Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
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I. Libertar seus escravos. II. Elaborar sua própria constituição. III. Eleger seus presidentes (governadores). IV. Realizar empréstimos no exterior.
Quais estão corretas?
O trecho acima é do discurso de despedida, no Senado, de Fernando Henrique Cardoso, em 14 de dezembro de 1994. Nele, FHC deixa claro o que se tornaria uma das principais marcas do seu governo:
I. O imposto sindical. II. A justiça do trabalho. III. O salário mínimo. IV. O contrato coletivo de trabalho.
Quais estão corretos?
I – Antônio Cardoso de Barros. II – Fernando Álvares de Andrade.
Assinale a alternativa que reproduz integralmente o sentido do período “Durante o Segundo Reinado (1840-1889), foi construída na Baixada Fluminense a primeira ferrovia do Brasil: a Estrada de Ferro Dom Pedro II.”.
Não é por acaso que as autoridades brasileiras recebem o aplauso unânime das autoridades internacionais das grandes potências, pela energia implacável e eficaz de sua política saneadora [...]. O mesmo se dá com a repressão dos movimentos populares de Canudos e do Contestado, que no contexto rural, como resultado da intensificação das relações econômicas de caráter capitalista, significavam praticamente o mesmo que a Revolta da Vacina no contexto urbano. As autoridades brasileiras colaboravam na constituição de bolsões de ordem e de saúde, onde as burguesias nacional e internacional poderiam circular e aplicar com segurança cálculo e previsibilidade. (SEVCENKO, Nicolau. A Revolta da Vacina: mentes insanas em corpos rebeldes. São Paulo: Brasiliense, 1984, p. 82) Considerando-se o contexto no qual se desenrolaram os movimentos populares referidos, os alunos devem corretamente compreender que, no Brasil republicano do início do século XX,
“Em 1937 o presidente Getúlio Vargas Vargas baixou um decreto (que dura até hoje) obrigando os enredos de Escolas de Samba a só falar de temas ‘históricos e patrióticos’. As letras de música eram censuradas pelo DIP. O exemplo mais famoso é O Bonde de São Januário, de Ataulfo Alves e Wilson Batista. A letra original exaltava a figura do ‘malandro’ esperto, que vivia na boemia, que não era trouxa de virar operário e entrar ‘no bonde de São Januário’ (bairro industrial) que ‘leva mais um otário’ para trabalhar. A letra teve que ser mudada para: ‘Quem trabalha é que tem razão/eu digo e não tenho medo de errar/ O Bonde de São Januário/leva mais um operário:/sou eu que vou trabalhar....’”.
(Texto retirado do Centro de Memória Sindical. Site: http://www.memoriasindical.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=281#.VfwGKvRSJkA. Acessado em 11.09.2015).
O trecho acima revela um momento nacional de censura e de imposição de disciplina ao trabalhador, efetivado a partir de 1937 sob a liderança do presidente Getúlio Vargas. Os objetivos centrais desta postura repressiva era o de criar um mundo do trabalho