Questões de Concurso Sobre revolução industrial em história

Foram encontradas 292 questões

Q9839 História
Com relação ao peso da industrialização no desenvolvimento do
capitalismo, do século XVIII aos nossos dias, julgue (C ou E) os
seguintes itens.
As formas de indústrias desenvolvidas nas últimas décadas do século XX e início do século XXI modificaram o paradigma da linha clássica de produção em favor da produção informatizada e com alto grau de automação e tecnologia.
Alternativas
Q9838 História
Com relação ao peso da industrialização no desenvolvimento do
capitalismo, do século XVIII aos nossos dias, julgue (C ou E) os
seguintes itens.
Novas formas de produção de energia, como a hidrelétrica, e novos combustíveis, como o petróleo, tiveram discreta participação no ciclo industrial que, já no final do século XIX, colocava o motor a explosão no centro do processo industrial.
Alternativas
Q9836 História
Com relação ao peso da industrialização no desenvolvimento do
capitalismo, do século XVIII aos nossos dias, julgue (C ou E) os
seguintes itens.
A fase inicial da industrialização, predominantemente inglesa, a partir do século XVIII, foi marcada pela produção de bens de consumo, especialmente os têxteis, e pela utilização do ferro e do carvão como base do processo produtivo.
Alternativas
Q2221195 História
A história do capitalismo, em sua pulsante evolução na época moderna, assistiu a uma transformação fundamental que foi a Revolução Industrial. A respeito desse tema, assinale a opção correta.
Alternativas
Q170119 História
Utilizando esse texto como referência inicial, assinale a opção correta acerca das idéias e das práticas socialistas no século XIX.

Alternativas
Q170115 História

Tomemos o exemplo da industrialização da Grã-Bretanha, digamos, por volta de 1780 a 1870. De fato, todo historiador tratará a Revolução Industrial, provavelmente sem discussão, como uma realização grande e progressista. Ele também descreverá a expulsão dos camponeses da terra, o arrebanhamento de trabalhadores em fábricas insalubres e residências anti-higiênicas, a exploração do trabalho infantil. Mas presumirá, mais uma vez sem reconhecê-lo, que, seja como for, as medidas de coerção e exploração nos primeiros estágios fora uma parte inevitável do preço da industrialização.

E. H. Carr. Que é história? São Paulo: Paz e Terra, 1985, p. 69 (com adaptações).

Tomando como referência inicial esse texto, assinale a opção correta.

Alternativas
Q10728 História
Imagem 009.jpg

No quadro mais amplo da contemporaneidade, o texto aproxima e
distingue tendências do século XIX e do século XX. Nesse contexto,
julgue (C ou E) os itens seguintes.
A Revolução Industrial consolida novas relações de produção e, ao promover a expansão imperialista, contemplando novas formas de dominação colonial, estende a atuação do moderno capitalismo às mais distantes regiões do planeta.
Alternativas
Q10648 História
Imagem 010.jpg

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
dimensão do significado da transferência da sede do Estado
português para sua colônia americana, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
O fim do exclusivo de comércio (monopólio metropolitano) foi decisão difícil, visto que foi preciso vencer-se a implacável resistência britânica. Como país pioneiro e líder da Revolução Industrial, a Inglaterra temia perder o potencialmente promissor mercado brasileiro ante a concorrência de outras potências.
Alternativas
Q10614 História
Imagem 005.jpg

Tendo o texto como referência inicial e considerando os
múltiplos aspectos que envolvem o processo de independência do
Brasil, julgue (C ou E) os itens seguintes.

Ainda que não se possa admitir a existência de relação direta e automática entre os processos históricos europeus e os latino-americanos, a Revolução Industrial foi fator estrutural desestabilizante do Antigo Regime na Europa e contribuiu para a desintegração do Antigo Sistema Colonial na América.
Alternativas
Q2247640 História
        É no estudo do passado das sociedades, buscando resgatar e compreender suas realizações, que descobriremos as motivações e os efeitos das transformações pelas quais passou a humanidade, reunindo, assim, os elementos que ajudam a explicar a nossa atualidade. A periodização da História utilizada no Ocidente deve ser encarada de forma crítica, pois trata-se de uma concepção de história que tem a Europa como eixo e acredita no desenvolvimento linear da humanidade, que caminharia de estágios mais atrasados para mais avançados, em uma trajetória evolutiva do mais simples para o mais complexo, tomando a Europa como modelo mais desenvolvido. Dentro disso, o termo pré-história carrega a idéia errônea de povos anteriores, como se o conjunto de ações dos seres humanos, mesmo daqueles sem escrita, não fosse também história.

Cláudio Vicentino. História geral. São Paulo: Scipione, 2002, p. 8 (com adaptações)
Tomando o texto acima como referência inicial e considerando a trajetória das sociedades humanas ao longo do tempo, julgue o item abaixo.
Na Europa, os Tempos Modernos iniciaram-se com um conjunto de expressivas transformações, a exemplo do Renascimento cultural, da Reforma religiosa, das Grandes Navegações e Descobrimentos e do surgimento dos Estados Nacionais.
Alternativas
Q27915 História
Há algo que não se pode dizer do século XX: que foi um
tempo de brumas, silêncios e mistérios. Tudo nele foi a céu aberto,
agressivamente iluminado, escancarado e estridente. E, no entanto,
ele é ainda um enigma - um claro en igma, parafraseando
Drummond -, e dele não podemos fazer o necrológio completo. E
porque findou como uma curva inesperada da história, em um
astucioso desencontro do que achávamos ser o futuro, turvou nossa
memória e nosso olhar. E tornou-se pedra e esfinge, com um brilho
que ainda cega e desafia.

O século XX foi, sem dúvida, um século das utopias.
O seu andamento coincidiu com a máxima expansão das categorias
fundamentais do mundo moderno - sujeito e trabalho -, eixos que
presidiram a atualização e exasperaram os limites do liberalismo e do
socialismo, as duas grandes utopias da modernidade. E talvez por isso
exiba uma característica única e contraditória: parece ter sido o mais
preparado e explicado pelos séculos anteriores e, simultaneamente,
o que mais distanciou a humanidade de seu passado, mesmo o mais
próximo, decretando o caráter obsoleto de formas de vida e
sociabilidade consolidadas durante milênios.

O século XX sancionou o Estado-nação como a forma, por
excelência, de organização das sociedades em peregrinação para o
futuro e em busca de transparência. Os Estados nacionais ergueramse
como personagens privilegiadas de uma história humana cada vez
mais cosmopolita, para lembrar Kant, modificando de forma radical
a paisagem do mundo. Com eles, o direito assumiu progressivamente
a condição de um idioma universal, reagindo sobre o passado e
destruindo velhas estruturas hierárquicas fundadas em privilégios e na
tradição.

Mas o século XX não é apenas um tempo de esperanças.
É também o século do medo e das tragédias injustificáveis. A dura
realidade dos interesses provoca dois grandes conflitos mundiais, um
tenso período de guerra fria e uma interminável série de guerras
localizadas. Um século de violência dos que oprimem e dos que se
revoltam.

Rubem Barboza Filho. Século XX: uma introdução (em forma
de prefácio). Apud: Alberto Aggio e Milton Lahuerta (Org.).
Pensar o século XX. São Paulo: Unesp, 2003, p. 15-9 (com
a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando o texto acima, julgue os itens seguintes, rel ativos
ao cenário histórico do mundo contemporâneo.
A moderna industrialização, a partir da Revolução Industrial inglesa, desvelou uma nova realidade histórica que o texto indica como visceralmente oposta ao que existia antes, tornando obsoletas as " formas de vida e sociabilidade consolidadas durante milênios". Essa diferença manifesta-se, por exemplo, de modo " escancarado e estridente", na mudança do locus tradicional da vida social - homens e mulheres fogem ou são expulsos do mundo agrário e rural para as cidades.
Alternativas
Q28952 História
Não podemos comparar o mundo do final do breve
século XX ao mundo de seu início, em termos de
contabilidade histórica de mais e menos. Tratava-se de um
mundo qualitativamente diferente em pelo menos três
aspectos.

Primeiro, ele tinha deixado de ser eurocêntrico.
Trouxera o declínio e a queda da Europa, ainda centro
inquestionado de poder, riqueza, intelecto e civilização
ocidental quando o século começou. A segunda
transformação foi mais significativa. Entre 1914 e o início
da década de 1990, o globo foi muito mais uma unidade
operacional única, como não era e não poderia ter sido em
1914. Na verdade, para muitos propósitos, notadamente em
questões econômicas, o globo é agora unidade operacional
básica, e unidades mais velhas como as economias
nacionais, definidas pelas políticas de Estados territoriais,
estão reduzidas a complicações das atividades
transnacionais. A terceira transformação, em certos
aspectos a mais perturbadora, é a desintegração de velhos
padrões de relacionamento social humano, e com ela, aliás,
a quebra dos elos entre as gerações, quer dizer, entre
passado e presente.

Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 23-4 (com adaptações).

A partir da análise contida no texto acima, julgue os itens
seguintes, relativos ao processo histórico do mundo
contemporâneo.
O mundo que o século XX deixa para o XXI é, em linhas gerais, uma aldeia global, possível também pela acelerada revolução das comunicações e dos transportes. Nessa perspectiva, a globalização em marcha na atualidade corresponde a uma ruptura histórica com o capitalismo que a precedeu, tamanhas e fundas as diferenças entre o modelo econômico gestado pela Revolução Industrial e o praticado, em escala planetária, nos dias de hoje.
Alternativas
Respostas
169: C
170: E
171: C
172: B
173: A
174: D
175: C
176: E
177: C
178: C
179: C
180: E