Questões de Concurso Sobre história

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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154254 História
O refrão de “Fora da Ordem”, canção gravada em 1991 pelo músico Caetano Veloso, afirmava Alguma coisa está fora da ordem / fora da nova ordem mundial. Tal expressão (nova ordem mundial) desde os anos 1980 vinha sendo usada na mídia e procurava exprimir, no âmbito político internacional,
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154253 História
A fase compreendida entre 1946 e 1964 no Brasil é conhecida como experiência democrática ou Quarta República. Entretanto, nesse período, se observam algumas características remanescentes de períodos anteriores e mais autoritários, tais como:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154252 História
Os processos de descolonização na África e na Ásia tiveram grande impulso com
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154251 História
O surgimento do nazismo, na Alemanha, é historicamente relacionado a determinadas circunstâncias, como a crise econômica vivida no pós-guerra, e a alguns valores já arraigados socialmente no país, tais como
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154250 História

Considere o desenho abaixo.

Imagem associada para resolução da questão

Os detalhes acima são de desenhos de Leonardo da Vinci (1452-1519), que, com múltiplos talentos, foi matemático, arquiteto, escultor, poeta e estudioso do corpo humano. A disposição para a investigação científica e para a reflexão presente nos trabalhos deste e de outros pensadores renascentistas pode ser relacionada

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Q1153942 História

Observe a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em:<https://www.flickr.com/photos/naldomundim/14047542852>. Acesso em: 24 jun. 2019.


A estátua é uma homenagem ao Anhanguera. Quem foi ele?

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Q1153610 História
Em seu discurso, ao lançar o plano econômico, o presidente descreveu a inflação como "o inimigo público número um". O plano obteve imediato apoio da população e, da noite para o dia, o presidente e o ministro Funaro se tornaram heróis nacionais. O povo entrava nos supermercados, verificava os preços e denunciava os gerentes quando notava que algum produto havia sido remarcado irregularmente. O texto anterior refere-se ao Plano:
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Q1153477 História
A história política do Brasil é dividida em três grandes fases de acordo com a historiografia tradicional, que na sua ordem cronológica, são:
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Q1147586 História
O Plano Real foi considerado o programa brasileiro de estabilização econômica que possibilitou o fim da inflação elevada no Brasil, situação que já durava, aproximadamente, trinta anos. Até então, os pacotes econômicos eram marcados por medidas, como o congelamento de preços. Tal fato ocorreu no governo de:
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Q1147584 História
“A escravidão no Brasil surgiu em razão das demandas portuguesas por trabalhadores braçais que desbravassem e cultivassem as novas terras no início dos séculos XVI e XVII. A forma de trabalho predominante era a escrava, marcada pela exploração da mão de obra indígena e africana.” O trecho se refere ao período:
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Q1147580 História
“Região formada por grande extensão de Mata Atlântica, sendo a primeira a ser explorada economicamente pelo colonizador português, que plantava, além de outras culturas, a cana-de-açúcar e o cacau, o que contribuiu para o desmatamento da região.” As informações se referem à seguinte região do Brasil:
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Q1147556 História
“Os portugueses descobriram o Brasil em 1500, por meio de expedição liderada por ____________________. A partir de então, o território originalmente habitado por indígenas tornou-se colônia da Coroa Portuguesa.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Q1142207 História
A libertação das colônias portuguesas tem características que lembram a Indochina e a Argélia, pelo menos no que se refere ao projeto independentista, à reação da metrópole e ao início da guerra. Tanto em Angola como na Argélia, a guerra eclode repentinamente, com uma série de ataques simultâneos a postos militares; no caso angolano, postos de Luanda, em 4 de fevereiro de 1961.
(Marc Ferro. História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX)

Também caracteriza o processo de libertação colonial de Angola
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Q1142206 História
A indústria algodoeira foi assim lançada, como um planador, pelo empuxo do comércio colonial ao qual estava ligada; um comércio que prometia uma expansão não apenas grande, mais rápida e sobretudo imprevisível, que encorajou o empresário a adotar as técnicas revolucionárias necessárias para lhe fazer face. Entre 1750 e 1769, a exportação britânica de tecidos aumentou de dez vezes.
[...]
Mas a indústria do algodão tinha outras vantagens. Toda a sua matéria-prima vinha do exterior, e seu suprimento podia portanto ser expandido pelos drásticos métodos que se ofereciam aos brancos nas colônias – a escravidão e a abertura de novas áreas de cultivo – em vez dos métodos mais lentos da agricultura europeia; nem era tampouco atrapalhada pelos interesses agrários estabelecidos da Europa.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848)

O excerto permite afirmar que

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Q1142205 História
A Igreja foi a indispensável ponte entre duas épocas, numa passagem “catastrófica” e não cumulativa entre dois modos de produção [...]. Significativamente, foi o mentor oficial da primeira tentativa sistemática de fazer “renascer” o Império no Ocidente – a monarquia carolíngia. Com o Estado Carolíngio começa a história do feudalismo propriamente dito. Este esforço maciço ideológico e administrativo de “recriar” o sistema imperial do velho Mundo Antigo, na verdade, por uma inversão característica, incluía e ocultava o involuntário assentamento das fundações do novo. Na era carolíngia foram dados os passos decisivos para a formação do feudalismo.

(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo)

Entre esses “passos decisivos”, é correto apontar
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Q1142203 História
[Em 1933], o presidente argentino Juan B. Justo visitou o Brasil e, na ocasião, Vargas deu enorme destaque à amizade argentino-brasileira, “tradição arraigada na alma dos dois povos”. [...] Salientou a identidade de interesses entre os dois países e as “possibilidades de intercâmbio econômico, cultural e de mútua assistência para assegurar a tranquilidade interna e a paz exterior”.

[Maria Helena Capelato, O “gigante brasileiro” na América Latina: ser ou não ser latino-americano. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação]

Segundo o artigo de Maria Helena Capelato, a aproximação latino-americana pode ser explicada
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Q1142202 História
A transição democrática iniciara com o reconhecimento da legitimidade do conflito. Com o transcurso da transição, a política teria passado a ser percebida como experiência eminentemente conflituosa, aberta, avessa a determinismos, sem espaço para sujeitos oniscientes ou verdades inelutáveis. Seria agora extemporâneo cogitar eliminar o conflito em nome de metas supostamente consensuais como estabilidade econômica ou reforma do Estado. [...] O governo Fernando Collor de Mello viria pôr à prova esse entendimento.

[Tarcísio Costa, Os anos noventa: o ocaso da política e a sacralização do mercado. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação.]

O governo Collor, segundo o autor do artigo,

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Q1142201 História
O interregno confuso de João Goulart seria apenas o prenúncio do golpe, que viria em 1964, pois a tentativa do Plano Trienal fracassou, tanto quanto seu governo agravou muitíssimo o terror das elites a quaisquer melhorias no campo social, propagandeadas como “ameaças comunistas” ou, como se alegou na época, como risco de instauração de uma “República sindicalista”, pois Jango apelou bastante para o viés “populista”.

[Carlos Fico, O Brasil no contexto da Guerra Fria: democracia, subdesenvolvimento e ideologia do planejamento (1946-1964). Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação. Adaptado]
O Plano Trienal
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Q1142200 História
Leia um discurso de Oswaldo Aranha.
A Revolução de Outubro articulou-se conosco, venceu com o nosso sangue, revigorou-se com o nosso idealismo, armou-se com a força dos nossos estados, mas ela nem nasceu da Aliança Liberal, nem do heroísmo de Copacabana, nem da audácia dos cruzadores do nosso sertão. Ela não é militar, nem civil: é ela mesma. Não tem dono, nem senhores, nem chefes. [...] Suas origens são longínquas e obscuras, vêm do passado que violou as leis econômicas e as sociais, e os seus destinos perdem- -se num futuro, cujo mistério ultrapassa o estado atual dos nossos conhecimentos.
[Apud Vavy Pacheco Borges. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Oswaldo Aranha trata
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Q1142199 História
Em Portugal, gradativamente, foi surgindo uma legislação que tinha como referência os indígenas. Já o Regimento de Tomé de Souza, outorgado por D. João III (1548), fazia referência ao tratamento amistoso que se deveria dar aos índios. Mas esse documento também permitia as “guerras justas” [...]

[Sílvio Coelho dos Santos, Os direitos dos indígenas no Brasil. Em Aracy Lopes da Silva & Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola. Novos subsídios para professores de 1.º e 2.º graus.]

Segundo o autor do artigo, as “guerras justas”
Alternativas
Respostas
14341: C
14342: A
14343: D
14344: E
14345: A
14346: A
14347: B
14348: C
14349: A
14350: A
14351: C
14352: C
14353: D
14354: A
14355: C
14356: D
14357: B
14358: E
14359: B
14360: E