Questões de Concurso
Sobre política em atualidades
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Esse é um dos primeiros, entre vários, acordos bilaterais firmados pelos governos dos dois países que começam a sair do papel depois da visita do presidente Iván Duque a Pequim, no início de agosto. Duque se reuniu com o presidente chinês, Xi Jinping, e com o premiê do país, Li Keqiang.
Internet:<www.bbc.com> .
O texto acima faz referência a um país sul‐americano que, tradicional aliado dos Estados Unidos, tem intensificado substancialmente seus laços comerciais com a China. Esse país é o(a)
Em janeiro de 2019, o ministro do Meio Ambiente afirmou que o Brasil continuará no Acordo de Paris e que o presidente concordou com a posição. Ele argumentou que há pontos importantes no acordo que podem trazer recursos para o país.
(Disponível em : https://oglobo.globo.com. Acesso em 26.mai.2019)
O Acordo de Paris
A primeira-ministra britânica, Theresa May, anunciou nesta sexta-feira (24/05) que vai deixar o cargo em 7 de junho. A renúncia foi anunciada após a líder do Partido Conservador fracassar na condução do Brexit, processo de saída do Reino Unido da União Europeia.
(Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em 25.mai.2019)
Sobre o Brexit é correto afirmar que
Considere:
I. Em fevereiro de 2019, os governantes dos dois países se encontraram em Hanói, no Vietnã, mas o encontro terminou mais cedo do que o previsto pelo cronograma original porque os dois lados não chegaram a um acordo sobre a retirada de sanções e o programa de desnuclearização imposto.
II. Em maio de 2019, novas provocações entre os dois países. Um deles fez novo teste de mísseis, indicando que pode estar retomando o programa que havia interrompido após a primeira cúpula entre os dois governantes, em 2018.
Os protagonistas dos eventos acima foram, respectivamente,
O governo federal desistiu de editar uma medida provisória (MP) para regulamentar o ensino domiciliar no país. Segundo o Ministro-chefe da Casa Civil, a intenção foi não correr riscos em outras esferas de poder. Segundo o projeto de lei que substituiu a MP, encaminhado pelo governo para apreciação no Congresso Nacional,
(Adaptado: http://twixar.me/5FtK)
No dia 11 de abril deste ano (2019), o presidente equatoriano, Lenín Moreno, publicou vídeo nas redes sociais justificando os motivos que o levaram a revogar o asilo concedido ao fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, que ficou sete anos ocupando um pequeno quarto na Embaixada do Equador em Londres. O presidente afirmou que Assange tinha conduta desrespeitosa. Relatos de funcionários e pessoas próximas ao jornalista confirmam que ele
(http://twixar.me/9StK. Adaptado)
A respeito do país mencionado no texto acima e de seus aspectos políticos e econômicos, julgue o item.
O dia 23 de fevereiro último, que ficou conhecido como
o “Dia D” da chegada da ajuda humanitária à Venezuela,
foi marcado por confrontos e mortes, inclusive em áreas
próximas à fronteira com o Brasil.
A respeito do país mencionado no texto acima e de seus aspectos políticos e econômicos, julgue o item.
Maurício Macri, Iván Duque e Miguel Díaz‐Canel,
presidentes, respectivamente, da Argentina, da
Colômbia e de Cuba, reconheceram imediatamente o
novo governo venezuelano.
A respeito do país mencionado no texto acima e de seus aspectos políticos e econômicos, julgue o item.
Juan Guaidó, até então presidente da Assembleia Nacional, se autoproclamou presidente em 23 de janeiro
último, assumindo o compromisso de convocar novas
eleições.
A respeito do país mencionado no texto acima e de seus aspectos políticos e econômicos, julgue o item.
Após o anúncio da reeleição de Maduro, os Estados
Unidos anunciaram sanções contra importantes
membros do governo e contra empresas venezuelanas.
A respeito do país mencionado no texto acima e de seus aspectos políticos e econômicos, julgue o item.
Um momento de crucial importância para a crise atual
foi a vitória de Nicolás Maduro nas eleições de 2018, em
um processo que foi boicotado por boa parte da
oposição.
Os Estados Unidos decretaram nesta sexta-feira (9 de novembro) que os imigrantes que entraram ilegalmente no país não poderão solicitar asilo.
(G1, 10 nov. 18. Disponível em:<https://goo.gl/DXaiiZ> . Adaptado)
A medida visa
Os principais institutos de pesquisa argentinos divulgaram que a aprovação popular ao governo de Mauricio Macri está caindo a níveis preocupantes. Anunciados neste domingo (14 de outubro), os levantamentos de um instituto mostram que, dos 40% que o presidente tinha em março de 2018, agora restam 26%. Já os números de outro instituto mostram uma queda de 60%, índice do presidente em dezembro de 2017, para 40% agora. O governo mostra-se preocupado pelo curto espaço de tempo em que se perderam de 15% a 20% de aprovação.
(Folha de S. Paulo, 14 out. 18. Disponível em:<https://goo.gl/VjXoHZ> . Adaptado)
Entre as causas para a queda identificada nas pesquisas citadas no trecho, é correto indicar
A liderança política disse nesta segunda-feira (29 de outubro) que não buscará um quinto mandato na chefia de governo em 2021 e que deixará a liderança de seu partido no fim de 2018. “É hora de dar início a um novo capítulo”, afirmou à imprensa, na saída de uma reunião com correligionários, acrescentando que a mudança traz mais oportunidades do que riscos. “Em 2021, não voltarei a disputar a chancelaria nem uma cadeira no Parlamento. E não concorrerei mais a cargos políticos.”
(Folha de S.Paulo, 29 out. 18. Disponível em:<https://goo.gl/MVBW7d> . Adaptado)
O trecho citado aborda uma notícia relacionada
Leia o trecho a seguir da notícia publicada pelo G1 em 11 de agosto de 2019.
Chavistas recolhem assinaturas para protestar na ONU contra sanções americanas
Venezuelanos que dão apoio a Nicolás Maduro fazem passeata e assinam documento contra as sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos.

Venezuelanos aguardam para assinar um documento contra as sanções dos norte-americanos — Foto: Federico Parra/AFP
Seguidores do chavismo atenderam no sábado (10) a um chamado do presidente Nicolás Maduro e assinaram um manifesto de protesto contra o bloqueio dos Estados Unidos ao governo da Venezuela, que será enviado à ONU.
A coleta foi realizada em praças centrais de várias cidades, entre elas a capital, Caracas, onde centenas de militantes fizeram fila para assinar o documento.
"Antes de vender minha pátria, prefiro assinar", disse à AFP o estudante Eduardo Arias, 18. [...]
(Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/08/11/chavistas-recolhem-assinaturas-para-protestar-na-onu-contra-sancoes-americanas.ghtml, acesso em 11/08/2019.)
Leia o trecho a seguir da notícia publicada pelo G1 em 11 de agosto de 2019.
Chavistas recolhem assinaturas para protestar na ONU contra sanções americanas
Venezuelanos que dão apoio a Nicolás Maduro fazem passeata e assinam documento contra as sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos.

Venezuelanos aguardam para assinar um documento contra as sanções dos norte-americanos — Foto: Federico Parra/AFP
Seguidores do chavismo atenderam no sábado (10) a um chamado do presidente Nicolás Maduro e assinaram um manifesto de protesto contra o bloqueio dos Estados Unidos ao governo da Venezuela, que será enviado à ONU.
A coleta foi realizada em praças centrais de várias cidades, entre elas a capital, Caracas, onde centenas de militantes fizeram fila para assinar o documento.
"Antes de vender minha pátria, prefiro assinar", disse à AFP o estudante Eduardo Arias, 18. [...]
(Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/08/11/chavistas-recolhem-assinaturas-para-protestar-na-onu-contra-sancoes-americanas.ghtml, acesso em 11/08/2019.)