Questões de Concurso Sobre história

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Q2766773 História

Considere a frase abaixo.


Marx e Engels afirmam: a história é um processo dinâmico, dialético, no qual cada realidade social traz dentro de si o princípio de sua própria contradição, o que gera a transformação constante na história. (BORGES, Deize S., 1982, p. 36)


Considerando as ideias de Marx e Engels, expressas no texto, a disciplina História deve

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Q2766772 História

Envolvidos na questão agrária, proprietários de terras e trabalhadores rurais vêm movimentando a vida política do país há décadas. Durante o governo Sarney, ganhou grande destaque o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra − MST. Este movimento

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Q2766770 História

Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 35 e 36.


A Constituição de 1824 procurou garantir a liberdade individual, liberdade econômica e assegurar, plenamente, o direito à propriedade.

Para os homens que fizeram a independência, gente educada à moda européia e representante das categorias dominantes, os direitos a propriedade, liberdade e segurança garantidos pela Constituição eram bem reais. Não importava a essa elite se a maioria da nação era composta de uma massa humana para a qual os direitos constitucionais não tinham a menor validade.

A Constituição afirmava a liberdade e a igualdade de todos perante a lei, mas a maioria da população permanecia escrava. Garantia-se o direito à propriedade, mas 95% da população, quando não eram escravos, compunham-se de ‘moradores’ de fazenda, em terras alheias [...] garantia-se a segurança individual, mas podia-se matar um homem sem punições. Aboliam-se as torturas, mas nas senzalas os instrumentos de castigo, o tronco, gargalheira e o açoite continuavam sendo usados, e o senhor era o supremo juiz da vida e da morte de seus homens. [...]


(Adaptado de: COSTA, Emília Viotti da. Introdução ao estudo da emancipação política. In: MOTA, Carlos Guilherme (Org,). Brasil em perspectiva. São Paulo: Difel, 1978, p. 123-4)

Pode ser associada corretamente à Constituição de 1824 que o texto se refere:

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Q2766768 História

Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 35 e 36.


A Constituição de 1824 procurou garantir a liberdade individual, liberdade econômica e assegurar, plenamente, o direito à propriedade.

Para os homens que fizeram a independência, gente educada à moda européia e representante das categorias dominantes, os direitos a propriedade, liberdade e segurança garantidos pela Constituição eram bem reais. Não importava a essa elite se a maioria da nação era composta de uma massa humana para a qual os direitos constitucionais não tinham a menor validade.

A Constituição afirmava a liberdade e a igualdade de todos perante a lei, mas a maioria da população permanecia escrava. Garantia-se o direito à propriedade, mas 95% da população, quando não eram escravos, compunham-se de ‘moradores’ de fazenda, em terras alheias [...] garantia-se a segurança individual, mas podia-se matar um homem sem punições. Aboliam-se as torturas, mas nas senzalas os instrumentos de castigo, o tronco, gargalheira e o açoite continuavam sendo usados, e o senhor era o supremo juiz da vida e da morte de seus homens. [...]


(Adaptado de: COSTA, Emília Viotti da. Introdução ao estudo da emancipação política. In: MOTA, Carlos Guilherme (Org,). Brasil em perspectiva. São Paulo: Difel, 1978, p. 123-4)

Segundo o texto, no Brasil, a elite intelectual do império, porta voz das categorias dominantes,

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Q2766766 História

Considere os itens abaixo:


I. O objetivo essencial da metrópole era transferir a renda da colônia para a metrópole. Parte da renda dos senhores de engenho era despendida na compra de escravos, indo, portanto, engrossar os lucros do setor mercantil português.

II. A empresa açucareira empregou mão de obra escrava em massa para garantir a produção exigida pelo mercado europeu. Os índios foram escravizados como solução mais imediata desse empreendimento capitalista. No entanto, a exploração do trabalho escravo dos índios continuou, mas em pequena escala e em regiões da colônia onde a empresa açucareira não se instalou efetivamente.


(In: LIMA, Antonio Pedro L. S. História da civilização ocidental. São Paulo: FTD, 2005, p. 196-197)


Pode ser associada corretamente às afirmações dos textos:

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Q2766762 História

Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 32 e 33.


[...] Gerações inteiras se criaram à sombra de batalhas nucleares globais que, acreditava-se firmemente, podiam estourar a qualquer momento e devastar a humanidade. Na verdade, mesmo os que não acreditavam que qualquer um dos lados pretendia atacar o outro achavam difícil não ser pessimista, pois a Lei de Murphy é uma das mais poderosas generalizações sobre as questões humanas (Se algo pode dar errado, mais cedo ou mais tarde vai dar). À medida que o tempo passava, mais e mais coisas podiam dar errado, política e tecnologicamente, num confronto nuclear permanente baseado na suposição de que só o medo da “destruição mútua inevitável” (adequadamente expresso na sigla MAD, das iniciai expressas em inglês – mutually assured destruction) impediria um lado ou outro de dar o sempre pronto sinal para o planejado suicídio da civilização, não aconteceu, mas cerca de quarenta anos pareceu uma possibilidade diária.


(HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX. Trad, São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 224)

No Brasil, no período que o texto identifica,

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Q2766761 História

Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 32 e 33.


[...] Gerações inteiras se criaram à sombra de batalhas nucleares globais que, acreditava-se firmemente, podiam estourar a qualquer momento e devastar a humanidade. Na verdade, mesmo os que não acreditavam que qualquer um dos lados pretendia atacar o outro achavam difícil não ser pessimista, pois a Lei de Murphy é uma das mais poderosas generalizações sobre as questões humanas (Se algo pode dar errado, mais cedo ou mais tarde vai dar). À medida que o tempo passava, mais e mais coisas podiam dar errado, política e tecnologicamente, num confronto nuclear permanente baseado na suposição de que só o medo da “destruição mútua inevitável” (adequadamente expresso na sigla MAD, das iniciai expressas em inglês – mutually assured destruction) impediria um lado ou outro de dar o sempre pronto sinal para o planejado suicídio da civilização, não aconteceu, mas cerca de quarenta anos pareceu uma possibilidade diária.


(HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX. Trad, São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 224)

Com base no conhecimento histórico e no texto, é correto afirmar que

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Q2766759 História

A partir de 1830, há um segundo momento na luta operária: o movimento “cartista”. Os operários ingleses haviam criado a Associação dos Operários, considerada ilegal pelo governo. Dessa associação partiu, em 1837, a publicação da Carta do Povo. Nesta Carta,

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Q2766758 História

Considere o quadro abaixo:



1

2

3

Estado

Manutenção do Estado

Manutenção do Estado, porém sob o controle dos operários e só durante certo tempo

Abolição do Estado

Propriedade

Superação do capitalismo através de reforma

Extinção da propriedade privada dos meios de produção e criação de formas coletivas de propriedade

Abolição da propriedade privada

Capitalismo

Crítica científica do sistema capitalista para sua extinção

Extinção da sociedade capitalista

Organização e/ou ação dos trabalhadores

Trabalhadores organizados em cooperativas autogeridas

Revolução proletária

Pequenas comunidades autônomas


As colunas 1, 2 e 3 do quadro referem-se às principais características das correntes ideológicas que surgiram na Europa, no século XIX, e identificam, respectivamente, as teorias do

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Q2766757 História

Considere o texto:


[...] Em primeiro lugar, os comerciantes precisavam controlar e comercializar toda a produção dos artesãos, com o intuito de reduzir ao mínimo as práticas de desvios dessa produção. Além disso, era do interesse desses comerciantes a maximização da produção através do aumento do número de horas de trabalho e o aumento da velocidade e do ritmo de trabalho. Um terceiro ponto importante era o controle da inovação tecnológica para que ela só pudesse ser aplicada no sentido de acumulação capitalista; e, por último, a fábrica criava uma organização da produção que tornava imprescindível a figura do empresário capitalista.


(DECCA, Edgar. O nascimento das fábricas. São Paulo: Brasiliense, 1982, p. 24. (Coleção Tudo é história))


O autor analisa um momento crucial no estabelecimento do sistema de fábrica, no desenrolar da Revolução Industrial inglesa: a transformação do artesão em operário.


Sobre o assunto, é correto afirmar que

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Q2766755 História

Considere as figuras abaixo.


Figura 1

Imagem associada para resolução da questão

Escultura de Policleto conhecida como Doríforo (ou homem que carrega a lança, século V a.C.) Os artistas gregos do período clássico procuravam transmitir em suas esculturas valores como ordem, equilíbrio, harmonia, simplicidade.


Figura 2

Imagem associada para resolução da questão

Além da beleza única de suas proporções, David, esculpido em mármore por Michelangelo, é portador de um importante significado para a compreensão do Renascimento. Michelangelo o idealizou tendo em mente o personagem bíblico que venceu o gigante Golias em um combate entre a inteligência e a força bruta. Desta maneira, o artista expressa o humanismo renascentista como uma vitória da razão sobre as forças cegas da natureza.


(In: AZEVEDO, Gislene e SERIACOPI, Reinaldo. História. São Paulo: Ática, 2005, p. 56 e 135)


Uma comparação entre as figuras acima permite afirmar que

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Q2766743 História

Considere o texto:


...A Igreja era a maior detentora de terras naquela sociedade essencialmente agrária. Portanto, destacava-se no jogo de concessão e recepção de feudos. Ela controlava as manifestações mais íntimas da vida dos indivíduos: sua consciência através da confissão, sua vida sexual através do casamento, seu tempo através do calendário litúrgico, seu conhecimento através do controle sobre as artes, as festas, o pensamento, seu domínio sobre a própria vida e a própria morte através dos sacramentos (...)


(FRANCO JR, Hilário. A Idade Média e o nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 1986, p. 71)


Segundo o texto acima, a Igreja, na Idade Média,

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Q2762036 História

No decorrer da história, o Município de São Sebastião da Boa Vista – PA foi caracterizado como a “Veneza do Marajo”.


Qual a alternativa correta que confirma essa característica?

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Q2758513 História

A área ocupada pela comunidade Kalunga foi reconhecida pelo Governo do Estado de Goiás, desde 1991, como Sítio Histórico e Patrimônio Cultural. Esse reconhecimento é importante porque

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Q2758512 História

Leia o fragmento a seguir.

Os livros didáticos produzem a mágica de fazer aparecer e desaparecer os índios na história do Brasil. O que parece mais grave neste procedimento é que, ao jogar os índios no passado, os livros didáticos não preparam os alunos para entenderem a presença dos índios no presente e futuro. E isto acontece, muito embora as crianças sejam cotidianamente bombardeadas pelos meios de comunicação com informações sobre os índios hoje. Deste modo, elas não são preparadas para enfrentar uma sociedade pluriétnica, onde os índios, parte de nosso presente e também de nosso futuro, enfrentam problemas que são vivenciados por outras parcelas da sociedade brasileira.

GRUPIONI, L. D. Imagens contraditórias e fragmentadas: sobre o lugar dos índios nos

livros didáticos. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.77, p.422-37,

1996. p.425.


O texto apresentado critica o ensino que cristaliza a história e as culturas indígenas no passado e reforça a importância de se trabalhar essa temática também na história recente e do tempo presente. Buscando superar essa lacuna em sala de aula, um professor pode analisar com seus alunos, entre as diversas questões envolvendo povos indígenas atualmente no Brasil,

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Q2758511 História

Leia os fragmentos a seguir.

Chefes altamente qualificados do Movimento de Março de 64 preferem chamá-lo contrarrevolução. Com efeito, houve uma reação ao rumo desordenado e ameaçador que a Nação tomava sob João Goulart. […] O “esquerdismo” teria sido, ao contrário de outras supostas causas, o cimento que unificou as diversas correntes de pensamento brasileiro, refletidas nas Forças Armadas, desde o liberalismo clássico, ao neoconservadorismo e ao reformismo. Março de 64 é, pois, uma resposta e não um projeto autônomo. Por isso, foi feito em nome do Anti: anticomunismo, antipeleguismo, anticorrupção.

FOLHA DE S. PAULO. Jarbas Passarinho, Dezoito anos depois. Opinião, p. 3,

31/03/1982. Disponível em: < http://acervo.folha.uol.com.br/fsp/1982/03/31/2/ >.

Acesso em: 3 maio de 2016. [Adaptado].


Com efeito, o governo de Jango não caiu por seus defeitos, ele foi derrubado por suas virtudes. Essencialmente porque representava uma ameaça inadmissível para as classes dominantes. Quem viveu aqueles últimos meses de tensão recordará tanto a animosidade e o ódio que se alastraram por toda a casta de privilegiados contra o governo nacionalista e sindicalista, como o entusiástico apoio popular ao governo trabalhista e reformista.

FOLHA DE S. PAULO. Darcy Ribeiro, 1964: um testemunho. Opinião, p. 3,

30/03/1982). Disponível em:< http://acervo.folha.uol.com.br/fsp/1982/03/30/2/>.

Acesso em: 3 maio 2016. [Adaptado].


Os dois fragmentos foram extraídos de textos publicados no jornal Folha de S. Paulo quando se completavam dezoito anos do Golpe Militar de 1964. Embora apresentem perspectivas diferentes, ambos os autores dos textos compreendem que a motivação do Golpe se relacionava a uma reação

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Q2758510 História

Leia o fragmento a seguir.

Em 1937, houve o golpe que implantou o Estado Novo; ele fora cuidadosamente preparado, pois Vargas fizera aprovar previamente, pelo Congresso Nacional, inúmeras medidas repressivas. A ditadura, de forte coloração fascista, inspirava-se nas doutrinas direitistas que grassavam pelo mundo, como em Portugal, Espanha, Itália e Polônia. Partidos dissolvidos, outorga de uma Constituição de molde fascista, censura, repressão policial, tortura e os demais ingredientes típicos das ditaduras.

FICO, Carlos. O Brasil no contexto da Guerra Fria: democracia, subdesenvolvimento e ideologia do planejamento 1946-1964. In: MOTA, Carlos Guilherme (Org.). Viagem incompleta: a grande transação. São Paulo: Senac, 2000. p. 167. [Adaptado] .


O período referido no fragmento do texto de Carlos Fico caracterizou-se pela

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Q2758509 História

Leia o fragmento.

Nós, que sobrevivemos aos Campos, não somos verdadeiras testemunhas. Esta é uma ideia incômoda que passei aos poucos a aceitar, ao ler o que outros sobreviventes escreveram – inclusive eu mesmo, quando releio meus textos após alguns anos. Nós, sobreviventes, somos uma minoria não só minúscula, como também anômala. Somos aqueles que, por prevaricação, habilidade ou sorte, jamais tocaram o fundo. Os que tocaram, e que viram a face das Górgonas, não voltaram, ou voltaram sem palavras.

LEVI, Primo. Apud HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 11.


O texto de Primo Levi (1919/1987), sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz, levanta importante questão para a escrita da história:

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Q2758508 História

Leia o fragmento a seguir.

Justamente agora que a nação alemã está em colapso, espezinhada por todo mundo, é que mais se faz necessária aquela confiança em si mesma. Essa confiança deve ser cultivada na juventude, desde a meninice. Toda a sua educação, todo o seu treinamento devem ser dirigidos no sentido de dar-lhe a convicção da sua superioridade. Certa da sua força e da sua habilidade, a mocidade deve readquirir a fé na invencibilidade da sua nação.

HITLER, Adolf. Minha luta. 8a. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1962. p. 253-260.


Em 2016, o livro Minha luta, escrito por Adolf Hitler, entrou em domínio público, o que tem gerado preocupação em relação à propagação de seu conteúdo por grupos neofascistas. Contudo, a leitura contextualizada e crítica da obra permite ao historiador analisar aspectos do discurso nazista. Dentro desta perspectiva, o trecho destacado indica a ideologia que orientou a

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Q2758507 História

Analise as imagens a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

PICASSO, P. Autorretrato (1905),. Disponível em: <http://noticias.universia.com.br/destaque/ noticia/2014/01/20/1076200/cubismo-autorretrato-pablo-picasso.html#>. Acesso em: 4 maio de 2016.

Imagem associada para resolução da questão

MÁSCARA FANG. Disponível em: <http://educacao.uol.com.br/disciplinas/artes/influenciaafro- a-arte-africana-e-o-cubismo.htm>. Acesso em: 4 maio de 2016.


Ao comparar as duas imagens, percebe-se que a arte tradicional africana, mais precisamente as máscaras ritualísticas de Fang, entre máscaras de outras etnias, inspirou Pablo Picasso e o advento de sua obra cubista. O pintor modernista europeu aproximou-se da arte tradicional africana ao

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Respostas
16781: C
16782: A
16783: D
16784: E
16785: B
16786: C
16787: B
16788: A
16789: D
16790: A
16791: E
16792: C
16793: B
16794: B
16795: A
16796: B
16797: A
16798: C
16799: D
16800: C