Questões de Concurso Sobre geografia
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Neste sentido, marque a alternativa que não se adéqua aos objetivos da construção da linguagem cartográfica na perspectiva defendida é:
Fonte: CAVALCANTI, Lana de Souza Cavalcante. Geografia e práticas de ensino. Goiânia: Alternativa, 2002. P. 39
Sabe-se que apesar de haver grande interesse dos alunos pelos mapas, é nítido que há uma frágil leitura dos mapas por estes. O mapa mental se destaca como um recurso inovador no contexto das discussões sobre a construção da linguagem cartográfica, e sua maior contribuição se refere a:
Fonte: SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. - 5. ed., 1. reimpr. - São Paulo: Edusp, 2008. p. 77.
Esse "novo patamar'' do processo de urbanização ocorreu associado a fatores como:

Sobre a questão em pauta, marque a seguir a única alternativa CORRETA.
Fonte: VESENTINI, J W. Geografia: o mundo em transição: ensino médio. São Paulo: Ática, 201 O. p. 67.
Com base no texto, e nos seus conhecimentos sobre o tema que o texto aborda marque a alternativa correta.
Fonte: Eduardo Marques. Desigualdades Urbanas. ln: Le Monde Diplomatique Brasil, Abril 2016.
Dentre as transformações que o espaço urbano no Brasil tem apresentado, pode-se destacar:
Fonte: Adaptado de SANTOS, Milton. "Do espaço sem nação ao espaço transnacionalizado". ln: RATTINER, H. (Org.). Brasil 1990. São Paulo: Brasiliense, 1989. p. 155-160.
Sobre a atividade econômica em questão e a sua relação com o espaço geográfico brasileiro, analise as alternativas a seguir e, em seguida, marque a única CORRETA.
“A globalização tende a desenraizar as coisas, as gentes e as ideias.”
(IANNI, Octávio. A Sociedade Global. Rio de Janeiro: Ed. Record, 1992.)
“Por desencaixe me refiro ao deslocamento das relações sociais de contextos locais de interação e sua reestruturação por meio de extensões indefinidas de tempo-espaço.”
(GIDDENS, Anthony. As consequências da Modernidade. São Paulo: Ed. UNESP, 1991.)
“À medida que o espaço parece encolher em uma “aldeia global” de telecomunicações e em uma “espaçonave terra” de interdependências ecológicas e econômicas [...], e que os horizontes temporais se reduzem a um ponto em que só existe o presente [...], temos de aprender a lidar com um avassalador sentido de compressão dos nossos mundos espacial e temporal.”
(HARVEY, David. Condição pós-moderna. São Paulo: Edições Loyola, 1994.)
A pesquisadora Lana de Souza Cavalcanti, em seu trabalho Geografia, Escola e Construção de Conhecimento, apresenta a ideia que subjaz às interpretações dos autores dos fragmentos acima transcritos.
Com relação à ideia apresentada pela pesquisadora, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Vivenciamos um espaço fluido, não-localizável mecanicamente, e um tempo irreversível, imprevisível e simultâneo.
( ) Experimentamos um mundo onde a desconexão entre espaço e tempo cria novas bases de percepção e de explicação da realidade.
( ) Realizamos práticas sociais em um mundo em que o tempo único é responsável pela compressão do espaço.
As afirmativas são, respectivamente,
“O período técnico-científico que caracteriza a produção e o consumo de bens e serviços na atualidade tem como um dos grandes veículos de sua afirmação histórica as empresas transnacionais. A internacionalização das grandes companhias conseguiu estender as suas redes de atuação por todo o mundo, utilizando a mão de obra mais barata dos países subdesenvolvidos e atingindo a elevação das taxas de lucro, de uma forma que não era mais possível quando atuavam apenas nos mercados centrais. A capilaridade das empresas transnacionais as tornou parceiras necessárias e, ao mesmo tempo, ameaçadoras dos Estados nacionais.”
(Adaptado de: SANTOS, Milton. Pensando o espaço do homem. Editora Edusp. São Paulo, 2007.)
Assinale a opção que indica um dos objetivos que levou as empresas transnacionais a atuarem nos países subdesenvolvidos, entre as décadas de 1960 e 1970.
“Entre 1890 e 1930, período que antecede à institucionalização da Geografia no Brasil, o pensamento geográfico, em sua versão ‘moderna’ participou das representações sobre o território e a população brasileiros.”
(Adaptado de Lia Osório Machado. “Origens do pensamento geográfico no Brasil: meio tropical, espaços vazios e a ideia de ordem (1870-1930)”. Em: CASTRO, Iná Elias de; et all (Orgs.). Geografia: Conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012.)
Com relação aos elementos que, no período citado, sedimentaram, no pensamento geográfico, a tese determinista de um destino de grande potência para o país, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) A ocorrência de enormes recursos naturais como condição de desenvolvimento econômico.
( ) A presença de uma população etnicamente homogênea como referência para sua política externa.
( ) A dimensão territorial como expressão da sua força
geopolítica no cenário internacional.
“Na Geografia Política clássica, o território é concebido como o espaço concreto em si, que é apropriado, ocupado por um grupo social. Esse tipo de território foi associado, em primeiro lugar, ao recorte do Estado-Nação.”
(Adaptado de: SOUZA, Marcelo Lopes. O território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. Em: CASTRO, Iná Elias de; et all. (Org.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012.)
As opções a seguir apresentam características associadas à concepção de território da Geografia Política clássica, à exceção de uma. Assinale-a.
Em seu trabalho Espaço: um conceito-chave da Geografia, Roberto Lobato Corrêa apresenta fragmentos de obras de geógrafos, que de diferentes correntes do pensamento geográfico.
Fragmento 1
“... o espaço organizado pelo homem é como as demais estruturas sociais, uma estrutura subordinada-subordinante. E como as outras instâncias, o espaço, embora submetido à lei da totalidade, dispõe de uma certa autonomia”.
Fragmento 2.
“O espaço mítico é também uma resposta do sentimento e da imaginação às necessidades humanas fundamentais. Difere dos espaços concebidos pragmática e cientificamente no sentido que ignora a lógica da exclusão e da contradição”.
No fragmento 1, o espaço, para o geógrafo, é um fator social e não apenas um reflexo social. No fragmento 2, o geógrafo enfatiza os sentimentos espaciais e as ideias de um grupo ou povo sobre o espaço a partir da experiência.
Os fragmentos 1 e 2 foram escritos, respectivamente, por
“O tema modernidade não é propriamente novo na análise espacial. A modernidade apresenta diferentes formas de espacialidade, mas, em alguns lugares, a síntese entre a mudança e a permanência, o caos e ordem são incorporados de forma mais evidente.”
(Adaptado de: HAESBAERT, Rogério. (Org.) Territórios alternativos. São Paulo: Contexto, 2011.)
De acordo com Haesbaert, assinale a opção que indica, entre as diferentes espacialidades, aquela que incorpora, de forma mais evidente, os atributos da modernidade.
"Como nem todo fato histórico corresponde a uma escala territorial explícita, é claro que nunca teremos uma afirmação fechada do tipo tempo breve = espaço local. E, vice-versa, o espaço local não obrigatoriamente será um território de mudanças rápidas.”
(HAESBAERT, Rogério. (Org.) Territórios Alternativos. São Paulo: Contexto, 2011.)
Assinale a opção que corresponde aos dois tipos de escala relacionados no fragmento acima.
“Seu projeto de transformação da epistemologia geográfica envolvia a assimilação da lógica formal positivista, enaltecendo assim o rigor do modelo científico das ciências físicas e a expressão exata da linguagem matemática, erigida como a linguagem universal da ciência. O método hipotético-dedutivo adotado sobrepõe a hipótese (a teoria) ao empírico, estabelecendo-a como ponto de partida (e de chegada!) no processo de conhecimento.”
(HAESBAERT, R. (Org.) Territórios Alternativos. São Paulo: Contexto, 2011.)
Assinale a corrente do pensamento geográfico que condiz com o projeto epistemológico da Geografia descrito no fragmento acima.
Sobre a paisagem natural do domínio dos “mares de morros” florestados do Brasil Tropical Atlântico, analise as afirmativas a seguir.
I. Caracteriza-se pela presença de redes hidrográficas altamente dendritificadas e muito densas.
II. Caracteriza-se pelo lençol d’água subterrâneo alimentando permanentemente a correnteza dos cursos d’água.
III. Caracteriza-se pela cobertura florestal contínua por grandes áreas, desde os fundos de vales até as mais altas vertentes e interflúvios.
Assinale: