Para os Estados Unidos, principalmente no decorrer da Guerra
Fria, a América Latina, além da região estratégica, era uma
questão de segurança nacional. Diante de qualquer ameaça a
seu domínio geopolítico e a seus interesses, por qualquer
movimentação de cunho nacionalista ou esquerdizante, os
governos estadunidenses responderam com intervenções militares diretas ou indiretas, apoiando, com frequência, golpes
militares que mantiveram a região sob sua esfera de influência
(Campos, 2009). Nesse contexto, um ponto em comum nos países
latino-americanos foi: