Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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Considerando o papel das mulheres na Segunda Guerra Mundial e as consequências sociais desse período, assinale a alternativa correta:
Com base no seu conhecimento sobre perspectivas teóricas historiográficas, analise as afirmações a seguir:
I.A Escola dos Annales, fundada por Marc Bloch e Lucien Febvre, revolucionou a historiografia ao incorporar o estudo das mentalidades e das estruturas sociais de longa duração, desafiando o foco tradicional nos eventos políticos e nas grandes figuras históricas.
lI.O Positivismo, defendido por Auguste Comte, é uma abordagem historiográfica que enfatiza a subjetividade na interpretação dos eventos históricos, priorizando narrativas literárias e pessoais ao invés de fatos comprováveis.
IlI.A História Cultural, que ganhou destaque no século XX, rejeita completamente o uso de fontes documentais e se baseia exclusivamente em análises literárias e artísticas para entender o passado.
IV.O Marxismo estabelece a análise a partir das estruturas econômicas e das relações de classe como determinantes fundamentais dos processos históricos, enfatizando a luta de classes como motor da história.
V.O Pós-estruturalismo/pós-modernismo questiona a objetividade e a linearidade da história, destacando a multiplicidade de narrativas e a influência do poder e do discurso na construção do conhecimento histórico.
É correto o que se afirma em:
l. Embora a IAGen possa ampliar as capacidades humanas na conclusão de certas tarefas, o controle democrático das empresas promotoras da IAGen é limitado. Isso levanta a questão da regulamentação, especialmente no que diz respeito ao acesso e uso de dados domésticos, incluindo dados de instituições locais e indivíduos, bem como dados gerados no território dos países.
PORTANTO
ll.É necessária uma legislação apropriada para que as agências governamentais locais possam obter algum controle sobre as ondas crescentes de IAGen, garantindo sua governança como um bem público.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
1. A posição geopolítica do Brasil na América Latina é reforçada pela sua participação ativa em blocos econômicos como o Mercosul e os BRICS, bem como pelo seu papel como interlocutor em negociações multilaterais, consolidando sua influência sobre os demais países da região.
2. Apesar de ter alcançado importantes avanços em índices econômicos e sociais, o Brasil superou os desafios relacionados à desigualdade de renda, à violência urbana e aos problemas estruturais nos setores de saúde e educação.
3. A crise econômica de 2014-2016 revelou a dependência do Brasil em relação ao setor de commodities e ao consumo interno, demonstrando a necessidade de uma maior diversificação produtiva e de reformas estruturais profundas para garantir um crescimento sustentável a longo prazo.
4. A instabilidade política no Brasil, incluindo episódios como o impeachment presidencial e as frequentes mudanças de governo, tem comprometido a confiança dos investidores e dificultado a implementação de reformas econômicas e sociais abrangentes.
5. A gestão ambiental no Brasil, com destaque para a Amazônia, tem sido objeto de intensos debates globais sobre sustentabilidade, com pressões tanto de agentes internos quanto externos, que apontam para a necessidade de equilibrar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e os compromissos climáticos internacionais.
Alternativas:
1. A ISI foi completamente bem-sucedida em todos os países onde foi adotada, permitindo um crescimento industrial contínuo e uma redução permanente da dependência de importações.
2. O surgimento do populismo na América Latina, exemplificado por líderes como Getúlio Vargas no Brasil e Juan Perón na Argentina, pode ser visto como uma resposta às falhas do liberalismo e à necessidade de políticas econômicas mais inclusivas.
3. A industrialização por substituição de importações (ISI) foi adotada por muitos países latino-americanos como uma estratégia para reduzir a dependência das importações e promover o desenvolvimento industrial interno.
4. A crise do liberalismo econômico, evidenciada pela Grande Depressão, teve efeitos devastadores nas economias latino-americanas, que dependiam fortemente das exportações agrícolas e minerais.
5. A crise do liberalismo e a subsequente adoção de modelos de desenvolvimento alternativos na América Latina levaram à criação de um Estado mais intervencionista, com maior controle sobre a economia e a sociedade.
Alternativas:
1. A globalização promoveu uma maior integração das economias latino-americanas aos mercados internacionais, mas diminuiu a vulnerabilidade dessas economias a crises externas, graças à diversificação produtiva.
2. O Mercosul foi criado com o objetivo de fortalecer a cooperação econômica entre os países da América do Sul, facilitando o comércio intra-regional e reduzindo as barreiras tarifárias.
3. A globalização também trouxe desafios para a soberania dos Estados latino-americanos, mas a maioria conseguiu manter políticas econômicas completamente independentes das grandes potências e do capital transnacional.
4. As desigualdades regionais dentro dos países do Mercosul, especialmente entre áreas urbanas e rurais, foram reduzidas pelo processo de globalização, graças ao crescimento econômico sustentável e equitativo.
5. O Mercosul tem enfrentado desafios políticos e econômicos significativos, incluindo disputas comerciais e diferenças ideológicas entre seus membros, que ameaçam a continuidade do bloco.
Alternativas:
1. A consolidação do capitalismo monopolista nos EUA foi impulsionada pela industrialização rápida e pela concentração de capital em grandes corporações e trustes.
2. A crise mundial do liberalismo, culminando na Grande Depressão de 1929, expôs as fragilidades do sistema econômico baseado no laissez-faire e levou ao surgimento de políticas intervencionistas, como o New Deal.
3. O crescimento dos monopólios nos EUA teve um impacto direto nas economias latino-americanas, que se tornaram dependentes de capitais e mercados estrangeiros, exacerbando suas vulnerabilidades.
4. A transição do liberalismo para o intervencionismo nos EUA foi acompanhada por um aumento do papel do Estado na economia, tanto na regulação quanto na promoção do desenvolvimento industrial.
5. A resposta à crise do liberalismo incluiu a criação de organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, destinados a regular o mercado financeiro global e evitar novas depressões econômicas.
Alternativas:
1. A transição do Feudalismo para o Capitalismo foi marcada pela consolidação das monarquias nacionais, a centralização do poder e o surgimento do Estado Moderno.
2. O Mercantilismo, como política econômica, incentivou a expansão colonial e a disputa por territórios ricos em matérias-primas, como ouro, prata e açúcar, nas Américas.
3. As Companhias de Comércio, como a Companhia das Índias Orientais, foram instrumentos fundamentais para a exploração colonial e a acumulação de capital nas metrópoles europeias.
4. A acumulação primitiva de capital, processo essencial para o desenvolvimento do Capitalismo, foi limitada ao comércio interno das metrópoles, sem envolver a exploração das colônias.
5. A transição para o Capitalismo foi acompanhada pela Revolução Científica, que trouxe inovações tecnológicas que aumentaram a produtividade agrícola e industrial, beneficiando as economias europeias.
Alternativas:
1. A globalização econômica, iniciada no final do século XX, intensificou a inserção da América Latina nos mercados internacionais, com uma maior abertura ao capital estrangeiro e às transações comerciais.
2. O Mercosul, criado em 1991, foi uma iniciativa de sucesso que retirou a dependência da América Latina em relação às grandes potências econômicas, como os Estados Unidos e a União Europeia.
3. A globalização também exacerbou as desigualdades sociais e econômicas na América Latina, com a concentração de renda e a exclusão de amplos setores da população do desenvolvimento econômico.
4. A crise financeira global de 2008 teve impactos limitados na América Latina, já que as economias da região estavam menos integradas ao sistema financeiro internacional.
5. A globalização cultural trouxe consigo desafios para a preservação das identidades locais na América Latina, com o crescente domínio de culturas estrangeiras e a homogeneização dos hábitos de consumo.
Alternativas:
1. O esgotamento do sistema mercantilista, caracterizado pela exploração colonial e pelo monopólio comercial, enfraqueceu a capacidade das metrópoles de manter o controle sobre suas colônias na América Latina.
2. Os ideais liberais e iluministas, propagados pela Revolução Francesa e pela independência dos Estados Unidos, inspiraram as elites crioulas a lutarem pela independência e pela formação de Estados nacionais na América Latina.
3. A invasão napoleônica na Península Ibérica, que resultou na abdicação dos monarcas de Espanha e Portugal, criou um vácuo de poder que foi aproveitado pelas colônias para iniciar seus processos de independência.
4. A independência das colônias espanholas foi marcada por guerras civis mais pacíficas e com pequenos conflitos internos, que facilitou a consolidação de governos estáveis e o desenvolvimento econômico na região.
5. Ao contrário das colônias francesas, o Brasil manteve a unidade territorial e evitou guerras de independência prolongadas, em parte devido ao processo de independência negociado e ao estabelecimento de uma monarquia constitucional.
Alternativas:
[...] E tanto a Grã-Bretanha quanto o mundo sabiam que a revolução industrial lançada nestas ilhas não só pelos comerciantes e empresários como através deles, cuja única lei era comprar no mercado mais barato e vender sem restrição no mais caro, estava transformando o mundo. Nada poderia detê-la. Os deuses e os reis do passado eram imponentes diante dos homens de negócios e das máquinas a vapor do presente [...]. (p.69)
HOBSBAWM, Eric. J. A Era das revoluções: Europa 1789-1848, tradução de Maria Tereza Lopes e Marcos Penchel. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1977.
Sobre o texto, e/ou a Revolução Industrial, é possível afirmar como CORRETA:
Destarte, é possível compreender que:
Disponível: https://globoplay.globo.com/v/12471062/ Acesso: 30/08/2024.
Em entrevista, ao Jornal Hoje, no dia 27 de maio de 2024, em parceria com o G1, a historiadora e pesquisadora revela que em seus estudos foi possível compreender:
Fonte: NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, v. 10, dez., 1993, p.9.
O debate pontuado no campo da historiografia sobre os conceitos de memória e história, adverte que:
Fonte: MARQUESE, Rafael de Bivar. Feitores do corpo, missionários da mente: senhores letrados e o controle dos escravos nas Américas, 1660-1860. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 45.
A partir da expansão da produção açucareira nas Antilhas Francesas e Inglesas, bem como na Colônia Portuguesa, no século XVII, aumentou, cada vez mais, a necessidade de justificativa do governo dos escravizados. Entre as formas legitimadoras desse tipo trabalho estavam:
Fonte: ROMERO, José Luís. Crise e ordem no mundo feudoburguês. São Paulo: Editora Palíndromo, 2005, p. 123.
Entre os primórdios do século XIV e as primeiras décadas do século XV, as tensões da vida social na Europa ficaram explícitas. Os camponeses se revoltaram contra a miséria a que estavam submetidos, explodiram conflitos entre os príncipes e as cidades, a Igreja Católica passou a ser questionada pelo apoio à ordem. Esse contexto evidenciava:
Fonte: BEARD, Mary. SPQR: uma história da Roma antiga. São Paulo: Planeta, 2023, p. 205.
A partir da conquista de Cartago, Roma expande o seu domínio, contrapondo sua cultura e poderio militar no Mediterrâneo. A conquista final de Cartago ocorreu durante: