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O tráfico de escravos, na Época Moderna, envolvia a sociedade colonial da América Portuguesa e as sociedades africanas.
Com base no mapa, a respeito do tráfico de escravos, assinale a
afirmativa correta.
A figura feminina como símbolo da República, conforme a imagem, foi usada no Brasil, imitando o modelo francês, quando aconteceu a Proclamação.

Disponível em https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/71/Republica_no_brasil.jpg. Acesso 09/08/2016)
Sobre essa associação do feminino à República, é correto afirmar que
A imagem a seguir, do pintor Jean-Baptiste Debret, do período de 1820 – 1830, intitulada Um funcionário do governo saindo de casa com a família, representa um cotidiano de quem habitava o Rio de Janeiro no tempo do governo joanino.

Em relação à posição da mulher na sociedade da época, a imagem mostra que
“Art. 10. Os Poderes políticos reconhecidos pela Constituição do Império do Brasil são quatro: o Poder Legislativo, o Poder Moderador, o Poder Executivo e o Poder Judicial. Art. 11. Os representantes da Nação brasileira são o Imperador e a Assembléia Geral. Art. 12. Todos estes Poderes no Império do Brasil são delegações da Nação. [...]” (Disponível em: http://www.monarquia.org.br/pdfs/constituicaodoimperio.pdf.)
Em 1824, eclodiu no Nordeste um movimento revolucionário – Confederação do Equador, de tendência liberal, separatista e republicana, reagindo contra o centralismo monárquico consubstanciado na Constituição outorgada de 1824. Em linhas gerais, o programa da Confederação do Equador preconizava
O trecho anterior se refere à Lei da Anistia, implantada ainda no período militar. Sobre a Lei que finalmente concretizou a Anistia no Brasil, é correto afirmar que
Trecho II “Durante o mandato de Campos Sales, o governo federal, para fazer face ao extremo federalismo vigente, (...) resolveu estabelecer acordos políticos com outras instâncias de governo, a fim de garantir a formação de Congressos dóceis às diretrizes presidenciais.” (Lopes, 1983.)
Os trechos I e II abordam, especificamente, duas práticas políticas que fizeram parte do contexto da República Oligárquica no Brasil. Trata‐se, respectivamente:
A partir de 1530, porém, observou‐se uma preocupação da Coroa Portuguesa em inserir as terras americanas no contexto mercantilista e acelerar o processo colonizatório. Dentre as razões para essa preocupação aponta‐se corretamente:
(LENHARO, Alcir. Sacralização política. Campinas. Papirus, 1986. p. 42.)
Texto II “Tucão”
Esse Getúlio bonzinho Que vocês estão mostrando Nunca existiu de verdade. É um Getúlio inventado Para engabelar o povo. Vai, pergunto ao deputado O que foi o Estado Novo. Era gente na cadeia, Era cara torturado, “telefone”, “pau‐de‐arara”...
Ao analisar os dois textos e tendo em vista o contexto do Estado Novo, assinale a afirmativa correta.
O número de camponeses assassinados por conta de conflitos no campo em 2015 foi o maior em 12 anos. Segundo relatório divulgado no início de abril pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), ligada à Igreja Católica, foram 50 mortes violentas – 39% a mais que em 2014, quando foram 36 vítimas. Desde 1995, são 759 mortes registradas no país por conta de conflitos. Segundo o relatório, 80% dos assassinatos ocorreram na região Norte: [...] "Grande parte dos conflitos em 2015, tanto no Pará quanto em Rondônia, aconteceram em áreas cujos Contratos de Alienação de Terras Públicas, os CATPs, foram anulados por não cumprimento das cláusulas contratuais e que não foram devidamente executados, ou que já deviam ter sido anulados. Áreas estas que pela legislação deviam ter sido destinadas à Reforma Agrária, mas que acabam nas mãos de grileiros", aponta.
Adaptado: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimasnoticias/2016/04/15/numero-de-mortes-no-campo-e-o-maior-desde-2003- aponta-relatorio.htm <Acesso: 10/04/2016>
Faz parte do quadro acima esboçado, um massacre que
completou 20 anos no mês de abril. Trata-se do(a):
(Disponível em:http://www.historialivre.com/brasil/relainter1.htm)
Os acordos a que o texto se refere, realizados pelo governo brasileiro na primeira década do século XXI,
Considere a frase abaixo.
Muito teremos feito em breve tempo se conseguirmos libertar-nos da importação de artefatos de ferro, nacionalizando a indústria siderúrgica. (Getúlio Vargas, em 1931)
concretização das pretensões do autor da frase ocorreu, durante a Segunda Guerra Mundial, quando usou a importância do
Brasil no contexto geopolítico da América do Sul e
(...) Mas, foi após a Revolução do Porto, com a criação do Grande Oriente do Brasil, órgão que reunia as principais lojas brasileiras, que a maçonaria se destacou no movimento de independência.
Em torno do Grande Oriente aglutinou-se o grupo dos ativistas liberais de Gonçalves Ledo e Cunha Barbosa, cujas posições, entretanto, eram consideradas “radicais” pelos liberais conservadores. Para distinguir-se deles, e também para pôr em prática seu próprio programa político; os conservadores romperam com o Grande Oriente e organizaram outra sociedade secreta, o Apostolado, liderada por José Bonifácio.
Tanto Ledo como Bonifácio procuraram atrair dom Pedro para as fileiras de suas organizações. O príncipe aceitou participar das duas, filiando-se ao Apostolado e também ao Grande Oriente. Mais tarde, já imperador, cedendo à insistência de José Bonifácio, reprimiu duramente os liberais de Gonçalves Ledo. O Grande Oriente foi fechado e Ledo teve de se refugiar em Buenos Aires.
(TEIXEIRA, Francisco M. P. Brasil, História e Sociedade. São Paulo: Ática, 2001, p. 160)
(...) Mas, foi após a Revolução do Porto, com a criação do Grande Oriente do Brasil, órgão que reunia as principais lojas brasileiras, que a maçonaria se destacou no movimento de independência.
Em torno do Grande Oriente aglutinou-se o grupo dos ativistas liberais de Gonçalves Ledo e Cunha Barbosa, cujas posições, entretanto, eram consideradas “radicais” pelos liberais conservadores. Para distinguir-se deles, e também para pôr em prática seu próprio programa político; os conservadores romperam com o Grande Oriente e organizaram outra sociedade secreta, o Apostolado, liderada por José Bonifácio.
Tanto Ledo como Bonifácio procuraram atrair dom Pedro para as fileiras de suas organizações. O príncipe aceitou participar das duas, filiando-se ao Apostolado e também ao Grande Oriente. Mais tarde, já imperador, cedendo à insistência de José Bonifácio, reprimiu duramente os liberais de Gonçalves Ledo. O Grande Oriente foi fechado e Ledo teve de se refugiar em Buenos Aires.
(TEIXEIRA, Francisco M. P. Brasil, História e Sociedade. São Paulo: Ática, 2001, p. 160)
O Marechal Junot, da infantaria francesa, entrou em Lisboa junto com a chuva. Uma chuva fina, matinal, que agulhava os ossos. A corte tinha de fugir, conforme o combinado com a Inglaterra.
Os fujões quiseram raspar até a prata dos altares. Em suas arcas, atacharam pra mais de 80 milhões de cruzados, em ouro e diamantes. (Curiosa ironia: migalhas da riqueza iam de volta, agora, para o Brasil.)
O cais de Belém lembrava uma feira, mas feira do inferno. Lacaios se entrechocavam e mordiam. Marujos ingleses berravam palavrões cabeludos por sobre as cabeças das senhoras. A um simples estouro de cavalos, centenas de peralvilhas jogavam-se ao mar. A quem assistisse – 15 mil nobres embarcando em 36 navios – o espetáculo podia ser divertido, jamais bonito.
E D. João? Corria que já embarcara. Mas quando? Perguntava a turba com raiva, contida pela fileira de soldados. ‘Foi aquela criada grandona, andar de pata choca, não vira?’ O covarde disfarçara-se. Agora é a vez da rainha-mãe. Arrancada aos murros, a demente sorve aflitivamente o ar das ruas: há 16 anos não a tiram da cela. (...)
Achavam que a coitada não percebia nada. A chuva, contudo, acordou-lhe a razão. Começou a berrar.
– Não corram tanto! Acreditaram que estamos fugindo. Por que fugir sem ter combatido?
(In: SANTOS, Joel Rufino dos. História do Brasil. São Paulo: Marco editorial, 1979, p. 77)