Questões de Concurso Comentadas sobre geografia
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SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI. In: Bursztyn, M. (Org.). Para pensar o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense, 1993. Adaptado.
Do exame das reuniões de cúpula referidas no texto, identifica-se que, na conferência das Nações Unidas realizada em 1972, em Estocolmo,
GUIMARÃES, R. Desenvolvimento sustentável: da retórica à formulação de políticas públicas. In: Becker, B. e Miranda, M.(Org.) A geografia política do desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: UFRJ, 1987, p. 39. Adaptado.
No texto acima, o desenvolvimento sustentável é abordado descrevendo-se a sua dimensão
GUERRA, A. Dicionário geológico-geomorfológico. Rio de Janeiro: IBGE, 1987, p.69.
O estrato geológico descrito acima também é denominado camada
LEINZ, V. e AMARAL, S. Geologia geral. São Paulo: Nacional, 1980, p.188. Adaptado.
O elemento clástico descrito acima é designado
CASTILLO, R. e TREVISAN, L. Racionalidade e controle dos fluxos materiais no território brasileiro: o sistema de monitoramento de veículos por satélite no transporte rodoviário de carga. In: Dias, L. e Silveira, L. (Org.). Redes, sociedades e territórios. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, p.207. Adaptado.
Esse conjunto de fases e escalões referido à logística do território é conceitualmente denominado
BERQUÓ, E. Evolução demográfica. In: SACHS, I. et al. (Org.). Brasil. um século de transformações. São Paulo: Cia. das Letras, 2001, p. 25. Adaptado.
Em relação à imigração descrita acima, a metrópole que recebe o maior contingente desses estrangeiros é
HAESBAERT, R. Regional-global. Dilemas da região e da regionalização na geografia contemporânea. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010, p. 171. Adaptado.
As articulações com as ações de controle do espaço, reveladas no processo de regionalização, associam, especificamente, o conceito de região ao conceito de
PORTO, C. Intemperismo em regiões tropicais. In: Guerra, A. e Cunha, S. (Org.).
Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. 38-39. Adaptado
No protolito, encontra-se o seguinte elemento:
PEET, R. Modern geographical thought. Oxford: Blackwell, 2006, p. 247 e 251. Adaptado.
No texto acima, menciona-se o seguinte tipo de feminismo:
CLAVAL, P. Epistemologia da geografia. Florianópolis: UFSC, 2011, p. 23. Adaptado.
Essa geografia produzida por frações populares das grandes sociedades industriais, descrita acima, é a denominada geografia
A segregação socioespacial e sua forma mais avançada e complexa de expressão, a fragmentação socioespacial, são, contraditoriamente, os processos que negam e redefinem a centralidade. Transformam-na em centralidade segmentada social e funcionalmente, dispersa no território e difusa na representação que elaboramos sobre a própria cidade e sobre a rede urbana, visto que a centralidade pode ser compreendida e apreendida em múltiplas escalas.
SPOSITO, M. A produção do espaço urbano, escalas, diferenças e desigualdades socioespaciais. In: Carlos, A. et al. (Org.). A produção do espaço urbano. São Paulo: Contexto, 2011, p.138.
TEXTO II
Do ponto de vista da reprodução do capital, a metrópole transforma-se na “cidade dos negócios", o centro da rede de lugares que se estrutura no nível mundial com mudanças constantes nas formas. A silhueta dos galpões industriais dá lugar a novos usos, substituídos por altos edifícios de vidro, centros de negócios, shopping centers, ou mesmo igrejas evangélicas, como produto da migração do capital para outras atividades – turismo, lazer, cultura, informática etc., reforçando a centralização econômica, financeira e política de uma metrópole como São Paulo.
CARLOS, A. O espaço urbano. Novos escritos sobre a cidade.São Paulo: Contexto, 2004, p.70. Adaptado.
A análise comparativa dos Textos I e II conduz à seguinte conclusão:
O elipsoide de referência do Sistema Geodésico Brasileiro possui orientação geocêntrica com o eixo de rotação do elipsóide paralelo ao eixo de rotação da Terra e o plano meridiano de origem paralelo ao plano meridiano de Greenwich.
A descrição acima diz respeito a um personagem importante na questão da disputa de terras no campo brasileiro, denominado:
A política do filho único criou, na China, uma geração de gente menos confiante, mais relutante ao risco e menos empreendedora, segundo pesquisa publicada na revista “Science". O estudo foi feito com mais de 400 moradores de Pequim nascidos na época da introdução dessa política.
“Descobrimos que as pessoas que cresceram como filho único são significativamente menos confiantes, menos confiáveis, mais relutantes ao risco, menos competitivas, mais pessimistas e menos escrupulosas", explicou o pesquisador Nisvan Erkal, da Universidade de Melbourne.
A China introduziu a política do filho único em 1979 para combater o crescimento da população. Os responsáveis pelo planejamento familiar a defenderam, já que, do contrário, em vez de 1,3 bilhão de habitantes, a segunda potência econômica mundial teria agora 1,7 bilhão de pessoas.
(http://g1.globo.com/ciencia-e-saude (adaptado), acesso em 14/01/2013.)
A política do filho único, somada a tradições culturais chinesas, proporcionou uma mudança demográfica no país, que está configurada:
(TERRA, L.; ARAÚJO, R. e GUIMARÃES, R.B. Geografia – Conexões. Volume único.
São Paulo: Moderna, 2013. P. 627.)
Considerando os Estados Unidos, essas transformações na organização espacial estão no contexto do seguinte fator:
Uma crítica dos grupos opositores a essas hidrelétricas e um ponto positivo argumentado pelos que defendem a sua construção estão citados, respectivamente, na seguinte alternativa:
(TAMDJIAN, J.O e MENDES, I.L. Geografia: Estudos para compreensão do espaço -
Ensino Médio. Volume único. São Paulo: FTD, 2011. P. 143.)
Entre os fatores que podem ser apontados como principais responsáveis pela desaceleração do crescimento demográfico de São Paulo e Rio de Janeiro, destaca-se a migração de indústrias para outros centros urbanos nos quais:
Um território pouco explorado, rico em biodiversidade e recursos naturais. Um mundo submarino com vastas reservas de ouro, diamante, fosfatos, cobalto, entre outras riquezas repousam nesse local. É a Amazônia Azul, assim batizada pela Marinha Brasileira. São 3,5 milhões de quilômetros quadrados, aos quais o Brasil quer somar mais 960 mil quilômetros quadrados de área em águas internacionais.
Para isso, o país pediu em 2004 a extensão de seus direitos sobre a Zona econômica exclusiva, de acordo com a Convenção das Nações Unidas Sobre o Direito do Mar. Do total pleiteado, 190 mil quilômetros quadrados não foram concedidos pela ONU, que alegou inconsistências no pedido brasileiro.
( www.naval.com.br (adaptado), acesso em 22/03/2013.)
Apesar da negativa inicial, o Brasil realizou novos estudos para reapresentar o pleito descrito no texto e conseguir a totalidade da área de ampliação da Zona econômica exclusiva junto às Nações Unidas.
O conceito de Zona econômica exclusiva relaciona-se a:

O movimento de massa ilustrado na figura acima denomina-se:
(TERRA, L.; ARAÚJO. R. e GUIMARÃES, R.B. Conexões - Estudos de Geografia Geral e
do Brasil. Volume único. São Paulo: Moderna, 2008.p.325.)
Nas últimas décadas, a questão dos refugiados chama a atenção da comunidade internacional. Uma das situações que tem atraído essa atenção é: