Questões de Concurso
Sobre política em atualidades
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O G20 reconheceu, no dia 1.º de dezembro de 2018, que a Organização Mundial de Comércio (OMC) não consegue cumprir com seus objetivos atualmente e, por isso, defendeu, na declaração final aprovada na cúpula realizada desde ontem, em Buenos Aires, na Argentina, uma reforma para revitalizar o comércio mundial.
Internet: <https: noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Tendo a reunião do G20, mencionada no texto acima, apenas como referência inicial, julgue o item a seguir.
O instituto Pew de pesquisas foi a campo em 2017 e descobriu que as coisas hoje são piores do que há 50 anos na opinião da maioria dos venezuelanos, mexicanos, argentinos, italianos e brasileiros. Já em muitos outros países, a maioria pensa o contrário: estamos em melhores condições no século XXI para os vietnamitas, indianos, japoneses, turcos e alemães. Na média global, 43% das 43 mil pessoas pesquisadas, de 38 diferentes países, acham que o mundo está melhor, enquanto que 38% consideram que está pior — os demais 19% não souberam dizer. A verdade é que existem motivos objetivos para cravar: a humanidade está vivendo o melhor momento de sua trajetória.
Internet:: <www.gazetadopovo.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens a seguir relativos aos fatores que comprovam a afirmação apresentada no último período do texto precedente.
I A incidência de guerras diminuiu, há menos armas nucleares e menos mortes associadas a guerras civis.
II A pobreza diminuiu e as autocracias prosperaram.
III A saúde avançou, elevando a expectativa de vida em países desenvolvidos e em desenvolvimento.
IV A fome diminuiu, a alimentação e a distribuição de alimentos melhoraram e a população mundial é, em sua maioria, alfabetizada.
Estão certos apenas os itens
Acerca de temas da atualidade que envolvem o Brasil e o mundo, julgue o item seguinte.
A atual flexibilização de regras nas relações de trabalho, a
exemplo de questões relativas a terceirização, jornada, férias
e remuneração, foi resultado de projetos aprovados pelo
Congresso Nacional com a reforma trabalhista.
Acerca de temas da atualidade que envolvem o Brasil e o mundo, julgue o item seguinte.
Dados atuais acerca da segurança pública no Brasil mostram
quadro quantitativo de mortes violentas intencionais por ano
similar à média de mortes anuais na guerra na Síria.
Tendo como referência o assunto abordado no texto, julgue o item a seguir, dentro de um contexto geopolítico contemporâneo.
A aliança estratégica de Washington com Riad e de Moscou
com Damasco contribui para o aumento da tensão geopolítica
no Oriente Médio entre os EUA e a Rússia.
Tendo como referência o assunto abordado no texto, julgue o item a seguir, dentro de um contexto geopolítico contemporâneo.
A estabilidade da governabilidade venezuelana tem como
resultado a legitimidade do poder social de oposição.
Tendo como referência o assunto abordado no texto, julgue o item a seguir, dentro de um contexto geopolítico contemporâneo.
A finalidade do alinhamento irrestrito entre os Estados
islâmicos da Arábia Saudita e do Irã é o combate ao Estado
israelense.
Tendo como referência o assunto abordado no texto, julgue o item a seguir, dentro de um contexto geopolítico contemporâneo.
A instabilidade vivida no Iraque, na Síria e na Jordânia tem
causado o avanço territorial do grupo extremista Estado
islâmico no Oriente Médio.
Tendo como referência o assunto abordado no texto, julgue o item a seguir, dentro de um contexto geopolítico contemporâneo.
O reconhecimento pelos EUA de Jerusalém como capital de
Israel gerou aumento imediato da tensão e de mortes entre
judeus e palestinos.
Tendo como referência o assunto abordado no texto, julgue o item a seguir, dentro de um contexto geopolítico contemporâneo.
Em meio à tensão que envolve a guerra na Síria, o Estado
iraniano é um dos principais apoiadores do regime de Bashar
al-Assad.
Os americanos foram às urnas nesta terça-feira (06.11) para as eleições de meio de mandato (midterms, em inglês), nas quais definiram uma nova Câmara, um terço do Senado e mais de 75% de seus governadores.
(Acesso em 06.11.18 - disponível em: https://glo.bo/2QltGGJ. Adaptado)
A votação teve clima de referendo para Donald Trump, que completou dois anos na Casa Branca, pois:
Nos últimos anos, diversos casos bárbaros de execução de jornalistas foram registrados. Entre as vítimas, além de Claude e Ghislaine, estão o repórter Mohamed al-Absi, envenenado no lêmen, os mexicanos Miroslava Breach e Javier Valdez, mortos em 2017 a tiros no México, e Ján Kuciak e sua noiva, na Eslováquia.
No ato, realizado em Paris, foi lembrado o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
(Acesso em 02.11.18 - disponível em: https://glo.bo/2PLz7Sn. Adaptado)
O chocante caso de desaparecimento e assassinato do jornalista Jamal Khashoggi acreditava-se inicialmente ter sido ordenado pelo príncipe herdeiro
Os departamentos de trânsito dos estados e do Distrito Federal (DF) terão até o dia 30 de junho de 2019 para implantar o novo modelo de placas. O adiamento do prazo foi publicado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) no Diário Oficial da União da última sexta-feira (28 de dezembro). No início de dezembro, o conselho havia alterado as datas de implantação e determinado que alguns estados teriam até hoje (31 de dezembro) para implantar o novo sistema de placas.
(R7, 31 dez.18. Disponível em: <https://bit.ly/2Att3VC>. Adaptado)
O novo modelo de placas atende a um padrão adotado entre os países
As Nações Unidas aprovaram o pacto global sobre refugiados. Ao todo, 181 países votaram a favor do documento, enquanto Estados Unidos e Hungria foram contrários. Coordenado pelo Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur), com sede em Genebra, o pacto global sobre refugiados, aprovado ontem (17 de dezembro), procura promover a resposta internacional adequada aos fluxos em massa e situações prolongadas de refugiados.
(Agência Brasil, 18 dez.18. Disponível em: <https://goo.gl/mK7JcC>. Adaptado)
Um dos objetivos apontados pelo pacto global sobre refugiados é
A Justiça da Argentina confirmou nesta quinta-feira (20 de dezembro) o processo com prisão preventiva à ex-presidente e atual senadora Cristina Kirchner. Kirchner, no entanto, não foi presa porque tem foro parlamentar como senadora. Até agora, o Senado não discutiu o pedido do juiz Claudio Bonadio para retirar a imunidade da ex-presidente.
(G1, 20 dez.18. Disponível em: <https://goo.gl/p1YdAi>. Adaptado)
Cristina Kirchner está sendo acusada de