Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

Foram encontradas 9.379 questões

Q1102452 História
“Acordei em meio duma maravilhosa aurora de verão. A baía esplendia com seus morros e enseadas. Seriam talvez quatro horas da manhã. E vi imediatamente na baía, frente a mim, navios de guerra, todos de aço, que se dirigiam em fila para a saída do porto. Reconheci o encouraçado Minas Gerais que abria a marcha. [...] Eu estava diante da revolução. Pontos de fogo, estrondos. [...] O seu chefe, o negro João Cândido, imediatamente guindado ao posto de almirante, tinha se revelado um hábil condutor de navios. [...] A revolta teve o mais infame dos desfechos [...]” (ANDRADE, Oswald de. Um homem sem profissão – Memórias e confissões. Sob as ordens de mamãe. São Paulo: Globo, 2002. p. 96.)
Esse trecho de Oswald de Andrade, ícone da semana de arte Moderna no Brasil, refere-se: 
Alternativas
Q1102451 História
“Enquanto os jornais e udenistas atacavam o governo, os trabalhadores sentiam-se ameaçados e em muros e postes das ruas das grandes capitais, surgiram frases que logo se espalharam e deram início ao chamado ‘Movimento Queremista’.” (Vainfas, 2010. p. 777.) O Movimento Queremista cresceu rápido, com manifestações bastante intensas. Esse movimento ocorreu: 
Alternativas
Q1102450 História


Imagem associada para resolução da questão

A imagem anterior trata-se de Maria Quitéria de Jesus Medeiros, uma militar brasileira de origem humilde, que se tornou heroína. É considerada a primeira mulher desse modo, oficialmente, a primeira mulher a assentar praça numa unidade militar, em terras brasileiras.

Suas ações heroicas estão ligadas a uma data célebre e a um contexto importante da historiografia brasileira e dos baianos especificamente que culminou no 2 de julho de 1923. Esse período foi marcado 

Alternativas
Q1102449 História
“Novembro 27. Hoje embarcou toda a Familia Real no Caes de Bellem tendo dado alli Beijamão ás pessoas que alli concorreram entre lagrimas e suspiros geraes, e no dia 29 com bom vento se fez á vella a Esquadra Portugueza que condusio o nosso Amabilissimo Principe e toda a Familia Real para o Brazil, cuja Esquadra se compunha de 8 Naus, tres Fragatas, dois Brigues, uma Escuna e uma charrua de mantimentos; e com ella 21 Navios de commercio nacional.” (Diário de Euzébio Gomes, na posse do Senhor José Medeiros. Disponível em: https://www.revistamilitar.pt/artigo/257.) Em 1808 a família real de Portugal dirigiu-se à América portuguesa em razão da invasão francesa a Portugal, no contexto das guerras napoleônicas. A partir daí, já no Rio de janeiro, no que diz respeito às relações internacionais, D. João VI: 
Alternativas
Q1102447 História
“Em março de 1534 o Rei de Portugal, Dom João III, dividiu a costa do país em Capitanias Hereditárias. Eram quinze lotes que formavam doze capitanias, que iam da Ilha de Marajó, a norte, até o sul do Estado de Santa Catarina. Foram definidas como faixas lineares de terra, que ignoravam os acidentes geográficos, e iam do litoral da costa do Brasil até o Tratado de Tordesilhas. Portanto, inicialmente apenas 20% da América do Sul pertenciam a Portugal por este Tratado.” (Innocentini, 2009, p. 14.) O sistema de Capitanias Hereditárias, no contexto da formação do espaço social brasileiro à apropriação da terra, foi adotado no Brasil, dentre outros motivos:
Alternativas
Q1102446 História
“Aquela sociedade potosina, enferma de ostentação e desperdício, só deixou na Bolívia a vaga memória de seus esplendores, as ruínas de seus templos e palácios, e oito milhões de cadáveres de índios. [...] Em nossos dias, Potosí é uma pobre cidade da pobre Bolívia: a cidade que mais deu ao mundo e a que menos tem, como me disse uma velha senhora potosina, envolta num quilométrico xale de lã de alpaca, quando conversamos à frente do pátio andaluz de sua casa de dois séculos. Esta cidade condenada à nostalgia, atormentada pela miséria e pelo frio, é ainda uma ferida aberta do sistema colonial na América: uma acusação ainda viva.” (GALEANO, Eduardo. 1979. p. 44.)
O trecho contundente de Eduardo Galeano, do seu livro “As veias abertas da América Latina”, traz como crítica principal: 
Alternativas
Q1102445 História
“Em janeiro, as tradicionais homenagens ao Senhor do Bonfim, em Salvador, ecoam do outro lado do Atlântico, em Benin, deixando ainda mais claros os traços culturais que há séculos aproximam a Bahia da África.” (RIBEIRO, Ronaldo. 2015, p. 294.)
Essa influência cultural brasileira tão forte em Benin, na África, pode ser explicada em grande parte: 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073435 História
Compare as duas imagens.
Imagem associada para resolução da questão
Marcha da Família com Deus pela Liberdade (WH3. http://goo.gl/PJ8CUo)
Imagem associada para resolução da questão
Manifestação pelas Diretas Já (Uol. http://goo.gl/50dukw)
Pode-se dizer que, entre os dois movimentos referidos acima, há um diálogo à distância e que a comparação de suas imagens revela algumas diferenças entre eles:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073434 História
Leia o texto.
Pau de Arara Luiz Gonzaga
Quando eu vim do sertão, seu moço, do meu Bodocó* A malota era um saco e o cadeado era um nó Só trazia a coragem e a cara Viajando num pau de arara Eu penei, mas aqui cheguei (bis) Trouxe um triângulo, no matolão Trouxe um gonguê, no matolão Trouxe um zabumba dentro do matolão Xote, maracatu e baião Tudo isso eu trouxe no meu matolão
* Região do interior de Pernambuco. (https://www.letras.mus.br/luiz-gonzaga/261217/)
A música de autoria de Guio de Moraes e Luiz Gonzaga, de 1952, exprime um movimento social de grande duração na história do Brasil. Exprime, igualmente, alguns aspectos desse fenômeno social, marcado
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2016 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q1073433 História
Leia o texto.
1934. Os Integralistas estão em estado de graça: suas fileiras se engrossam em todas as partes do Brasil, onde seus núcleos conseguem apoio dos fascistas italianos e alemães, das autoridades policiais, dos banqueiros e grandes fazendeiros e de intelectuais. Ante a deterioração da economia brasileira que a queima de café não consegue sustar, Getúlio Vargas fica a observar a ascensão, pouco comum nos hábitos políticos brasileiros, do movimento integralista. Apesar da parafernália de “leis sociais” adotadas para conquistar o apoio do povo contra os tradicionais donos do poder que não aceitam o seu programa de centralização contrário à estrutura “federativa” do país, Getúlio está disposto a considerar a possibilidade de valer-se dos Integralistas para governar com mais tranquilidade. (Fúlvio Abramo. A revoada dos galinhas verdes, 2014. Adaptado)
O autor, militante de organizações de esquerda, participou da conjuntura política brasileira dos anos 30 do século passado. O excerto refere-se à situação histórica do país, naquele momento, caracterizada pela
Alternativas
Q916984 História
É célebre a frase de Francisco José do Nascimento, o Dragão do Mar: "Aqui não se embarca mais escravos". O contexto sóciopolítico cearense que representa esse momento é
Alternativas
Q916983 História
No âmbito do processo de ocupação da Capitania do Siará Grande, as expedições dos Capitães Mor Pero Coelho e Martim Soares Moreno representaram
Alternativas
Q916982 História

Leia o texto abaixo.


Em 2004, foi divulgada a queima de documentos supostamente produzidos por órgãos de segurança nacional da Ditadura Militar no Brasil. As exibições das reportagens coincidiram com a definição dos prazos, pelo Presidente da República, para a abertura dos arquivos da Ditadura. Ficou estabelecido um período de até 30 anos – renovável por mais 30 – para que a sociedade tenha acesso aos arquivos ultrassecretos. Ao mesmo tempo, uma Medida Provisória criou a Comissão de Averiguação e Análise de Informações Sigilosas, com poder para barrar a divulgação desses documentos, caso entenda que isso seja "imprescindível à segurança da sociedade e do Estado".

Disponível em: http://professor.bio.br/historia/provas_vestibular.asp?origem=Uel&curpage=19. Acesso em: 03 abr.. 2016.


Analise as proposições abaixo.


I. O controle da memória pelos setores dominantes, silenciando ou evidenciando determinados eventos ou documentos históricos, serve como estratégia de preservação de poder na sociedade.

II. Atos de eliminação de documentos isentam o Estado republicano brasileiro da responsabilidade pela mutilação da memória nacional.

III. Medidas tomadas com o intuito de evitar julgamentos precipitados que levem à perseguição, gerando um estado de ameaça constante, inviabilizando a democratização do país.

IV. No Brasil, a queima de documentos é uma prática recorrente para ocultar o passado e apagar a memória concebida pelos diferentes grupos sociais.


São corretas as proposições:

Alternativas
Q916980 História

Leia o texto abaixo.


O período compreendido entre 1968 e 1973 é conhecido como a fase do “milagre” quando, sob o regime militar, o crescimento da economia brasileira apresentou uma extraordinária aceleração, com ampliação média de 11% ao ano. O nosso “milagre” foi abalado [...]. Mesmo assim, o país ainda manteve bons níveis de aceleração econômico-industrial até o final dos anos 70, numa fase conhecida como o “pós-milagre”. Esse crescimento esteve relacionado com os grandes investimentos em infraestrutura do regime militar e o duro controle sobre as manifestações dos trabalhadores, que garantiu a mão de obra barata e, juntos levavam à atração de novos investimentos.

Disponível em:<http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_simulado/revisao/revisao02/er030002.pdf> . Acesso em: 20 abr. 2012. *Adaptado: Reforma Ortográfica. Fragmento.


Com base nesse texto, constata-se que o fator externo que contribuiu para acelerar a crise do “milagre brasileiro” foi

Alternativas
Q916978 História

Leia o texto abaixo.


“[…] O pavor inspirava cada gesto. Era gente querendo embarcar à força, eram senhoras distintas afogando-se nas águas do Tejo, era o povo apupando os que se retiravam. Diz-se mesmo que a única pessoa disposta a resistir era Dona Maria I, a demente rainha-mãe, que respirava o ar das ruas após 16 anos de reclusão: ‘Não corram tanto! Vão pensar que estamos fugindo!’, gritava do coche que a conduzia, célere […]”.

In: Biografia da Biblioteca Nacional, disponível em http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1229521.pdf. Acesso em 08/04/2016.


Sobre os desdobramentos da chegada da Família Real portuguesa no Brasil:


I. D. João e parte de sua comitiva aportaram à Bahia em janeiro de 1808. Em fevereiro, embarcaram para o Rio de Janeiro, onde foram recebidos em março de 1808 com efusiva festa. No entanto, não demorou muito para que surgissem hostilidades entre moradores do Rio de Janeiro e os membros da comitiva recém-chegada. Da mesma forma, foi imenso e crescente o descontentamento da burguesia lusitana.

II. Aproveitando a abertura dos portos, os privilégios alfandegários e as dificuldades da conjuntura europeia (que fechava mercados tradicionais à Inglaterra), os comerciantes ingleses inundaram os mercados brasileiros com inúmeros artigos.

III. Foi um processo de britanização sistemática de nossa economia. Em grande medida, o Brasil deixou a condição de colônia em 1808. Todavia, no plano político-administrativo, a condição colonial só foi extinta em 1815, com a elevação do Brasil à categoria de Reino Unido a Portugal e Algarves.


Das informações acima, são corretas:

Alternativas
Q916977 História

Leia o texto abaixo.


Com a capitulação dos holandeses em 1654, os negros palmarinos continuaram a desafiar o poder colonial. Nos anos de 1670, duas expedições contra Palmares não cantaram vitória: a de 1675, chefiada pelo capitão Manoel Lopes Galvão, e a de 1677, comandada pelo capitão Fernão Carrilho, que pensou ter derrotado os negros, quando na verdade apenas pôs as mãos em alguns palmarinos, entre eles os parentes do chefe Ganga-Zumba.  

Palmares entre sangue e fogo desde 1602, Flavio José Gomes Cabral.

Disponível em: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/flavio-jose-gomes-cabral). Acesso em 11/04/2016.


Analise as proposições abaixo.


I. Nos quilombos (geralmente localizados em lugares de difícil acesso), os escravos viviam em liberdade, produziam seus alimentos, fabricavam roupas, móveis e instrumentos de trabalho, cultivavam também as crenças, as tradições e os costumes africanos. O adultério, o roubo e o homicídio eram punidos com a pena de morte.

II. Os quilombos estavam espalhados em todo o território colonial, porém, a falta de registros impede que estudiosos descubram mais detalhes sobre eles. Mesmo assim, ainda encontramos comunidades remanescentes de antigos quilombos no interior do Brasil.

III. O mais famoso de todos os quilombos chamava-se Palmares e ficava em Alagoas. Esse quilombo possuía aproximadamente 20 ou 30 mil habitantes. Dentre os seus líderes destacava-se Zumbi.

IV. Durante o século XVII, vários governos (portugueses e holandeses) quiseram destruir o quilombo dos Palmares. Foram várias tentativas, em 80 anos de conflito, mas Palmares resistia bravamente e chegou a derrotar cerca de 30 expedições enviadas.


São verdadeiras as proposições:

Alternativas
Q813258 História
“Integrantes do Ministério da Cultura podem ter facilitado o esquema de fraudes à Lei Rouanet, segundo a Polícia Federal. A operação Boca Livre, que investiga o desvio de R$ 180 milhões de recursos federais em projetos culturais, foi deflagrada na manhã desta terça (28/06/16). ‘Houve no mínimo uma falha de fiscalização por parte do MinC’, disse Rodrigo de Campos Costa, delegado regional de combate ao crime organizado, durante coletiva realizada na manhã de terça. [...]” (Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/06/1786453-nao-havia-fiscalizacao-por-parte-do-minc-diz-policiafederal.shtml.)
Sancionada pelo então presidente Fernando Collor de Mello, a Lei Rouanet
Alternativas
Q777496 História
Em 30 de abril de 1864 a freguesia de Santo Antônio do Salgueiro foi elevada à condição de município do Salgueiro pela Lei Provincial nº 580, tendo como primeiro intendente o:
Alternativas
Q775068 História
A Era JK completa 60 anos em 2016. O governo de Juscelino Kubitschek foi marcado por, EXCETO:
Alternativas
Q775067 História
A Era JK completa 60 anos em 2016. O governo de Juscelino Kubitschek foi marcado por, EXCETO:
Alternativas
Respostas
7661: C
7662: D
7663: B
7664: A
7665: D
7666: A
7667: C
7668: D
7669: B
7670: E
7671: C
7672: B
7673: E
7674: D
7675: A
7676: E
7677: C
7678: A
7679: D
7680: D