Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
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As cidades são construções do homem, mas são uma reconstrução através da representação imagética, reunindo visível e imaginário. E nesta representação temos em Goiás a Art Déco.
FREITAS, Lázara Alzira de. História de Goiás: do povoamento aos trilhos do progresso. Goiânia: Kelps, 2010. p. 87.
A arquitetura dos prédios construídos em Goiânia seguiu o estilo Art Déco, vertente decorativa do Modernismo. A despeito da proposta moderna, o Art Déco agrega elementos geométricos inspirados na arte
Preenche corretamente a lacuna:
O calendário de festividades [...] era imenso e comportava verdadeiros ciclos festivos bastante heterogêneos nas formas de comemoração. As festas misturavam várias formas de agradar aos deuses e aos homens. Numa mesma festividade poderiam ocorrer procissões festivas, sacrifícios de animais, jogos gladiatórios, banquetes públicos, corridas de carros, entre outras atrações.
GONÇALVES, Ana Teresa Marques. As festas romanas. Revista de Estudos do Norte Goiano, Vol. 1, nº 1, ano 2008, p. 26-68.
O texto se refere ao mundo antigo, especificando o contexto
No livro “A escravidão na África: uma história de suas transformações”, o historiador Paul Lovejoy conceitua a escravidão, compreendida como um tipo específico de exploração, a partir de um conjunto de elementos.
Dentre as características apresentadas pelo autor é INCORRETO afirmar que o escravo
Analise o excerto a seguir.
“As origens desta revolução derivaram de quatro formas diferenciadas de oposição ao Antigo Regime e que teriam dado origem a quatro revoluções ou a quatro modos distintos de encaminhar o processo de transformação. Uma revolução aristocrática, que reivindicava a descentralização além da autonomia local e que no século XVIII estava longe de representar valores feudais. Uma revolução burguesa, que tinha como projeto a eliminação dos entraves à produção e que propunha a propriedade privada, mas que continha variantes mais radicais, adeptas à república. Uma revolução camponesa, que almejava a conquista da terra pelos camponeses e a eliminação de todas as formas de exploração antigas. Uma revolução popular, constituída pela junção de setores radicais da burguesia com os pobres urbanos que, além da melhoria das condições de vida e trabalho, não conseguiam exprimir claramente o seu projeto”
(RODRIGUES, Antônio Edmilson Martins. As revoluções burguesas. In: REIS FILHO, Daniel Aarão, FERREIRA, Jorge, ZENHA, Celeste. O século XX. O tempo das certezas. Da formação do capitalismo à Primeira Grande Guerra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 119. Adaptado.)
É correto afirmar que o texto se refere à
Leia as afirmações a seguir e informe (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Parte da historiografia sobre o fascismo, especialmente aquela do imediato pós-II Guerra Mundial, dedica-se a compreender o fenômeno como parte da história alemã e, se muito, da italiana, delimitando suas possíveis implicações futuras em novas realidades históricas.
( ) Os estudos acerca do fascismo foram muito prejudicados pela abertura dos arquivos da Segunda Guerra Mundial, a partir dos anos 1980, pois isso retirou o foco da discussão sobre o fenômeno e destacou o conflito mundial em primeiro plano.
( ) Muitos governos formados na Europa do pós-II Guerra Mundial eram compostos por quadros que serviram, direta ou indiretamente, ao nazismo o que colaborou, por certo período, com uma interpretação restritiva do fenômeno fascista, essencialmente pautada pelo esquecimento e pelo silenciamento.
( ) O conceito de totalitarismo aborda a relação do fascismo com a história alemã, buscando compreender a vinculação como um desvio dentro da história europeia, portanto irreproduzível em qualquer outra realidade ou região.
( ) Há estudos que apontam para a universalidade do fascismo como fenômeno histórico, o que permitiria extrapolar as interpretações que o vinculam a um processo histórico e a um período específicos.
A sequência está indicada corretamente em
O imperialismo e a resistência na África de 1885 à 1995.
O domínio dos europeus [...] sobre a África se estendia, também, sobre a cultura dos povos. Como ocorreu com os indígenas na América, foi necessária tentar justificar as ações colonizadoras como sendo uma forma de levar o processo civilizatório a esses povos, pois eram considerados primitivos. Isso provocou uma mudança significativa, como por exemplo, a língua local foi suprimida pelo uso obrigatório da língua do colonizador. Modificou-se, também, a forma de educação dos povos colonizados, com o intuito de desfazer crenças e costumes locais, a fim de facilitar a dominação [...].
SUZUKI, A.M.; SANTOS, J.E.; MENEZES, H.A. O imperialismo e a resistência na África de 1885 à 1995. Disponível em: Acesso em: 18 fev. 2022.
A partir do texto, pode-se constatar como uma justificativa usada pelas nações europeias para promover o Imperialismo no continente africano, no fim do século XIX e início do século XX:
CARVALHO, Leandro. Darwinismo social e imperialismo no século XIX. Disponível em:https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/ darwinismo-social-imperialismo-no-seculo-xix.htm. Acesso em: 18 fev. 2022.
O texto apresenta uma breve introdução à temática do darwinismo social, teoria utilizada durante o processo de expansão neocolonial para:
I. A colonização na América está intimamente ligada à consolidação das monarquias absolutistas que, ao serem sistematizadas, proporcionaram o enriquecimento das metrópoles e da burguesia.
II. Os Estados Europeus Metropolitanos, por meio da colonização das colônias, aceleraram o processo de acumulação de capitais primitivos, explorando as colônias, consolidando excedente para que o mercantilismo e consequentemente o capitalismo se consolidasse.
III. O processo de colonização da América proporcionou consequências diferentes para a Europa e para a América, criando condições para a Inglaterra e a França fazerem a passagem da etapa industrial para a etapa do desenvolvimento.
Quais estão corretas?