Questões de Concurso Comentadas sobre geografia
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As propostas de regionalização do Brasil vão aos poucos evoluindo dentro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o Atlas do Brasil: Disparidades e Dinâmicas do Território, é possível identificar a evolução das grandes regiões do Brasil, segundo o IBGE, no período de 1940 a 1990. Nessa evolução, o conceito de região natural cede lugar ao de região homogênea definida, segundo a combinação de aspectos físicos, humanos e econômicos. Na regionalização do IBGE, os limites das regiões obedecem aos limites dos estados.
Romana Leite e Cármen Silva. Oficina cartográfica como elo
para a prática de formação. XVI Encontro Nacional
dos Geógrafos. Porto Alegre, 2010.
Internet: <www.agb.org.br>
Tendo o texto como referência inicial, julgue o próximo item.
Dividido internamente em quatro sub-regiões, o
Nordeste apresenta nessas áreas, no sentido leste-oeste,
os seguintes tipos climáticos predominantes: equatorial;
tropical de altitude; semiárido; e tropical semiúmido.
As propostas de regionalização do Brasil vão aos poucos evoluindo dentro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o Atlas do Brasil: Disparidades e Dinâmicas do Território, é possível identificar a evolução das grandes regiões do Brasil, segundo o IBGE, no período de 1940 a 1990. Nessa evolução, o conceito de região natural cede lugar ao de região homogênea definida, segundo a combinação de aspectos físicos, humanos e econômicos. Na regionalização do IBGE, os limites das regiões obedecem aos limites dos estados.
Romana Leite e Cármen Silva. Oficina cartográfica como elo
para a prática de formação. XVI Encontro Nacional
dos Geógrafos. Porto Alegre, 2010.
Internet: <www.agb.org.br>
Tendo o texto como referência inicial, julgue o próximo item.
Os geógrafos Milton Santos e Maria Laura Silveira
sugeriram, na década de 1990, uma nova divisão
regional do País com base no critério do meio
técnico-científico-informacional. Seriam quatro regiões:
Amazônia; Nordeste; Centro-Sul; e Região Concentrada.
As propostas de regionalização do Brasil vão aos poucos evoluindo dentro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o Atlas do Brasil: Disparidades e Dinâmicas do Território, é possível identificar a evolução das grandes regiões do Brasil, segundo o IBGE, no período de 1940 a 1990. Nessa evolução, o conceito de região natural cede lugar ao de região homogênea definida, segundo a combinação de aspectos físicos, humanos e econômicos. Na regionalização do IBGE, os limites das regiões obedecem aos limites dos estados.
Romana Leite e Cármen Silva. Oficina cartográfica como elo
para a prática de formação. XVI Encontro Nacional
dos Geógrafos. Porto Alegre, 2010.
Internet: <www.agb.org.br>
Tendo o texto como referência inicial, julgue o próximo item.
O desmembramento de Tocantins, formado por áreas
anteriormente pertencentes a Goiás, foi definido pela CF,
que determinou a manutenção da nova unidade
federada na região Centro-Oeste. Lei federal posterior,
homologada pelo IBGE, definiu sua mudança para a
região Norte.
As propostas de regionalização do Brasil vão aos poucos evoluindo dentro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o Atlas do Brasil: Disparidades e Dinâmicas do Território, é possível identificar a evolução das grandes regiões do Brasil, segundo o IBGE, no período de 1940 a 1990. Nessa evolução, o conceito de região natural cede lugar ao de região homogênea definida, segundo a combinação de aspectos físicos, humanos e econômicos. Na regionalização do IBGE, os limites das regiões obedecem aos limites dos estados.
Romana Leite e Cármen Silva. Oficina cartográfica como elo
para a prática de formação. XVI Encontro Nacional
dos Geógrafos. Porto Alegre, 2010.
Internet: <www.agb.org.br>
Tendo o texto como referência inicial, julgue o próximo item.
A divisão do Brasil em complexos regionais (ou
geoeconômicos), proposta por Pedro Pinchas Geiger nos
anos 1960, não atende ao critério mencionado no último
período do texto.
No princípio da humanidade, havia uma unicidade orgânica entre o homem e a natureza, na qual o ritmo de trabalho e de vida dos homens se associava ao ritmo da natureza. No contexto do modo de produção capitalista, este vínculo é rompido, pois a natureza, antes um meio de subsistência do homem, passa a integrar o conjunto dos meios de produção do qual o capital se beneficia. No processo de apropriação e de transformação dos recursos pelo homem, por meio do trabalho, ocorre o processo de socialização da natureza. O trabalho torna-se, então, o mediador universal na relação do homem com a natureza.
Ana Maria Soares de Oliveira. A relação homem/natureza no modo de
produção capitalista.
Internet: <revista.fct.unesp.br>
No princípio da humanidade, havia uma unicidade orgânica entre o homem e a natureza, na qual o ritmo de trabalho e de vida dos homens se associava ao ritmo da natureza. No contexto do modo de produção capitalista, este vínculo é rompido, pois a natureza, antes um meio de subsistência do homem, passa a integrar o conjunto dos meios de produção do qual o capital se beneficia. No processo de apropriação e de transformação dos recursos pelo homem, por meio do trabalho, ocorre o processo de socialização da natureza. O trabalho torna-se, então, o mediador universal na relação do homem com a natureza.
Ana Maria Soares de Oliveira. A relação homem/natureza no modo de
produção capitalista.
Internet: <revista.fct.unesp.br>
Com relação à temática abordada no texto, às noções de espaço, sociedade e natureza e ao pensamento de Milton Santos acerca dessas questões, julgue o seguinte item.
Infere-se do texto que, onde imperou o modo de produção socialista, não houve a ruptura da harmonia entre os ritmos dos
homens e da natureza. Sem a exploração do trabalho pelo grande capital, a apropriação dos recursos naturais deu-se de
forma mais equilibrada e com baixo custo ambiental.
No princípio da humanidade, havia uma unicidade orgânica entre o homem e a natureza, na qual o ritmo de trabalho e de vida dos homens se associava ao ritmo da natureza. No contexto do modo de produção capitalista, este vínculo é rompido, pois a natureza, antes um meio de subsistência do homem, passa a integrar o conjunto dos meios de produção do qual o capital se beneficia. No processo de apropriação e de transformação dos recursos pelo homem, por meio do trabalho, ocorre o processo de socialização da natureza. O trabalho torna-se, então, o mediador universal na relação do homem com a natureza.
Ana Maria Soares de Oliveira. A relação homem/natureza no modo de
produção capitalista.
Internet: <revista.fct.unesp.br>
Com relação à temática abordada no texto, às noções de espaço, sociedade e natureza e ao pensamento de Milton Santos acerca dessas questões, julgue o seguinte item.
As diferentes sociedades, ao longo da história, desenvolveram técnicas diversas, que lhes permitiram explorar os recursos da
natureza em diferentes graus de intensidade, com diversos resultados no equilíbrio ambiental.
No princípio da humanidade, havia uma unicidade orgânica entre o homem e a natureza, na qual o ritmo de trabalho e de vida dos homens se associava ao ritmo da natureza. No contexto do modo de produção capitalista, este vínculo é rompido, pois a natureza, antes um meio de subsistência do homem, passa a integrar o conjunto dos meios de produção do qual o capital se beneficia. No processo de apropriação e de transformação dos recursos pelo homem, por meio do trabalho, ocorre o processo de socialização da natureza. O trabalho torna-se, então, o mediador universal na relação do homem com a natureza.
Ana Maria Soares de Oliveira. A relação homem/natureza no modo de
produção capitalista.
Internet: <revista.fct.unesp.br>
Com relação à temática abordada no texto, às noções de espaço, sociedade e natureza e ao pensamento de Milton Santos acerca dessas questões, julgue o seguinte item.
Segundo Milton Santos, na economia mundializada atual, as sociedades acabaram por adotar um modelo técnico único,
ignorando a multiplicidade de recursos naturais ou humanos específicos de cada região.
No princípio da humanidade, havia uma unicidade orgânica entre o homem e a natureza, na qual o ritmo de trabalho e de vida dos homens se associava ao ritmo da natureza. No contexto do modo de produção capitalista, este vínculo é rompido, pois a natureza, antes um meio de subsistência do homem, passa a integrar o conjunto dos meios de produção do qual o capital se beneficia. No processo de apropriação e de transformação dos recursos pelo homem, por meio do trabalho, ocorre o processo de socialização da natureza. O trabalho torna-se, então, o mediador universal na relação do homem com a natureza.
Ana Maria Soares de Oliveira. A relação homem/natureza no modo de
produção capitalista.
Internet: <revista.fct.unesp.br>
Com relação à temática abordada no texto, às noções de espaço, sociedade e natureza e ao pensamento de Milton Santos acerca dessas questões, julgue o seguinte item.
O uso de técnicas que permitiram ao homem ampliar, gradualmente, sua capacidade de lidar com a natureza, tem relação
com o fim do nomadismo e com o surgimento das sociedades sedentárias.
As mudanças paleoambientais no Brasil, influenciadas pelas oscilações climáticas, proporcionaram, gradativamente, com climas mais úmidos, a expansão de cerrados e a retração de caatingas, configurando o quadro fitogeográfico atual.
Márcio Luiz da Silva. Revista Brasileira de Geografia Física 01 (2011).
Internet:: <www.revista.ufpe.br>
Considerando o texto como referência inicial, julgue o item subsecutivo acerca do quadro físico brasileiro.
Segundo a classificação de Arthur Strahler, os climas
tropical, alternadamente úmido e seco, semiárido, pela
irregularidade das massas de ar, e tropical de altitude
relacionam-se, respectivamente, no território brasileiro,
a formações de caatinga, cerrado e mata atlântica.
As mudanças paleoambientais no Brasil, influenciadas pelas oscilações climáticas, proporcionaram, gradativamente, com climas mais úmidos, a expansão de cerrados e a retração de caatingas, configurando o quadro fitogeográfico atual.
Márcio Luiz da Silva. Revista Brasileira de Geografia Física 01 (2011).
Internet:: <www.revista.ufpe.br>
Considerando o texto como referência inicial, julgue o item subsecutivo acerca do quadro físico brasileiro.
No Brasil, as ocorrências de cerrado limitam-se às regiões
Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste.
As mudanças paleoambientais no Brasil, influenciadas pelas oscilações climáticas, proporcionaram, gradativamente, com climas mais úmidos, a expansão de cerrados e a retração de caatingas, configurando o quadro fitogeográfico atual.
Márcio Luiz da Silva. Revista Brasileira de Geografia Física 01 (2011).
Internet:: <www.revista.ufpe.br>
Considerando o texto como referência inicial, julgue o item subsecutivo acerca do quadro físico brasileiro.
No Brasil, o Período Quaternário, que inclui o
Pleistoceno e o Holoceno, caracterizou-se, em uma
análise fitogeográfica, pela extrema estabilidade,
sem ocorrência de significativas mudanças na
paleovegetação.
As mudanças paleoambientais no Brasil, influenciadas pelas oscilações climáticas, proporcionaram, gradativamente, com climas mais úmidos, a expansão de cerrados e a retração de caatingas, configurando o quadro fitogeográfico atual.
Márcio Luiz da Silva. Revista Brasileira de Geografia Física 01 (2011).
Internet:: <www.revista.ufpe.br>
Considerando o texto como referência inicial, julgue o item subsecutivo acerca do quadro físico brasileiro.
Tendo ocupado algo próximo a 20% do território
nacional, os cerrados atualmente correspondem a uma
área bem mais reduzida, devido ao avanço agrícola, ao
desmatamento, a queimadas e à expansão da pecuária.
As mudanças paleoambientais no Brasil, influenciadas pelas oscilações climáticas, proporcionaram, gradativamente, com climas mais úmidos, a expansão de cerrados e a retração de caatingas, configurando o quadro fitogeográfico atual.
Márcio Luiz da Silva. Revista Brasileira de Geografia Física 01 (2011).
Internet:: <www.revista.ufpe.br>
Considerando o texto como referência inicial, julgue o item subsecutivo acerca do quadro físico brasileiro.
A caatinga, termo originado do tupi que significa “mata
branca”, é o único bioma exclusivamente brasileiro.
Com relação aos geógrafos e cientistas sociais que estudam as dinâmicas espaciais do capitalismo, julgue o item a seguir.
Os estudos regionais desenvolvidos na geografia escolar do
início do século XXI são influenciados pelas concepções
estruturalistas do filósofo francês Jean-Paul Sartre. Nesta
concepção, a estrutura que dá sentido à globalização é o
binômio economia versus poder, em suas diversas
manifestações espaciais.
No atual período histórico, caracterizado pela forte internacionalização do modo de produção capitalista, importantes transformações de ordem técnica, política e econômica têm promovido intensa reestruturação produtiva e regional do Brasil e do mundo. A intensificação do poder das empresas transnacionais sobre o espaço mundial é uma dessas manifestações.
Iná Elias de Castro. Política pública e conflito no espaço urbano.
In: GEOgraphia, ano 18, n. º 36, 2016 (com adaptações).
A reestruturação produtiva ocorrida no Brasil nas duas últimas décadas tem intensificado os processos de fortalecimento do poder regional centralizado nas grandes cidades e a desarticulação das pequenas e médias cidades, desatreladas de processos de modernização, o que revela a dissociação do binômio campo versus cidade na globalização.
No atual período histórico, caracterizado pela forte internacionalização do modo de produção capitalista, importantes transformações de ordem técnica, política e econômica têm promovido intensa reestruturação produtiva e regional do Brasil e do mundo. A intensificação do poder das empresas transnacionais sobre o espaço mundial é uma dessas manifestações.
Iná Elias de Castro. Política pública e conflito no espaço urbano.
In: GEOgraphia, ano 18, n. º 36, 2016 (com adaptações).
Em contraponto ao processo de modernização produtiva, o setor agropecuário no Brasil mantém uma estrutura baseada na produção para a exportação sem a agregação de valor, representada pelo processo parcial ou total de transformação pela indústria nacional.
No atual período histórico, caracterizado pela forte internacionalização do modo de produção capitalista, importantes transformações de ordem técnica, política e econômica têm promovido intensa reestruturação produtiva e regional do Brasil e do mundo. A intensificação do poder das empresas transnacionais sobre o espaço mundial é uma dessas manifestações.
Iná Elias de Castro. Política pública e conflito no espaço urbano.
In: GEOgraphia, ano 18, n. º 36, 2016 (com adaptações).
Um dos efeitos da internacionalização da economia brasileira é a perda de competitividade da indústria nacional, com a transferência de fábricas da região concentrada do país para outros países da América Latina e da Ásia. A desindustrialização do Brasil é comprovada por meio da queda da participação da indústria e dos serviços no PIB nacional neste século.
No atual período histórico, caracterizado pela forte internacionalização do modo de produção capitalista, importantes transformações de ordem técnica, política e econômica têm promovido intensa reestruturação produtiva e regional do Brasil e do mundo. A intensificação do poder das empresas transnacionais sobre o espaço mundial é uma dessas manifestações.
Iná Elias de Castro. Política pública e conflito no espaço urbano.
In: GEOgraphia, ano 18, n. º 36, 2016 (com adaptações).