Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
Foram encontradas 9.381 questões
I. Em 1575, Luís de Brito, Governador Geral da região norte do Brasil, vai tentar a colonização do território entre os rios Real e São Francisco. Inicialmente, a tarefa confiada aos Jesuítas Gaspar Lourenço e João Salônio foi bem sucedida, tendo alcançado as margens do rio Vaza-Barris, sendo lançados os fundamentos da colonização nas três aldeias indígenas criadas: São Tomé, Santo Inácio e São Paulo. Na capela de São Tomé teria funcionado a primeira escola de Sergipe. A intervenção dos soldados de Luis de Brito fez fracassar o início da colonização jesuíta, ao travar-se a luta em que foram destruídas as aldeias indígenas após serem vencidos os caciques Serigi, Surubi e Aperipê.
II. A indústria açucareira era suporte econômico de Sergipe. Dependendo do comércio externo, as oscilações do preço do açúcar repercutiam na vida da província. Na década de 1860, o algodão tomou impulso, alastrando-se o cultivo pelo agreste, fazendo surgir prósperos núcleos urbanos. Em 1884, com o funcionamento da fábrica Sergipe Industrial, começou a indústria têxtil em Sergipe.
III. Em 1855. Inácio Joaquim Barbosa transferiu a capital da velha cidade de São Cristóvão para o povoado de Santo Antônio do Aracaju, dentro da geopolítica da época, em que o eixo político deveria coincidir com o eixo econômico.
(In: Gilberto Cotrim. História Global: Brasil e Geral. São Paulo: Saraiva, 2002. p.568)
O texto faz referência a diferenças existentes entre o Estado Novo (1937-1945) e os governos militares (1964-1985). Contudo, é importante destacar que ambos
(In: Flávio de Campos e Renan G. Miranda. A escrita da História. São Paulo: Escala Educacional, 2005. p. 551)
O texto faz referência à política econômica baseada no nacional-desenvolvimentismo. Essa política visava
(Adaptado de: Francisco A. da Silva. História Integrada. São Paulo: Editora Sol, s/d)
O texto permite afirmar que o trabalhismo de Vargas
Os sovietes eram uma organização política democrática e aberta aos partidos socialistas e populares, excluindo os patrões e os partidos burgueses. Os mandatos dos deputados eleitos poderiam ser revogados a qualquer momento por suas bases eleitorais e os congressos reuniam-se trimestralmente.
De Petrogrado, esses organismos espalharam-se pelas principais cidades e passaram a fiscalizar o Governo Provisório da República, pressionando-o para que atendesse às reivindicações populares: paz, pão e terra.
Com a Revolução de Outubro, os sovietes - cada vez mais identificados com as ideias dos bolcheviques - assumem o poder, forjando a estrutura da nova sociedade
(Adaptado: de Daniel A. Reis Filho. Rússia (1917-1921): anos vermelhos. São Paulo: Brasiliense, 1987. p. 94-95)
O texto e o conhecimento histórico permitem afirmar que o movimento operário no Brasil não chegou a disputar o poder com a classe dominante, como aconteceu na Rússia antes e durante as revoluções de 1917, porque
I. na Rússia, havia um grupo de militantes revolucionários, dedicados exclusivamente à revolução proletária, denominado Partido Bolchevique, que, a partir de 1917, obteve a liderança de um número cada vez maior de sovietes que se mobilizaram na luta pela conquista do poder.
II. no Brasil havia uma concentração maior de operários, sobretudo em São Paulo, onde as fábricas reuniam em seu interior milhares de trabalhadores, impedindo a propaganda socialista, ao passo que na Rússia o proletariado estava disperso nas áreas rurais, o que favorecia a divulgação da ideologia socialista no campo.
III. no Brasil, o peso da classe operária era menor e não existia um partido revolucionário que pudesse se comparar ao Partido Bolchevique, uma vez que a liderança do movimento operário era majoritariamente anarquista e este não possuía força política suficiente para se propor como alternativa de poder.
É correto o que se afirma APENAS em
(Adaptado de: Luiz Koshiba e Denise M. F. Pereira. História do Brasil: no contexto da História ocidental. São Paulo: Atual, 2003. p.399)
O texto permite afirmar que a Revolta da Vacina
Em favor do governo, um projeto de lei tornou a vacinação obrigatória. A resistência, porém, já havia ganhado as ruas. Num comício contra a vacina os representantes populares assumiram espontaneamente a direção do evento com discursos explosivos. A intervenção da polícia deu origem ao confronto que se espalhou por toda a cidade.
(Adaptado de: Luiz Koshiba e Denise M. F. Pereira. História do Brasil: no contexto da História ocidental. São Paulo: Atual, 2003. p.399)
A partir do texto, está correto afirmar que a Revolta da Vacina permanece, na história brasileira, como um exemplo de um movimento popular de êxito, baseado na defesa
(Adhemar Marques. História. Curitiba: Positivo, 2005. p.196)
Holanda Cavalcânti assim definiu os “partidos” no Segundo Reinado: nada mais parecido com um saquarema do que um luzia no poder.
(http://pt.wikipedia.org.wiki/Partido_Conservador_/Brasil_Imp%C3%A9rio)
Com base nos textos, é correto afirmar que o “parlamentarismo às avessas” permitia que os “partidos” políticos
(Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2008. p.122)
O texto permite concluir que Dom João, ao decretar a abertura dos portos,
I. Expressivo aumento da população, não apenas com a expansão do tráfico negreiro, mas também com a vinda de grande número de portugueses.
II. Expansão do trabalho livre e do mercado interno, até então limitado.
III. Surgimento de uma camada intermediária de trabalhadores livres e até pequenos proprietários ou comerciantes, estimulando uma certa mobilidade social.
IV. Acirramento das tensões entre metrópole e colônia, com estímulo a movimentos nativistas e emancipacionistas.
Considerando o processo histórico brasileiro, os itens podem ser associados
(Caio Prado Júnior. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1979. p. 31)
Uma parte da renda real gerada pela produção da colônia era transferida pelo sistema de colonização para a metrópole e apropriada pela burguesia mercantil.
(Fernando A. Novaes. Portugal e Brasil na crise do antigo Sistema Colonial (1777-1808). São Paulo: HUCITEC, 2009. p. 68)
Um dos mais importantes mecanismos que possibilitava a exploração e a apropriação a que os textos fazem referência era o