Questões de Concurso Comentadas sobre geografia
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O sistema de emissão de relatórios ou mapas é constituído pela exibição dos elementos formadores do banco de dados, na íntegra ou em partes, bem como pela visualização na forma de tabelas e mapas temáticos.
O sistema de aquisição de dados é constituído por regras e parâmetros na determinação do tempo de acesso aos dados, bem como nas simulações e na alteração do formato dos dados.
O sistema de manipulação e análise de dados tem como funções principais a coleta e o processamento dos dados geográficos das fontes primárias e das secundárias.
No sistema de armazenamento e recuperação de dados, faz-se a organização dos dados de modo que eles possam ser acessados para a análise espacial de forma eficaz, rápida e segura.
Para facilitar a interpretação de uma imagem mediante a técnica de realce de imagens, podem ser realizadas operações de manipulação de contraste, filtragem de frequência espacial e rotação de imagens.
Pré-processamento é uma fase que implica a implementação de um processo de decisão para que o computador possa atribuir certo conjunto de pontos da imagem a uma determinada classe.
A classificação digital permite a aplicação de correções de três tipos: radiométrica, geométrica e atmosférica.
Na análise digital de dados multitemporais, pode-se utilizar um sistema de análise de dados digitais para manipular imagens de um mesmo canal espectral em diferentes épocas.
Para a identificação na imagem de temáticas preestabelecidas, são adotadas técnicas de classificação supervisionadas, denominadas identificação dos temas.
A complexidade da rede urbana brasileira é demonstrada pela diversidade de municípios com diferentes tamanhos, funções e extensões territoriais; já que há desde municípios com menos de mil habitantes até aqueles com mais de dez milhões de pessoas.
O fundo de participação dos municípios — transferência constitucional da União para os municípios brasileiros — é uma das fontes de recursos para a manutenção desses, que considera o tamanho da população local: quanto maior a população de um município, maior será o repasse deste recurso.
Nas duas últimas décadas do século XX, a urbanização brasileira passou por processo de desaceleração a partir dos efeitos da crise econômica vivida pelo país, cujas metrópoles se mantiveram em contingente demográfico, tamanho e importância, em contraposição às cidades médias, as quais passaram a receber os fluxos migratórios antes destinados às metrópoles.
A manutenção do parque industrial brasileiro na região Sudeste e a expansão do agronegócio concentraram a maior parte das cidades médias (entre 100 e 500 mil habitantes) na região mais desenvolvida do país, no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
A nova organização espacial da produção brasileira surgiu a partir da crise econômica dos anos 80 do século passado e da crescente concorrência internacional, as quais resultam em uma dispersão espacial da produção agropecuária e industrial, a partir da expansão da fronteira agrícola, da reestruturação de antigas regiões produtivas agrícolas e pela desconcentração da indústria paulista.
A expansão da produção de commodities, como soja, cana de açúcar e fruticultura irrigada, associa-se à utilização de modernos sistemas tecnológicos, como agricultura de precisão, irrigação e uso intensivo de máquinas e insumos. O agronegócio brasileiro é concebido a partir de um modelo técnico, econômico e social de produção globalizada, que favorece a acumulação ampliada do capital.
Fatores como altos custos de transporte, barreiras impostas pela legislação ambiental e dependência da importação de tecnologias relacionadas à produção agrícola limitaram a expansão do agronegócio no território do Brasil, que, por sua vez, reorganizou o seu sistema produtivo agropecuário de maneira superficial, de forma a manter precários o latifúndio e as relações de trabalho no campo.
A área de um ecossistema será considerada frágil quanto menor for sua capacidade de manter ou recuperar seu estado de equilíbrio, ao passo que será considerada estável quanto mais rapidamente e com menor flutuação for capaz de retornar ao seu estado de equilíbrio.
As emissões de carbono e a biodiversidade são indicadores não econômicos da resiliência dos ecossistemas.
A interdependência entre as espécies aumenta a estabilidade e o equilíbrio dos ecossistemas.
Entre as estratégias que podem ser empregadas para minimizar os impactos negativos sobre o ambiente natural inclui-se a criação, por decreto ou lei, de unidades de conservação, como a APP (área de preservação permanente) que, além de proteger os ecossistemas naturais, visam regular a utilização antrópica dos recursos naturais nas áreas protegidas.