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Questões de Concurso Sobre meio ambiente na geografia em geografia

Foram encontradas 2.244 questões

Q4262899 Geografia
A desertificação é um fenômeno causado pela transformação do meio natural pelas atividades humanas, que resulta em graves prejuízos ambientais e sociais para a humanidade. A desertificação no Brasil ocorre na região Nordeste e na porção norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa CORRETA sobre o fenômeno a que o trecho se refere.
Alternativas
Q4258487 Geografia

Eventos climáticos extremos afetam diferentes regiões do mundo e do Brasil, com reflexos sobre moradia, alimentos e deslocamentos populacionais.


Assinale a alternativa correta em relação ao tema.

Alternativas
Q4257579 Geografia
A configuração ambiental de Araguaína resulta da articulação entre diferentes domínios naturais e usos econômicos do território. Considerando a paisagem municipal, podemos afirmar que:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Brusque - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Analista de Informática | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Ginecologista/Obstetra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Endocrinologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Psiquiatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Urologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Pneumologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Proctologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Ortopedista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Mastologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Fiscal do Meio Ambiente | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Otorrinolaringologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Arte Educador • Artesanato | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Cardiologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Engenheiro Florestal | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Engenheiro Eletricista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Educador Físico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Economista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Emergencista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Biólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Médico Especialista • Gastroenterologista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Engenheiro Civil (Engenharia de Tráfego) | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Analista de Transportes | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Arte Educador • Música | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Professor Língua Portuguesa | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Professor Língua Inglesa | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Professor Matemática | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Brusque - SC - Terapeuta Ocupacional |
Q4256867 Geografia
O Relatório de Riscos Globais 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, classifica eventos climáticos extremos entre as principais ameaças globais da próxima década, com impactos diretos sobre populações vulneráveis e fluxos migratórios internacionais. 
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação entre mudanças climáticas e deslocamentos populacionais forçados no cenário contemporâneo.
Alternativas
Q4256197 Geografia

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

Com base nas informações apresentadas no texto sobre os impactos das mudanças climáticas nas zonas costeiras brasileiras, analise as partes que seguem:
(1a parte): A acidificação marinha beneficia a produtividade pesqueira, reduzindo os impactos econômicos das mudanças climáticas nas zonas costeiras.
(2a parte):A extensa linha de costa brasileira torna o país particularmente suscetível à redução do nível do mar, fator que ameaça a infraestrutura urbana.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4256194 Geografia

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

A constatação de que o aquecimento médio no Brasil é significativamente superior à média global é atribuída no texto a uma razão de natureza:
Alternativas
Q4254565 Geografia
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), realizada em Belém (PA) em 2025, trouxe ao Brasil milhares de visitantes, incluindo chefes de Estado, diplomatas, jornalistas e representantes da sociedade civil. No entanto, um dos principais desafios enfrentados pela organização foi a chamada “crise de hospedagem”, amplamente noticiada pela imprensa. O que caracterizou a crise de hospedagem durante a COP 30 em Belém? 
Alternativas
Q4249265 Geografia
No contexto da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém, foram debatidos mecanismos de financiamento climático, adaptação e redução de emissões. Considerando os princípios do desenvolvimento sustentável e da justiça climática, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4249250 Geografia
A crise ambiental contemporânea é um reflexo da complexa interação entre os modelos de produção e consumo, a dinâmica demográfica e as limitações biofísicas do planeta. A urbanização acelerada, a industrialização intensiva e a agricultura em larga escala, embora pilares do desenvolvimento econômico, geram impactos ambientais significativos, como a perda de biodiversidade, a contaminação de ecossistemas e as mudanças climáticas. Nesse contexto, a busca por soluções sustentáveis exige uma abordagem sistêmica que transcenda a mera mitigação de danos, promovendo uma reestruturação das relações sociedade-natureza.

Considerando o exposto, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4248646 Geografia

Com relação à geomorfologia de áreas urbanas, julgue o item que se segue. 


A ocupação de encostas íngremes sem infraestrutura adequada é fator de risco para a ocorrência de deslizamentos de terra.

Alternativas
Q4248644 Geografia

Com relação à geomorfologia de áreas urbanas, julgue o item que se segue. 


O assoreamento de córregos urbanos pode ser intensificado pelo transporte de sedimentos provenientes de áreas em obras com solo exposto.

Alternativas
Q4248642 Geografia

No planejamento governamental, a geomorfologia fornece subsídios essenciais para políticas públicas relacionadas a uso do solo, infraestrutura urbana, prevenção de desastres naturais e gestão ambiental. Considerando a aplicação da geomorfologia no planejamento ambiental, julgue o item a seguir.


O conhecimento das unidades geomorfológicas de determinada bacia hidrográfica é útil ao gestor público na definição adequada de áreas prioritárias para conservação ambiental e mitigação de riscos. 

Alternativas
Q4248640 Geografia

No planejamento governamental, a geomorfologia fornece subsídios essenciais para políticas públicas relacionadas a uso do solo, infraestrutura urbana, prevenção de desastres naturais e gestão ambiental. Considerando a aplicação da geomorfologia no planejamento ambiental, julgue o item a seguir.


Em bacias hidrográficas urbanizadas, a canalização de cursos d’água associada à supressão de planícies de inundação pode aumentar a energia do fluxo hídrico a jusante, intensificando processos erosivos lineares e transferindo áreas de risco hidrológico para outros setores da bacia. 

Alternativas
Q4248639 Geografia

No planejamento governamental, a geomorfologia fornece subsídios essenciais para políticas públicas relacionadas a uso do solo, infraestrutura urbana, prevenção de desastres naturais e gestão ambiental. Considerando a aplicação da geomorfologia no planejamento ambiental, julgue o item a seguir.


As planícies fluviais são ambientes naturalmente estáveis, razão pela qual representam as áreas mais indicadas para instalação de equipamentos públicos permanentes sem necessidade de estudos prévios.

Alternativas
Q4248638 Geografia

No planejamento governamental, a geomorfologia fornece subsídios essenciais para políticas públicas relacionadas a uso do solo, infraestrutura urbana, prevenção de desastres naturais e gestão ambiental. Considerando a aplicação da geomorfologia no planejamento ambiental, julgue o item a seguir.


A análise integrada das formas de relevo e da dinâmica superficial permite identificar áreas ambientalmente frágeis, subsidiando ações de conservação, recuperação ambiental e definição de restrições de uso do solo. 

Alternativas
Q4248637 Geografia

No planejamento governamental, a geomorfologia fornece subsídios essenciais para políticas públicas relacionadas a uso do solo, infraestrutura urbana, prevenção de desastres naturais e gestão ambiental. Considerando a aplicação da geomorfologia no planejamento ambiental, julgue o item a seguir.


Em áreas de relevo fortemente dissecado, com elevada declividade e solos rasos, a implantação de ocupações urbanas tende a aumentar a suscetibilidade a movimentos de massa e aos processos erosivos.

Alternativas
Q4248635 Geografia

No planejamento governamental, a geomorfologia fornece subsídios essenciais para políticas públicas relacionadas a uso do solo, infraestrutura urbana, prevenção de desastres naturais e gestão ambiental. Considerando a aplicação da geomorfologia no planejamento ambiental, julgue o item a seguir.


Informações geomorfológicas podem ser dispensadas para o planejamento ambiental quando há dados climáticos e populacionais disponíveis. 

Alternativas
Q4248321 Geografia
        Os kariri-xocó vivem um acentuado problema em sua produção: o esvaziamento de formas tradicionais de geração de renda. O povo kariri-xocó é uma sociedade cuja sustentação fundava-se na pesca, na agricultura, no artesanato na área de cerâmica e na venda de força de trabalho. A primeira encontra-se prejudicada pelas transformações no rio de São Francisco, e a segunda, pela falta de recursos destinados à produção agrícola. A cerâmica, por sua vez, vem sofrendo interferências da concorrência industrial, restando apenas a venda da força de trabalho na colheita de arroz para os proprietários de terras da região, mas que, agora, inclusive, está ameaçada pela mecanização, que aos poucos vem sendo introduzida.

Luiz Sávio de Almeida. As ceramistas indígenas do São Francisco. In: Estud. av., v. 17, n.º 49, dez/2003, p. 255 (com adaptações).

A partir das informações apresentadas no texto e com relação ao papel do rio São Francisco na economia do estado de Alagoas e ao patrimônio histórico-cultural alagoano, julgue o item a seguir.


Além do impacto sobre a pesca, a crise hídrica do rio São Francisco, caracterizada pela baixa vazão, reduziu o seu alcance geográfico e afetou a circulação de mercadorias, impactando a economia estadual.

Alternativas
Q4247577 Geografia
Observe o mapa e leia o texto sobre a exploração de lítio na América do Sul.


Imagem associada para resolução da questão


O mapa evidencia a distribuição espacial das reservas e da produção de lítio no continente sul-americano. A respeito do papel geopolítico do "Triângulo do Lítio", da divisão internacional do trabalho e dos impactos socioambientais dessa atividade, analise as proposições a seguir.

I. O crescimento exponencial da demanda global por lítio está diretamente atrelado à busca pela reestruturação da matriz de transportes, impulsionada pela produção em larga escala de veículos elétricos.

II. A abundância de reservas de lítio garantiu aos países do Triângulo do Lítio a inserção soberana nas etapas de maior valor agregado das cadeias globais de valor, superando a dependência tecnológica em relação a polos industriais como a China.

III. A extração mineral nos salares andinos ocorre primordialmente via bombeamento e evaporação de salmouras profundas, um processo intensivo em consumo de água que agrava o estresse hídrico regional e ameaça os frágeis ecossistemas de altitudes.

Está correto o que se afirma, apenas, em
Alternativas
Q4247576 Geografia
A Caatinga é o foco da expansão das energias renováveis no Brasil, que acontece em ritmo acelerado desde 2011 e alçou o país ao posto de sexto maior produtor de energia eólica e oitavo em solar. Com ventos fortes e alta irradiação, o único bioma totalmente brasileiro tem puxado esse crescimento das matrizes eólica e fotovoltaica, com 35,35 dos 38,71 gigawatts (GW) de potência instalada no Brasil – quase um quinto da capacidade energética nacional em 2023, conforme a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
https://oeco.org.br/reportagens/caatinga-vive-o-dilema-da-transicao-energeticajusta/

Considerando as informações do texto sobre a expansão das energias renováveis na Caatinga e os conhecimentos sobre as características geográficas e socioambientais do Semiárido, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para afirmativa verdadeira e (F) para falsa.

( ) A expansão contemporânea dos parques eólicos restringe-se às planícies litorâneas, visto que o relevo interiorano da Caatinga atua como barreira topográfica que dissipa a velocidade e a unidirecionalidade dos ventos.

( ) A fixação de aerogeradores em topos de serras e chapadas, que funcionam como refúgios de biodiversidade e zonas de recarga hídrica, tensiona a agenda de conservação ambiental frente ao avanço da infraestrutura energética.

( ) O avanço do capital energético sobre o Semiárido reproduz lógicas de injustiça ambiental, gerando impactos cotidianos sobre comunidades locais e pautando a necessidade de uma transição energética justa.



As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Respostas
1: E
2: E
3: C
4: E
5: C
6: C
7: C
8: D
9: A
10: C
11: C
12: C
13: C
14: E
15: C
16: C
17: E
18: C
19: C
20: B