Questões de Concurso
Sobre história geral em história
Foram encontradas 10.961 questões
O documento Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental - história, entre os eixos temáticos a serem desenvolvidos no 4º ciclo, propõe o eixo História das representações e das relações de poder.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história. Brasília: MEC/SEF, 1998.
É pertinente a esse eixo temático o estudo dos
No Eixo Temático História das relações sociais da Cultura e do Trabalho para o 3º Ciclo, do documento Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história, há a orientação para se estudar as relações entre a realidade histórica brasileira, a História da América, da Europa, da África e de outras partes do mundo.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Sobre essa orientação, no que toca aos conteúdos propostos para os estudos acerca das RELAÇÕES DE TRABALHO, analise a pertinência dos temas a seguir:
I. A manufatura espanhola e inglesa.
II. O artesanato.
III. A divisão de trabalho nas culturas agrícolas e urbanas.
IV. A produção de alimentos e de utensílios nas populações indígenas circunscrita apenas à época colonial.
É CORRETO apenas o que se apresenta em
Em 9 de janeiro de 2003, foi aprovada a Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afrobrasileira nos níveis fundamental e médio. De acordo com a Lei, os currículos devem incluir "o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política (…)"
Mônica Lima questiona:
“Por que uma lei para fazer valer conteúdo tão fundamental na história, especialmente na história nacional? O fato é que nossos antigos historiadores trataram indevidamente, ou ignoraram, a participação africana em nossa formação, influenciados por preconceitos originários da sociedade escravista, entre os quais os ideais de branqueamento da população brasileira nutridos, desde meados do século XIX, por boa parte das elites nacionais”.
LIMA, Mônica. A África na sala de aula, 8 de julho de 2015,
Blog Prof. Márcio Ramos. Disponível em:<htpp://profmarcionamos.blogspot.com.br/2015/07/a-africa-na-sala- de-aula.html>
O documento Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história, do Ministério da Educação recomenda algumas práticas e procedimentos que podem ser privilegiados em várias situações didáticas.
O documento afirma: “É tarefa do professor criar situações de ensino para os alunos estabelecerem relações entre o presente e o passado, o particular e o geral, as ações individuais e coletivas, os interesses específicos de grupos e as articulações sociais. Podem ser privilegiadas as seguintes situações didáticas (...)”.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história. Brasília: MEC/SEF, 1998.
À luz das didáticas sugeridas pelo MEC, analise os itens a seguir:
I. propor aos alunos que organizem suas próprias soluções e estratégias de intervenção na realidade (organização de regras de convívio, atitudes e comportamentos diante de questões sociais, atitudes políticas individuais e coletivas etc.).
II. solicitar resumos orais ou em forma de textos, imagens, gráficos, linhas do tempo, propor a criação de brochuras, murais, exposições e estimular a criatividade expressiva.
III. debater questões do cotidiano e suas relações com contextos mais amplos não se aplica em conteúdos históricos, pois isto estaria em desacordo com o conceito de tempo histórico.
Nos livros atuais, sejam eles escolares ou não, negar a América indígena e negra, negar as vivências para ressaltar meras sobrevivências, ou pior, aniquilamentos totais, criar a visão dos vencidos, espécie de mescla de Galeano e Soustelle, Las Casas e Prescott: o sentimentalismo redentor e o reducionismo técnico; igreja e laboratório”, avaliam Luiz Fernando Estevam e Marcus Vinicius de Morais. (p. 54)
FERNANDES, Luiz Estevam; MORAIS, Marcus Vinicius de. Renovação da História da América. Por uma história prazerosa e consequente. KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003. p. 143 –162.
A professora da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte Joana D’Arc Mártir da França, atenta aos eixos norteadores e capacidades a serem desenvolvidas no 3º ciclo, de acordo com o documento Desafios da formação proposições curriculares Ensino fundamental história rede municipal de educação de Belo Horizonte, vai realizar a seguinte atividade com seus alunos: eles vão visitar o Museu das Minas e Metais, localizado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Depois, em sala, eles vão trabalhar as vivências proporcionadas pela visita.
Avalie as proposições a seguir sobre o planejamento da atividade por Joana D’arc:
I. Iniciar o seu planejamento, em um trabalho de preparação que começa em sala de aula, com o levantamento das expectativas e conhecimentos prévios dos educandos.
II. Evitar o contato com profissionais ligados aos setores e finalidades educativas da instituição com a qual pretende proporcionar ações educativas, aprendendo com seus profissionais, expondo-lhes seus objetivos e compartilhando uma proposta de ação.
III. Criar estratégias para que, durante a visita, favoreçam um ambiente de aprendizagem e fruição estética, garantindo que os educandos tenham alguma autonomia para construir seus percursos no Museu.
Sobre a organização curricular do ensino de história no ensino fundamental, o documento Desafios da formação proposições curriculares Ensino fundamental história rede municipal de educação de Belo Horizonte, da Prefeitura de Belo Horizonte, afirma que
“Como contribuição para o planejamento do trabalho docente, são apresentados quadros com as matrizes curriculares, que trazem sugestões quanto à gradação no tratamento das capacidades em cada ano do ciclo e são empregadas as letras I, R,T e C, que remetem aos verbos INTRODUZIR, RETOMAR, TRABALHAR e CONSOLIDAR. A definição desses termos aparece no texto ‘Introdução’, destas Proposições Curriculares”. (p. 14-17)
BELO HORIZONTE, Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Educação.
Proposições Curriculares Ensino Fundamental – História - 3º Ciclo. Belo
Horizonte, SMED. 2012. Disponível em:
Sobre os Eixos Norteadores e Capacidades a serem desenvolvidas no 3º ciclo , o documento Desafios da formação proposições curriculares Ensino fundamental história rede municipal de educação de Belo Horizonte estabelece eixos norteadores para se trabalhar a estrutura curricular que se relacionam a capacidades que o aluno deve adquirir.
BELO HORIZONTE, Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de
Educação. Proposições Curriculares Ensino Fundamental –
História - 3º Ciclo. Belo Horizonte, SMED. 2012. Disponível em:<http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/files.do?evento=download&urlArqPlc=historia2012_-_revisado_semcapa.pdf>
Os estudiosos em ensino de História, Jaime e Carla Pinsky, no artigo Por uma história prazerosa e consequente, avaliam que os conteúdos da disciplina foram deixados de lado, a erudição foi considerada esnobe, e a leitura da História foi prejudicada neste contexto simplista.
PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla. Por uma história prazerosa e consequente. KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo:Contexto, 2003. p. 17- 36.
Entre as propostas apresentadas pelos autores, está:
O professor da Universidade de Quebec, Canadá, Christian Laville relativiza a importância do ensino de história na formação de consciências e opiniões nas pessoas.
LAVILLE, Christian. A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de história. Revista Brasileira de História. São Paulo. v.19, nº 38, 1999. Disponível em <http://www.scielo.br/ scielo.php?script=scl_arttex&tlng=pt>.Acesso em: 15 set. 2015.
As narrativas do ensino da história, nos tempos atuais, não teriam tanto poder para moldar consciências, pois concorrem com outros fatores que influenciam os cidadãos.
Na análise do autor, o mais importante desses fatores é
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, estabelecidos pelo Ministério da Educação em 1998, apresentaram os cinco temas transversais para a educação nacional: ética, pluralidade, cultural, saúde, orientação sexual e meio ambiente.
Freitas Neto (2003) avalia que, na prática escolar, dois procedimentos são mais usuais no ensino da História: a abordagem do ensino da História através de eixo temático e a abordagem do ensino da História por meio de temas ou períodos.
FREITAS NETO, José Alves. A Transversalidade e a renovação no ensino de História. In: KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003.
Sobre a utilização dos temas transversais no ensino de historia, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, estabelecendo a relação dos dois procedimentos de abordagem da história com as estratégias de ensino
Coluna I
1.Abordagem por meio de eixo temático
2.Abordagem por meio de temas ou períodos
Coluna II
( ) O problema desta prática é quando o professor segue fielmente a divisão capitular do livro didático, distanciando-se dos alunos e suas vivências.
( ) Propor ao aluno uma construção que não seja a repetição dos fatos, mas a capacidade de refletir os acontecimentos como fruto da ação dos indivíduos em um determinado momento.
( ) O trabalho deve desdobrar-se para inserir a realidade em questões regionais e globais, aguçando a curiosidade e a compreensão da necessidade de uma visão mais ampla para estas questões.
( ) Para que a análise não fique
cronologicamente distante , o
professor pode estabelecer como
um dos momentos de seu eixo
temático da questão da
diversidade cultural , tensões e
conflitos recentes.
Nesse contexto de transição entre o paleolítico e o neolítico ocorreu a Revolução Neolítica, considerada resultado de inovações tecnológicas que permitiram novas formas de organização das sociedades humanas. A respeito desse assunto, leia com atenção as afirmações abaixo e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas. ( ) Apesar das diferenças existentes entre as regiões caçadoras-coletoras para as áreas de irradiação da atividade agrícola, os sistemas de linguagem das sociedades pré-históricas não se alteraram. ( ) A existência de grupos humanos agrícolas e grupos pastoris é resultado de uma fragmentação da sociedade pré-histórica, acarretando no desenvolvimento de um sistema técnico especializado em cada um desses grupos e a natural dissociação dos mesmos. ( ) Os cultivos agrícolas neolíticos utilizaram-se das técnicas de derrubada e queimada dos terrenos arborizados, o que resultou em um desmatamento da região que também foi aproveitado para o desenvolvimento da pecuária. ( ) O aumento populacional propiciou mudanças no modo de vida, como, por exemplo, o estabelecimento de novas formas de moradia. Os grupos humanos saíram das cavernas e se agruparam em pequenos vilarejos a partir de um processo de sedentarização condicionado a uma série de inovações técnicas e tecnológicas. ( ) Um dos centros originários da revolução agrícola neolítica foi o Oriente Próximo. Essa região passou por mudanças climáticas devido ao aquecimento do clima que fez com que as savanas substituíssem a estepe fria, favorecendo a exploração do solo. Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Analise as afirmações abaixo relacionando-as com o texto. Marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) A proposta teórica da colonialidade pressupõe a permanência das relações de poder mesmo após a descolonização ou emancipação de povos na América, África e Ásia.
( ) Os estudos pós-coloniais são exemplos epistemológicos que partem do conceito de colonialidade como base fundamental por indicarem a permanência da dominação colonial.
( ) A colonialidade se refere a uma dominação no campo das mentalidades e do imaginário social; assim, o colonizador anula o outro em toda a sua instância e coloca no esquecimento os processos históricos anteriores à colonização ocidental.
( ) A colonialidade estabelece conceitos forjados a partir da lógica eurocêntrica, como é o caso do conceito de raça, que operou transformações na mentalidade, capazes de alterar valores, conhecimento e cultura.
( ) O enfoque epistemológico dado pela colonialidade parte de uma concepção pautada nas referências epistêmicas do mundo moderno.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo.