Questões de Concurso Sobre história
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Considere o desenho abaixo.

Os detalhes acima são de desenhos de Leonardo da Vinci (1452-1519), que, com múltiplos talentos, foi matemático, arquiteto,
escultor, poeta e estudioso do corpo humano. A disposição para a investigação científica e para a reflexão presente nos trabalhos deste e de outros pensadores renascentistas pode ser relacionada
Observe a imagem a seguir.

Disponível em:<https://www.flickr.com/photos/naldomundim/14047542852>. Acesso em: 24 jun. 2019.
A estátua é uma homenagem ao Anhanguera. Quem foi ele?
(Marc Ferro. História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX)
Também caracteriza o processo de libertação colonial de Angola
[...]
Mas a indústria do algodão tinha outras vantagens. Toda a sua matéria-prima vinha do exterior, e seu suprimento podia portanto ser expandido pelos drásticos métodos que se ofereciam aos brancos nas colônias – a escravidão e a abertura de novas áreas de cultivo – em vez dos métodos mais lentos da agricultura europeia; nem era tampouco atrapalhada pelos interesses agrários estabelecidos da Europa.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848)
O excerto permite afirmar que
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo)
Entre esses “passos decisivos”, é correto apontar
[Maria Helena Capelato, O “gigante brasileiro” na América Latina: ser ou não ser latino-americano. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação]
Segundo o artigo de Maria Helena Capelato, a aproximação latino-americana pode ser explicada
[Tarcísio Costa, Os anos noventa: o ocaso da política e a sacralização do mercado. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação.]
O governo Collor, segundo o autor do artigo,
[Carlos Fico, O Brasil no contexto da Guerra Fria: democracia, subdesenvolvimento e ideologia do planejamento (1946-1964). Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação. Adaptado]
O Plano Trienal
A Revolução de Outubro articulou-se conosco, venceu com o nosso sangue, revigorou-se com o nosso idealismo, armou-se com a força dos nossos estados, mas ela nem nasceu da Aliança Liberal, nem do heroísmo de Copacabana, nem da audácia dos cruzadores do nosso sertão. Ela não é militar, nem civil: é ela mesma. Não tem dono, nem senhores, nem chefes. [...] Suas origens são longínquas e obscuras, vêm do passado que violou as leis econômicas e as sociais, e os seus destinos perdem- -se num futuro, cujo mistério ultrapassa o estado atual dos nossos conhecimentos.
[Apud Vavy Pacheco Borges. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Oswaldo Aranha trata
[Sílvio Coelho dos Santos, Os direitos dos indígenas no Brasil. Em Aracy Lopes da Silva & Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola. Novos subsídios para professores de 1.º e 2.º graus.]
Segundo o autor do artigo, as “guerras justas”