Questões de Concurso
Comentadas sobre movimentos sociais, discriminação e desigualdade: raça, classe e gênero em conhecimentos gerais
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Podemos afirmar que, desde então, muitas coisas mudaram, principalmente, em virtude desses movimentos contestatórios protagonizados por mulheres em várias regiões do mundo. Dentre as transformações provocadas por esses movimentos e que permeiam a publicidade da revista Manchete temos:

Imagem 02

Sobre as imagens assinale (F) para as afirmativas falsas e (V) para as verdadeiras. ( ) As imagens foram produzidas pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret durante sua estadia no Brasil. Seu trabalho é considerado de grande importância para o Brasil na medida em que se dedicou a retratar o cotidiano e a sociedade do século XIX, especialmente no Rio de Janeiro. ( ) As imagens permitem a identificação da diversidade étnica e cultural-religiosa de povos africanos que foram trazidos para o Brasil em navios negreiros para trabalharem como escravos. Na imagem 01 a diversidade é evidenciada pelos traços físicos, cortes de cabelos e escarificações no corpo (marcas étnicas), sobretudo nos rostos, além dos adereços. Já na Imagem 02, a diversidade pode ser identificada, principalmente, nas roupas e adereços. ( ) A imagem 02 é fruto da imaginação de Debret, já que na primeira metade do século XIX os africanos escravizados e traficados para o Brasil eram destinados, exclusivamente, para o trabalho nas lavouras. ( ) As imagens 01 e 02 são evidências empíricas de que o tráfico de escravos para o Brasil privilegiou os homens, mais fortes para o trabalho nas lavouras de cana-de-açúcar, das quais as mulheres foram excluídas. ( ) A ideia de povo que partilha de uma identidade comum, de pertencimento, não cabe às etnias africanas, porque antes da chegada dos europeus, os africanos estavam organizados em tribos, pequenos grupos ligados, principalmente, por laços sanguíneos, sendo as únicas exceções as civilizações que floresceram ao longo do rio Nilo, tais como o Egito e Kush.
A sequência correta de cima para baixo é:
O texto a seguir contextualiza o tema tratado na questão
Mulheres no mercado de trabalho: grandes números
Ao analisar o comportamento da força de trabalho feminina no Brasil nos últimos 30 anos, o que chama a atenção é o vigor e a persistência do seu crescimento. Com um acréscimo de 32 milhões de trabalhadoras entre 1976 e 2007, as mulheres desempenharam um papel muito mais relevante do que os homens no crescimento da população economicamente ativa.
(Disponível em: www.fcc.org.br.)
É uma consequência direta da entrada da mulher no mercado de trabalho:
São previstas na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que cria mecanismos para coibir a violência contra a mulher, as formas de violência doméstica e familiar contra a mulher.
A forma que se manifesta em “qualquer conduta que configure calúnia, difamação, ou injúria” é, legalmente classificada como violência
( ) A maioria dos casos de estupros no país está concentrada nas regiões Norte e Nordeste.
( ) O Brasil possui uma lei que impõe punições rigorosas para a violência contra as mulheres no âmbito doméstico
( ) Grande maioria dos casos ocorre no local de residência da mulher e, em números significativos, tendo como agressor o companheiro.
( ) Desde que a Lei Maria da Penha entrou em vigor, na década de 1990, o número de violência contra as mulheres vem diminuindo gradativamente.
A sequência está correta em

A imagem acima reproduz um cartaz do movimento feminista francês NPNS, fundado em 2003.
No texto ao lado da imagem, se lê:
“O véu é um instrumento de opressão, de alienação, um instrumento de poder dos homens sobre as mulheres; não é por acaso que não são os homens que usam o véu”.
Com relação à mensagem veiculada pelo cartaz, analise as nuclear. afirmativas a seguir.
I. O movimento identifica o uso obrigatório do véu como expressão de valores patriarcais e sexistas.
II. O movimento considera o uso do véu um símbolo identitário da tradição muçulmana.
III. O movimento acredita que o uso do véu exemplifica a liberdade religiosa garantida pelo Estado francês.
Assinale:
Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/luiz/tito/protestos-populares-1.665231 Acesso em 21/10/2013.
De acordo com o texto, os sentimentos que levaram o povo a participar dos protestos são
Estamos vulneráveis e fragilizados diante desse fato que nos constrange, traz dor e angústia e em muitos casos (os mais graves) problemas psicológicos. Tristeza, ansiedade, falta de vontade de fazer planos. Pesquisa da PUC do Rio Grande do Sul descobriu que esses são alguns dos sintomas que afetam a vida de quem é vítima do bullying. Quanto mais tempo duram as agressões, mais grave ficam os problemas. As consequências do bullying podem afetar a pessoa pelo resto da vida, com sintomas graves, como baixa autoestima e tristeza profunda. Estes são alguns dos resultados de uma pesquisa que ouviu 28 mil pessoas de todo o país pela internet.
(Disponível em: http://goo.gl/lYKlnh. (adaptado) Acesso em 19/10/2013.)
De acordo como texto, podem ser sintomas do bullying
SOTTILI, Rogério. Um sistema contra a tortura. Revista Carta Capital. São Paulo: Con?ança Ltda., no 764, 4 set. 2013. p.44. Adaptado.
A partir do exemplo mencionado no texto, conclui-se que o Brasil avança com propostas para a
“Raramente os livros didáticos de História registram fatos relacionados com a História da África Negra e, quando o fazem, é quase sempre no prisma da desqualificação e do preconceito. Uma das lacunas mais notórias é a relacionada com os grandes impérios negros que surgiram na faixa do Sahel. A palavra Sahel é proveniente do árabe, significa borda do deserto, que no caso é a do Saara. [Nesta região] o Mali tornou-se um poderoso Estado, configurando um respeitável arranjo territorial, alcançando o Atlântico e o curso médio do Níger no sentido Leste-Oeste, e o Saara e a Floresta Equatorial no sentido Norte-Sul. As realizações do reinado de Sundjata (1230/1255 d.C) foram preservadas graças ao trabalho dos contadores de histórias que imemorialmente percorrem a savana, na tarefa de transmitir ao povo os dados fundamentais da sua história”.
[SERRANO, Carlos; WALDMAN. Mauricio. Memória d’África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007, p.311]
O professor do 7º ano, durante o segundo bimestre, apresenta aos alunos o texto acima e propõe uma pesquisa acerca desses guardiões da memória nas sociedades africanas, denominados: