Questões de Concurso
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A Primeira e a Segunda Guerras Mundiais foram explicadas fundamentalmente, pelos historiadores do século XX, como resultado exclusivo da atitude belicosa alemã.
A chamada linha Maginot, estratégia defensiva posta em prática pela França no período que antecedeu ao início da Primeira Guerra Mundial, embora contestada inclusive por alguns oficiais franceses, contribuiu para retardar a invasão do país pelas tropas alemãs na Segunda Guerra.
Após a Segunda Guerra Mundial, surgiram, na historiografia alemã — como a de Fritz Fischer — acerca da recente história política europeia, interpretações que destacavam a importância, para a eclosão dos dois conflitos mundiais, do desequilíbrio de poder europeu, resultante da ascensão da Alemanha no final do século XIX.
Em reação às acusações franco-britânicas de que a Alemanha seria a única responsável pela ocorrência dos dois conflitos mundiais do século XX, historiadores alemães defenderam consensualmente, na última década, a tese segundo a qual as provocações feitas pelo czar russo, no início do século XX, teriam assegurado à Alemanha o direito de legítima defesa.
Ao contrário do que aparentava, o imperialismo formal, que caracterizou o final do século XIX, foi uma continuação histórica de processo anterior, que, já em curso na história do Atlântico Sul desde os tempos do mercantilismo, permitia a acumulação capitalista por meio do mercado de escravos e especiarias.
Durante o século XIX, o imperialismo europeu na África foi caracterizado pela ocupação gradual de grandes extensões territoriais, diferentemente do que ocorreu, nesse período, na América Latina.
Segundo Rosa Luxemburgo e Lênin, o imperialismo representava forma colonial de capitalismo, fusão do capitalismo industrial com a formação de oligopólios.
Os indirect rules, forma de ocupação territorial anglo-francesa na Ásia e na África, constituíram o modelo hegemônico de expansão imperialista europeia nas denominadas áreas periféricas.
A política externa de Bismarck foi preferencialmente europeia e voltada para o equilíbrio do continente europeu, que, segundo o chanceler alemão, deveria ser recomposto após a guerra franco-prussiana.
O ensaio de uma política de país insatisfeito, ansioso por ampliar sua hegemonia, mesmo por meios semibelicosos, caracterizou a política internacional de Bismarck, o que suscitou fortes reações de potências europeias, em particular da França.
Entre 1870 e 1891, as relações internacionais da Europa foram marcadas pela ampliação da rigidez sistêmica e pela formação de bipolaridade de blocos, o que criou antagonismos entre antigas e novas potências.
Na Europa, o liberalismo tomou forma, particularmente na década de 20 do século XIX, nas reformas democráticas e no combate às conspirações militares em defesa do Antigo Regime.
A trajetória do liberalismo, no transcurso do século XIX, caracterizou-se por ambiguidade conceitual e prática, ora defendendo projetos reformistas, ora assumindo posições revolucionárias.
A unificação italiana, de pilar liberal, sob a liderança de Cavour, espraiou-se pela monarquia piemontesa, não tendo essa orientação ideológica, contudo, predominado em toda a península itálica.
Bastante singulares, os movimentos liberais dos jovens universitários na Alemanha, em 1820, arrefeceram-se ao longo do século XIX, em favor da superação do dilema entre unidade e liberalismo, como defendeu Bismarck na discussão sobre renúncia às liberdades parlamentares.
Uma das teorias para a chegada do homem ao Continente Americano é aquela do Estreito de Bering. Segundo a teoria, o homem teria cruzado de barco o Oceano Pacífico junto às geleiras que se formavam na região, há cerca de 15.000 anos, e se espalhado pelo continente. Assinale a alternativa correta.
O Neoliberalismo se constitui em uma doutrina, com base econômica, mas que se reveste de uma forte carga ideológica. A proposta de um “novo” liberalismo corresponde a uma nova fase do desenvolvimento capitalista, centrado em acumular capital, a partir de um alto grau de concentração, tanto no setor produtivo como no financeiro.
I. Os princípios básicos do Neoliberalismo correspondem aos do capitalismo: livre iniciativa, livre concorrência, individualismo, entre outros, que acabam por gerar desigualdades sociais;
II. Com o desaparecimento do socialismo nos países do leste europeu, o Neoliberalismo predomina no planeta, ultrapassando as fronteiras nacionais;
III. O avanço do Neoliberalismo no mundo, sobretudo na década de 1980, deixou um saldo enorme de marginalização e pobreza, inclusive nos países mais ricos;
IV. O Neoliberalismo estabiliza a condição de trabalhador do indivíduo, possibilitando novas oportunidades e o melhor exercício da sua cidadania, de forma mais democrática.
Sobre as afirmações acima, assinale:
Antes de ter início a primeira fase da globalização cada povo vivia isolado dos demais, cada cultura era autossuficiente. Continentes encontravam-se separados por oceanos e mares, que faziam com que a maioria dos povos e das culturas soubessem da existência uma das outras apenas por meio de lendas.
Em relação a globalização podemos afirmar que:
A produção do ouro no século XVIII provocou várias transformações na colônia. Dentre elas, podemos destacar: