Questões de Concurso
Comentadas sobre globalização em geografia
Foram encontradas 961 questões
(SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2021. Adaptado)
O texto apresenta elementos da constituição
(SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, 2021. Adaptado)
Nessa última fase, o processo de globalização gera um conjunto de pessoas pobres que
(CAVALCANTI, Lana de S. Geografia, escola e construção de conhecimentos. Campinas: Papirus, 2003)
No campo das ciências, a Geografia defronta-se com a tarefa de entender o espaço geográfico num contexto bastante complexo, no qual
Na medida em que essas grandes empresas arrastam, na sua lógica, outras empresas, industriais, agrícolas e de serviços, e também influenciam fortemente o comportamento do poder público, na União, nos Estados e nos municípios, indicando-lhes formas de ação subordinadas, não será exagero dizer que estamos diante de um verdadeiro comando da vida econômica e social e da dinâmica territorial por um número limitado de empresas.
(SANTOS, M. SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2021)
Os autores destacam
São as grandes barragens, aeroportos, vias rápidas de transportes, suportes de diversas espécies, responsáveis pela criação de situações nas quais há uma solidariedade entre técnicas de telecomunicações, teledetecção, informática e burótica, entre outras, que povoam o território através de redes materiais e imateriais.
(SANTOS. Mílton. SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. São Paulo: EDUSP, 2021)
Analisando a expansão do meio técnico-científico-informacional no território brasileiro, os autores destacam a importância
A união entre ciência e técnica que, a partir dos anos 70, havia transformado o território brasileiro revigora-se com os novos e portentosos recursos da informação, a partir do período da globalização e sob a égide do mercado. E o mercado, graças exatamente à ciência, à técnica e à informação, torna-se mercado global. O território ganha novos conteúdos e impõe novos comportamentos, graças às enormes possibilidades da produção e, sobretudo, da circulação dos insumos, dos produtos, do dinheiro, das ideias e informações, das ordens e dos homens.
(SANTOS, M. SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2021)
Os autores descrevem a constituição, no Brasil,
A pobreza atual resulta da convergência de causas que se dão em diversos níveis, existindo como vasos comunicantes e como algo racional, um resultado necessário do presente processo, um fenômeno inevitável, considerado até mesmo um fato natural. Alcançamos, assim, uma espécie de naturalização da pobreza, que seria politicamente produzida pelos atores globais com a colaboração consciente dos governos nacionais e, contrariamente às situações precedentes, com a conivência de intelectuais contratados — ou apenas contatados — para legitimar essa naturalização.
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
Nessa condição, os pobres
SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021. Adaptado)
Uma dessas faces é a tirania da informação, pois
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
No campo das técnicas, destaca-se a importância crescente
O segundo mandato do governo Donald Trump a frente dos Estados Unidos da América vem colocando os geógrafos econômicos numa encruzilhada: como compreender que o mesmo país que promoveu amplamente a ordem neoliberal internacional nas últimas décadas agora atua como formulador de novos arranjos políticos e econômicos no Sistema Internacional a partir de concepções e projetos de vieses nacionalistas. A partir dessa conjuntura de transformações, podemos considerar que a atual ordem internacional:
As disputas geopolíticas e geoeconômicas interestatais, evidentes na atualidade, destacam o cenário de transição hegemônica que marca a (des)ordem vigente no Sistema Internacional. No contexto dessas disputas, é possível destacar:
Os países hegemônicos e suas indústrias têm seu poder fortalecido, à medida que a indústria passa a ser a mediadora de todo o intercâmbio, este é o ponto central. Estamos, pois, diante de uma revolução nas relações de poder por meio da tecnologia e não, simplesmente, diante de uma revolução tecnológica, olvidando-se das implicações políticas nela embutida.
(Rogério Haesbaert e Carlos W. Porto-Gonçalves, A nova desordem mundial, 2006. Adaptado)
De acordo com o texto, assinale a alternativa que indica, corretamente, uma das principais questões relativas às mudanças nas relações de poder por meio da tecnologia.