Questões de Concurso Comentadas sobre história

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Q3427528 História
É correto afirmar que um dos eventos que marcaram o início da crise da Idade Média foi:
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Q3427527 História
Sobre o período da Primeira República do Brasil, é correto afirmar que: 
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Q3427525 História
Acerca da mistura de povos na formação do povo brasileiro, é correto afirmar que:
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Q3427523 História
A Constituição Federal de 1937 foi promulgada por Getúlio Vargas, durante o Estado Novo. A edição desse novo documento foi realizada: 
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Q3427522 História
Acerca da civilização Islâmica, é correto afirmar que os cinco pilares do Islamismo, religião em que se baseia toda a cultura dessa civilização, são: 
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Q3425182 História
Qual evento levou à destruição da maior biblioteca da Antiguidade, localizada em Alexandria:
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Q3424174 História
Tratado assinado em 1750 que expandiu consideravelmente o Brasil, praticamente definindo os contornos atuais do território:
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Q3424173 História
Veja trecho abaixo:

“Ficou estabelecido, a partir desta data, que só poderiam adquirir terras por compra e venda ou por doação do Estado. Não seria mais permitido obter terras por meio de posse, a chamada usucapião”. (INFOESCOLA, 2024)

A aprovação desta Lei em 1850 concentrou ainda mais a propriedade das terras, dificultando inclusive, o direto à terra aos negros recém libertos da escravidão. Estamos falando da:
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Q3423851 História
Quais foram os novos obstáculos, dificuldades e percalços que os cantores, artistas e poetas se viram compelidos a enfrentar após a implantação do Ato Institucional AI-5, promulgado no contexto histórico brasileiro no ano de 1968? 
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Q3423850 História
Quais foram os fatores preponderantes que influenciaram e desencadearam a promulgação do Ato Institucional AI-5, ocorrida no mês de novembro do ano de 1968?
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Q3423662 História
A área mais populosa do Brasil atual fica no antigo território tupi-guarani. Esse povo ocupou longos trechos do litoral e do interior, acompanhando os vales dos rios. Nesta área, foram construídas cidades como Rio de Janeiro, Vitória e Salvador, no entanto, a população indígena se tornou minoria. Sobre a sociedade e cultura tupi-guarani, é possível afirmar: 
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Q3423657 História
Em nosso país, a Inconfidência Mineira e demais rebeliões coloniais foram exemplos da tensão na luta por direitos políticos. A independência do Brasil não se resumiu apenas ao chamado Grito do Ipiranga, esse acontecimento fez parte de um processo de questionamento do poder da Monarquia Hereditária e da dominação das metrópoles sobre suas colônias. Sobre o processo de independência do Brasil e a política mineira pode-se concluir que: 
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Q3422221 História

Texto I


Planificação econômica atingindo todos os setores e visando, por meio da orientação, intervenção ou gestão do Estado, que a produção do País atenda a todas as necessidades internas, assegurando a baixo custo as utilidades essenciais a todos os trabalhadores.


Texto II


Apelar para o capital estrangeiro, necessário para os empreendimentos da reconstrução nacional e, sobretudo, para o aproveitamento das nossas reservas inexploradas, dando-lhe um tratamento equitativo e liberdade para a saída dos juros.


Texto III


É indispensável manter clima propício à entrada de capitais estrangeiros. A manutenção desse clima recomenda a adoção de normas disciplinadoras dos investimentos e suas rendas, visando a reter no País a maior parcela possível dos lucros auferidos.


CHACON, Vamireh. História dos partidos brasileiros: discurso e práxis dos seus programas. Brasília: UNB, 1981, p. 413, 419, 440. Adaptado.


Os excertos acima, que constam nos programas dos três principais partidos políticos legalizados do Período Democrático (1946-1964), se referem às diretrizes econômicas das seguintes agremiações políticas, respectivamente: 

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Q3422220 História
Na época, em pleno regime militar, discutia-se uma promessa do presidente Ernesto Geisel de iniciar a transição, em que o regime seria aberto gradualmente e os governadores seriam eleitos pelo voto direto dali a dois anos. Como a oposição duvidou da promessa, Francelino Pereira perguntou: “Que país é este em que o povo não acredita no calendário eleitoral estabelecido pelo próprio presidente?”. Mas, no ano seguinte, Geisel fechou o Congresso, aumentou o mandato dos presidentes para seis anos e decidiu que um terço dos senadores seria indicado pelo presidente.
De Francelino Pereira para Renato Russo: a origem de ‘Que país é este?’. O Globo, 2015. Disponível em: . Acesso em: 03 jan. 2024. (Adaptado)
A frase “Que país é este?”, tornada famosa em canção homônima de Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, originou-se de uma fala do então presidente da Arena, o deputado federal Francelino Pereira, proferida em uma reunião com outros políticos. Impostas pelo presidente Ernesto Geisel (1974-1979), as medidas conhecidas como Pacote de Abril, que confirmaram que a oposição emedebista tinha razão ao desconfiar do então presidente, determinaram, entre outras medidas,
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Q3422219 História
“Falavam em fuzilamentos, em gente que era embarcada nos aviões militares e atirada em alto-mar. Havia muita confusão. Sempre que há mudança violenta de poder, a regra dos entendidos é sumir, evaporar-se, não se expor, nos primeiros momentos da rebordosa, um sargento qualquer pode decidir sobre um fuzilamento. Depois as coisas se organizam, até mesmo a violência é estruturada, até mesmo o arbítrio. Mas quem, no meio tempo, foi fuzilado, fuzilado fica.”
CONY, Carlos Heitor. Quase memória: quase romance. Rio de Janeiro: O Globo; São Paulo: Folha de S. Paulo, 2003, p. 183.
No excerto da obra em destaque, baseada em fatos ocorridos durante a Ditadura Militar (1964-1985), observa-se que, se nos primeiros momentos após o golpe de Estado houve certa desarticulação quanto às ações violentas dos golpistas sobre os opositores, posteriormente ocorreu 
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Q3422218 História
“As pessoas fogem do trabalho para o domingo. No final da sexta-feira começa uma contagem regressiva em direção à festa, ao descanso, ao tédio e à gargalhada fácil, que é o desafogo de um país em que o povo e a economia vão mal [Aparecem trabalhadores tomando ônibus ou trem]. Domingo é o dia de se abandonar a cidade, esquecer as preocupações da escola e do escritório. Na falta de pão e de biscoitos, há o parque de diversões em São Gonçalo [Mostra uma criança negra, aparentemente pobre, em um parque], a linha de passes na Pavuna [Aparecem crianças descalças, aparentemente pobres, jogando futebol], a praia em Copacabana ou Ipanema, onde para uns poucos a vida é um domingo interminável [Mostra o mar e prédios daqueles bairros]. Dia do Flamengo, do Corinthians, da televisão...”
O MUNDO Mágico dos Trapalhões. Direção: Silvio Tendler. Narração: Chico Anysio. Rio de Janeiro: RA Produções, 1981. 1 DVD. [trecho]
Exibido nos anos finais da Ditadura Militar (1964-1985), O Mundo Mágico dos Trapalhões levou 2,5 milhões de espectadores aos cinemas em 1981, fato comum nos filmes do quarteto formado por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. No referido trecho, a narração na voz do humorista Chico Anysio, combinada com as imagens (cuja descrição está entre colchetes), serve como crítica a um dos aspectos mais característicos do Brasil naquele ano: 
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Q3422216 História

“A historiografia sobre os processos de independência da América e de formação dos Estados americanos tem sido renovada com significativas contribuições de vários autores, que tendem a enfatizar as dinâmicas locais e as atuações dos povos americanos para uma compreensão mais ampla e complexa do tema.”


ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Populações indígenas e Estados nacionais latino-americanos: novas abordagens historiográficas. In: AZEVEDO, Cecília; RAMINELLI, Ronald (Orgs.) História da América: novas perspectivas. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2011, p. 111.


Entre as contribuições para a historiografia da América, há a obra de François-Xavier Guerra, para quem, apesar das diferenças étnicas e sociais e de suas múltiplas identidades, os vários habitantes da América hispânica – espanhóis, crioulos, mestiços, indígenas e africanos – chegaram à primeira década do século XIX compartilhando entre si 

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Q3422215 História
“Contaram-me depois que a multidão desceu pela Rua do Comércio e foi quebrando pelo caminho as janelas de todas as casas pertencentes a famílias de origem alemã. Nem os Spielvogel nem os Kunz – que são reconhecidamente antinazistas – foram poupados. Alguém sugeriu que empastelassem a Confeitaria Schnitzler. Ouviu-se uma voz: Não! Schnitzler é dos nossos! – Qual nada! – berrou outro. – É alemão e basta. A multidão começou a cantar o Hino Nacional e dar morras ao nazismo.”
VERÍSSIMO, Érico. O tempo e o vento: o arquipélago. Vol. III. 2. ed. rev. São Paulo: Editora Globo, 2002, p. 344-345. Adaptado.

Em O tempo e o vento, sua obra mais consagrada, o escritor Érico Veríssimo reconstituiu, entre outros, diversos acontecimentos existentes durante a Era Vargas (1930-1945).
A análise do excerto remete às revoltas populares ocorridas imediatamente após
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Q3422214 História
“Quanto aos trabalhadores, após a guerra o ‘pleno emprego’, ou seja, a eliminação do desemprego em massa, tornou-se a pedra fundamental da política econômica nos países de capitalismo democrático reformado, cujo mais famoso profeta e pioneiro, embora não o único, foi o economista britânico John Maynard Keynes (1883-1946). O argumento keynesiano em favor dos benefícios da eliminação permanente do desemprego em massa era tão econômico quanto político. Os keynesianos afirmavam, corretamente, que a demanda a ser gerada pela renda de trabalhadores com pleno emprego teria o mais estimulante efeito nas economias em recessão.”
HOBSBAWM, Eric John. Era dos extremos: o breve século XX 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 99-100. 
De acordo com Hobsbawm, a Grande Depressão, tendo sido o mais trágico episódio da história do capitalismo, teve como sua mais significativa implicação de longo prazo
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Q3422213 História
Em 1955, reuniu-se em Bandung, na Indonésia, uma conferência convocada pelo grupo de Colombo, congregando os cinco países recém-independentes – Índia, Paquistão, Ceilão, Birmânia e Indonésia – e, pela primeira vez, os chefes de Estado de 29 países da Ásia e da África (18 a 24 de abril), que se apresentavam como um terceiro mundo.
LINHARES, Maria Yedda Leite. Descolonização e lutas de libertação nacional. In: REIS FILHO, Daniel Aarão; FERREIRA, Jorge; ZENHA, Celeste (Orgs.). O Século XX. v. 3. O tempo das dúvidas: do declínio das utopias às globalizações. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 57.

No que se refere aos pontos em comum da Conferência de Bandung, houve pronunciamento
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Respostas
4701: A
4702: C
4703: C
4704: E
4705: A
4706: C
4707: E
4708: C
4709: A
4710: B
4711: C
4712: D
4713: C
4714: A
4715: B
4716: D
4717: C
4718: B
4719: D
4720: A