Questões de Concurso Sobre geografia
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(Geografia – pequena história crítica, 1981)
A obra destes dois autores compõe a base da Geografia:
Ross (2006) apresenta um mapa dos Sistemas Ambientais Naturais do Brasil, dividindo-os em dois grupos. No grupo Sistemas ambientais naturais pouco transformados, o autor considera que embora alguns ambientes do território sejam ocupados pelas atividades humanas ainda apresentam baixa intensidade de transformação da cobertura vegetal natural por intervenções das atividades produtivas. Ocorre baixo impacto regional, apesar de presenciarem impactos fortes em áreas pontuais vinculadas aos centros urbanos, atividades minerais e “ilhas” de agricultura comercial em seu interior.
(Ecogeografia do Brasil, 2006)
São exemplos desses sistemas naturais pouco transformados:
(Cartografia Básica, 2008)
A definição apresentada refere-se:
A área core do domínio morfoclimático que apresenta a seguinte combinação de fatos fisiográficos: decomposição funda e universal das rochas cristalinas, presença de solos de tipo latossolo; mamelonização universal das vertentes, desde o nível de morros altos até os níveis dos morros intermediários e patamares de relevo; drenagem originalmente perene até para o menor dos ramos das redes hidrográficas dendríticas regionais, entre outras.
(Os domínios de natureza no Brasil, 2003)
Trata-se do domínio morfoclimático denominado:
Correspondem geneticamente às áreas essencialmente planas geradas por deposição de sedimentos recentes de origem marinha, lacustre ou fluvial. São associadas aos depósitos do quaternário, principalmente do Holoceno.
(Ecogeografia do Brasil, 2006)
Em relação a compartimentação geomorfológica brasileira, a definição refere-se as áreas de:
Todo mapa é representação parcial ou total da superfície da Terra nos seus aspectos geográficos, que esférica – o globo – terá de passar para plana, a do mapa, mantendo a mesma lei matemática na correspondência de todos os seus pontos. Essa operação é realizada envolvendo sempre deformações, como quando tentamos tornar plana sobre a mesa uma casca de mexerica.
(Educação Geográfica – teorias e práticas docentes, 2014)
O texto refere-se ao conceito de:
Para um geógrafo que pretende elaborar um mapa de um determinado assunto, várias representações podem ser utilizadas. Para isso é necessário escolher o método mais adequado de representação da cartografia temática a depender do que se pretende representar. Caso o geógrafo esteja diante de uma realidade vista como possuidora de quantidades em continuidade espacial como o tema pluviosidade de determinado território, cuja manifestação é em área com apreciação quantitativa, o método recomendado de representação é denominado:
(Educação Geográfica – teorias e práticas docentes, 2014)
De acordo com Furlan (2014), para compreender a espacialização dos seres vivos é preciso reunir aptidões em campos do conhecimento muitos distintos, pois trata-se de uma ciência essencialmente interdisciplinar, que envolve conceitos da botânica, zoologia, ecologia, antropologia, biologia da conservação, entre outros. Além dos conteúdos dessas áreas de conhecimento, que podem ser considerados externos ao campo específico da Geografia, é imprescindível relacionar a espacialidade dos seres vivos com o modo como as sociedades humanas vem atuando sobre ela.
(Educação Geográfica – teorias e práticas docentes, 2014)
O texto refere-se
Quem viaja pela Serra da Mantiqueira (sul de Minas Gerais) e vale do Paraíba, ou observa as colinas do oeste de São Paulo e norte do Paraná, nota a presença de fendas e cortes disseminados nas vertentes, cada vez mais frequentes. Processo temido pelos moradores locais porque constituem feições erosivas, altamente destrutivas, que rapidamente se ampliam, ameaçando campos, solos cultivados e zonas povoadas. Esses cortes se instalam em vertentes sobre o manto intempérico, sedimentos ou rochas sedimentares pouco consolidadas e podem ter profundidades de decímetros até vários metros, paredes abruptas e fundo plano, com seção transversal em U.
(Decifrando a Terra, 2000)
O texto refere-se ao processo denominado:
[...] estimulada pela proximidade das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, uma fatia considerável do mercado editorial brasileiro disponibilizara a um público diversificado uma gama variada de temas ligados ao processo de conquista e colonização da América, nos quais a menção, mais que a análise, a mapas históricos torna-se quase uma obrigação.
Uma diversidade considerável quanto ao grau de profundidade, originalidade e problematização das questões abordadas marca essas publicações. No que se refere ao tratamento dado à cartografia histórica, percebe-se que, na maioria das vezes, a utilização de mapas do século XVI e dos imediatamente posteriores, tem cumprido um papel meramente funcional.
(Maria Eliza Linhares Borges,
Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras além-mar. Em: Lana Mara de Castro
Siman e Thais França de Lima e Fonseca (orgs.), Inaugurando a
História e construindo a nação; discursos e imagens
no ensino de História.)
Para Borges, no contexto apresentado, a utilização de mapas com papel funcional revela

Disponível em: <https://www.researchgate.net/publication/354447902 _Um_passado_mais_que_presente_dialogos_entre_representacoes_sociais_d
e_Brasilia>. Acesso em:16 out. 2023.
Essa figura mostra a mancha de urbanização dentro do território do Distrito Federal (DF). Com relação a essa realidade geográfica, julgue (C ou E) o item a seguir.
(1) Fordismo.
(2) Taylorismo.
(3) Toyotismo.
(_) Propunha mudanças organizacionais internas às unidades fabris como forma de alcançar o máximo de eficiência dentro da dinâmica capitalista.
(_) Série de normas e métodos de racionalização da produção, como o preceito de que a empresa deveria verticalizar a produção.
(_) Modelo produtivo que busca reduzir o volume de estoque, pois as peças são requisitadas na medida em que há necessidade delas.
(_) Uma das normas propostas pelo modelo produtivo é a remuneração extra pelo aumento da produtividade, almejando atingir o ápice da eficiência produtiva.
I. A Corrente das Guianas, de característica quente, passa pela nossa costa setentrional em direção ao Golfo do México.
II. A Corrente do Brasil acompanha a costa oriental e meridional do país. Essa é uma corrente fria que, na área do Rio Grande do Sul, encontra-se com a corrente das Falklands (fria).
III. A Corrente das Falklands (Malvinas), de característica fria, é proveniente do polo Sul e passa por um pequeno trecho do litoral da região sul, fazendo com que suas águas sejam mais frias do que as do nordeste e norte do país.
Está(ão) CORRETO(S):