Questões de Concurso Sobre história e geografia do município de quebrangulo em história e geografia de estados e municípios

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Q4275812 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2024), o estado de Mato Grosso possui uma área territorial de 903.804,362 km², sendo o terceiro mais extenso do país, superado apenas por Pará e Amazonas. Dentro do estado, o maior (27.960,237 km²) e o menor (344,330 km²) município, em extensão territorial, são, respectivamente:
Alternativas
Q4275811 História
Leia o trecho de notícia:

IBAMA COMBATE GARIMPO ILEGAL E DESARTICULA INFRAESTRUTURA CRIMINOSA EM MATO GROSSO

Operação Xapiri faz parte da força-tarefa de desintrusão da Terra Indígena Sararé, onde mais de 400 acaтраmentos utilizados por garimpeiros foram destruídos

Brasília/DF (25/08/2025) - Desde o início do mês, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tem conduzido a Operação Xapiri-Sararé para combater o garimpo ilegal na Terra Indígena (TI) Sararé, em Mato Grosso. A ação já resultou na destruição de uma vasta infraestrutura utilizada pelos garimpeiros.
As equipes de fiscalização inutilizaram, até o momento, 100 escavadeiras hidráulicas, 317 motores estacionários, 431 acampamentos, 61 mil litros de combustível (diesel e gasolina), 43 motocicletas, 9 caminhonetes, 12 caminhões, além de outros equipamentos usados na extração ilegal de ouro.
A Operação Xapiri-Sararé conta com a parceria das seguintes instituições: Ministério dos Povos Indígenas (MPI), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF), Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), além do apoio da Polícia Civil de Goiás (CORE/ GT3) [...].

Disponível em: https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/noticias/2025/ibama-combate-garimpo-ilegal-e-desarticula-infraestrutura- -criminosa-em-mato-grosso (adaptado). Acesso em: 28 ago. 2025.

A Terra Indígena mencionada no texto é o lar do povo:
Alternativas
Q4275810 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.

Q10.png (570×346)

Analise as alternativas e marque aquela que considera melhor a relação entre oralidade e escrita:
Alternativas
Q4275809 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.

Q9.png (580×382)

Na fala da personagem à direita — “Ele deve estar ligado no 'módulo adolescente" - a expressão "módulo adolescente" é usada em:
Alternativas
Q4275808 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO BRASIL?


    A revolução tecnológica trouxe um impacto significativo no setor educacional. Se, por um lado, há muitos benefícios, é preciso estar atento também aos desafios da transformação digital na educação.

     Você vai descobrir, a seguir, quais são as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de modernização de uma escola. Vamos mostrar, ainda, como preparar professores e estudantes para a adoção das tecnologias e metodologias digitais.


Entendendo os desafios da educação digital no Brasil


    Promover a educação digital não se trata simplesmente de garantir que todos tenham acesso à internet e a recursos tecnológicos.

    Esse tipo de ensino tem como objetivo preparar os estudantes para utilizar a internet e as ferramentas tecnológicas a fim de agregar conhecimentos aos alunos e também gerar dados para que os gestores e professores atuem de forma mais estratégica.

    É este um dos principais motivos de a educação digital ainda enfrentar tantos desafios no Brasil: é necessário contar com ferramentas adequadas, desenvolver treinamentos e destacar a importância do digital para a educação. Quando esses aspectos estão em falta, acabam ocorrendo problemas de acessibilidade, engajamento e falhas no processo de ensino-aprendizagem.


Superando os desafios da educação digital

Desenvolva treinamentos


    Professores e estudantes precisam estar confortáveis com as ferramentas e plataformas que serão utilizadas. Afinal, sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair. Procure também por equipamentos e soluções de fácil manuseio e que tenham um suporte à disposição para quando surgir dúvidas.

    Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.


Engajamento dos alunos com as novas tecnologias


    A atual geração de estudantes já nasceu habituada à presença das novas tecnologias, mas isso não quer dizer que seja fácil engajar os alunos nos processos de transformação digital na educação.

     Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes. Aqui, entram em ação os professores, comunicando adequadamente os limites para o uso dos dispositivos em sala de aula.

    Cabe também ao educador a tarefa de preparar esses estudantes para lidar e interpretar criticamente as informações obtidas na internet. Nesse ponto, pode ser incluído o uso de ferramentas de letramento digital, por exemplo.

     O engajamento dos alunos depende, ainda, do uso de metodologias de ensino adequadas, que os ajudem a assumir o protagonismo no processo de ensino-aprendizagem.

    À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas.


Auxilie a melhoria da acessibilidade 


    Outro desafio da educação digital no Brasil diz respeito à acessibilidade, que abrange tanto as dificuldades relacionadas ao acesso à rede e a dispositivos tecnológicos quanto aquelas enfrentadas por pessoas com deficiência.

    Para começar a enfrentar esses desafios, é necessário procurar por soluções tecnológicas adequadas e disponibilizar conteúdos em diferentes formatos.


Sala de aula como local de troca 


    Dessa forma, em estudos orientados, o aluno pode explicitar o que aprendeu com seus acessos à rede e dialogar com os colegas que também pesquisaram o assunto predeterminado. Caberá ao professor mediar essa troca de informações e promover o aprofundamento das discussões.

    Práticas como essas possibilitam a construção do pensamento crítico coletivo por meio da interação dos discursos, do diálogo que produz conhecimento.


Conhecendo os benefícios da Educação Digital

Dados para tomada de decisão mais assertiva


    Investindo em uma educação digital, com a utilização de boas ferramentas, é possível gerar dados sobre o ensino da sua instituição. Você conseguirá entender, por exemplo, como está o rendimento dos alunos, quais suas dificuldades, qual tipo de conteúdo tem tido melhor resultado.

    Essas informações são fundamentais para uma atuação mais estratégica por parte de gestores e docentes.


Inovação na educação


    O desenvolvimento da educação digital, a partir da utilização de ferramentas tecnológicas, novas metodologias, conteúdos multiformatos, dentre outros, garante que a instituição leve inovação para o processo de ensino-aprendizagem.

    Essa perspectiva é fundamental para que a IES se mantenha à frente do mercado, contando com estudantes engajados e docentes preparados e comprometidos.


Ensino personalizado 


    A personalização do ensino é uma tendência e uma grande vantagem da educação digital. O aluno se torna cada vez mais protagonista em seu processo de aprendizagem, o que impacta diretamente na experiência do estudante.

     Com o uso das tecnologias adequadas, é possível ter um olhar mais atento para a situação de cada aluno e assim formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho!


Disponível em: https://www.estudiosite.com.br/site/educacao-a-distancia/Quais-são-os-desafios-da-educação-digital-no-Brasil. Acesso em: 12 set. 2025. 
Analise o período: "À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas."

Assinale a alternativa correta quanto à ortografia, à acentuação e à pontuação:
Alternativas
Q4275807 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO BRASIL?


    A revolução tecnológica trouxe um impacto significativo no setor educacional. Se, por um lado, há muitos benefícios, é preciso estar atento também aos desafios da transformação digital na educação.

     Você vai descobrir, a seguir, quais são as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de modernização de uma escola. Vamos mostrar, ainda, como preparar professores e estudantes para a adoção das tecnologias e metodologias digitais.


Entendendo os desafios da educação digital no Brasil


    Promover a educação digital não se trata simplesmente de garantir que todos tenham acesso à internet e a recursos tecnológicos.

    Esse tipo de ensino tem como objetivo preparar os estudantes para utilizar a internet e as ferramentas tecnológicas a fim de agregar conhecimentos aos alunos e também gerar dados para que os gestores e professores atuem de forma mais estratégica.

    É este um dos principais motivos de a educação digital ainda enfrentar tantos desafios no Brasil: é necessário contar com ferramentas adequadas, desenvolver treinamentos e destacar a importância do digital para a educação. Quando esses aspectos estão em falta, acabam ocorrendo problemas de acessibilidade, engajamento e falhas no processo de ensino-aprendizagem.


Superando os desafios da educação digital

Desenvolva treinamentos


    Professores e estudantes precisam estar confortáveis com as ferramentas e plataformas que serão utilizadas. Afinal, sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair. Procure também por equipamentos e soluções de fácil manuseio e que tenham um suporte à disposição para quando surgir dúvidas.

    Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.


Engajamento dos alunos com as novas tecnologias


    A atual geração de estudantes já nasceu habituada à presença das novas tecnologias, mas isso não quer dizer que seja fácil engajar os alunos nos processos de transformação digital na educação.

     Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes. Aqui, entram em ação os professores, comunicando adequadamente os limites para o uso dos dispositivos em sala de aula.

    Cabe também ao educador a tarefa de preparar esses estudantes para lidar e interpretar criticamente as informações obtidas na internet. Nesse ponto, pode ser incluído o uso de ferramentas de letramento digital, por exemplo.

     O engajamento dos alunos depende, ainda, do uso de metodologias de ensino adequadas, que os ajudem a assumir o protagonismo no processo de ensino-aprendizagem.

    À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas.


Auxilie a melhoria da acessibilidade 


    Outro desafio da educação digital no Brasil diz respeito à acessibilidade, que abrange tanto as dificuldades relacionadas ao acesso à rede e a dispositivos tecnológicos quanto aquelas enfrentadas por pessoas com deficiência.

    Para começar a enfrentar esses desafios, é necessário procurar por soluções tecnológicas adequadas e disponibilizar conteúdos em diferentes formatos.


Sala de aula como local de troca 


    Dessa forma, em estudos orientados, o aluno pode explicitar o que aprendeu com seus acessos à rede e dialogar com os colegas que também pesquisaram o assunto predeterminado. Caberá ao professor mediar essa troca de informações e promover o aprofundamento das discussões.

    Práticas como essas possibilitam a construção do pensamento crítico coletivo por meio da interação dos discursos, do diálogo que produz conhecimento.


Conhecendo os benefícios da Educação Digital

Dados para tomada de decisão mais assertiva


    Investindo em uma educação digital, com a utilização de boas ferramentas, é possível gerar dados sobre o ensino da sua instituição. Você conseguirá entender, por exemplo, como está o rendimento dos alunos, quais suas dificuldades, qual tipo de conteúdo tem tido melhor resultado.

    Essas informações são fundamentais para uma atuação mais estratégica por parte de gestores e docentes.


Inovação na educação


    O desenvolvimento da educação digital, a partir da utilização de ferramentas tecnológicas, novas metodologias, conteúdos multiformatos, dentre outros, garante que a instituição leve inovação para o processo de ensino-aprendizagem.

    Essa perspectiva é fundamental para que a IES se mantenha à frente do mercado, contando com estudantes engajados e docentes preparados e comprometidos.


Ensino personalizado 


    A personalização do ensino é uma tendência e uma grande vantagem da educação digital. O aluno se torna cada vez mais protagonista em seu processo de aprendizagem, o que impacta diretamente na experiência do estudante.

     Com o uso das tecnologias adequadas, é possível ter um olhar mais atento para a situação de cada aluno e assim formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho!


Disponível em: https://www.estudiosite.com.br/site/educacao-a-distancia/Quais-são-os-desafios-da-educação-digital-no-Brasil. Acesso em: 12 set. 2025. 
Assinale a alternativa que melhor expressa o mecanismo de coesão textual empregado no fragmento: "Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino."
Alternativas
Q4275806 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO BRASIL?


    A revolução tecnológica trouxe um impacto significativo no setor educacional. Se, por um lado, há muitos benefícios, é preciso estar atento também aos desafios da transformação digital na educação.

     Você vai descobrir, a seguir, quais são as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de modernização de uma escola. Vamos mostrar, ainda, como preparar professores e estudantes para a adoção das tecnologias e metodologias digitais.


Entendendo os desafios da educação digital no Brasil


    Promover a educação digital não se trata simplesmente de garantir que todos tenham acesso à internet e a recursos tecnológicos.

    Esse tipo de ensino tem como objetivo preparar os estudantes para utilizar a internet e as ferramentas tecnológicas a fim de agregar conhecimentos aos alunos e também gerar dados para que os gestores e professores atuem de forma mais estratégica.

    É este um dos principais motivos de a educação digital ainda enfrentar tantos desafios no Brasil: é necessário contar com ferramentas adequadas, desenvolver treinamentos e destacar a importância do digital para a educação. Quando esses aspectos estão em falta, acabam ocorrendo problemas de acessibilidade, engajamento e falhas no processo de ensino-aprendizagem.


Superando os desafios da educação digital

Desenvolva treinamentos


    Professores e estudantes precisam estar confortáveis com as ferramentas e plataformas que serão utilizadas. Afinal, sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair. Procure também por equipamentos e soluções de fácil manuseio e que tenham um suporte à disposição para quando surgir dúvidas.

    Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.


Engajamento dos alunos com as novas tecnologias


    A atual geração de estudantes já nasceu habituada à presença das novas tecnologias, mas isso não quer dizer que seja fácil engajar os alunos nos processos de transformação digital na educação.

     Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes. Aqui, entram em ação os professores, comunicando adequadamente os limites para o uso dos dispositivos em sala de aula.

    Cabe também ao educador a tarefa de preparar esses estudantes para lidar e interpretar criticamente as informações obtidas na internet. Nesse ponto, pode ser incluído o uso de ferramentas de letramento digital, por exemplo.

     O engajamento dos alunos depende, ainda, do uso de metodologias de ensino adequadas, que os ajudem a assumir o protagonismo no processo de ensino-aprendizagem.

    À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas.


Auxilie a melhoria da acessibilidade 


    Outro desafio da educação digital no Brasil diz respeito à acessibilidade, que abrange tanto as dificuldades relacionadas ao acesso à rede e a dispositivos tecnológicos quanto aquelas enfrentadas por pessoas com deficiência.

    Para começar a enfrentar esses desafios, é necessário procurar por soluções tecnológicas adequadas e disponibilizar conteúdos em diferentes formatos.


Sala de aula como local de troca 


    Dessa forma, em estudos orientados, o aluno pode explicitar o que aprendeu com seus acessos à rede e dialogar com os colegas que também pesquisaram o assunto predeterminado. Caberá ao professor mediar essa troca de informações e promover o aprofundamento das discussões.

    Práticas como essas possibilitam a construção do pensamento crítico coletivo por meio da interação dos discursos, do diálogo que produz conhecimento.


Conhecendo os benefícios da Educação Digital

Dados para tomada de decisão mais assertiva


    Investindo em uma educação digital, com a utilização de boas ferramentas, é possível gerar dados sobre o ensino da sua instituição. Você conseguirá entender, por exemplo, como está o rendimento dos alunos, quais suas dificuldades, qual tipo de conteúdo tem tido melhor resultado.

    Essas informações são fundamentais para uma atuação mais estratégica por parte de gestores e docentes.


Inovação na educação


    O desenvolvimento da educação digital, a partir da utilização de ferramentas tecnológicas, novas metodologias, conteúdos multiformatos, dentre outros, garante que a instituição leve inovação para o processo de ensino-aprendizagem.

    Essa perspectiva é fundamental para que a IES se mantenha à frente do mercado, contando com estudantes engajados e docentes preparados e comprometidos.


Ensino personalizado 


    A personalização do ensino é uma tendência e uma grande vantagem da educação digital. O aluno se torna cada vez mais protagonista em seu processo de aprendizagem, o que impacta diretamente na experiência do estudante.

     Com o uso das tecnologias adequadas, é possível ter um olhar mais atento para a situação de cada aluno e assim formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho!


Disponível em: https://www.estudiosite.com.br/site/educacao-a-distancia/Quais-são-os-desafios-da-educação-digital-no-Brasil. Acesso em: 12 set. 2025. 
No trecho "Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes.", a ideia central expressa nele é:
Alternativas
Q4275805 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO BRASIL?


    A revolução tecnológica trouxe um impacto significativo no setor educacional. Se, por um lado, há muitos benefícios, é preciso estar atento também aos desafios da transformação digital na educação.

     Você vai descobrir, a seguir, quais são as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de modernização de uma escola. Vamos mostrar, ainda, como preparar professores e estudantes para a adoção das tecnologias e metodologias digitais.


Entendendo os desafios da educação digital no Brasil


    Promover a educação digital não se trata simplesmente de garantir que todos tenham acesso à internet e a recursos tecnológicos.

    Esse tipo de ensino tem como objetivo preparar os estudantes para utilizar a internet e as ferramentas tecnológicas a fim de agregar conhecimentos aos alunos e também gerar dados para que os gestores e professores atuem de forma mais estratégica.

    É este um dos principais motivos de a educação digital ainda enfrentar tantos desafios no Brasil: é necessário contar com ferramentas adequadas, desenvolver treinamentos e destacar a importância do digital para a educação. Quando esses aspectos estão em falta, acabam ocorrendo problemas de acessibilidade, engajamento e falhas no processo de ensino-aprendizagem.


Superando os desafios da educação digital

Desenvolva treinamentos


    Professores e estudantes precisam estar confortáveis com as ferramentas e plataformas que serão utilizadas. Afinal, sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair. Procure também por equipamentos e soluções de fácil manuseio e que tenham um suporte à disposição para quando surgir dúvidas.

    Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.


Engajamento dos alunos com as novas tecnologias


    A atual geração de estudantes já nasceu habituada à presença das novas tecnologias, mas isso não quer dizer que seja fácil engajar os alunos nos processos de transformação digital na educação.

     Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes. Aqui, entram em ação os professores, comunicando adequadamente os limites para o uso dos dispositivos em sala de aula.

    Cabe também ao educador a tarefa de preparar esses estudantes para lidar e interpretar criticamente as informações obtidas na internet. Nesse ponto, pode ser incluído o uso de ferramentas de letramento digital, por exemplo.

     O engajamento dos alunos depende, ainda, do uso de metodologias de ensino adequadas, que os ajudem a assumir o protagonismo no processo de ensino-aprendizagem.

    À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas.


Auxilie a melhoria da acessibilidade 


    Outro desafio da educação digital no Brasil diz respeito à acessibilidade, que abrange tanto as dificuldades relacionadas ao acesso à rede e a dispositivos tecnológicos quanto aquelas enfrentadas por pessoas com deficiência.

    Para começar a enfrentar esses desafios, é necessário procurar por soluções tecnológicas adequadas e disponibilizar conteúdos em diferentes formatos.


Sala de aula como local de troca 


    Dessa forma, em estudos orientados, o aluno pode explicitar o que aprendeu com seus acessos à rede e dialogar com os colegas que também pesquisaram o assunto predeterminado. Caberá ao professor mediar essa troca de informações e promover o aprofundamento das discussões.

    Práticas como essas possibilitam a construção do pensamento crítico coletivo por meio da interação dos discursos, do diálogo que produz conhecimento.


Conhecendo os benefícios da Educação Digital

Dados para tomada de decisão mais assertiva


    Investindo em uma educação digital, com a utilização de boas ferramentas, é possível gerar dados sobre o ensino da sua instituição. Você conseguirá entender, por exemplo, como está o rendimento dos alunos, quais suas dificuldades, qual tipo de conteúdo tem tido melhor resultado.

    Essas informações são fundamentais para uma atuação mais estratégica por parte de gestores e docentes.


Inovação na educação


    O desenvolvimento da educação digital, a partir da utilização de ferramentas tecnológicas, novas metodologias, conteúdos multiformatos, dentre outros, garante que a instituição leve inovação para o processo de ensino-aprendizagem.

    Essa perspectiva é fundamental para que a IES se mantenha à frente do mercado, contando com estudantes engajados e docentes preparados e comprometidos.


Ensino personalizado 


    A personalização do ensino é uma tendência e uma grande vantagem da educação digital. O aluno se torna cada vez mais protagonista em seu processo de aprendizagem, o que impacta diretamente na experiência do estudante.

     Com o uso das tecnologias adequadas, é possível ter um olhar mais atento para a situação de cada aluno e assim formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho!


Disponível em: https://www.estudiosite.com.br/site/educacao-a-distancia/Quais-são-os-desafios-da-educação-digital-no-Brasil. Acesso em: 12 set. 2025. 
Acerca do período: "Sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair.", assinale a alternativa correta quanto à análise sintática e normativa:
Alternativas
Q4275804 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


EDUCAÇÃO TÉCNICA: A PORTA DE ENTRADA PARA UMA CARREIRA DE SUCESSO NA INDÚSTRIA.


    Em um cenário econômico cada vez mais competitivo e tecnológico, a educação técnica emerge como uma chave mestra para desbloquear oportunidades de carreira promissoras no setor industrial. Com a recente reforma do ensino médio, com foco especial no fortalecimento da educação técnica e profissionalizante, sancionada pela Câmara dos Deputados, o Brasil dá um passo significativo para fortalecer essa via educacional, reconhecendo sua importância estratégica não apenas para o desenvolvimento individual dos jovens mas também para o progresso socioeconômico do país, alinhando as necessidades do mercado de trabalho com a formação dos jovens, abrindo portas para carreiras bem-sucedidas na indústria.

    A nova legislação traz uma mudança ideal ao introduzir maior flexibilidade na carga horária do currículo comum, com redução para 1.800 horas, permitindo que os estudantes dediquem mais tempo aos cursos técnicos, sem sacrificar a base educacional essencial, ou seja, com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio. Essa prática não apenas enriquece o currículo dos jovens, mas também os prepara de maneira mais eficaz para o ingresso no mercado de trabalho.

    O fortalecimento da educação técnica no Brasil representa um avanço significativo na forma como a educação é percebida e valorizada no país. Além de fornecer uma rota alternativa para o sucesso profissional, garante a importância de habilidades técnicas e a necessidade de um sistema educacional mais inclusivo e adaptável. Neste sentido, as instituições de ensino técnico, estão se adaptando rapidamente para atender à nova demanda, atualizando currículos e estabelecendo parcerias com empresas do setor industrial para garantir que os estudantes tenham acesso a experiências práticas e estejam prontos para atender às exigências do mercado assim que se formarem.

    À medida que o Brasil avança nesta nova era educacional, a colaboração entre governos, instituições de ensino e o setor industrial será essencial para maximizar o potencial da educação técnica, garantindo que ela atue como um robusto motor de desenvolvimento profissional, inovação e crescimento econômico. Isso permitirá que a indústria espere um influxo de profissionais mais bem posicionados e alinhados com as necessidades técnicas contemporâneas, potencializando a inovação e a competitividade no cenário global. Portanto, o fortalecimento dos cursos técnicos não é apenas uma vitória para a educação; é um marco para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, preparando o terreno para uma geração de profissionais capacitados e prontos para enfrentar os desafios do futuro, abrindo as portas para uma carreira de sucesso na indústria.


Disponível em: https://www.crt02.gov.br/educacao-tecnica-a-porta-de-entrada-para-uma-carreira-de-sucesso-na-industria/. Acesso em: 12 set. 2025. 
Ao longo do texto, observa-se a presença de uma macroestrutura argumentativa. Nesse contexto, a tese principal defendida pelo artigo pode ser corretamente identificada em:
Alternativas
Q4275803 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


EDUCAÇÃO TÉCNICA: A PORTA DE ENTRADA PARA UMA CARREIRA DE SUCESSO NA INDÚSTRIA.


    Em um cenário econômico cada vez mais competitivo e tecnológico, a educação técnica emerge como uma chave mestra para desbloquear oportunidades de carreira promissoras no setor industrial. Com a recente reforma do ensino médio, com foco especial no fortalecimento da educação técnica e profissionalizante, sancionada pela Câmara dos Deputados, o Brasil dá um passo significativo para fortalecer essa via educacional, reconhecendo sua importância estratégica não apenas para o desenvolvimento individual dos jovens mas também para o progresso socioeconômico do país, alinhando as necessidades do mercado de trabalho com a formação dos jovens, abrindo portas para carreiras bem-sucedidas na indústria.

    A nova legislação traz uma mudança ideal ao introduzir maior flexibilidade na carga horária do currículo comum, com redução para 1.800 horas, permitindo que os estudantes dediquem mais tempo aos cursos técnicos, sem sacrificar a base educacional essencial, ou seja, com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio. Essa prática não apenas enriquece o currículo dos jovens, mas também os prepara de maneira mais eficaz para o ingresso no mercado de trabalho.

    O fortalecimento da educação técnica no Brasil representa um avanço significativo na forma como a educação é percebida e valorizada no país. Além de fornecer uma rota alternativa para o sucesso profissional, garante a importância de habilidades técnicas e a necessidade de um sistema educacional mais inclusivo e adaptável. Neste sentido, as instituições de ensino técnico, estão se adaptando rapidamente para atender à nova demanda, atualizando currículos e estabelecendo parcerias com empresas do setor industrial para garantir que os estudantes tenham acesso a experiências práticas e estejam prontos para atender às exigências do mercado assim que se formarem.

    À medida que o Brasil avança nesta nova era educacional, a colaboração entre governos, instituições de ensino e o setor industrial será essencial para maximizar o potencial da educação técnica, garantindo que ela atue como um robusto motor de desenvolvimento profissional, inovação e crescimento econômico. Isso permitirá que a indústria espere um influxo de profissionais mais bem posicionados e alinhados com as necessidades técnicas contemporâneas, potencializando a inovação e a competitividade no cenário global. Portanto, o fortalecimento dos cursos técnicos não é apenas uma vitória para a educação; é um marco para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, preparando o terreno para uma geração de profissionais capacitados e prontos para enfrentar os desafios do futuro, abrindo as portas para uma carreira de sucesso na indústria.


Disponível em: https://www.crt02.gov.br/educacao-tecnica-a-porta-de-entrada-para-uma-carreira-de-sucesso-na-industria/. Acesso em: 12 set. 2025. 
No fragmento "Com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio.", a predominância da sequência textual é:
Alternativas
Q4275802 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


EDUCAÇÃO TÉCNICA: A PORTA DE ENTRADA PARA UMA CARREIRA DE SUCESSO NA INDÚSTRIA.


    Em um cenário econômico cada vez mais competitivo e tecnológico, a educação técnica emerge como uma chave mestra para desbloquear oportunidades de carreira promissoras no setor industrial. Com a recente reforma do ensino médio, com foco especial no fortalecimento da educação técnica e profissionalizante, sancionada pela Câmara dos Deputados, o Brasil dá um passo significativo para fortalecer essa via educacional, reconhecendo sua importância estratégica não apenas para o desenvolvimento individual dos jovens mas também para o progresso socioeconômico do país, alinhando as necessidades do mercado de trabalho com a formação dos jovens, abrindo portas para carreiras bem-sucedidas na indústria.

    A nova legislação traz uma mudança ideal ao introduzir maior flexibilidade na carga horária do currículo comum, com redução para 1.800 horas, permitindo que os estudantes dediquem mais tempo aos cursos técnicos, sem sacrificar a base educacional essencial, ou seja, com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio. Essa prática não apenas enriquece o currículo dos jovens, mas também os prepara de maneira mais eficaz para o ingresso no mercado de trabalho.

    O fortalecimento da educação técnica no Brasil representa um avanço significativo na forma como a educação é percebida e valorizada no país. Além de fornecer uma rota alternativa para o sucesso profissional, garante a importância de habilidades técnicas e a necessidade de um sistema educacional mais inclusivo e adaptável. Neste sentido, as instituições de ensino técnico, estão se adaptando rapidamente para atender à nova demanda, atualizando currículos e estabelecendo parcerias com empresas do setor industrial para garantir que os estudantes tenham acesso a experiências práticas e estejam prontos para atender às exigências do mercado assim que se formarem.

    À medida que o Brasil avança nesta nova era educacional, a colaboração entre governos, instituições de ensino e o setor industrial será essencial para maximizar o potencial da educação técnica, garantindo que ela atue como um robusto motor de desenvolvimento profissional, inovação e crescimento econômico. Isso permitirá que a indústria espere um influxo de profissionais mais bem posicionados e alinhados com as necessidades técnicas contemporâneas, potencializando a inovação e a competitividade no cenário global. Portanto, o fortalecimento dos cursos técnicos não é apenas uma vitória para a educação; é um marco para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, preparando o terreno para uma geração de profissionais capacitados e prontos para enfrentar os desafios do futuro, abrindo as portas para uma carreira de sucesso na indústria.


Disponível em: https://www.crt02.gov.br/educacao-tecnica-a-porta-de-entrada-para-uma-carreira-de-sucesso-na-industria/. Acesso em: 12 set. 2025. 
O artigo, divulgado em um portal institucional do Conselho Regional dos Técnicos Industriais (CRT-02), cumpre uma função social diretamente vinculada a:
Alternativas
Q4275801 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


EDUCAÇÃO TÉCNICA: A PORTA DE ENTRADA PARA UMA CARREIRA DE SUCESSO NA INDÚSTRIA.


    Em um cenário econômico cada vez mais competitivo e tecnológico, a educação técnica emerge como uma chave mestra para desbloquear oportunidades de carreira promissoras no setor industrial. Com a recente reforma do ensino médio, com foco especial no fortalecimento da educação técnica e profissionalizante, sancionada pela Câmara dos Deputados, o Brasil dá um passo significativo para fortalecer essa via educacional, reconhecendo sua importância estratégica não apenas para o desenvolvimento individual dos jovens mas também para o progresso socioeconômico do país, alinhando as necessidades do mercado de trabalho com a formação dos jovens, abrindo portas para carreiras bem-sucedidas na indústria.

    A nova legislação traz uma mudança ideal ao introduzir maior flexibilidade na carga horária do currículo comum, com redução para 1.800 horas, permitindo que os estudantes dediquem mais tempo aos cursos técnicos, sem sacrificar a base educacional essencial, ou seja, com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio. Essa prática não apenas enriquece o currículo dos jovens, mas também os prepara de maneira mais eficaz para o ingresso no mercado de trabalho.

    O fortalecimento da educação técnica no Brasil representa um avanço significativo na forma como a educação é percebida e valorizada no país. Além de fornecer uma rota alternativa para o sucesso profissional, garante a importância de habilidades técnicas e a necessidade de um sistema educacional mais inclusivo e adaptável. Neste sentido, as instituições de ensino técnico, estão se adaptando rapidamente para atender à nova demanda, atualizando currículos e estabelecendo parcerias com empresas do setor industrial para garantir que os estudantes tenham acesso a experiências práticas e estejam prontos para atender às exigências do mercado assim que se formarem.

    À medida que o Brasil avança nesta nova era educacional, a colaboração entre governos, instituições de ensino e o setor industrial será essencial para maximizar o potencial da educação técnica, garantindo que ela atue como um robusto motor de desenvolvimento profissional, inovação e crescimento econômico. Isso permitirá que a indústria espere um influxo de profissionais mais bem posicionados e alinhados com as necessidades técnicas contemporâneas, potencializando a inovação e a competitividade no cenário global. Portanto, o fortalecimento dos cursos técnicos não é apenas uma vitória para a educação; é um marco para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, preparando o terreno para uma geração de profissionais capacitados e prontos para enfrentar os desafios do futuro, abrindo as portas para uma carreira de sucesso na indústria.


Disponível em: https://www.crt02.gov.br/educacao-tecnica-a-porta-de-entrada-para-uma-carreira-de-sucesso-na-industria/. Acesso em: 12 set. 2025. 
O texto apresentado é um artigo de divulgação institucional, publicado em um portal oficial. Considerando sua natureza, é correto afirmar que esse gênero discursivo se caracteriza principalmente por:
Alternativas
Q4275705 Espanhol

Texto III




Fuente: ECOBUS. "10 Mandamientos Sostenibles". [Infografía]. Mejoramos el mundo. Disponible en redes sociales y plataformas educativas. https://www.facebook.com/ecobusplayasperu/posts/los-10-mandamientos-sostenibles-son-simples-acciones-que-puedes- -empezar-a-involu/208107628086587/. Acceso el: 27 abr. 2026.

Al diseñar una secuencia didáctica con el texto III, un profesor de español de educación primaria explora el tiempo verbal predominante en la infografía como elemento significativo para la construcción de sentido, vinculando los campos semánticos y discursivos que moviliza el género multimodal con una perspectiva sociocultural y comunicativa en la enseñanza de una segunda lengua. Por lo tanto, señala la opción que presente la secuencia metodológica más coherente:

Fuente: LUZ, F.S., de Castro, A. P., & BARROS, A. das G. M. M. (2026). ProfedELE: um recurso digital para o ensino-aprendizagem de Espanhol como língua adicional. Revista Educar Mais, 10, 1-16. Disponible en: https://periodicos.ifsul.edu.br/index.php/educarmais/article/ view/4287 . Acceso el: 29 abr. 2026.
MESQUITA NETO, José Rodrigues de; DA SILVA, Marta Jussara Frutuoso. Espanhol como língua adicional: um reflexo do ensino no Brasil. Tutóia: Diálogos, 2021. E-book (380 p.). Disponible en: https://editoradialogos.com/ebooks/espanhol-como-lingua-adicional-um-reflexo- -do-ensino-no-brasil/. Acceso el: 29 abr. 2026.
Alternativas
Q4275704 Pedagogia

Texto III




Fuente: ECOBUS. "10 Mandamientos Sostenibles". [Infografía]. Mejoramos el mundo. Disponible en redes sociales y plataformas educativas. https://www.facebook.com/ecobusplayasperu/posts/los-10-mandamientos-sostenibles-son-simples-acciones-que-puedes- -empezar-a-involu/208107628086587/. Acceso el: 27 abr. 2026.

Para el uso del texto III en las clases de español, en consonancia con los supuestos teórico-metodológicos del Enfoque Comunicativo y las aportaciones de los estudios sobre multimodalidad, analiza e indica la opción en la que el uso de este tipo de material en la educación básica se ajusta a las perspectivas mencionadas.

Fuente: RIBEIRO, Ana Elisa. Multimodalidade, textos e tecnologias: provocações para a sala de aula. 1. Ed. São Paulo: Parábola, 2021.
FREITAS, M.S.; ORTALE, F.L (Orgs.). Estudos de abordagem no ensino de línguas e formação docente. Campinas, SP: Pontes Editores, 2020.
Alternativas
Q4275703 Pedagogia

Texto II




Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.

Un profesor de español utilizará el texto II como material de referencia para elaborar una secuencia didáctica destinada a una clase de secundaria integrada, compuesta por alumnos con diferentes perfiles socioculturales y cognitivos, entre los que se incluyen dos estudiantes, uno con dislexia y otro sordo. Teniendo en cuenta los aspectos teóricos y pedagógicos, marca la afirmación que describe la secuencia didáctica más adecuada para este contexto.

Fuente: DA SILVA, Caroline Veloso; CAIADO, Katia Regina Moreno. O professor de língua espanhola em contexto de educação inclusiva: desafios e perspectivas no ensino para deficientes visuais. Educação e Fronteiras, Dourados, v. 5, n. 14, p. 109-124, 2016. Disponible en: https://ojs. ufgd.edu.br/index.php/educacao/article/view/3777. Acceso el: 29 abr. 2026.
RETORTA, M.S., & TONELLI, J.R.A. (2023). O ensino de línguas adicionais para alunos com dificuldades específicas de aprendizagem: desafios e possibilidades de engajamento. Raído, 17 (44), 63-82. Disponible en: https://ojs.ufgd.edu.br/Raido/article/view/17042 . Acceso el: 29 abr. 2026.
Alternativas
Q4275702 Espanhol

Texto II




Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.

En el texto II, «Los deberes», se observa un error en el uso del verbo de la estructura gramatical. Teniendo en cuenta los fundamentos del Enfoque Comunicativo, los principios de las prácticas evaluativas e inclusivas y las orientaciones para la enseñanza del español en la educación básica, analiza y señala la actuación pedagógica más adecuada ante la incorrección lingüística que se refleja en la viñeta.

Fuente: DUTRA, Eduardo de Oliveira; SIMIONI, Taise. O ensino do espanhol: caminhos e perspectivas. Pontes Editores, 2017.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Brasília: MEC, 2018.
Alternativas
Q4275701 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En el contexto pedagógico de enseñanza de español como lengua adicional, un profesor o profesora reflexiona sobre el texto I “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades”, que pone de relieve que la población de edad avanzada constituye un segmento demográficamente heterogéneo, con características biopsicosociales peculiares que son ignoradas por las políticas públicas de carácter uniformizador. El/La docente comprometido/a con una educación inclusiva y atento/a a los procesos de adquisición de una lengua adicional en la educación básica debe:  

Fuente: PRATA, Andréa Moreno N.; LESSA, Angela B.C.T. Espanhol como língua estrangeira em uma escola inclusiva: A atividade social na educação inclusiva. Novas Edições Acadêmicas, 2015.
Alternativas
Q4275700 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Para un grupo heterogéneo de secundaria, de nivel intermedio, teniendo como apoyo el texto I, “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: ....”, el(la) profesor(a) articula lectura y producción oral con el objetivo de desarrollar la competencia discursiva. Analiza las alternativas e indica las decisiones pedagógicas más adecuadas para la propuesta:

I. De manera clara y objetiva, corregir de inmediato los errores morfológicos y sintácticos que cometa el estudiante durante la exposición oral, evitando que estos errores se arraiguen.
II. Como forma de retroalimentación correctiva, reformular y pedir a los estudiantes que aclaren sobre los errores, negociando el significado sin interrumpir el proceso comunicativo, son estrategias que se consideran adecuadas para la adquisición de la L2.
III. Tras la fase de preparación, proponer una producción oral, que tenga en cuenta el vocabulario temático del texto, siempre y cuando en la evaluación priorice la fluidez y la adecuación pragmática.
IV. El enfoque más eficaz es dar prioridad a la homogeneización del grupo, dividiéndolo por nivel de dominio, y evitar proponer actividades que superen el nivel lingüístico de los estudiantes.

Fuente: ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas, 1993. CANALE, M., SWAIN, M. Theoretical bases of communicative approaches to second language teaching and testing, 1980.

Las afirmaciones correctas se encuentran en:
Alternativas
Q4275699 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Basándose en el Enfoque Comunicativo, un(a) profesor(a) de español de educación básica organiza una secuencia didáctica a partir del texto 1, destacando la expresión de que las personas mayores de España constituyen “un grupo muy heterogéneo”. Marca la alternativa que, en teoría, sea la más indicada para la enseñanza del español como L2.
Alternativas
Q4275698 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En una práctica de lectura con estudiantes de secundaria de nivel A1, un(a) profesor(a) de español organiza sus clases teniendo en cuenta el texto I, con énfasis a las palabras específicas “edadismo”, “autoinfligido”, “institucional” y “estandarizada”. Elige la alternativa que describa la forma más adecuada de abordar el léxico seleccionado, basándose en las Orientaciones Curriculares para la Educación Secundaria:

Fonte: PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. Aquisição de Segunda Língua, São Paulo: Parábola, 2020. CONSELHO DA EUROPA. Marco Común Europeo de Referencia para las Lenguas: Aprendizaje, Enseñanza, Evaluación. Tradução: Instituto Cervantes. Madrid: Secretaría General Técnica del MECD, Anaya e Instituto Cervantes, 2002.
Alternativas
Respostas
681: B
682: E
683: E
684: B
685: E
686: B
687: D
688: A
689: B
690: A
691: C
692: C
693: C
694: C
695: D
696: E
697: B
698: D
699: D
700: A