Questões de Concurso
Sobre demandas políticas e sociais no mundo atual em história
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No contexto político e social da primeira metade dos anos 1960, a mobilização em torno do combate ao analfabetismo ganha um novo sentido com a expressão educação popular. Para analisar o novo significado de educação popular, entendido como educação destinada à conscientização do povo, devemos considerar
Para que possamos analisar os movimentos sociais brasileiros em sua especificidade em relação aos movimentos sociais europeus e norte-americanos vigentes nos anos 1970, devemos considerar que
Para a análise do fenômeno político do trumpismo, o autor sugere
Em sua obra “Estados Unidos: formação da nação”, Karnal analisa o processo de independência estadunidense frente a(à):
Em 15 de setembro de 2020, o ex-presidente norte-americano, Donald Trump , presidiu a cerimônia de assinatura de acordos que foram importante marco para a normalização das relações entre os países do Oriente Médio e real esperança de soluções concretas para pacificar a região. Trata-se:
Julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS.
1.(__)A política neocolonialista no século XX está intimamente associada à Guerra Fria e à política norte-americana conhecida como Plano Marshall.
2.(_)De forma mais ampla, políticas imperialistas contemporâneas podem ser vistas operando por meio de um controle indireto, em especial a partir de políticas econômicas, financeiras e comerciais de corporações transnacionais e instituições globais.
3.(__)A política neocolonialista na África e Ásia gerou consequências que ainda são sentidas nos sistemas políticos e econômicos das nações que foram exploradas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Na história das lutas pelos direitos humanos e pela igualdade racial no Brasil, o Movimento Negro Unificado teve importante papel e foi um movimento social
(GIDDENS, Anthony. 1991.)
Embora o termo globalização não possa ser considerado por alguns ainda como um conceito preciso, podemos afirmar que:
Vede, Veneráveis Irmãos, por quem e por que meios esta questão tão difícil demanda ser tratada e resolvida. Tome cada um a tarefa que lhe pertence; e isto sem demora, para que não suceda que, adiando o remédio, se tome incurável o mal, já de si tão grave.
Façam os governantes uso da autoridade protetora das leis e das instituições; lembrem-se os ricos e os patrões dos seus deveres; tratem os operários, cuja sorte está em jogo, dos seus interesses pelas vias legítimas;
Nós desejamos que compreendam isto sobretudo aqueles cuja missão é velar pelo bem público. Façamos tudo quanto estiver ao nosso alcance para salvação dos povos, e, sobretudo, alimentem em si e acendam nos outros, nos grandes e nos pequenos a caridade, senhora e rainha de todas as virtudes. Portanto, a salvação desejada deve ser principalmente o fruto duma grande efusão de caridade.
Rerum Novarum: sobre a condição dos operários. 1891.
Assinale a opção que indica a ideologia das ideias manifestadas no trecho acima.
29 maio 2021 Autor: Tim Whewell*/BBC News, Namibia
Na sexta-feira (28), após mais de 100 anos, Berlim reconheceu oficialmente as atrocidades que cometeu durante a ocupação colonial da Namíbia e ofereceu ao país africano uma quantia em dinheiro como compensação.
Mas como se compensa a destruição de uma sociedade inteira? Que preço colocar?
A Alemanha concordou em pagar mais de 1 bilhão de dólares.
“À luz da responsabilidade histórica e moral da Alemanha, pediremos desculpas à Namíbia e aos descendentes das vítimas”, disse o ministro das Relações Exteriores, Heiko Maas, na sexta-feira.
O governante alemão acrescentou que seu país, em um "gesto de reconhecimento do imenso sofrimento infligido às vítimas", apoiará o desenvolvimento da nação africana através de um programa que vai custar mais de 1,3 bilhões de dólares.
A quantia será paga em 30 anos e investida em infraestrutura, assistência médica e programas de treinamento que beneficiam comunidades afetadas.
Mas alguns líderes namibianos até agora se recusaram a apoiar o acordo, informou o jornal local New Era.
Na Namíbia, descendentes de vítimas e colonos debateram ferozmente sobre o valor financeiro associado ao genocídio.
Extraído: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-57292909
O caso noticiado exemplifica práticas cada vez mais recorrentes das relações entre nações europeias e suas ex-colônias africanas. O conceito que melhor interpreta este fenômeno contemporâneo é
(EMPOLI, Giuliano Da. Os engenheiros do caos. São Paulo: Vestígio, 2022. p.24)
Podemos dizer que o contexto político contemporâneo relatado pelo autor cria um ambiente propício para a deslegitimação do ensino de História, pois
Disponível em: https://www.infoescola.com/historia/.
O trecho acima fala do contexto social da França que levou a um movimento historiográfico, que revolucionou a escrita na História por colocar elementos do cotidiano como fontes históricas, tendo Lucien Febvre e Marc Bloch como idealizadores. Estamos falando de:
( ) O movimento, que influenciou países do Oriente Médio e o Norte da África, teve seu início na Síria com a Revolução de Jasmim, após a morte de Mohamed Bouazizi.
( ) Uma das primeiras consequências do movimento foi a deposição do presidente da Tunísia Zine El Adibin Ben Ali após décadas de governo ditatorial.
( ) A não adesão do Egito ao movimento foi justificada pelo controle dos meios de comunicação por parte do ditador Hosni Mubarak, o que inviabilizou organizações de protestos.
As afirmativas são, respectivamente,
Documento 1
O Plenário do Supremo Tribunal Federal prosseguiu, nesta quarta-feira, o julgamento do Recurso Extraordinário 1017365, que discute o chamado marco temporal para a demarcação de terras indígenas. Após o voto do ministro Alexandre de Moraes, o ministro André Mendonça pediu vista. Único a votar na sessão desta quarta-feira (7), o ministro Alexandre considera que a data da promulgação da Constituição Federal (5/10/1988) não pode ser utilizada como ponto de definição da ocupação tradicional da terra por comunidades indígenas. Até o momento há dois votos nesse sentido e um contra. Em setembro de 2021, o relator, ministro Edson Fachin, afirmou que o direito à terra pelas comunidades indígenas deve prevalecer, ainda que elas não estivessem no local na data de promulgação da Constituição. Em sentido contrário, o ministro Nunes Marques entendeu que essa data deve prevalecer.
Disponível em: portal.stf.jus.br. Acesso em: 7 jun. 2023.
Documento 2

Charge de Petit Abel. Disponível em: @petitabel no Instagram. Acesso em: 7 jun. 2023.
A partir da análise dos documentos apresentados acima, é possível constatar que a tese do Marco Temporal permitiria:
Coluna 1
1. Casa de Contratação. 2. Cabildos. 3. Capitanias Gerais. 4. Conselho das Índias. 5. Audiências.
Coluna 2
( ) Possuía suprema autoridade sobre todas as questões coloniais, fossem de natureza judicial, legislativa, militar ou eclesiástica.
( ) Atribuía a função de controlar tudo o que se relacionasse com a navegação e o comércio entre a Espanha e suas colônias americanas.
( ) No início eram apenas tribunais judiciários de última instância na América; mais tarde, passaram a ter funções administrativas e até a substituir os vice-reis em seus impedimentos.
( ) Situadas em territórios não pacificados ou estrategicamente importantes. As principais foram: Cuba, Guatemala, Venezuela, Chile e Flórida.
( ) Possuíam atribuições legislativas e judiciárias, cuidando também de todos os assuntos relativos à administração local.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) As obras até 1960 apresentam uma visão patriótica do conflito, na qual o Brasil contribuiu para libertar a população paraguaia do tirano Solano López. Alguns atores como Duque de Caxias, Conde d’Eu e D. Pedro II passaram a ser idolatrados dentro da visão de historiadores como Tasso Fragoso (1956) e Rocha Pombo (1960).
( ) A partir da década de 1960, a Inglaterra assume os holofotes no que diz respeito à guerra. Preocupada com o crescente desenvolvimento paraguaio, desempenhou um papel de manipulação, disseminando a ideia de que López ambicionava dominar a região do Prata, levando o Brasil, a Argentina e o Uruguai a se unirem contra o Paraguai.
( ) O revisionismo histórico a partir da década de 1990 aponta para outras origens do conflito, como as análises relacionadas ao processo de formação dos Estados Nacionais na Bacia do Prata, assim como os problemas relacionados à navegação e às fronteiras dos países envolvidos. Pode-se citar como autores dessa linha historiográfica Júlio José Chiavenato e León Pomer.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: