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Questões de Concurso Sobre industrialização em geografia

Foram encontradas 674 questões

Q4256181 Geografia
O processo de industrialização brasileira, intensificado a partir do século XX, provocou transformações econômicas e sociais significativas. Assinale a alternativa que representa corretamente um impacto desse processo no Brasil. 
Alternativas
Q4248652 Geografia

Acerca das teorias de localização espacial, julgue o item que se segue. 


Cluster industrial é definido como a concentração de empresas de diversos setores da atividade econômica, localizadas próximas a mercados, fornecedores de mão de obra e reservas de recursos, para garantir a competividade territorial dessa aglomeração em relação ao mercado internacional.

Alternativas
Q4247596 Geografia
A “Indústria 4.0” foi anunciada pela primeira vez na Feira de Hannover em 2011, e tornou-se o termo mais utilizado para descrever os desenvolvimentos inovadores da quarta revolução industrial. Ela engloba tecnologias que conectam espaços físicos e virtuais por meio de redes inteligentes e sistemas de sensores, tendo assim um impacto fundamental em diferentes níveis da cadeia de valor, além de gerar e analisar grandes volumes de dados.
Adaptado de FRASKE, Tim. Industry 4.0 and its geographies, in Digital Geography and Society, v. 3, 2022, p. 2

A respeito dos impactos da Indústria 4.0 na organização da Geografia Econômica contemporânea, analise as proposições a seguir.

I. A conectividade digital instantânea e o controle remoto de processos anularam a relevância das aglomerações e dos distritos industriais como fatores locacionais.
II. A automação flexível e a conexão em rede de sistemas produtivos facilitam a fragmentação e a ampliação espacial das cadeias globais de valor e de suprimentos.
III. A infraestrutura física dos data centers exige alto consumo de energia e de água, o que impõe restrições geográficas à localização dessas instalações.


Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q4242120 Geografia
O Estado de São Paulo respondeu por 28,8% do PIB industrial brasileiro, em 2023. Entre 2013 e 2023, sua participação no PIB industrial nacional aumentou 0,3 ponto percentual e a participação da indústria no PIB estadual passou de aproximadamente 22,9% para 23,7%.
Tendo em vista essas informações, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q4241860 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Infere‑se do texto que, com o aumento da industrialização no interior do País, as metrópoles deixaram de ser polos industriais.
Alternativas
Q4241859 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Segundo o estudo mencionado no texto, o Brasil voltou a apresentar crescimento industrial, em um fenômeno denominado neoindustrialização.
Alternativas
Q4241857 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Infere‑se das ideias do texto que o Brasil passou a ter cenário industrial mais descentralizado.
Alternativas
Q4230437 Geografia
O microcomputador foi inventado em 1975; fibras ópticas passaram a ser produzidas industrialmente na década de 1970; redes de computadores possibilitaram empresas em rede e a interligação contínua das principais bolsas. No mesmo período, avançaram a liberalização cambial, a produção distribuída entre diferentes economias e a definição internacional de preços e concorrência. Considerando a cronologia e a relação causal entre esses processos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4204900 Geografia
No estudo das transformações no mundo do trabalho e dos sistemas produtivos, um professor de Geografia do 9º ano apresenta aos alunos o modelo toyotista, destacando práticas como o Just-in-Time e a terceirização. Para contextualizar, o docente propõe a análise de uma reportagem sobre uma montadora que mantém uma rede de fornecedores responsáveis pela produção de peças, entregues conforme a demanda da linha de montagem. Em seguida, solicita que os estudantes discutam os impactos dessa organização produtiva nas relações de trabalho e no espaço geográfico. 
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Acesso em 02/02/2026 https://www.viomundo.com.br/saudetrabalho/beth-costa-existe-saida-para-o-cuidado-da-saude-e-seguranca-dos-trabalhadores-brasileiros-na-atualidade.html 


Com base no modelo toyotista e no papel da terceirização, analise a charge e assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4204898 Geografia

No contexto da globalização e das transformações técnico-científicas contemporâneas, um professor de Geografia do 9º ano organiza uma atividade em que os alunos analisam reportagens sobre a chamada Revolução 4.0. O docente orienta a turma a refletir sobre como tecnologias como inteligência artificial, internet das coisas e robótica avançada vêm redefinindo a produção industrial e impactando o mundo do trabalho, além de provocar novas formas de organização do espaço geográfico.


Considerando a Revolução 4.0 e seus desdobramentos, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q4203537 Geografia
A descentralização industrial e o fomento à pesquisa científica transformaram diversas cidades do interior paulista em complexos de inovação de relevância continental. Sobre o perfil socioeconômico e o aparato tecnológico da região de Campinas:
Alternativas
Q4185184 Geografia

Sobre a urbanização brasileira, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. Os primeiros centros urbanos surgiram no Brasil no século XVIII, no litoral nordestino, relacionados à produção de café e ao processo de consolidação da urbanização do país.


II. As reformas urbanas das cidades brasileiras iniciaram no século XVII, atraindo a migração de pessoas que residiam no campo para as cidades.


III. O processo de urbanização no Brasil está dissociado da industrialização, que foi impulsionada pela produção de café.

Alternativas
Q4177303 Geografia
Sobre a Revolução Industrial e seus impactos históricos e geográficos, analise as assertivas a seguir.
I. A Revolução Industrial contribuiu para intensificar a urbanização, ampliar a produção mecanizada e modificar profundamente as relações de trabalho.
II. O processo industrial iniciado na Inglaterra relacionou-se à disponibilidade de capitais, carvão mineral, mão de obra e transformações técnicas.
III. A industrialização reduziu a importância das cidades, pois consolidou o campo como principal espaço de concentração populacional.
IV. A expansão industrial teve impactos ambientais e sociais, como poluição, crescimento urbano acelerado e precarização de condições de trabalho em muitos contextos.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4174272 Geografia
A evolução das atividades econômicas ao longo da história reconfigurou constantemente o espaço geográfico e a relação entre as sociedades e a natureza. No que concerne ao processo de industrialização, às suas fases e à Nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), analise as seguintes assertivas:

I. A Primeira Revolução Industrial teve como motor o carvão mineral e a máquina a vapor, concentrando a produção têxtil e siderúrgica na Europa Ocidental, o que consolidou uma DIT baseada na exportação de manufaturados pelas metrópoles e de matérias-primas pelas colônias. 
II. A Segunda Revolução Industrial introduziu o petróleo e a eletricidade como matrizes energéticas, além do modelo fordista de produção em massa, expandindo o núcleo industrial global para além da Europa, englobando nações como os Estados Unidos e o Japão.
III. A Terceira Revolução Industrial, ou Técnico-CientíficoInformacional, descentralizou espacialmente a produção fabril e fragmentou os processos produtivos em escala global, impulsionada pelo desenvolvimento dos transportes, das telecomunicações e da informática.
IV. Na Nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT) contemporânea, os países em desenvolvimento periféricos e semiperiféricos deixaram de ser meros exportadores de produtos primários, passando também a integrar as cadeias globais de valor por meio da exportação de produtos industrializados e da recepção de filiais transnacionais.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4153545 Geografia
Acerca do processo de industrialização brasileira, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q4128786 Geografia
O processo de industrialização no Brasil envolveu transformações estruturais significativas ao longo do século XX, articulando fatores econômicos, políticos e territoriais. A atuação do Estado, aliada à dinâmica do capital privado, influenciou a organização espacial das atividades produtivas e a consolidação de determinados polos industriais. Considerando esse cenário, analise as assertivas abaixo e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__)O processo ocorreu de forma uniforme em todo o território.
(__)A industrialização concentrou-se inicialmente na região Sudeste.
(__)Políticas estatais incentivaram a expansão industrial.
(__)A infraestrutura teve papel relevante no desenvolvimento.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4125104 Geografia
Leia o excerto a seguir para responder à questão:

"Embora a atividade industrial tenha passado por um processo de desconcentração no mundo e no Brasil, no caso do Ceará ela ainda permanece concentrada. Em Fortaleza, as primeiras fábricas se instalaram ocupando majoritariamente 3 centralidades: Jacarecanga/Francisco Sá, Parangaba e Mucuripe [...]. Entretanto, a cidade cresceu, o setor imobiliário se expandiu e o uso industrial passou a causar conflitos com os demais usos produtivos. Em contraponto, o Estado foi oferecendo facilidades de circulação, melhorias na infraestrutura e incentivos fiscais para a reestruturação física das manufaturas em outros municípios vizinhos, dentro da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF)."

(MUNIZ, A. M. V.; CABRAL, J. M. T.; SAMPAIO, P. M. Trajetórias urbano-industriais e a Geografia Escolar. VI CONEDU, 2019, p. 7-8).

A partir da análise do texto e do panorama da desconcentração industrial no espaço metropolitano de Fortaleza a partir da década de 1990, assinale a alternativa que descreve corretamente a lógica econômica e territorial que comandou esse processo:
Alternativas
Q4125102 Geografia
No âmbito da evolução urbana e industrial de Fortaleza, a transferência de unidades produtivas para outros municípios da Região Metropolitana (como Maracanaú) provocou profundas alterações na morfologia e na dinâmica socioeconômica da capital. Esse fenômeno é geograficamente caracterizado pela:
Alternativas
Q4120724 Geografia

Considerando as características do relevo e do clima do estado do Rio Grande do Norte, seus ecossistemas e sua biodiversidade, bem como suas principais atividades econômicas, julgue o item seguinte.


No setor primário da economia, Mossoró destaca-se pela fruticultura irrigada, sendo o melão importante produto de exportação; no setor secundário, as indústrias do estado estão concentradas na região metropolitana de Natal e em Mossoró.

Alternativas
Q4118539 Geografia
A apropriação e transformação da natureza pela sociedade são processos complexos que refletem a interação contínua entre os seres humanos e o meio ambiente. Esses processos são influenciados por fatores econômicos, sociais e tecnológicos, resultando em modificações significativas no espaço geográfico. Autores como Milton Santos e David Harvey discutem como essas transformações são mediadas pela técnica e pelo capital, criando novas formas de organização espacial. A partir das discussões de Milton Santos e David Harvey, a apropriação e a transformação da natureza pela sociedade se manifestam de maneira distinta em diferentes contextos históricos e geográficos. Um exemplo de como essas transformações ocorrem no contexto do capitalismo global é 
Alternativas
Respostas
1: C
2: E
3: D
4: C
5: E
6: E
7: C
8: A
9: D
10: B
11: B
12: B
13: A
14: E
15: A
16: A
17: B
18: D
19: C
20: C