Questões de Concurso Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q1877252 História
A migração de populações indígenas para o interior da colônia brasileira gerou uma escassez de sua mão de obra, sobre as consequências desse movimento migratório, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1877251 História
Durante a colonização no Brasil, os índios resistiam aos processos de catequização e escravização, alguns resistiam lutando, mas essa tática devido a superioridade bélica dos europeus e principalmente as epidemias levaram os que optaram por essa forma de resistência a derrota. No entanto, outra forma de resistência foi muito mais efetiva. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1877250 História
“Foi o Padroado que incentivou e sustentou missionários em terras coloniais, antecipando-se a igreja romana e ocupando um espaço vago”

(Hoornaert, Eduardo. A Igreja no Brasil Colônia – 1550 - 1580, São Paulo, Brasiliense, 1982, pp. 35-6).

Sobre o Padroado, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q1854323 História
Leia o excerto a seguir.
“O Brasil, em razão da sua dimensão e da ausência de preocupação com a reprodução biológica dos negros, foi o maior importador de escravos das Américas. Estudos recentes estimam em quase 10 milhões o número de negros transferidos para o Novo Mundo, entre o século XV e XIX. Para o Brasil teriam vindo em torno de 3,6 milhões.”
SILVA, J. M. da. Raízes do conservadorismo brasileiro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018. p. 374
Sobre a temática abordada pelo autor no excerto acima, afirma-se, EXCETO que
Alternativas
Q1854311 História

.Analise o mapa da América Colonial portuguesa abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: NOVAIS, F., Org. História da Vida Privada no Brasil. Vol. I. São Paulo:

Companhia das Letras, 1997, p.19


Ao analisar-se o mapa, afirma-se que se refere

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Q1854309 História
Leia o excerto a seguir.
“Aos portugueses e, em menor grau, aos castelhanos, coube, sem dúvida, a primazia no emprego do regime que iria servir de modelo à exploração latifundiária e monocultora adotada depois por outros povos. E a boa qualidade das terras do Nordeste brasileiro para a lavoura altamente lucrativa da cana-de-açúcar fez com que essas terras se tornassem o cenário onde, por muito tempo, se elaboraria em seus traços mais nítidos o tipo de organização agrária mais tarde característico das colônias europeias situadas na zona tórrida. A abundância de terras férteis e ainda mal desbravadas fez com que a grande propriedade rural se tornasse, aqui, a verdadeira unidade de produção. Cumpria apenas resolver o problema do trabalho.”
HOLANDA, S. B. de. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 1995. p. 48.
Para tentar resolver essa dificuldade citada por Sérgio Buarque de Holanda, no excerto acima, os portugueses optaram por (pelo) 
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Q1854303 História
A exportação de mão de obra escrava da África para o mundo data-se no século IX e foi realizada incialmente por países banhados pelo Mar Mediterrâneo (Europa meridional), Oriente Médio e Ásia. Contudo, foi a chegada dos europeus ao Novo Mundo, a partir do século XV, que incrementou e expandiu o tráfico negreiro, assim criando um comércio transatlântico, que representou um fenômeno único em termos de número, extensão geográfica e econômica.
A respeito da escravidão transatlântica de escravos, afirma-se que
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Q1852289 História
    As primeiras legislações do Brasil Colônia não consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto colonial português envolveu uma política que dividia os povos nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados, conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja, forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais, tornando-se “índios de repartição”.

FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.

    A legislação se caracterizou por dois aspectos principais, que abrigam concepções que permitem às ações coloniais justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários. O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.

André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Tendo como referência inicial os trechos anteriores, que tratam da escravização indígena no Brasil colônia, julgue o item a seguir.
As sociedades indígenas aliadas eram aquelas submetidas aos arranjos dos colonizadores e eventualmente dos missionários a que eram vinculadas.
Alternativas
Q1852288 História
    As primeiras legislações do Brasil Colônia não consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto colonial português envolveu uma política que dividia os povos nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados, conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja, forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais, tornando-se “índios de repartição”.

FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.

    A legislação se caracterizou por dois aspectos principais, que abrigam concepções que permitem às ações coloniais justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários. O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.

André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Tendo como referência inicial os trechos anteriores, que tratam da escravização indígena no Brasil colônia, julgue o item a seguir.
Os índios bravos estavam diretamente relacionados ao conceito de escravização, justificada em função da divisão estabelecida pela estrutura colonial e suas necessidades. 
Alternativas
Q1852287 História
    As primeiras legislações do Brasil Colônia não consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto colonial português envolveu uma política que dividia os povos nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados, conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja, forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais, tornando-se “índios de repartição”.

FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.

    A legislação se caracterizou por dois aspectos principais, que abrigam concepções que permitem às ações coloniais justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários. O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.

André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Tendo como referência inicial os trechos anteriores, que tratam da escravização indígena no Brasil colônia, julgue o item a seguir.
Os indígenas aliados eram os que mereciam o tratamento de cidadão, dada sua contribuição para o processo colonial e sua estrutura social. 
Alternativas
Q1852286 História
    As primeiras legislações do Brasil Colônia não consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto colonial português envolveu uma política que dividia os povos nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados, conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja, forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais, tornando-se “índios de repartição”.

FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.

    A legislação se caracterizou por dois aspectos principais, que abrigam concepções que permitem às ações coloniais justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários. O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.

André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Tendo como referência inicial os trechos anteriores, que tratam da escravização indígena no Brasil colônia, julgue o item a seguir.
A divisão dos grupos era uma estratégia de gestão de uma cultura diferente, diversificada e que os colonizadores tinham dificuldade em dominar, se configurando como arma de guerra. 
Alternativas
Q1848722 História
O Padre Antônio Vieira dedicou um número significativo dos seus Sermões aos povos africanos, aos seus descendentes escravizados no Brasil e a sua cultura. Nessas pregações encontra-se a tese filosófico-teológica legitimadora da escravidão, isto é, os africanos foram escravizadores porque:
Alternativas
Q1821040 História
Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE o motivo pelo qual a Coroa Portuguesa transferiu-se para o território brasileiro no ano de 1808: 
Alternativas
Q1821039 História
Ao expandir a colonização para o sul do território brasileiro, a coroa portuguesa ergueu um povoamento em 1680, na margem do Rio da Prata, de frente para Buenos Aires, na Argentina, que posteriormente foi alvo de disputas com a coroa espanhola, decidido por meio do Tratado de Santo Idelfonso em 1777.
Este povoado é CONHECIDO como:
Alternativas
Q1816536 História
O tráfico transatlântico de escravos oriundos da África teve terreno fértil no Brasil no período colonial e imperial. Sobre a escravidão no Brasil e seus reflexos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1813513 História
Embora usasse o título de rei desde a morte da mãe, a rainha D. Maria I, em 20 de março de 1816, D. João esperou quase dois anos para receber o juramento legal, eclesiástico e popular pela sucessão ao trono. Se até então D. João entendera a estada em sua colônia tropical como um idílio, a partir de 1817 uma nova realidade lhe estorvaria o pacato cotidiano. O decreto real que fixou a data foi publicado em 28 de janeiro de 1818, determinando o dia 6 de fevereiro para a celebração do reconhecimento de D. João como Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e dos Algarves, d’Aquém e d’Além- -Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia. Dentre os motivos que levaram ao atraso da cerimônia da coroação, podemos destacar, EXCETO:
Alternativas
Q1813510 História
Em suas andanças pelos sertões, os paulistas iriam, afinal, realizar velhos sonhos e confirmar um raciocínio lógico. O raciocínio continha uma pergunta: se a parte do continente que pertencia à América espanhola era rica em metais preciosos, por que estes não existiriam em abundância também na colônia lusa? Em 1695, no Rio das Velhas, próximo às atuais Sabará e Caeté, ocorreram as primeiras descobertas significativas de ouro. A tradição associa a estas primeiras descobertas o nome de Borba Gato, genro de Fernão Dias. Durante os quarenta anos seguintes, foi encontrado ouro em Minas Gerais, na Bahia, em Goiás e no Mato Grosso. Sobre o ouro explorado no século XVIII, é possível afirmar que, EXCETO:
Alternativas
Q1806200 História
"A descoberta de jazidas de ouro nas minas fez com que paulistas e forasteiros brigassem durante dois anos pelo controle da região. Francisco de Amaral Gurgel, frei Francisco de Meneses e forasteiros lideram a primeira parte deste movimento em Ouro Preto contra Domingos da Silva Monteiro, Bartolomeu Bueno Feio e paulistas. [...] A segunda parte do movimento ocorre em Sabará e envolve Pascoal da Silva Guimarães, frei Francisco de Meneses, frei Firmo e forasteiros contra paulistas, tudo isso devido à insatisfação em relação ao estabelecimento de contrato de fumo, carne e aguardente no local. Como consequência, o contrato acaba sendo suspendido até decisão régia, que o proíbe em 1709, ao fim do conflito. Em um terceiro momento, ocorre o assassinato de dois forasteiros no Rio das Mortes. Em outubro de 1708, o desaparecimento de uma espingarda faz surgir uma proposta de duelo entre os dois lados da disputa. O duelo acaba não ocorrendo e Borba Gato interfere propondo um acordo entre as partes, que é aceito. [...] Um mês depois, Manuel Nunes Viana volta a chamar atenção ao invadir Sabará e expulsar de lá os paulistas para Cachoeira do Campo. Eles são, no entanto, expulsos também de Cachoeira e o invasor de outrora é eleito governador, trazendo consigo forasteiros para ocuparem cargos do governo. [...] Em abril, Manuel Nunes Viana e agregados conseguem a expulsão do governador do Rio de Janeiro, sendo nomeado em seu lugar Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho. Em agosto, amotinados são perdoados. [...] É deste conflito que resultam a aquisição da Capitania de São Vicente e a criação da Capitania de São Paulo e Minas do Ouro, que só seria desfeita sob consequência de uma outra revolta em Vila Rica de 1720." Fonte (adaptada): https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/
O trecho acima faz referência à:
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Q1800282 História
"Em 1701, a Coroa determinou um afastamento para o criatório de, no mínimo, dez léguas a partir da área de plantio da cana"Simonsen. Roberto C. História econômica do Brasil: 1500/1820. 10. ed. São Paulo: Nacional, 1978 (Brasiliana, 5). (Adaptado).
- Essa determinação realizada desde a Carta Régia de 1701 teve como objetivo:
Alternativas
Q1800274 História
"Muitos africanos não abandonaram a religião em que foram criados na África e a transmitiram a seus filhos e netos crioulos. Mas a praticavam com muito cuidado a fim de evitar a repressão das autoridades, que em geral viam com maus olhos os batuques noturnos e muitas vezes destruíam os santuários com violência e prendiam os que neles se encontravam. Entre os presos podia estar um escravo ou liberto que não perdia a missa aos domingos, mas tocava o tambor ritual num terreiro no qual os deuses ou ancestrais se apossavam do corpo dos fiéis. Nisso não via ele contradição, pois o panteão africano se ampliar a com os santos católicos e nestes identificava entidades trazidas da África."Costa e Silva, Alberto da. População e Sociedade. In: Schwartz, L. M. (Direção) Crise Colonial e Independência: 1808-1830. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. (Adaptado).

- Sobre a cultura e a religiosidade africana no Brasil Colonial é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
621: A
622: B
623: C
624: A
625: D
626: B
627: D
628: E
629: C
630: E
631: E
632: B
633: C
634: D
635: D
636: B
637: A
638: B
639: C
640: C