhecimento do texto que será usado na sala de aula ou em qualquer outro evento; ll. O intérprete é responsável também por fazer a adequação (omissão) curricular, considerando-se esta ser uma estratégia para que todos caminhem no mesmo tempo durante a explanação do professor; lll. A troca de informações entre o intérprete e o professor, em nada interfere no envolvimento e desenvolvimento educacional dos surdos. lV. Participar no planejamento das aulas, visto que há uma necessidade de que o conteúdo seja ministrado da melhor forma possível.
Considere as afirmações abaixo sobre processos de tradução.
I - O profissional define o seu ritmo de acordo com o prazo.
II - O texto está disponível em um suporte físico ou virtual, o qual pode ser relido conforme a necessidade do profissional de tradução.
III- O produto final não deve passar por revisões e alterações antes da entrega ao cliente.
Quais estão corretas?
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
atentar para as especificidades da comunidade surda,
conduzindo e promovendo ações pontuais e ágeis para servi-la.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
respeitar a condição social e econômica dos que recebem
seus serviços, agindo com solidariedade e com a consciência
de que a liberdade de expressão é um direito social.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
priorizar o público surdo em detrimento do público ouvinte,
traduzindo apenas da língua oral para a LIBRAS, e não
da LIBRAS para a língua oral.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com parcialidade para garantir a fidelidade dos conteúdos
que lhe couber traduzir.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
atuar sem preconceito de origem, raça, credo religioso,
idade, sexo ou orientação sexual ou gênero.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com honestidade, o que constitui conduta suficiente
para garantir a proteção do sigilo das informações recebidas.
Em sala de aula, esses profissionais devem atuar não apenas como intérpretes, mas também como professores, pois, no meio escolar, cabe-lhes a responsabilidade de ensinar.
Em sala de aula, é conveniente que os tradutores e intérpretes da LIBRAS dominem pelo menos os seguintes eixos do saber: o linguístico, o discursivo, o disciplinar e o pedagógico.
Os professores intérpretes devem proporcionar aos alunos surdos a compreensão de conteúdos curriculares e de atividades acadêmicas, principalmente em sala de aula, no mesmo nível e complexidade que as recebem os demais alunos.
O intérprete educacional atua como profissional intérprete da LIBRAS no meio escolar, onde sua principal função é intermediar a comunicação entre equipe pedagógica e pais surdos.
Segundo Quadros (2004), são tradutores e intérpretes:
I – Professores de surdos proficientes em ambas as línguas, língua brasileira de sinais e língua portuguesa;
II – Filhos de pais surdos que comprovam fluência em Libras e em Língua Portuguesa, além de amplo conhecimento cultural e identitário da comunidade surda Brasileira;
III – Profissional que domina a língua de sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete;
IV – Profissional intérprete que tenha a formação específica na área de sua atuação (por exemplo, a área da educação);
V - Pessoas ouvintes que dominam a língua de sinais com convívio com a comunidade surda por mais de cinco anos.