Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

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Q1203857 História
A Revolução Federalista foi uma guerra civil que ocorreu no Sul do Brasil, logo após a Proclamação da República. Considera-se como correto afirmar que na Revolução Federalista assim procedeu:
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Q1203856 História
Que presidente após a renúncia de Deodoro da Fonseca, contando com o apoio dos setores do Exército e de cafeicultores paulistas, assumiu o governo brasileiro?
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Q1203854 História
Em 15 de novembro de 1889, Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe que depôs a Monarquia no Brasil. Os republicanos conseguiram derrubar a Monarquia graças à participação:
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Q1203853 História
No Ensino de História, ao se trabalhar a temática “vilas e cidades no Brasil colonial” com o aluno do Ensino Fundamental, espera-se que o mesmo desenvolva a seguinte habilidade:
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Q1203852 História
O movimento abolicionista (1870-1888) foi um movimento político e social que defendeu e lutou pelo fim da escravidão no Brasil. Todos os movimentos de libertação que ocorreram no Brasil propunham que:
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Q1203850 História
No Ensino Fundamental, a partir do Ensino de História ao aluno é possibilitado “compreender a relação entre bandeirantes e indígenas”. Esta habilidade pode ser desenvolvida através da seguinte temática:
Alternativas
Q1203849 História
No Segundo Reinado no Brasil (1840- 1889), a organização política para derrubar a Regência conservadora do poder vigente, os liberais sugeriram:
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Q1203848 História
No Ensino de História, ao se trabalhar a temática “o bandeirante e a busca por riquezas” com o aluno do Ensino Fundamental, espera-se que o mesmo desenvolva a seguinte habilidade:
Alternativas
Q1203847 História
No início da colonização, Portugal e Espanha incentivaram na América duas atividades econômicas. Essas atividades foram:
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Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IPHAN
Q1190007 História
Julgue o item subsecutivo, referentes à historiografia do século XIX.
A historiografia indica que a Lei do Ventre Livre teve baixo impacto e pouca relevância na história da escravidão no Brasil império.
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Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IPHAN
Q1189985 História
Julgue o item subsecutivo, referentes à historiografia do século XIX.
Os estudos sobre a formação de uma sociedade africana no Brasil são uma das principais novidades historiográficas a respeito do Brasil imperial.
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Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IPHAN
Q1189606 História
Julgue o item subsecutivo, referentes à historiografia do século XIX.
A historiografia sobre a proclamação da República no Brasil é consensual em afirmar que a derrubada da monarquia portuguesa atendeu a fortes e generalizados apelos da população brasileira pela mudança do regime político.
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Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Pastos Bons - MA
Q1189034 História
Os portos brasileiros, no século XIX, não passavam de algumas amuradas e trapiches de madeira que avançavam até o mar, utilizados pelos escravos para levar, nas costas, as mercadorias dos veleiros à terra firme. Na maior parte do país, isso não existia, pois as embarcações fundeavam ao largo, e as jangadas ou chalanas faziam o transporte de pessoas e produtos da praia até o veleiro. Ao findar o século, um vento de modernidade agitou o panorama comercial, e alguns empreendedores resolveram sacudir a velha modorra colonial. Assim, os tons modernos da Revolução industrial, as necessidades de escoamento do café fizeram o País moderniza-se. Sobre esse processo, marque a alternativa que não se adéqua: 
Alternativas
Q1181821 História
Leia o trecho abaixo e complete a lacuna : “Durante a Primeira República (1889-1930), São Paulo era o Estado mais destacado economicamente e na política nacional. O principal produto desse Estado, o café, era subsidiado com recursos federais e comem préstimos internacionais. Desse modo, a União arcava com muitas despesas para beneficiar os cafeicultores que se  concentravam nesse Estado. Isso foi mudado com a instauração do governo de ___________”
Alternativas
Q1179214 História
Durante o período Médici, a política externa orientou-se por um projeto de ampliação de influência e poder na América Latina. (Maria Helena Capelato. “O ‘gigante brasileiro’ na América latina: ser ou não ser latino-americano”. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000): a grande transação.)

Diante dessa orientação da política externa, o governo Médici
Alternativas
Q1179213 História
Afirmar que a formação do Estado brasileiro foi um processo de grande complexidade não apresenta nenhuma novidade, e a historiografia recente tem revelado razoável consenso quanto a evitar o equívoco de reduzi-lo à ruptura unilateral do pacto político que integrava as partes da América no império português. (István Jancsó e João Paulo G. Pimenta. “Peças de um mosaico (ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade nacional brasileira)”. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000).)

Tal “grande complexidade” pode ser verificada na obra de
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Q1179212 História
O Brasil não era, em realidade, apenas um, mas era constituído por uma série de colônias. Os ingleses tinham razão quando falavam, nos séculos XVII e XVIII, dos “Brasis”, pois havia de fato mais de uma colônia. (Stuart B. Schwatz. “Gente da terra brazilinese da nasção. Pensando o Brasil: a construção de um povo”. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000), p. 112.)

A expressão “Brasis”, no contexto referido, está relacionada com
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Q1179211 História
Os primeiros jesuítas dedicaram particular atenção à língua tupi, estudando-a e elaborando, ainda em Quinhentos, algumas obras sobre o tema. O primeiro Vocabulário na língua brasílica foi composto pelo padre Leonardo do Vale (c. 1538-1591), que viveu quase 40 anos entre os índios da Bahia, Porto Seguro e São Paulo, tendo sido, no início da década de 1570, nomeado lente de Língua Brasílica no Colégio da Bahia. Elaborou ainda uma Doutrina geral na língua do Brasil (1574), bem como sermões e avisos para a educação e instrução dos índios na Língua do Brasil. O padre José de Anchieta redigiu a primeira Arte de grammatica da lingoa mais usada na costa do Brasil, que circulou manuscrita largo tempo, tendo merecido honras de impressão em Coimbra, em 1595, na oficina de Antônio de Mariz. Esta obra, de cariz fortemente comparatista, designadamente com o latim, “representa uma nova estratégia de abordagem das línguas exóticas que entram no colóquio universalizante do mundo descoberto”. Compôs, ainda, um Dialogo da doctrina christãa, um Confessionário brasílico, sermões, poesias, cantigas e outras obras em língua tupi. (Jorge Couto. “A gênese do Brasil”. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000).)

Considerando o excerto e as discussões do artigo citado, é correto afirmar que
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Q1179210 História
Tema constantemente retomado na História do país e do estado, o ensaio de sedição ocorrido em 1788-89 em Minas Gerais é, talvez, um dos fatos históricos de maior repercussão e conhecimento popular, largamente presente, tanto no imaginário político nacional quanto no sistema escolar fundamental e médio. Marcada desde suas origens por uma série de vicissitudes a ela exteriores ou extemporâneas, a Inconfidência Mineira precisa, hoje, ser submetida a um “jogo de luz” que distinga e identifique com mais clareza o que é próprio do evento e – sem propriamente desprezar ou descartar – o que é fruto da ação do tempo e das práticas sociais em suas “leituras” e “releituras” sobre o evento. O que se procura fazer nesse trabalho, é recuar no tempo e retomar em sua historicidade alguns aspectos da natureza, sentido e alcance das fontes que nos informam sobre o evento, bem como investigar como se deu sua apropriação e exame pela historiografia ao longo do tempo, bem como sua disseminação no sistema escolar. (João Pinto Furtado. “Imaginando a nação: o ensino da história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica”. Em: Lana M. de C. Simam e Thais N. de L. Fonseca (orgs.). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História.)

Para o autor do artigo citado, a Inconfidência Mineira era
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Q1179209 História
É certo que a história operária adquiriu, em pouco mais de duas décadas, um status acadêmico e um determinado espaço institucional, ainda que dificilmente voltará a ter o prestígio extra-acadêmico do início dos anos 80. [...] A história operária viveu seu momento de glória no início dos anos 80 [...]. (Cláudio H. M. Batalha. “A historiografia da classe operária no Brasil: trajetória e tendências”. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva.)

A importância da história operária, no período citado, tem forte relação com
Alternativas
Respostas
6801: C
6802: C
6803: A
6804: D
6805: B
6806: A
6807: D
6808: A
6809: C
6810: E
6811: C
6812: E
6813: D
6814: B
6815: C
6816: A
6817: D
6818: B
6819: A
6820: C