Questões de Concurso Sobre mercantilismo, colonialismo e a ocupação portuguesa no brasil em história

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Q1128707 História
        Os velhos, as mulheres, os meninos que não têm forças, nem armas com que se defender, morrem como ovelhas inocentes às mãos da crueldade herética, e os que podem escapar à morte, desterrando-se a terras estranhas, perdem a casa e a pátria. […] Não fora tanto para sentir, se, perdidas fazendas e vidas, se salvara ao menos a honra; mas também esta a passos contados se vai perdendo; e aquele nome português, tão celebrado nos anais da fama, já o herege insolente com as vitórias o afronta, e o gentio de que estamos cercados, e que tanto o venerava e temia, já o despreza. 


VIEIRA, A. Sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal contra a Holanda. In:
BOSI, A. (org.) Essencial Padre Antônio Vieira. São Paulo: Companhia das
Letras, 2011, p. 248. 

Considerando as dimensões econômica, social e política da América portuguesa, julgue (C ou E) o item a seguir.



A escassez de meios, nas forças armadas regulares de Portugal, para guarnecer suas possessões no ultramar motivou as elites coloniais a organizarem meios de defesa próprios, geralmente sem instrução militar formal. Exemplos disso são a construção, com mão de obra indígena, de um enorme galeão a mando de Salvador Correia de Sá e Benevides para a própria empresa de reconquista de Angola, e a expulsão, pelas ordenanças da cidade do Rio de Janeiro, dos invasores franceses liderados por Jean-François Duclerc.

Alternativas
Q1108121 História
[...] são questionáveis algumas observações de (Fernando) Novais (1986) no que se refere às interpretações das inconfidências, em especial a Mineira. Sua concepção de que as ideias que em Portugal possuíam uma face reformista, quando transpostas a uma situação colonial, ganhavam uma face ‘revolucionária’ nos parece hoje inadequada e mesmo insustentável. [...]
FURTADO, João Pinto. Inconfidências e conjurações no Brasil: notas para um debate historiográfico em torno dos movimentos do último quartel do século XVIII. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima. Coleção O Brasil Colonial, 1720-1821. V. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. p. 647.
Para justificar sua contraposição a Fernando Novais, João Pinto Furtado argumenta, entre outros elementos, que
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Q1063974 História
Acerca dos contatos de aproximação entre colonizadores e índios da região da Amazônia ao longo do processo de colonização da América portuguesa, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1063032 História

Ao tempo da América Portuguesa, durante o reinado de D. José I, foram construídas diversas fortificações na Amazônia, entre as quais o Real Forte da Beira, na margem direita do rio Guaporé.

A respeito dessa fortificação e seu contexto histórico, e da exploração econômica na região amazônica, assinale a opção correta.

Alternativas
Q1054429 História
“Talvez o segredo da integridade do Império português após a Restauração (1640) ou a possibilidade desse imenso território, com a sua diminuta população, ter-se mantido sob o mando da monarquia brigantina sem se desintegrar, tenha sido a natureza política dessa mesma monarquia: polissinodal e corporativista”. João Fragoso. ‘Introdução’ In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima (Orgs.). O Brasil colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. Vol. 1 (adaptado).
Segundo o autor citado, a América portuguesa foi possível pela combinação de três fatores, dentre os quais, NÃO se inclui o seguinte fator:
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Q1054428 História
“O fato da separação do reino, em 1822, não teria importância na evolução da colônia para Império. Já era fato consumado desde 1808 com a vinda da corte e abertura dos portos e por motivos alheios à vontade da colônia ou da metrópole.” DIAS, Maria Odila da Silva. A interiorização da metrópole e outros estudos. São Paulo: Alameda, 2005.
A autora citada cunhou o conceito de “interiorização da metrópole” que, segundo Neves (IN: Grinberg e Salles, 2009), pode ser definido como:
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Q1054427 História
“A partir de fins do século XVI a Coroa aprende a fazer os rios coloniais correrem para o mar metropolitano; os colonos compreendem que o aprendizado da colonização deve coincidir com o aprendizado do mercado, o qual será – primeiro e sobretudo – o mercado reinol. Só assim podem se coordenar e se completar a dominação colonial e a exploração colonial. [...] Já no século XVII, o tráfico atlântico de africanos modifica de maneira contraditória o sistema colonial, e os interesses luso-brasileiros ou, melhor dizendo, brasílicos, se cristalizam nas áreas escravistas sul-americanas e nos portos africanos de trato [...] carreiras bilaterais vinculam diretamente o Brasil à Àfrica Ocidental”. ALENCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.(adaptado).
Conforme o entendimento do autor citado, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1054422 História
“[...] por quanto para irem os ditos, navios dos ditos senhores Rei e Rainha de Castela, de Leão, de Aragão etc. dos reinos e senhorios até sua dita porção além da dita raia, na maneira que ficou dito é forçoso que tenham de passar pelos mares desta banda da raia que fica para o dito senhor Rei de Portugal, fica por isso concordado e assentado que os ditos navios dos ditos senhores Rei e Rainha de Castela, de Leão, de Aragão etc., possam ir e vir e vão e venham livre, segura e pacificamente sem contratempo algum pelos ditos mares que ficam para o dito senhor Rei de Portugal, dentro da dita raia em todo o tempo e cada vez e quando Suas Altezas e seus sucessores quiserem, e por bem tiverem, os quais vão por seus caminhos direitos e rotas, desde seus reinos para qualquer parte do que esteja dentro de sua raia e limite, onde quiserem enviar para descobrir, ou conquistar e contratar, e que sigam seus caminhos direitos por onde eles acordarem de ir para qualquer ponto da sua dita parte, e daqueles não se possam apartar, salvo se o tempo adverso os fizer afastar, contanto que não tomem nem ocupem, antes de passar a dita raia, coisa alguma do que for achado pelo dito senhor Rei de Portugal na sua dita porção, e que, se alguma coisa acharem os seus ditos navios antes de passarem a dita raia, conforme está dito, que isso seja para o dito senhor Rei de Portugal, e Suas Altezas o hajam de mandar logo dar e entregar.” ALBUQUERQUE, Luís de. Tratado de Tordesilhas e outros documentos. Lisboa: Publicações Alfa, 1989.
Sobre o Tratado de Tordesilhas (1494), é correto afirmar que:
Alternativas
Q1027738 História
Com o advento das missões jesuíticas junto às aldeias, o índio foi perdendo sua Identidade de culto religioso, assumindo gradativamente a condição de:
Alternativas
Q1020933 História
Sobre a Inconfidência Mineira assinale a alternativa INCORRETA
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2019 - IF-TO - Professor - História |
Q1008262 História
“Cipriano Sardinha, crioulo/mulato, filho de um homem branco, português, Manoel Pires Sardinha, com sua escrava, a crioula Francisca Pires. Cipriano ordenou-se padre em Mariana. Mais tarde foi ao Daomé, com o padre Vicente Ferreira Pires, em missão oficial como embaixador de Portugal junto ao rei nativo. O segundo, o seu meio-irmão Simão Pires Sardinha, filho do mesmo pai e de Francisca da Silva de Oliveira, a famosa Chica da Silva. Simão foi correspondente da Real Academia de Ciências e chegou a ser distinguido com a Ordem de Cristo, vivendo grande parte da vida em Portugal, desfrutando dos círculos intelectuais iluministas reunidos em torno da Academia Real de Ciências”.
(FURTADO, Junia Ferreira. “Mulatismo, mobilidade e hierarquia nas Minas Gerais: os casos de Simão e Cipriano Pires Sardinha. In: MONTEIRO, Rodrigo... (el.ali.) Raízes do Privilégio. Mobilidade social no mundo ibérico do Antigo Regime. Rio de janeiro: Ed. Civilização brasileira, 2001, p. 358)
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2019 - IF-SP - História |
Q1007190 História
O livro Os índios antes do Brasil, de Carlos Fausto (1999), apresenta as perspectivas etnográficas mais contemporâneas sobre os povos situados na América do Sul e no Brasil antes da chegada dos colonizadores. O autor:
Alternativas
Q1005005 História
Sobre a colonização portuguesa na América, no século XVII, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1004993 História

Imagem associada para resolução da questão

Vasco Fernandes, Adoração dos Reis Magos, 1501-1506 (detalhe)

O quadro acima representa a visita dos três reis magos ao menino Jesus, em que o indígena da costa brasileira é retratado como rei mago, inovando a tradicional cena do relato bíblico. Sobre o projeto missionário português, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2018 - PM-SP - Aluno Oficial - PM |
Q4136199 História
Observe a imagem e leia o trecho a seguir.

Imagem associada para resolução da questão Detalhe da obra Batalha dos Guararapes, óleo sobre tela de autor desconhecido (1758).

“As tropas holandesas e luso-brasileiras enfrentaram-se nos montes Guararapes em 1648 e 1649. Nas duas ocasiões, as bem treinadas forças da Holanda foram derrotadas por uma milícia local da colônia portuguesa. As batalhas travadas nos Guararapes são consideradas decisivas para a expulsão dos holandeses, que ainda levaria cinco anos para se concretizar.”
(Lilia M. Schwarcz; Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)

O detalhe da obra destacado na questão evidencia
Alternativas
Q1815253 História
A Corte Portuguesa ao chegar no Brasil, instalou-se:
Alternativas
Q1752468 História
Não corresponde a uma capitania hereditária:
Alternativas
Q1736624 História
Leia o trecho a seguir: “O Estado no Brasil resultou de uma enorme operação de conquista e ocupação de parte do Novo Mundo, empreendimento no qual se associaram a Coroa portuguesa, através dos seus agentes, e a Igreja Católica, representada primeiramente pelos jesuítas. Política e ideologicamente foi uma aliança entre o Absolutismo ibérico e a ContraReforma religiosa, preocupada com a posse do território recém descoberto e com a conversão dos nativos ao cristianismo. Naturalmente que transcorrido mais de 450 anos do lançamento dos seus fundamentos, o Estado brasileiro assumiu formas diversas, sendo gradativamente nacionalizado e colocado a serviço do desenvolvimento econômico e social.”
Sobre o processo de formação do Estado no Brasil, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q1728861 História
Não corresponde ao nome de uma Capitania Hereditária:
Alternativas
Q1728640 História
Acerca das capitanias hereditárias, leia:
I - As concessões de cada capitania eram dadas aos donatários, cuja missão era proteger, colonizar e administrar o território, podendo também explorar os recursos naturais do mesmo;
II - O sistema fracassou, pois das mais de dez capitanias, somente duas tiram êxito seguindo esse modelo, a de São Vicente e de Pernambuco;
III - O sistema de capitanias não teve uma duração maior que meio século, sendo extinta por Mem de Sá, que veio a ser o primeiro Governador-Geral do Brasil;
IV - A expedição que trouxe a implantação das capitanias foi a mesma que trouxe Martim Afonso de Sousa ao Brasil, em 1530.
Das afirmações acima, aponte somente aquelas que são verdadeiras:
Alternativas
Respostas
421: C
422: D
423: A
424: D
425: A
426: B
427: D
428: D
429: B
430: D
431: B
432: B
433: B
434: A
435: E
436: C
437: D
438: A
439: C
440: D