Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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“O risco maior de utilizar um conceito do senso comum ou proveniente de outros campos de estudos é perder o seu sentido histórico e empregá-lo de forma atemporal. A utilização de conceitos em sentido atemporal conduz a um dos grandes pecados abominados por todos que se dedicam à História [...]. Advertem os historiadores que, ao fazer uso de noções ‘emprestadas’ de outros domínios científicos ou do senso comum, é necessário desconfiar das imprecisões dos termos e ser cauteloso com a leitura das fontes em que eles se encontram; ou seja, deve-se ter um domínio metodológico para o emprego correto do conceito”.
BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo:
Cortez, 2004.
Todo o conhecimento histórico é determinado pelas noções de
tempo e pelo espaço. Nesse sentido, o professor, ao ensinar
História, deve evitar a todo custo o(a):
Observe as fotos a seguir:


Foto 2: estudantes protestam na Califórnia (1960)
HOBSBAWM. A era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Cia das Letras, 1995. Caderno iconográfico.
Essas fotos podem ser relacionadas aos seguintes movimentos, respectivamente:

<https://www.facebook.com/perspectivahistorica.ph/?>_rdc=1&_rdr
Sobre esse tratado é correto afirmar que:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal
Ao exibir a ilustração de Theodor de Bry, produzida em 1593 para ilustrar o livro Duas viagens ao Brasil, de Hans Staden, o professor causará certo estranhamento nos educandos, pois os confrontará moral e eticamente, tendo em vista sua visão própria de mundo. Nesse sentido, cabe ao professor:

Essa caricatura foi distribuída entre os alunos do 9º ano, tendo a seguinte informação como legenda: “no centro da imagem, vê-se o ‘chanceler de ferro’ Otto von Bismarck com uma faca em punho, pronto a partilhar o bolo – cujo nome é África – para o espanto dos demais observadores”. A melhor explicação para essa charge é que:
Os resultados dos processos revolucionários na Europa, no período caracterizado como Era das Revoluções (1789-1848) pelo historiador citado, podem ser sintetizados pela seguinte afirmativa:
E quais são eles?, perguntou o cardeal.
Os carneiros, respondi-lhe. Essas plácidas criaturas que antes exigiam tão pouco alimento, mas que agora, aparentemente, desenvolveram um apetite tão feroz que se transformaram em devoradores de homens. Campos, casas, cidades, tudo lhes desce pelas gargantas. Naquelas partes do reino onde se produz a mais bela e mais cara lã, os nobres e os fidalgos (para não mencionarmos vários veneráveis abades – homens de Deus) deixaram de contentar-se com os rendimentos que seus antepassados extraíam de suas propriedades”. MORE, Thomas. Utopia. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
Nesse diálogo escrito no século XVI, é referenciado um fenômeno social indispensável à Revolução Industrial, chamado de:
A leitura do trecho selecionado permite corretamente concluir que:
De acordo com o historiador citado, as afirmações abaixo, sobre as teorias do poder monárquico, podem ser relacionadas, respectivamente, aos seguintes pensadores:
I. A educação de um príncipe só pode ser concebida se pautada em uma ética dos valores cristãos. II. Assim como a soberania divina é exercida por um só Deus, apenas o governo de um só homem é capaz de manter a unidade política.
Conforme a perspectiva do historiador Jacques Le Goff, o papel da Igreja, no auge do Feudalismo (século XIII), foi o de:
A leitura do fragmento desse texto possibilita algumas conclusões quanto às condições necessárias para a busca de escravizados no mundo grego da Antiguidade. Sobre essas condições, é INCORRETO afirmar que:
Ao entregar esse fragmento de texto a educandos do 7º ano, o professor deve ter por objetivo:
Com base na análise da historiadora citada, a estrutura narrativa no ensino de história pode ser reconhecida como:
“O passado é, por definição, um dado que nada mais modificará. Mas o conhecimento do passado é uma coisa em progresso, que incessantemente se transforma e aperfeiçoa”. BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2002.
O objetivo do professor, ao destacar essa frase, é o de demonstrar que:
Os historiadores Marc Bloch e Lucien Febvre propuseram uma nova concepção de escrita da História pautada:
A leitura das citações acima evidencia que essas se referem, respectivamente, às seguintes escolas históricas:
Leia o texto para responder à questão 29 e inspirar-se para responder à questão 30.
Duas grandes motivações moviam Colombo. A primeira era a fascinação pelo ouro e pelas ilhas distantes onde abundava aquele metal.
Segundo Jaques Heers, esta obsessão se manifestou em todos os seus atos, seus projetos, suas iniciativas […]
A segunda mostra que Colombo foi plenamente um homem do Renascimento. Agia pela paixão do conhecimento. Sem ter recebido qualquer formação acadêmica, buscava a informação em qualquer tipo de livro. Lia assiduamente e anotava aplicadamente o que chamava a atenção do seu espírito curioso […].
Tradução livre de PASTOREAU, Mireille. Voies Océanes de l´ancient aux nouveau mondes. Paris, Edition Hervas, 1990.
Leia o texto para responder à questão 29 e inspirar-se para responder à questão 30.
Duas grandes motivações moviam Colombo. A primeira era a fascinação pelo ouro e pelas ilhas distantes onde abundava aquele metal.
Segundo Jaques Heers, esta obsessão se manifestou em todos os seus atos, seus projetos, suas iniciativas […]
A segunda mostra que Colombo foi plenamente um homem do Renascimento. Agia pela paixão do conhecimento. Sem ter recebido qualquer formação acadêmica, buscava a informação em qualquer tipo de livro. Lia assiduamente e anotava aplicadamente o que chamava a atenção do seu espírito curioso […].
Tradução livre de PASTOREAU, Mireille. Voies Océanes de l´ancient aux nouveau mondes. Paris, Edition Hervas, 1990.
O texto nos permite conhecer duas das inúmeras causas da Expansão Marítima dos séculos 15 e 16.
Assinale a alternativa em que tais motivações são corretamente apontadas.