Questões de Concurso Sobre história
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I. A forma escolhida pelo Império Português para integrar as terras de “Além Mar” foi a dos sistemas de arrendamento e, posteriormente, de “capitanias de mar e terra”, inserindo-se no contexto de suas estratégias globais.
II. A formação da América Portuguesa pode ser vista como o resultado de um processo de construção empreendido pelos lusos, seja em cooperação ou conflito com outros grupos étnicos.
III. As dificuldades enfrentadas pelos portugueses fizeram com que, ao final do século XVI, surgissem dúvidas sobre a colonização. A completa falta de domínio da porção litoral, a diminuição demográfica de portugueses e africanos e a estagnação dos núcleos urbanos estavam entre os principais motivos da descrença.
Está CORRETO o que se afirma em
(https://www.sohistoria.com.br/ef2/navegacoes/).
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do ocidente).
I. A Igreja, de um lado, negava aspectos importantes da civilização romana, como a divindade do imperador, a hierarquia social, o militarismo. De outro, acabava sendo um prolongamento da romanidade, com seu caráter universalista, com o cristianismo transformado em religião do Estado, com o latim que, por intermédio da evangelização, foi levado a regiões antes inatingidas.
II. Para alcançar uma unidade política durante a Alta Idade Média (VIII-X), a dinastia Carolíngia precisou ser legitimada pela Igreja, que, pelo seu poder sagrado, se considerava a única e verdadeira herdeira do Império Romano. Em contrapartida, os soberanos Carolíngios entregaram um vasto bloco territorial italiano à Igreja, que, dessa forma, se corporificou e ganhou condições de se tornar uma potência política atuante.
III. A Baixa Idade Média (XIV- XVI), com suas crises e seus rearranjos, representou a ruptura daqueles novos tempos. A crise do século XIV foi uma decorrência da vitalidade e da contínua expansão territorial, demográfica, econômica, dos séculos XI-XIII, o que levara o sistema aos limites possíveis de seu funcionamento.
Está CORRETO o que se afirma em
(http://www2.uefs.br/sitientibus/pdf/21/representacoes_femininas.pdf) .
“foi um confronto travado de 1707 a 1709 no século XVIII, pelo direito de exploração das recém-descobertas jazidas de ouro na região do atual estado de Minas Gerais, no Brasil. O conflito contrapôs os desbravadores vicentinos e os forasteiros que vieram depois da descoberta das minas”. O trecho transcrito, descreve qual das guerras abaixo.

Retirado do site História em suas mãos. http://historiaemsuasmaos.blogspot.com/2013/05/cortina-de-ferro.html, acesso em 25 de novembro de 2018.
O mapa acima faz menção ao termo “cortina de ferro”, criado pelo líder inglês durante a Segunda Guerra Mundial Winston Churchill, que lembrava em 1945 que „de Estatina, no mar Báltico, até Trieste, no mar Adriático, „uma cortina de ferro desceu sob o Continente Europeu‟. O sentido desta “cortina” em 1945 e que pode ser percebido na divisão do mapa Europeu define-se por uma guerra
“A partir de um núcleo central mais delimitado – a Itália – jornais, publicações, notícias e diretrizes seguiam para todos os países de imigração italiana do mundo e os militantes fascistas italianos circulavam. Eles estavam presentes de forma individual ou em grupos, formando “sessões” ou células fascistas. Às vezes organizavam-se em reuniões de intelectuais fascistas ou de militantes fascistas. Nascia assim uma identidade fascista italiana internacional, que se contrapunha a antifascista” (Texto adaptado de Bertonha, João Fábio. Fascismo, antifascismo e as comunidades italianas no exterior – guia bibliográfico. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2017, p. 25.).
Se o fascismo tem sua mãe pátria na Itália europeia, o trecho acima deixa claro que suas ramificações por territórios onde a imigração italiana foi grande não podem ser desprezadas. Sobre os mecanismos desta difusão de ideias no exterior e sua chegada na América, é correto afirmar que este movimento fascista no exterior era formado por

Carteira de trabalho n° 000001 de Getúlio Dorneles Vargas, de 30 de julho de 1952. (Museu da República Rio de Janeiro) Imagem retirada do site do CPDOC – Fundação Getúlio Vargas. https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/artigos/EleVoltou/CidadaniaAnos1950, acesso em 26 de novembro de 2018.
Logo após a dura campanha eleitoral na década de 1950, Getúlio Vargas expôs sua própria carteira de trabalho, acrescentar esta vírgula na qual ele próprio estava inscrito como o trabalhador de número “000001” do Brasil. Esta tática política fazia sentido porque Vargas – desde pelo menos o final do ano de 1937 – exaltava conquistas sociais, as quais tomava para si a exclusividade da autoria, em especial as conquistas no campo

Moeda comemorativa de 2 Euros cunhada pela França com a inscrição “A Bleuet de France, flor da memória dos soldados 1918-2018”. Site do governo da Escandinávia. https://rsmint.com/2018francetwoeurounccoinarmistice.aspx, acesso em 25 de novembro de 2018.
A moeda acima comemora um importante centenário, marcado agora no ano de 2018, o do fim da Primeira Guerra Mundial. A flor azul (ou em francês a “Bleuet de France”) foi usada como símbolo, pois estas flores eram, de fato, as únicas que cresciam nos vários campos de batalha na Europa. Azul (ou centáureo azul) também foi o apelido que os veteranos da WWI (Poilus) deram aos jovens recrutas da classe 15 - aqueles nascidos em 1895. A comemoração do fim desta primeira grande guerra é muito importante. Ela simboliza o colapso de uma política europeia da “civilização” conhecida por
Sobre esta visão mecânica de mundo e sua relação com a Revolução Industrial, o autor avalia que a fábrica passou a ser um local de aplicabilidade das chamadas “ciências da natureza”. Esta aplicação seria percebida na ideia de que a fábrica seria o local para se utilizar as forças da natureza a serviço do(da)
Este simbolismo barroco, festivo e moderno no mundo colonial português no Brasil objetivava simbolicamente relacionar e unir dois mundos, a saber o de