Questões de Concurso
Sobre industrialização em geografia
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Está correto o que se afirma APENAS em

O atlas acima trata de uma das principais commodities brasileiras, associada diretamente com os primeiros surtos de industrialização do país, tendo a espacialização da produção em 2014, apresentada na representação cartográfica em questão:
“A partir dos anos 70, impõe-se um movimento de desconcentração da produção industrial, uma das manifestações do desdobramento da divisão territorial do trabalho no Brasil. [...] A produção industrial torna-se mais complexa, estendendo-se sobretudo para novas áreas do Sul e para alguns pontos do Centro-Oeste, do Nordeste e do Norte (Manaus). Paralelamente, as áreas industriais já consolidadas ganham dinamismos diferentes dos que definiram a industrialização em períodos anteriores. ”
SANTOS, M.; SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001.
Sobre os aspectos que ajudam a explicar as transformações na geografia da industrialização brasileira, destaca-se:
Está correto o que se afirma em
No total, os espaços da metropolização registram, em suas extensões, as repercussões múltiplas de ondas de choque diversas de amplitudes variadas: econômicas e sociais em especial, mas também mais estritamente técnicos e tecnológicos; gerados em todas as escalas, do local ao mundial. Isto gera fragmentações espaciais muito complexas (fractais, com efeito), novas formas e novas paisagens urbanas ou assimiladas, relações ambientais que reinventam a ideia de natureza suscitando ao mesmo tempo a necessidade e o conceito, pelo menos ambíguo, da cidade duradoura, sustentável.
DI MÉO, G. Introdução ao debate sobre a metropolização. Confins. 2008. Disponível em: https://journals.openedition.org Acesso em: 16 abr. 2019.
Sobre o processo de metropolização é incorreto afirmar:
Nenhum conceito é neutro, e qualquer criação de região, mesmo que não tenha uma evidência empírica no nosso espaço de vivência e que esteja vinculada mais diretamente a dilemas de ordem teórica, não é mera representação/generalização enquanto instrumento (necessário) para o entendimento do mundo; é também criação de realidades — e, assim, de alguma forma, instrumento de poder, pois novos conceitos também carregam, sempre, ainda que tantas vezes de forma velada, a força de produzir (outras) verdades.
Rogério Haesbaert. Regional-global: dilemas da região e da regionalização na geografia contemporânea. Rio de Janeiro: Bertrand, 2010, p. 183 (com adaptações).
Com referência ao assunto do fragmento de texto apresentado, julgue o seguinte item, considerando concepções epistemológicas para os conceitos de região e regionalização.
Em se tratando da transição de um mundo rural e agrário
para um mundo urbano-industrial, a contribuição teórica de
Vidal de La Blache para a geografia regional foi essencial na
reformulação do conceito de região.
(https://economia.estadao.com.br. 26.08.2018. Adaptado)
Para a indústria em questão estar inserida na quarta revolução industrial, ela deve
(Everaldo Gaspar Andrade, Márcio Túlio Viana. Para entender a terceirização. Adaptado)
O movimento descrito no texto
Dentre os países de industrialização tardia estão:
I. França.
II. Inglaterra.
III. Alemanha.
IV. Japão.
Quais estão corretos?

O meio técnico introduziu a produção mecanizada na sociedade
A globalização só se manifesta em seu atual
estágio graças aos avanços propiciados pelo
meio técnico-científico-informacional. Quais
as características dos objetos criados dentro
desse período trazendo essas
transformações?
No início da década de 90, Clélio Campolina Diniz (1993) defendia a ideia de que a distribuição da produção industrial brasileira tem mudado significativamente desde a década de 70. A respeito desse processo, são feitas as afirmativas:
I Na primeira fase, o processo de reversão da polarização se fez com um relativo espraiamento industrial para o próprio interior do Estado de São Paulo e para quase todos os demais estados brasileiros.
II Na segunda fase, ocorreu uma relativa reconcentração no polígono definido por Belo Horizonte-UberlândiaLondrina-Maringá-Porto Alegre-Florianópolis-São José dos Campos-Belo Horizonte, dentro do qual estão sendo formados os principais polos de alta tecnologia.
III O Rio de Janeiro fica de fora do “polígono industrial” pois, embora possua tradicionais centros de ensino e pesquisa, além da sede de importantes corporações, especialmente empresas estatais, por ter uma economia local decadente, não apresentou atrativos para a localização industrial, além de outros desestímulos de natureza política e social, que afugentam o capital privado.
IV Com a expansão de setores fortemente sustentados na ciência e na tecnologia, crescem os requisitos locacionais articulados à proximidade de fontes de recursos naturais – à semelhança do Vale do Silício, nos Estados Unidos.
V Em função da lógica neoliberal, a ação do Estado não exerceu influência na condução da política econômica, nem em termos de investimentos diretos, como a concessão de incentivos fiscais e construção de infraestrutura, para o encorajamento da desconcentração geográfica da produção.
Das afirmativas acima, estão corretas apenas:
Economia de escopo, terceirização e círculos de controle de qualidade são características emblemáticas do modelo de produção industrial denominado:
O mapa-múndi abaixo representa os países que compõem o “BRICS”.
Sobre a industrialização desses países, é correto afirmar, exceto:
Esse novo paradigma, chamado de Paradigma da Produção Flexível, levou à organização de um meio geográfico bastante distinto do anterior, sendo chamado, nesse novo contexto, de meio técnico-científico-informacional.
As características a seguir relacionam-se à estruturação desse meio técnico-científico e informacional, EXCETO: