Questões de Concurso
Sobre geografia física em geografia
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(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003, Adaptado)
O texto remete as condições de clima e vegetação que expressam, respectivamente:
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
Essas formações morfológicas a que se refere o texto são denominadas de
(Letícia Klug, Jose Marengo e Gustavo Luedemann, Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para a implementação da Nova Agenda Urbana, IPEA, 2016. Adaptado)
Trata-se de gases como:
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
Essas características se evidenciam em qual domínio morfoclimático e qual região geográfica do Brasil?
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
Os números 1, 2 e 3 representam, respectivamente, os domínios morfoclimáticos e fitogeográficos
(Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC), Currículo Paulista, 2019. Adaptado)
Essa articulação entre a geografia física e a geografia humana é trabalhada na unidade temática intitulada de
(Sonia Castellar, [...] e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico, 2017. Adaptado)
Segundo a autora, há diversos tipos de “mudança espaço-tempo”. Atuando em sala de aula no contexto de uma atividade com mapas, considere a seguinte pergunta: “Quais áreas da bacia hidrográfica do rio Araguaia eram cobertas por cerrados em janeiro de 1980 e, em 2010, estão cobertas por agricultura de soja?”
Esta pergunta está associada às mudanças
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
A vegetação predominante no ambiente descrito no texto
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
O texto apresenta características presentes no contexto do domínio morfoclimático e fitogeográfico
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
O texto refere-se ao conceito de
As mudanças do clima não ocorrem linearmente por todo o globo e podem aparecer com características opostas em lugares distintos, como aumento da frequência e intensidade de cheias em determinada região e aumento gradual do número de dias sem chuva (seca) em outra.
(KLUG et al. Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para a implementação da Nova Agenda Urbana. Brasília: IPEA, 2016. P. Disponível em https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/9184/1/ Mudan%C3%A7as%20clim%C3%A1ticas.pdf. Acesso em: 23.11.2024)
De modo geral, porém a projeção é que
Observe a imagem a seguir.

(Disponível em https://agenciaeconordeste.com.br/sertao-monumentalinselbergs-de-quixada-e-quixeramobim-no-ceara/. Acesso em: 23.11.2024)
Para AB’SABER (2003), os inselbergs, como o que aparece na foto, são exemplos do que pode ser classificado como
O mato é baixo e relativamente descontínuo, com pinhais altos, esguios e imponentes – um tanto exóticos e homogêneos – em face da biodiversidade marcante dos sub-bosques regionais. De vez em quando, (…) surgem pequenos mosaicos de campos entremeados por bosquetes de pinhais, que oferecem uma das mais lindas paisagens do território brasileiro. Um cenário de marcante originalidade ecológica (…)
(AB’SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
A descrição remete aos aspectos paisagísticos que se destacam no domínio
O fato de possuir terras nos dois lados da linha do Equador reflete, diretamente, na marcha dos períodos de maior precipitação no espaço total da Amazônia. Enquanto o sul da Amazônia Brasileira é dominado por chuvas de verão austral (de janeiro a março), o norte da região recebe precipitações maiores durante o verão boreal (de maio a julho). Entre esses dois períodos extremos, existem transições progressivas, sendo que na maior parte da calha central oeste-leste do Amazonas chove também nos meses de março a maio.
(AB’SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003)
Para o autor, a singularidade climática da Amazônia explica
Setores de relevo mamelonizado, recobertos pela mata atlântica, aparecem desde a zona da mata nordestina até as regiões cristalinas granítico-gnáissicas mais costeiras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Entretanto, (…) a mamelonização no Brasil de Sudeste se inicia à altura das colinas cristalinas da baixada da Guanabara, a poucos metros de altitude, para alcançar, depois, níveis de 1100 a 1200 m, a algumas centenas de quilômetros para o interior, em pleno sul de Minas Gerais, nordeste de São Paulo e porção ocidental do Espírito Santo.
(AB’SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
O autor destaca um aspecto significativo da paisagem que caracteriza o domínio
Por outro lado, é a região sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos de todo o território brasileiro, haja vista o caso das catastróficas ações de enxurradas e escorregamentos de solos que frequentemente – e de modo espasmódico – têm afetado as áreas urbanas de algumas grandes aglomerações urbanas brasileiras.
(Aziz Nacib Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
Os processos descritos no texto ocorrem com frequência no domínio morfoclimático
Geralmente definido como a média das condições atmosféricas ou, mais rigorosamente, como a descrição estatística em termos de média e variabilidade de quantidades relevantes sobre o período de tempo em uma distância de meses a milhares de anos. O período clássico é de trinta anos, como definido pela Organização Mundial Meteorológica (OMM). Essas quantidades são, em sua maioria, variáveis de superfícies, tais como temperatura do ar, precipitação e ventos.
(Letícia Klug; Jose A. Marengo; Gustavo Luedemann. “Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para implementação da Nova Agenda Urbana”, IPEA, 2016. Adaptado)
Trata-se do conceito de
À altura de Cabo Frio/Macaé no litoral fluminense, a planície de restinga era ocupada por caatingas espinhentas: os únicos redutos de vegetação do velho domínio das caatingas existentes em toda costa oriental do Brasil.
(Aziz Nacib Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
A presença de vegetação característica de ambiente de Caatinga nessa faixa latitudinal está associada à
(Aziz Nacib Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
Os números 1, 2 e 3 indicados no mapa representam, respectivamente, os seguintes domínios morfoclimáticos: