Questões de Concurso Comentadas sobre história

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Q3661229 História
“A Revolução Francesa – a Grande Revolução de 1789 – foi amplamente sentida pelos contemporâneos como uma autêntica, histórica, regeneração da humanidade [...]. Kant, num opúsculo de 1798, O Conflito das Faculdades, falou (§6) “de um acontecimento de nossa época que prova a tendência moral do gênero humano”. Aurora e limiar, dramático divisor de águas da história do mundo, e não só da França, a revolução assumiu desde o princípio um significado cósmico e escatológico, um simbolismo único, de dilúvio lustral da civilização: e foi pensando na escala inédita dessa ressonância que Jules Michelet (1798-1874), seu maior historiador, referiu-se à “história da França, cuja particularidade é precisamente ser universal”. Entre a queda da Bastilha e o advento de Bonaparte, desenrolou-se um drama que acabou envolvendo, nos seus efeitos e nas suas derivações, a inteira modernidade, na política e no social.”
Fonte: MERQUIOR, José Guiherme. O repensamento da Revolução. IN: FURET, François e OZOUF, Mona. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p.XVII)

Nesse sentido, qual foi o impacto da Revolução Francesa sobre o conceito de revolução?
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Q3661228 História
“Trazer o iluminismo britânico ao palco da história- isto é, ao centro do palco - , é redefinir a própria ideia de iluminismo. Na litania de traços associados ao iluminismo – razão, direitos, natureza, liberdade, igualdade, tolerância, ciência, progresso -, “razão” invariavelmente encabeça a lista. O que é conspicuamente ausente é “virtude”. Mas foi “virtude”, mais do que razão, que teve primazia no iluminismo britânico.”

Fonte: HIMMELFARB, Gertrude. Os caminhos para a modernidade: os iluminismos britânico, francês e americano. São Paulo: É Realizações, p. 16


A respeito do iluminismo britânico, é possível dizer:
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Q3661227 História
“Quando os “aritméticos políticos” do final do século XVII apontaram a adversário; quando os escritores franceses do século XVII prestaram realizações comerciais e financeiras inglesas – estavam dando vazão à Holanda como exemplo e atenção e deploraram as sua inveja, esperanças e descontentamento numa era de construção do estado e de intensa rivalidade nacional. Era essa a natureza da Europa, muito diferente da ecumênica China ou dos anárquicos Islã e índia. A Europa consistia em estados grandes e pequenos, cada um orientado pelo orgulho e interesse do governante, mas cada vez mais por um nacionalismo autoconsciente.”

Fonte: LANDES, DAVID S. A riqueza e a pobreza das nações: porque algumas são tão ricas e outras são tão pobres. Rio de Janeiro: Campus, 1998, p.497.


O contexto retratado pelo autor, no fragmento acima, foi marcado:
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Q3661226 História
“É sabido que o plantio da cana veio a substituir, nos primórdios da colonização da América Portuguesa, a simples extração de recursos naturais. O açúcar, então considerado uma especiaria, alcançava altos preços e dispunha de um mercado em expansão, possibilitando amarrar a Colônia às linhas de comércio metropolitano”.
Fonte: DEL PRIORE, Mary. Deus ou o diabo nas terras do açúcar: o senhor de engenho na América Portuguesa. In. DEL PRIORE, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de História. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.17

A dinâmica da economia açucareira, no Brasil colonial, caracterizava-se:
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Q3661225 História
“Para Erasmo, como para todos os reformadores, a Bíblica constituía, então, o centro da compreensão cristã, quando apresentada sob sua forma autêntica. E rejeitava, em uníssono com eles, o cristianismo mecânico praticado em sua totalidade: indulgências, peregrinações, privilégios especiais, missas para os mortos, todo o negócio de conquistar a salvação por um “mérito” adquirido de modo artificial, em geral com dinheiro [...]. Onde, então, encontrava-se a estrada para a salvação? Erasmo concordava com os reformadores que a Bíblia tinha de ser estudada. Concordava com a prática da devoção privada, sobretudo da oração. O homem se salvava por meio do conhecimento de Deus, não por intervenção de uma instituição”.

Fonte: JOHNSON, Paul. História do cristianismo. Rio de Janeiro: Imago Edit., 2001, p.334


Avalie as seguintes afirmações:
I. Erasmo de Roterdã concordava com Lutero e, mais tarde, com Calvino, em atacar o ponto de vista clerical e sua defesa da necessidade de uma resposta autorizada para todas as indagações teológicas concebíveis.

II. Como Lutero, Erasmo de Roterdã alegava que a Igreja precisava de uma teologia reduzida à mínima influência sobre os fiéis.

III. Erasmo de Roterdã, ao contrário de Lutero, opunha-se à aproximação entre o movimento reformista e o poder principesco.

IV. Diferente de Lutero, Erasmo de Roterdã não defendia uma visão determinista da salvação, pois rejeitou qualquer ideia de predestinação.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
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Q3661224 História
“Os humanistas começam definindo o conceito de liberdade de um modo tradicional e já bem formado. Habitualmente, eles empregam esse termo para indicar ao mesmo a tempo a independência e o autogoverno”.
Fonte: SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras: 1996, p. 98

O fragmento acima faz referência ao conceito de liberdade, tal como elaborado pela primeira geração do Renascimento. Sobre o referido conceito, é possível concluir que:
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Q3661223 História
“A história do mundo muçulmano no segundo milênio cristão apresenta um aspecto muito menos coerente do que na época de ouro, mas a tradicional visão dualista de emergência seguida de decadência é simplificadora demais para defini-la; É verdade que uma série de invasões externas e calamidades internas produziram imenso impacto negativo no Oriente Médio, levando a um declínio aparentemente inexorável de seu centro – o mundo árabe. Em outras partes, porém, o islã viveu uma nova onda de expansão, a exemplo do subcontinente indiano, do sudoeste asiático e da África.”

Fonte: DEMANT, Peter. O mundo muçulmano. São Paulo: Contexto, 2008, pp.52-53 O texto faz referência ao período conhecido como “Idade Média Árabe-muçulmana”.


Sobre o período, podemos afirmar que
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Q3661222 História
“Como bem ressalta Reyna Pastor, ao separar a história da mulher da história do homem, se termina por impossibilitar a compreensão do verdadeiro grande tema, que é a sociedade, ou o corpo social. Talvez seja este o momento de redirecionar o enfoque que se vem dando aos estudos feministas. Mais do que se preocupar em fazer História da Mulher, pensamos que seria mais produtivo e enriquecedor estudar o papel da mulher na História.”

Fonte: NASCIMENTO, Maria Filomena Dias. Ser mulher na Idade Média. 1997, p.84. Disponível em file:///D:/Downloads/admin,+5%20(1).pdf, acesso em 20.09.2024

Sobre o papel da mulher, a historiografia tem mostrado que:
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Q3661221 História
“Quais eram as características comuns a todas cidades-Estados clássicas? Talvez possamos distinguir as seguintes como sendo as mais importantes: 1) do ponto de vista formal, a tripartição do governo em uma ou mais assembleias (sic), um ou mais conselhos, e certo número de magistrados escolhidos – quase sempre anualmente – entre os homens elegíveis; 2) a participação direta dos cidadãos no processo político: a noção de cidade-Estado implica a existência de decisões coletivas, votadas depois de discussão (nos conselhos e/ou nas assembleias), que eram obrigatórias para todas a comunidades, o que quer dizer que os cidadãos com plenos direitos eram soberanos; 3) a inexistência de uma separação absoluta entre órgãos de governo e de justiça, e o fato de que a religião e os sacerdócios integravam o aparelho de Estado”.

Fonte: CARDOSO, Ciro Flamarion S. A cidade-Estado antiga. São Paulo: Ática,1987, p.7


Entre as afirmativas abaixo, qual complementa CORRETAMENTE o fragmento de texto acima?
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Q3661220 História
“A aprendizagem histórica pode se explicar como um processo de mudança estrutural na consciência histórica. A aprendizagem histórica implica mais que um simples adquirir de conhecimento do passado e da expansão do mesmo. Vista como um processo pelo qual as competências são adquiridas progressivamente, emerge como um processo de mudança de formas estruturais pelas quais tratamos e utilizamos a experiência e o conhecimento da realidade passada, passando de formas tradicionais de pensamento aos modos genéticos”.

Fontes: RÜSEN, Jorn. El desarrollo de la competência narrativa enelaprendiaje histórico. Una hipótesis ontogenética relativa alaconciencia moral. Revista Propuesta Educativa, Buenos Aires, Ano 4, n.7, p.27-36. oct. 1992,p. 24, Revisão da tradução: Maria Auxiliadora Schmidt.


As discussões relacionadas ao ensino de História, desde a segunda metade do século XX, vêm se orientando para as práticas pedagógicas, com especial atenção às metodologias de ensino que possibilitem ao aluno a construção de uma consciência histórica voltada para a justiça social, possível em modelos educacionais que: 
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Q3660212 História
No livro A Revolução Industrial e suas Consequências no Brasil (2018), Roberto Campos analisa os efeitos da Revolução Industrial no Brasil, ressaltando como a industrialização global afetou as práticas artesanais no país. O autor argumenta que, embora o Brasil estivesse relativamente distante dos centros industriais europeus, as mudanças na produção e nas demandas de mercado influenciaram os artesãos brasileiros. Campos, (2018), discute como muitos artesãos foram forçados a adaptar suas técnicas e processos em resposta à concorrência da produção em massa. Ele também destaca que, apesar dessas pressões, muitos artesãos conseguiram preservar sua identidade cultural e explorar nichos de mercado, permitindo uma coexistência entre práticas tradicionais e inovações.
Com base na análise de Roberto Campos sobre a influência da Revolução Industrial no artesanato brasileiro, considere as seguintes afirmativas:

I. A Revolução Industrial trouxe novas demandas de mercado, forçando o artesanato brasileiro a se adaptar e a buscar modernização.
II. O artesanato no Brasil resistiu à influência da Revolução Industrial, permanecendo totalmente inalterado em suas técnicas e processos.
III. Apesar da chegada de novos processos industriais, o artesanato brasileiro preservou suas tradições e técnicas, explorando nichos de mercado específicos.
IV. A Revolução Industrial resultou na completa desvalorização do artesanato brasileiro, que foi incapaz de competir com as novas indústrias.

É CORRETO apenas o que se afirma em
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Q3657668 História
A colonização de Guaraciaba, iniciada na década de 1940, ocorreu em um contexto de parceria entre governos e empresas multinacionais que exploravam a madeira. Considerando esse processo histórico, assinale a alternativa correta.
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Q3657073 História
Leia o texto a seguir.

São Lourenço o virtuoso,
vos livra com muito amor
terras e almas, extremoso,
do demônio enganador.
Também São Sebastião
valente santo soldado,
que aos tamoios rebelados
deu outrora uma lição
hoje está do vosso lado.
E lado a lado a nação
dos derrotados no
fundo do rio fica.
Os franceses seus amigos,
inutilmente trouxeram
armas. Por nós combateram
Lourenço, jamais vencido,
e São Sebastião flecheiro.
Quando o demônio ameaçar
vossas almas, vós vereis
com que força hão de zelar.
Santos e índios sereis
pessoas de um mesmo lar.

Adaptado de: ANCHIETA, José de. Auto representado na Festa de São Lourenço, Rio de Janeiro: Serviço Nacional de Teatro, Ministério da Educação e Cultura, 1973.

O texto, escrito pelo padre José de Anchieta, tinha como objetivo catequizar os indígenas sobreviventes das batalhas da Confederação dos Tamoios, ocorridas na região da Guanabara (atual Niterói). Nele, São Lourenço simboliza os Temiminós, e São Sebastião, Portugal.

Com base no texto e em seu contexto histórico, assinale a afirmativa que identifica corretamente o evento ligado à ocupação da região da Guanabara.
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Q3656819 História
"Esses conflitos regionais não tinham uma ligação essencial com a Guerra Fria: a URSS foi uma das primeiras a reconhecer o novo Estado de Israel, que mais tarde se estabeleceu como principal aliado dos EUA, os Estados Árabes e outros Islâmicos, de direita ou de esquerda, uniam-se na repressão ao Comunismo dentro de suas fronteiras."
(HOBSBAWN, Eric. Era dos Extremos. O breve século XX. 1914-1991. 2ª edição. São Paulo: Companhia da Letras, 2021. p.351).

Sobre a criação do Estado de Israel, é incorreto afirmar: 
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Q3656818 História
"Aos olhos de um duque da Normandia, o senhor de Ardres e mesmo o Conde de Guînes pareciam medíocres personagens. Como o Plantageneta, porém, eles se preocuparam, em 1194, em erguer um monumento literário à memória de seus ancestrais. De todas as histórias familiares em que permanecem alguns vestígios das damas daquele tempo, esta é incontestavelmente a mais rica, a mais saborosa. Na linha em que se enfrentavam os reis da França e da Inglaterra, a terra de Guînes foi de fato, durante a Guerra dos Cem anos e depois, uma posição estratégica e política de primeiríssima importância, cobiçada, dividida, reconquistada: de 7 a 24 de junho de 1520, o famoso Camp du Drap D'or, onde Francisco I e Henrique VI rivalizaram em magnificência, se manteve entre Guînes e Ardres, precisamente."
(DUBY, Georges. Damas do século XII. A Lembrança das ancestrais, São Paulo: Companhia das Letras, 1997. p.97).

Sobre a Guerra dos Cem Anos, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3656817 História
"O Brasil nos primeiros tempos da colonização (séculos XVI e XVII). Uma das formas mais interessantes de abordar o tema é tomar por base a pluralidade cultural e do encontro entre culturas. Assim, é preciso destacar o patrimônio cultural dos primeiros habitantes do Brasil que, depois, foi transformado nos primeiros tempos da colonização portuguesa na América. É importante também ressaltar os usos e abusos do patrimônio natural e humano do Brasil na época colonial."
(PINSKY, Jaime; PINSKY,Carla Bassanezi. Por uma História prazerosa e consequente. In: KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula. Conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2012. p.33).

Não é assunto relacionado ao fragmento acima: 
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Q3656816 História
"As relações entre Brasil e Estados Unidos estiveram próximas do estremecimento, chegando a vir em missão o senador Robert Kennedy, cujas consequências não foram do agrado do norte - americano, pois o Brasil não aceitou críticas à sua política externa e menos ainda à interna.
O presidente, com o plebiscito, tem novo fôlego para o trabalho. Substitui o Ministério por outro, empossado em 24 de janeiro de 1963. Constituído de alguns grandes nomes, não tende à radicalidade, em seu colorido centro-esquerda. O fato mais importante da nova fase, do ângulo administrativo, é o Plano Trienal de Desenvolvimento Econômico e Social, de 1963-65, feito pelos ministros Celso Furtado e San Tiago Dantas."
(IGLÉSIAS, Francisco. Trajetória Política do Brasil. 1500-1964. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p.290).

O fragmento refere-se a que fase da História Política do Brasil?
Alternativas
Q3656815 História
" No Brasil da segunda metade do século XIX, o feminismo se restringia a ser um movimento ainda brando e emergente de mulheres de classe média e de oligarquia em busca de direitos civis, dentre eles, fundamentalmente, o direto de educação e o direito de voto."
(MANOEL, Ivam Aparecido. Igreja e Educação Feminina - 1889-1919 - Uma face do conservadorismo. São Paulo: Editora UNESP, 1996. e.12).

Quando as mulheres conquistaram o direito ao voto no Brasil?
Alternativas
Q3656814 História
"A soberania das sociedades africanas também impediu que os portugueses tivessem acesso às minas de ouro que haviam sido descritas pelos viajantes árabes. A quantidade de ouro que os portugueses conseguiram comprar no continente africano era muito menor do que eles haviam sonhado. Por isso, eles rapidamente transferiram seus interesses comerciais para outra mercadoria: o escravo africano."
(SANTOS, Ynaê Lopes dos. História da Africa e do Brasil Afrodescendente. Rio de Janeiro: Pallas, 2017. p. 129).

Sobre as sociedades africanas e o comércio de escravos é incorreto afirmar:
Alternativas
Q3656813 História
"Entre os séculos XVI e XVII, apesar da maior distância, os são-tomenses buscavam escravos, em particular em Luanda e Popó Pequeno. Nesses Portos, conseguiam encher seus navios com mais escravos e de maneira muito mais rápida.
Os portugueses chegaram ao Arquipélago de Cabo Verde, em 1492, para lá levaram, então seus compatriotas e escravos africanos."
(MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. 2ª edição. São Paulo: Editora contexto, 2012. p.69).

Sobre a escravização dos africanos pelos portugueses é incorreto afirmar: 
Alternativas
Respostas
2741: A
2742: E
2743: D
2744: C
2745: E
2746: A
2747: B
2748: D
2749: C
2750: A
2751: C
2752: B
2753: B
2754: A
2755: B
2756: B
2757: B
2758: C
2759: B
2760: B