Questões de Concurso Sobre história
Foram encontradas 20.440 questões
Leia as afirmativas a seguir:
I. A origem de Roma possui uma explicação mitológica por meio da história de Rômulo e Remo. Segundo a qual, os gêmeos foram jogados no rio Tigre, na Itália, e resgatados por uma loba, que os amamentou. Posteriormente, foram criados por um casal de pastores. Adultos, retornam à cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria, exatamente, Roma.
II. O processo de centralização política e a divinização da figura do faraó, no Egito Antigo, tiveram grande importância para a construção das primeiras pirâmides. Essas construções, que estabelecem um importante marco na arquitetura egípcia, têm como as principais representantes as três pirâmides do deserto de Gizé, construídas para os faraós, Quéops, Quéfren e Miquerinos. Próxima a essas construções, também pode se destacar a existência da famosa esfinge do faraó Quéfren.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os gregos trouxeram grandes contribuições para o mundo ocidental, sobretudo, no que diz respeito às artes. Os artistas gregos buscavam representar, por meio das artes, cenas do cotidiano grego, acontecimentos históricos e, principalmente, temas religiosos e mitológicos.
II. Em 1789, teve início a República dos Estados Unidos, cujo primeiro presidente foi George Washington. A Constituição desse país foi proclamada em 1787, prevendo um Estado do tipo República Federativa Presidencialista, com a tripartição dos poderes (executivo, legislativo e judiciário).
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A Roma Antiga constituiu-se como uma civilização com uma ampla produção cultural e muitos avanços em diversos campos do conhecimento. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Desse povo adquirimos um legado significativo: o direito romano, até os dias atuais presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem à língua portuguesa.
II. A pintura e a escultura, no Egito Antigo, obedeciam a modelos rígidos de representação da figura humana. Nos seus desenhos e entalhes em pedra, a forma humana era proibida de ser representada em visão frontal do olho e dos ombros, ou mesmo em perfil de cabeça, braços e pernas.
Marque a alternativa CORRETA:
“Durante praticamente todo o século XIX ocorreram discussões e mudanças nos programas para as escolas elementares, secundárias e profissionais e os objetivos do ensino de história foram se definindo com maior nitidez. Ao mesmo tempo em que seu papel ordenador e civilizador era cada vez mais consensual, seus conteúdos e formas de abordagem refletiam as características da produção historiográfica então em curso, sob os auspícios do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – IHGB.”
FONSECA, Thaís Nívia de Lima e. História & ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. (adaptado)
A História, como disciplina escolar, foi estruturada apenas no
século XIX. A principal característica do ensino de História,
nesses tempos, era:


As duas imagens abordam temas ligados à ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985), e sobre ambas as imagens, é correto afirmar que:
“Todos os olhares em mim e eu não sabia para onde olhar. A professora falava sobre negros escravos (e não escravizados), chibata, mortes, famílias separadas, até que uma princesa branca chamada Isabel, assinou a lei Áurea e libertou os meus ancestrais, no dia 13 de maio de 1888.
Uma salvadora branca, como todas as minhas bonecas.
E eu, a única negra da sala era a representação dessa
tragédia, a personificação de um povo que só sofreu, de acordo com os meus professores. Uns olhares eram de dó, outros me intimidavam, mas todos me deixavam desconfortável.
O período da escravidão até a abolição era a única menção à população negra em quase toda a minha vida escolar, durante os anos 80 e 90. Como gostar de ser negra, se tudo o que eu aprendi na escola sobre meus antepassados estava atrelado ao maior ato terrorista da humanidade que foi a escravidão negra, que durou mais que o Holocausto e a maioria das guerras?
[...] Nos tempos atuais, resta que as escolas e educadores se preparem para ensinar sobre os negros, não só sobre suas dores, mas sobre suas contribuições para humanidade, para alunos de todas as etnias”.
NASCIMENTO, Silvia. ‘O constrangimento das crianças negras nas aulas sobre escravidão e
abolição’ In: <https://mundonegro.inf.br/o-constrangimento-das-criancas-negras-nas-aulassobre-escravidao-e-abolicao/>, acesso em 12 de maio de 2019. (adaptado)
A partir da Lei nº 10.639/2003, tornou-se obrigatório, em todos os
segmentos da educação básica, o ensino de história e cultura afrobrasileira e africana. Entretanto, como relata a reportagem acima,
no geral, esse conteúdo é mal lecionado – quase sempre por falta
de formação, informação ou sensibilidade. Assim, ao preparar
aulas sobre história e cultura afro-brasileira e africana, o professor
deve levar em consideração que:
“O risco maior de utilizar um conceito do senso comum ou proveniente de outros campos de estudos é perder o seu sentido histórico e empregá-lo de forma atemporal. A utilização de conceitos em sentido atemporal conduz a um dos grandes pecados abominados por todos que se dedicam à História [...]. Advertem os historiadores que, ao fazer uso de noções ‘emprestadas’ de outros domínios científicos ou do senso comum, é necessário desconfiar das imprecisões dos termos e ser cauteloso com a leitura das fontes em que eles se encontram; ou seja, deve-se ter um domínio metodológico para o emprego correto do conceito”.
BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo:
Cortez, 2004.
Todo o conhecimento histórico é determinado pelas noções de
tempo e pelo espaço. Nesse sentido, o professor, ao ensinar
História, deve evitar a todo custo o(a):
Observe as fotos a seguir:


Foto 2: estudantes protestam na Califórnia (1960)
HOBSBAWM. A era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Cia das Letras, 1995. Caderno iconográfico.
Essas fotos podem ser relacionadas aos seguintes movimentos, respectivamente:

<https://www.facebook.com/perspectivahistorica.ph/?>_rdc=1&_rdr
Sobre esse tratado é correto afirmar que:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal
Ao exibir a ilustração de Theodor de Bry, produzida em 1593 para ilustrar o livro Duas viagens ao Brasil, de Hans Staden, o professor causará certo estranhamento nos educandos, pois os confrontará moral e eticamente, tendo em vista sua visão própria de mundo. Nesse sentido, cabe ao professor:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/11/1365447-as-cedulas-de-cildo-meireles-e-outras-8-indicacoes-culturais.shtml
Sobre as imagens, é correto afirmar que:

Essa caricatura foi distribuída entre os alunos do 9º ano, tendo a seguinte informação como legenda: “no centro da imagem, vê-se o ‘chanceler de ferro’ Otto von Bismarck com uma faca em punho, pronto a partilhar o bolo – cujo nome é África – para o espanto dos demais observadores”. A melhor explicação para essa charge é que:

“Para compreender a dramaticidade do período, o conceito de cultura política é fundamental porque, assim, pode-se conferir inteligibilidade aos valores, às vontades, às preferências e aos ideais que fluíam naquela sociedade e que se agruparam e se dividiram em torno das duas candidaturas – militarista, com Hermes da Fonseca, e civilista, com Rui Barbosa. Ao longo da batalha pelos votos, duas culturas políticas se consolidam, aglutinam adeptos e se opõem eleitoralmente [...]. Nesse combate [...], a imprensa era tanto palco quanto personagem na trama política da Primeira República”. BORGES, Vera Lúcia Bogéa. A batalha eleitoral de 1910: imprensa e cultura política na Primeira República. Rio de Janeiro: Apicuri, 2011. (adaptado)
Sobre a disputa eleitoral de 1910, a afirmação de que “a imprensa era tanto palco quanto personagem na trama política da Primeira República” pode ser explicada da seguinte forma:
Os resultados dos processos revolucionários na Europa, no período caracterizado como Era das Revoluções (1789-1848) pelo historiador citado, podem ser sintetizados pela seguinte afirmativa:

“O padre Feijó abandona a Regência e deixa um rastro. Antes de ser eleito o primeiro regente uno, em 1835, Diogo Feijó foi ministro da Justiça”.

“As disputas políticas e o clima de confronto durante as Regências eram temas frequentes nas sátiras das caricaturas”. MOREL, Marco. O período das Regências, (1831-1840). Rio de Janeiro: Zahar, 2003. Caderno de ilustrações.
Ao preparar uma aula sobre o Período Regencial (1831- 1840) utilizando as ilustrações acima, o professor deve levar em consideração que:
Imagem 1: amuleto com orações em árabe

Imagem 2: Festa de Nossa Senhora do Rosário, Rugendas

REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
Após fazer a análise das imagens e do conteúdo lecionado, o professor pede aos educandos que escrevam em seus cadernos características da Revolta dos Malês. Dentre essas características, é INCORRETO afirmar que:
Segundo o autor do fragmento, o sucesso da lei de 1850 (Eusébio de Queirós) em relação à lei de 1831, ambas proibitivas do tráfico de escravizados, relaciona-se a diversos fatores, entre os quais NÃO se inclui o seguinte:
E quais são eles?, perguntou o cardeal.
Os carneiros, respondi-lhe. Essas plácidas criaturas que antes exigiam tão pouco alimento, mas que agora, aparentemente, desenvolveram um apetite tão feroz que se transformaram em devoradores de homens. Campos, casas, cidades, tudo lhes desce pelas gargantas. Naquelas partes do reino onde se produz a mais bela e mais cara lã, os nobres e os fidalgos (para não mencionarmos vários veneráveis abades – homens de Deus) deixaram de contentar-se com os rendimentos que seus antepassados extraíam de suas propriedades”. MORE, Thomas. Utopia. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
Nesse diálogo escrito no século XVI, é referenciado um fenômeno social indispensável à Revolução Industrial, chamado de: