Questões de Concurso
Comentadas sobre fundamentos da história : tempo, memória e cultura em história
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Na perspectiva de Marshall Sahlins, julgue os itens a seguir acerca das relações entre estrutura e evento e a lógica da mudança cultural.
Ao destacar a relevância da dimensão do tempo na disposição dos significados culturais, Sahlins colabora para diminuir a tensão estabelecida pelo estruturalismo com a história.
(Marcos Lobato Martins. In: Carla Bassanezi Pinsky (Org.). Novos temas nas aulas de História, p. 138)
O trecho apresentado ressalta a renovada importância da História
I. O reconhecimento da necessidade de uma síntese global que explique tanto as articulações entre os níveis que fazem da sociedade humana uma totalidade estruturada quanto as especificidades no desenvolvimento de cada nível.
II. A convicção de que a consciência que os homens de determinada época têm da sociedade em que vivem coincide com a realidade social da época em questão.
III. O respeito pela especificidade histórica de cada período e sociedade.
IV. A aceitação da existência de fronteiras estritas entre as ciências sociais.
Quais estão corretas?
Nessa nova documentação, NÃO se incluem
Entre essas reflexões e mudanças, NÃO se inclui a seguinte:

Tear manual artesanal
É CORRETO afirmar que essa fonte histórica é uma fonte
COLUNA I
1. Observação 2. Registro 3. Interpretação 4. Apropriação
COLUNA II
( ) Identificar o objeto cultural, sua função e significado, percepção visual e simbólica. ( ) Fixação do conhecimento percebido, desenvolvimento da memória, pensamento lógico, intuitivo e operacional. ( ) Desenvolvimento da capacidade da análise e julgamento crítico. Análise do tema, discussão, questionamento, avaliação, pesquisa de outras fontes. ( ) Envolvimento afetivo, capacidade de autoexpressão, apropriação, participação criativa, valorização do bem cultural, preservação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA.
Assinale a alternativa que faz a correspondência CORRETA entre o livro e os bens imateriais nele inscritos.
COLUNA I
1. Livro de Registro dos Saberes 2. Livro do Registro das Celebrações 3. Livro do Registro das Formas de Expressão 4. Livro do Registro dos Lugares
COLUNA II
( ) Conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades. ( ) Rituais e festas que marcam a vivência coletiva do trabalho, da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social. ( ) Manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas. ( ) Mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais coletivas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA.
“A história é busca, portanto escolha. Seu objeto não é o passado: ‘A própria noção segundo a qual o passado enquanto tal possa ser objeto de ciência é absurdo’. Seu objeto é ‘o homem’, ou melhor, ‘os homens’, e mais precisamente ‘homens no tempo’.” [Marc Bloch. Apologia da História ou o ofício de historiador]
De acordo com o texto:
“No âmbito dos historiadores profissionais julgamos que o movimento de ideias mais influentes no sentido da construção da História como ciência foi chamado grupo dos Annales, principalmente entre 1929 e 1969. Durante estas quatro décadas, mesmo sendo os membros de tal grupo bastante heterogêneos, é possível perceber entre eles certas concepções fundamentais comuns, desenvolvidas em debate com os historiadores mais tradicionais”.
[CARDOSO, Ciro F. Uma Introdução à História. 9ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1992, p.42]
Entre essas concepções comuns, destaca-se a:
“A história do garfo, da lavagem da roupa, das formas de fazer amor (que podem dar origem a belos estudos) pode ser tão comezinha e tão pouco história – embora enfeite com ouropéis que dão uma certa cor local – como a história das batalhas, dos congressos diplomáticos e dos debates parlamentares, tal como a descreveu uma certa historiografia, que desejaríamos completamente ultrapassada”.
[Le GOFF, J. A História do Cotidiano. In: DUBY, G, et alii. História e Nova História. Porto: Teorema, s/d., 92]
Reconhecendo a existência de diferentes formas
de se produzir e escrever o conhecimento histórico,
é possível afirmar que o autor faz crítica e gostaria
de ver ultrapassada a concepção: