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Sobre história do brasil em história
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A Era Vargas (1930-1945) assinala o início do processo de modernização do país, a começar pela implantação da indústria de base. Enquanto os direitos civis e políticos eram suprimidos pela força de um Estado crescentemente autoritário, os direitos sociais vinham à tona, especialmente com a legislação trabalhista. A respeito desse período da República brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.
A recusa de Getúlio Vargas, em 1945, de convocar novas
eleições presidenciais e uma assembleia nacional constituinte
levou à sua derrubada por uma aliança entre a cúpula militar e
a União Democrática Nacional.
A Era Vargas (1930-1945) assinala o início do processo de modernização do país, a começar pela implantação da indústria de base. Enquanto os direitos civis e políticos eram suprimidos pela força de um Estado crescentemente autoritário, os direitos sociais vinham à tona, especialmente com a legislação trabalhista. A respeito desse período da República brasileira, julgue (C ou E) o item a seguir.
Nesse período, a política externa brasileira alinhou-se
decididamente aos Estados Unidos da América, notadamente
a partir de 1941, tendo se distanciado dos países do rio da
Prata, onde havia simpatias pelo nazifascismo.
O esplendor de cidades como Manaus e Belém, de que seriam exemplos exponenciais os teatros Amazonas e da Paz, explica-se pela riqueza gerada pela borracha, cujo ciclo de expansão estendeu-se até meados do século XX, quando esse produto conquistou o mercado mundial e desbancou a importância econômica do café na Primeira República.
No quadro de esgotamento do regime republicano, ao longo dos anos 20 do século XX, a ação dos tenentes assumiu papel de destaque no cenário nacional: seus levantes armados em 1922 e em 1924 abriram o caminho para a vitória do movimento de 1930 e confirmaram a identidade ideológica entre tenentismo e comunismo, algo que foi reiterado após a ascensão de Vargas ao poder.
Depois das contínuas crises políticas dos primeiros anos, a República conheceu certa estabilidade com o governo de Campos Sales: com a Política dos Estados, também conhecida como Política dos Governadores, montou-se a engrenagem legislativa e assegurou-se o predomínio das oligarquias estaduais que estavam no poder.
De princípios do século XX ao início da Primeira Guerra Mundial, o Brasil avançou no surto industrial iniciado ainda no Segundo Império, graças, entre outros fatores, à oferta de energia elétrica, aos capitais liberados pelo café e à progressiva ampliação do mercado interno; com a Grande Guerra, abriu-se novo período de expansão para a indústria no Brasil.
A respeito da trajetória histórica brasileira ao longo do século XIX, julgue (C ou E) o item subsequente.
As elites brasileiras que assumiram o poder em 1822 organizaram um sistema político com eleições indiretas, baseadas no voto censitário, excluindo a grande maioria da população do processo eleitoral; a criação da Guarda Nacional veio propiciar às classes proprietárias a força policial necessária à manutenção do poder local.
A respeito da trajetória histórica brasileira ao longo do século XIX, julgue (C ou E) o item subsequente.
Embora a Guerra do Paraguai tenha estreitado os laços entre os diversos setores do exército e o governo imperial, os militares estiveram à frente do golpe que instituiu a República, o que conferiu ao ato o caráter de movimento popular, diferentemente do que ocorreu quando da Independência.
A respeito da trajetória histórica brasileira ao longo do século XIX, julgue (C ou E) o item subsequente.
Refletindo a nova mentalidade que acompanhava a expansão do mercado internacional e a revolução no sistema de transportes, a Lei de Terras (1850) reduziu o poderio dos latifundiários e ampliou as possibilidades de acesso à propriedade rural por camponeses e pequenos proprietários.
Diferentemente das demais colônias americanas, o Brasil adotou o regime monárquico ao proclamar sua emancipação política. Sob o comando de D. Pedro I, o Primeiro Reinado (1822-1831) foi marcado por graves crises políticas, que culminaram na abdicação do imperador. Seguiu-se o período regencial (1831-1840), por muitos considerado uma experiência republicana, assinalado pela eclosão de movimentos armados em vários pontos do país. A antecipação da maioridade de D. Pedro II (o chamado Golpe da Maioridade) deu início ao Segundo Reinado (1840-1889), o qual foi derrubado por um golpe militar que instaurou a República.
A respeito da trajetória histórica brasileira ao longo do século XIX, julgue (C ou E) o item subsequente.
Após a abdicação de D. Pedro I, liberais radicais se insurgiram
em vários pontos do país contra os grupos no poder:
ressentindo-se da extrema centralização política, alguns
defendiam o modelo federativo, outros propunham a abolição
gradual da escravidão e, ainda, havia os que pleiteavam a
nacionalização do comércio.
Embora conduzida pelo príncipe herdeiro do trono português, a Independência é consensualmente vista como ato político que rompeu com as estruturas básicas do período colonial, o que foi possível em face da conciliação que aproximou as elites brasileiras em torno do projeto maior de assegurar a emancipação do país e de inseri-lo vantajosamente na economia internacional.
A abertura dos portos, tão logo a Corte portuguesa chegou ao Brasil, significou a ruptura do pacto colonial que definia as relações de dominação e de dependência entre metrópole e colônia, rompendo com o monopólio (“exclusivo de comércio") e abrindo largos espaços à entrada de produtos britânicos na colônia; essa influência britânica ampliou-se, a seguir, com a assinatura de tratados vantajosos para o país pioneiro da Revolução Industrial.
As circunstâncias históricas europeias de princípios do século XIX foram responsáveis pela transferência da sede do Estado português para a colônia brasileira. Essa decisão, tomada para preservar o trono lusitano em mãos da família Bragança em face da invasão francesa, foi decisiva para deflagrar o processo que culminaria na Independência do Brasil. A esse respeito, julgue (C ou E) o item subsequente.
A vitória da Revolução Constitucionalista do Porto, em 1820, teve o efeito de adiar a Independência do Brasil: por ser liberal, além de eliminar os resquícios de absolutismo em Portugal, ela ampliou consideravelmente a autonomia da colônia, atendendo aos interesses dos potentados rurais e dos comerciantes urbanos.
O contexto histórico europeu das duas primeiras décadas do século XIX em muito favoreceu a Independência do Brasil: a relativa paz alcançada com a renúncia de Napoleão Bonaparte ao projeto expansionista que embalara suas pretensões imperialistas e o fim da era revolucionária levaram as monarquias ibéricas a conceder a emancipação de suas colônias.
Em junho de 1994, o então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, anunciava mais um plano econômico, o Plano Real. Em janeiro de 1995, graças ao Plano Real e à forte coalização política, ele ocupava o Palácio do Planalto na condição de Presidente.
Acerca dos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, podemos afirmar CORRETAMENTE:
(FONTINELES, Cláudia. Estádio Albertão: entre a memória recitada e o apagamento de rastros. In: NASCIMENTO, F. A. do. Sentimentos e ressentimentos em cidades brasileiras. Teresina: EDUFPI, 2010, p.102).
O fragmento acima faz referência a um importante momento da história recente do país, conhecido como Milagre Econômico, período de excepcional crescimento econômico, resultante de um severo endividamento externo.
Acerca do Piauí, no período, e os investimentos feitos com a construção do estádio de futebol Albertão, podemos afirmar CORRETAMENTE:
Desta terra descoberta por Cabral
Para tanto basta ser tão simplesmente
Simpático, risonho, original".
(Juca Chaves. Presidente Bossa Nova. RGE, 1957).
Considerando o período apresentado na composição, e o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961), podemos afirmar CORRETAMENTE:
“A Balaiada teve suas causas nos desmandos dos prefeitos e nas arbitrariedades dos homens do governo, que, para satisfazer os caprichos partidários, sacrificavam os interesses do povo. Ela irrompeu no Maranhão e dentro em pouco se propagou pelo Piauí”.
(NUNES, Odilon. O Piauí na História. Teresina: COMEPI, 1975, p. 71).
Com referência às Revoltas Regenciais e à Balaiada no Piauí, analise as assertivas a seguir:
I – Movimento que eclodiu em sucessivos e ininterruptos motins, provocados por bandos armados, a Balaiada assemelhou-se a revoltas regenciais tais como a Cabanagem (PA), Farroupilha (RS), Praieira (PE) e Sabinada (BA).
II – Investindo contra fazendas e propriedades particulares em geral, o movimento Balaio também ganhou caráter de vingança contra integrantes das elites locais.
III – Entre as causas que colaboraram para a eclosão e adesão ao movimento figura o recrutamento militar compulsório, utilizado muitas vezes pelos governos como instrumento político e mecanismo de perseguição.
IV – No Piauí, o fazendeiro e político campo-maiorense Lívio Lopes Castelo Branco e Silva aderiu ao movimento com vistas a dar fim ao governo do Barão da Parnaíba, Manoel de Sousa Martins.
“Prevendo que a independência do Brasil seria apenas uma questão de tempo, o Governo português planejara ficar com uma parte para ele, isto é, o norte, recriando o Estado do Maranhão que compreenderia as províncias do Pará, Maranhão e do Piauí”. (CHAVES, Joaquim. Participação de Oeiras no movimento de Independência. In: Revista do Instituto Histórico de Oeiras. Oeiras, n. 02, 1979, p. 91).
Sobre a participação do Piauí na Independência do Brasil e o interesse português em preservar uma parte do território da Colônia sob seu domínio, podemos destacar CORRETAMENTE que isso está relacionado